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Sim! Este blog completa hoje 19 anos de idade, são 19 anos de atividade ininterrupta!!!!! Aqui tem coisa! Aqui tem de tudo!

é isso, por fernando stickel [ 9:22 ]

As constantes mudanças na Lei Rouanet, principal ferramenta de incentivo à cultura no Brasil, e o impacto da pandemia para a área têm sido grandes desafios para o terceiro setor, conforme evidenciam especialistas. Para o Fernando Stickel, CEO da Fundação Stickel, um dos grandes entraves é a captação de recursos. “A Lei Rouanet acaba de sofrer mais um revés. Não vejo o cenário melhorar, só piorar. É muito difícil ser terceiro setor e da área cultural no Brasil.”

Cabe destacar que logo nos primeiros dias de 2022, o secretário de Incentivo e Fomento à Cultura, André Porciuncula, anunciou, por meio de suas redes sociais, um pacote de mudanças na Lei Rouanet. Uma das propostas é reduzir em 50% o teto do incentivo federal, que ficaria em R$ 500 mil.

As mudanças de curso do principal mecanismo de fomento à cultura nacional, no entanto, não representam uma novidade. Nos últimos anos, o setor tem se acostumado a ouvir, cotidianamente, críticas e propostas de alterações em relação a essa política pública por parte dos agentes públicos, principalmente.

“O setor cultural e toda sua cadeia produtiva já vinha de uma série de desmontes em termos de políticas públicas. A pandemia, quando para toda a cadeia produtiva, vai exigir mais de alguns setores e a cultura, de fato, foi um dos setores que mais sentiu essa paralisação, principalmente sem uma rede de proteção aos seus agentes, como artistas, técnicos e produtores culturais”, avalia o gerente de cultura do departamento nacional do Serviço Social do Comércio (Sesc), Marcos Rego.

Durante esse período, foram necessárias inúmeras adaptações para que o segmento pudesse se reinventar e manter minimamente suas atividades. A Fundação Stickel estreou no ambiente virtual com a promoção de cursos diversos, alguns que devem permanecer no formato remoto mesmo após o fim da pandemia. “Abrimos cursos inéditos, tudo online, como Música e História da Arte. Passamos tudo para o online e mudamos a nossa maneira de atuar com cultura após tantas décadas de existência”, explica Fernando Stickel, CEO da Fundação.

Investimento e políticas públicas

Claudio Anjos, presidente da Fundação Iochpe, analisa que o investimento social privado (ISP) tem um papel fundamental na retomada dos setores educacional e cultural do país – imprescindíveis para promover o desenvolvimento integral dos jovens e estudantes.

“Apenas com a participação de toda a sociedade – incluindo governo, terceiro setor, empresas e cidadãos – será possível transformar a realidade da educação e da cultura no Brasil”, analisa. A avaliação de Claudio vai ao encontro da de Fernando, que também vê a participação do ISP como essencial diante de “um governo despreparado”.

Para Marcos, as parcerias entre a iniciativa privada e o setor cultural geram novas possibilidades. “Enquanto as políticas públicas têm o sagrado dever de inclusão de todas as manifestações e possibilidades culturais da contemporaneidade, o setor privado pode olhar para determinado nicho e investir mais de forma contundente.”

Um exemplo citado por Marcos é o apoio do Sesc ao campo circense, atingido ao longo dos anos com a falta de investimentos. “A parceria do público e do privado nessa área é essencial para minimizar longos anos de carência de recursos financeiros e de falta de escoamento da produção de arte.”

O CEO da Fundação Stickel enxerga três áreas que carecem de atenção e dedicação por parte das organizações da sociedade civil (OSCs): governança, compliance (em tradução livre significa estar em conformidade com normas, leis, regulamentos, políticas e diretrizes) e captação de recursos.

“As instituições que não pensam nem colocam em prática esses elementos ficarão para trás. Além disso, precisamos avançar no Brasil com a cultura de doação. E o nosso papel como terceiro setor é falar, divulgar e valorizar o quanto isso é importante para o nosso país”, sinaliza.

Retomada baseada na realidade

A Fundação Iochpe espera um ano com um setor cultural mais ativo e com uma oferta artística mais ampla do que em 2020 e 2021. De acordo com o presidente da instituição, um projeto voltado à educação profissional será lançado este ano, o que permitirá às escolas públicas e empresas privadas ampliar a sua oferta de cursos profissionalizantes para jovens de baixa renda de maneira remota.

“Investir na retomada possível” é o que propõe Marcos Rego ao ser questionado sobre volta das atividades culturais presenciais oferecidas pelo Sesc. Por enquanto, como foi durante todo o período pandêmico, a instituição segue investindo nos pequenos produtores culturais e artistas, além do constante diálogo com as comunidades tradicionais para entender suas necessidades e desafios frente à pandemia.

