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convite edo rocha

Em novembro 1970 meu amigo Edo Rocha fez uma exposição de seus trabalhos na galeria Ars Mobile. Nós éramos carne e unha naquela época, no mundo da arte e na vida pessoal, frequentávamos a Escola Brasil: e éramos colegas no primeiro ano da FAUUSP. Eu andava muito ativo com minha câmera fotográfica PENTAX 35mm, e foi com ela que fiz as fotos do artista para o convite da exposição.


Com uma canetinha de nankin 0,1 desenhei a vinhetinha “edofotostickel”

é isso, por fernando stickel [ 17:15 ]

foto atual 1985-2005


Fui convidado pelo João Pedrosa a participar de uma exposição coletiva de fotógrafos na Arte Pedrosa Galeria de Arte, na Al. Franca 1558, com abertura na quarta-feira, 22/6/05 às 19:00h.

A mostra se chama Foto Atual 1985 – 2005.

É a primeira vez que exponho fotos, estou muito excitado com a novidade! É uma honra ser convidado para expor ao lado de feras como Alexandre da Cunha, Armando Prado, Cassio Vasconcellos, Daniel Klajmic, Douglas Garcia, Iran do Espírito Santo, Marcelo Krasilcic, Milton Machado, Miguel rio Branco, Paulo Vainer, Ricardo Van Steen, Roberto Donaire, Roberto Stelzer, Rubem Azevedo, Tiago Judas, Tuca Reinés e Vik Muniz.


Meu amigo Aly veio especialmente para ver minha foto, da série “Vila Olímpia”


Sandra e eu, felizes, em foto de Nina Jacobi


João Pedrosa e convidada


Minha foto exposta


João Pedrosa e Jeanete Musatti

é isso, por fernando stickel [ 8:35 ]

juréia


Inês Sadalla me convidou em 1988 para participar de uma exposição coletiva em sua galeria, com o tema da Reserva Ecológica da Juréia.
O grupo de artistas selecionados fez uma excursão à Reserva, dormimos lá, acompanhados do biólogo, fotógrafo e ambientalista João Paulo Capobianco, na época Presidente da Associação em Defesa da Juréia, foi uma experiência maravilhosa!

Situada no litoral sul de São Paulo, entre Peruíbe e Iguape, a reserva tem 82.000 hectares


AQUI ESTÁ
AQUI FICARÁ
Meu trabalho foi uma colagem com as fotos que tirei durante a expedição à reserva Reserva Ecológica da Juréia em 1987.

Meus colegas de exposição: Aldemir Martins, Alex Cerveny, Alex Flemming, Alice Brill, Amélia Toledo, Angela Leite, Beatriz Leite, Brenda Novak, Darci Lopes, Edith Derdik, E. Granero, Fernando Stickel, Francisco Faria, Genilson Soares, Gilberto Salvador, Gilda Mattar, Glauco Pinto de Moraes, Gregório Gruber, Guta Oliveira Santos, Guto Lacaz, Heinz Budweg, Jeanete Musatti, Maria Victória Granero, Mário Ishikawa, Norma Grinberg, Odair Magalhães, Ricardo Levy, Rubens Matuck, Sylvía Motta, Thais Gasparinetti, Tomoshige Kusuno, Ubirajara Ribeiro, Zé Pedro

A exposição se realizou na Sadalla Galeria de Arte em junho 1988 na R. Estados Unidos 367 em São Paulo. Na abertura teve a projeção de um documentário, com palestra de Amyr Klink e Fabio Feldman.


Capa do catálogo

é isso, por fernando stickel [ 15:54 ]

colagem sem cola…

colagem
Colagem sem cola… último trabalho feito no meu estúdio…artes plásticas + fotografia.


Com algum Photoshop depois… e impresso!

é isso, por fernando stickel [ 23:34 ]

festa para jay chiat

Meu pai Erico (1920-2004) era um ser engraçado… Ele e minha mãe Martha odiavam a ostentação da vida