“Estamos retomando tudo o que é possível, mas sempre com um olhar para as regras sanitárias. Entendemos que o digital alcançou muito mais gente, mas ele não dá conta do que é essencial para nós da cultura, que é o encontro, a possibilidade de estarmos juntos, vivendo experiências e fenômenos culturais. Uma volta baseada na realidade”, explica Marcos.

é isso, por fernando stickel [ 7:28 ]

Eu costumo publicar aqui no blog o falecimento de pessoas que me marcaram pelo afeto, admiração, relevância, etc…

No caso de hoje vou registrar o falecimento de Olavo de Carvalho, e as razões para fazê-lo ficam claras no brilhante texto da escritora, antropóloga, historiadora e professora da USP Lilia Moritz Schwarcz, publicado em seu perfil do Instagram :

“O escritor, astrólogo e guru bolsonarista Olavo de Carvalho morreu nesta segunda-feira (24/1/2022) aos 74 anos nos Estados Unidos, onde morava. A causa da morte não foi informada.
Olavo de Carvalho era considerado um dos principais influenciadores da extrema-direita brasileira e um dos ideólogos do presidente e de seus filhos. Olavo se autointitulava filósofo, apesar de não ter formação alguma na área. Vendia cursos on-line lotados, se vendia como professor, e influenciou toda uma geração de líderes de perfil retrógrado no país. Desbocado, ele vinha ultimamente discordando até mesmo do presidente, tal o seu radicalismo.
Segundo a nota, ele estava internado num hospital da região de Richmond, no estado americano da Virgínia. O escritor vinha enfrentando problemas de saúde, também anunciou ter se infectado com o novo coronavírus no dia 16.
No ano passado, Carvalho teve diversos problemas de saúde, que o levaram a uma série de internações em São Paulo e nos Estados Unidos. Entre julho e agosto de 2021, Carvalho foi internado três vezes no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InCor). Ele era cardiopata e, nesse período, foi submetido a diversos tratamentos, uma cirurgia na bexiga e a um cateterismo de emergência. O Ministério Público de São Paulo chegou a instaurar à época procedimento para apurar se o escritor furou a fila do SUS. Depois de receber alta na rede pública, ele internou-se novamente, na clínica Saint Marie, na Zona Sul de São Paulo, de onde recebeu alta no fim de novembro.
Não desejo a morte de ninguém e só posso lamentar o falecimento de uma pessoa que deixou esposa, filhos e netos. Que eles encontrem conforto e boa memória. Aos brasileiros que acreditam na pluralidade, gostaria apenas de destacar o perfil anti-democrático e claramente extremista de direita de Olavo de Carvalho. O astrólogo chegou a dizer que “o medo de um suposto vírus mortífero não passa de historinha de terror para acovardar a população”. O Brasil que ele imaginava também não era o meu. Era aquele que serviu de base para a ideologia do bolsonarismo, a um projeto autoritário, negacionista, patriarcal e misógino.”

Lilia completa, também no Instagram, após o anúncio da decretação de luto oficial:

“Bolsonaro acaba de decretar luto oficial pela morte de Olavo de Carvalho. O presidente não costuma porém adotar critérios rígidos para prestar condolências e costuma seguir a temperatura da internet para se manifestar. Já foi às redes se solidarizar com as famílias e amigos, por exemplo, do ator Paulo Gustavo, vítima da covid-19; do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), vítima de câncer no estômago; e do músico Kevin Nascimento Bueno, o MC Kevin, que caiu da varanda do 5º andar de um hotel.
Mas não se manifestou acerca de personalidades como o político Alberto Goldman, o letrista Aldir Blanc, a cantora Beth Carvalho, as atrizes Bibi Ferreira e Eva Vilma, a roteirista Fernanda Young, os músicos João Gilberto e Morais Moreira, o cineasta Zé do Caixão, o arquiteto Ruy Ohtake, o pianista Nelson Freire, o poeta Thiago de Mello, a cantora Marília Mendonça, o artista indígena contemporâneo Jaider Esbell, a eterna Elza Soares e tantos outros nomes. Por sinal, queremos saber quem mandou matar Marielle!!!
O governo também não se referiu às mortes em Brumadinho em janeiro de 2019. Durante toda a pandemia da Covid-19, que até o momento deixou 620 mil vítimas fatais no país, Bolsonaro não decretou luto em homenagem aos mortos pelo vírus.
O Congresso e o STF (Supremo Tribunal Federal) chegaram a decretar luto quando o número de mortos atingiu marcas simbólicas, como 10 mil e 100 mil falecidos. Mas o Planalto não adotou o mesmo gesto.
Peço pois que cada um aproveite para decretar o seu luto oficial e que homenageie os seus mortos. Tantas mortes nesses anos de governo Bolsonaro. A minha opção não será com certeza Olavo de Carvalho. Me diga aqui quem você gostaria de honrar, oficialmente.”

é isso, por fernando stickel [ 11:35 ]


O arquiteto Renato Marques (1951-2011) e Renatinha Mellão, colaboração perfeita no projeto da pousada Vila Naiá na Ponta do Corumbau, BA.


Projeto simples, adequado ao clima local, bonito, charmoso e integrado à natureza, o que mais precisa?


O arquiteto.


Este lindo bar é a última adição ao conjunto da pousada, totalmente integrado!

é isso, por fernando stickel [ 9:27 ]

Os jardins da Villa Naiá, pousada na Ponta do Corumbau, sul da Bahia, são algo especial. O paisagista José Pedro de Oliveira Costa trabalhou unicamente com a vegetação local e o solo arenoso criando desenhos, cores, texturas ao mesmo tempo simples e integrados à paisagem local, e extremamente lindos!


Zé Pedro e suas lindas bromélias!


Areia, passarelas de madeira, árvores, sombra, e uma iluminação perfeita!

é isso, por fernando stickel [ 7:55 ]

Ático nos deixou aos 95 anos de idade, mesma idade de minha mãe Martha, que juntamente com meu pai Erico nos levou durante um largo período da minha vida, a almoçar no Ca’ D’Oro, no centro de São Paulo, nas ocasiões importantes da família. O Ático nos servia com atenção e perfeição. Obrigado, Ático, seja servido onde você estiver com o mesmo carinho que nos serviu durante tantos anos por aqui.


Lindo artigo do Geraldo Forbes.

é isso, por fernando stickel [ 16:54 ]


Dezessete anos atrás, em 2005, nesta data de 17 Janeiro, meu filho Arthur completava 10 anos de idade! Avó Martha feliz com ele!


A festa foi no apartamento onde eu morava, na R. Casa do Ator na Vila Olímpia.

é isso, por fernando stickel [ 9:19 ]


Um delicioso voo de 20 minutos neste helicóptero Robinson, partindo do aeroporto de Porto Seguro nos trouxe à pousada Vila Naiá, na Ponta do Corumbau, sul da Bahia.


Saindo de Porto Seguro.


Sandra no helicóptero.


Fomos recebidos com água de coco gelada e um delicioso almoço!

é isso, por fernando stickel [ 9:11 ]


Minha mãe teve uma insuficiência cardíaca, já controlada, e foi internada por alguns dias no Sirio Libanês. No próximo 21 Fevereiro ela completará 95 anos!!!


Recuperando-se em casa, cheia de apetite!!

é isso, por fernando stickel [ 11:22 ]


A convite da minha amiga Fernanda Jafet fui visitar um palacete da família no bairro do Ipiranga, a dois quarteirões do Museu do Ipiranga, que reabrirá suas portas ao público neste ano de 2022.


Em uma das salas, esta maravilhosa pintura de Georges Wambach (1901-1965), retratando uma das indústrias do grupo Jafet em Mogi das Cruzes em 1961.

é isso, por fernando stickel [ 8:19 ]


Iniciar 2022 no Ibirapuera com Sandra, Jimmy & Bolt é tudo de bom!

é isso, por fernando stickel [ 11:14 ]


Você já foi à Bahia e amou, não é?
Provavelmente já voltou, inúmeras vezes. E sempre amou, e sempre elogiou, verdade?
Então. Agora é a hora de retribuir, ajude com o que puder, é importante, são milhares de desabrigados, e o governo está se lixando para a população.
A ajuda cabe a nós paulistas, paulistanos, capixabas, mineiros, baianos, brasileiros e não brasileiros, de todas as origens e credos e tudo o mais.
Só a sociedade organizada é capaz de fazer frente a uma tragédia como essa. Eu já doei, doe você também!
1d

é isso, por fernando stickel [ 9:06 ]


Diretamente de Vancouver no Canadá, Arthur e sua namorada Quinn!


Mamãe e os filhinhos, Neco estava gripado ficou em casa.


Meu neto Pedro!


A tchurma toda!

é isso, por fernando stickel [ 9:34 ]


Credit…Jill Krementz

Faleceu o fabuloso pintor Wayne Thiebaud aos 101 anos de idade. Veja aqui um artigo sobre o artista.


Deliciosas pinturas!


Que Mr. Thiebaud passeie pelos lindos cenários que criou!

é isso, por fernando stickel [ 9:40 ]


Este sou eu.
Foto “biométrica” exigida pelo Consulado Alemão para renovação do passaporte.

é isso, por fernando stickel [ 15:37 ]

Fui visitar meu bom e velho amigo Arnaldo Pappalardo em seu bom e velho estúdio no Sumaré, agora transformado na novíssima Cópia Fiel, uma pequena, e simpaticíssima lojinha totalmente aberta para a rua, sem obstáculos, vidros ou portas, onde Arnaldo vende a preços muito acessíveis as suas lindas fotos.


Papo de vizinhos.


O português entrou na loja e ficou encantado!


Av. Prof Alfonso Bovero 278 – Sumaré
A loja estará sempre aberta de quarta-feira a sábado das 10:30 hs às 17:30 hs e aos domingos das 10:30 hs às 13:30 hs.

é isso, por fernando stickel [ 17:13 ]

Rodrigo Mora Colunista do UOL 09/12/2021

Exclusivo: Mercado nacional de veículos antigos movimentou R$ 32 bi em 2019

Uma pesquisa socioeconômica encomendada pela FIVA (Federation Internationale Vehicules Anciens) e executada pela JDA Research revelou que o mercado de antigomobilismo no Brasil movimentou R$ 32,6 bilhões em 2019.

De acordo com o estudo da consultoria britânica, o montante é composto por R$ 16,1 bi gastos com seguros, manutenção, restauração, armazenamento e combustível, entre outros serviços; R$ 12,3 bi em compra e venda de veículos históricos, R$ 3,5 bi em eventos de veículos históricos (hotelaria, alimentação e inscrições) e R$ 768 milhões em gastos considerados indiretos, como mensalidades de clubes, revistas especializadas e souvenirs.

Ainda segundo a FIVA, a pesquisa foi conduzida virtualmente entre agosto e novembro de 2020 e entrevistou cerca de 55.000 pessoas em todo o mundo, coletando cerca de 120.000 avaliações detalhadas de veículos históricos. Descreve as principais descobertas para o Brasil e se baseia em 1.097 pesquisas com proprietários e entusiastas e em 3.080 avaliações dos veículos históricos de sua propriedade.

Outros dados importantes coletados pela JDA mostram que:
– Existem ao menos 3,2 milhões de veículos históricos (3% da frota de 108 mi de veículos);
– Esses veículos pertencem a cerca de 1,2 milhão de colecionadores (média de 2,7 veículos por proprietário);
– 79% dos colecionadores são associados a algum clube e 88% frequentam eventos de veículos históricos;
– Em média, os proprietários ficam com seu veículo por 11 anos;
– 4 em cada 10 veículos são das marcas VW e Chevrolet;
– O veículo histórico percorre uma média de 779 km/ano, enquanto a motocicleta histórica percorre 361 km/ano;
– Em média, um veículo histórico sai às ruas 18 vezes ao ano;
– A idade média do antigomobilista brasileiro é de 52 anos….

Um colecionador gasta, em média, R$ 13.400 por ano na restauração, manutenção e operação, R$ 2.900 na participação em eventos de veículos históricos, R$ 640 em outros itens relacionados ao seu interesse em veículos históricos, como mensalidades de clubes, revistas especializadas, souvenirs; e R$ 10.250 na aquisição de veículos. Somando, são R$ 27.200 por proprietário.

Na média, carros clássicos (que respondem por 86% da frota de antigos) custam R$ 129 mil, segundo a pesquisa; o valor médio de motocicletas (4%) é de R$ 34 mil.

Para Roberto Suga, os resultados da pesquisa podem alavancar negócios inexistentes no Brasil atualmente.

“Lá fora que as empresas de seguros fazem seguro de carros antigos, aqui não. Não temos consórcio, financiamento, linhas de crédito para compra de carros antigos. Não há um serviço de precificação de carros antigos. Não há um serviço organizado de assessoria para compra e venda de carro antigo. Enfim, há muita coisa para a qual o mercado do carro antigo no Brasil ainda não se atentou. Acredito que com esses dados tanto empresas já estabelecidas no mercado quanto novas iniciativas possam surgir para atender às demandas”, analisa o presidente do Conselho da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA).

E um recado às fabricantes, que ainda ignoram o mercado de clássicos:

“As montadoras deveriam pensar em estabelecer uma fidelização com a marca através da paixão já existente pelos veículos de coleção e transformar esse colecionador em um consumidor de seus veículos novos, seja com patrocínio em eventos, lançamento de produtos e em ações mais criativas como o evento que aconteceu com os clubes de colecionadores de Chevrolet na pista de provas da GM em Indaiatuba”, relembra.

é isso, por fernando stickel [ 8:14 ]


Eu tive o prazer de ser o primeiro cliente! Abriu Bachir a dois quarteirões da minha casa, na esquina da R. Diogo Jácome com a Av. Helio Pellegrino, deliciosa sorveteria libanesa! Com lojas em Beirute e Paris, a tradição está na família de Maurice e Carolina, os donos, que muito simpáticos me ofereceram sorvete logo às 9:30h da manhã, que apreciei gulosamente!!!


Combinação perfeita, Mercedes Benz 280 SL com Bachir!

é isso, por fernando stickel [ 8:08 ]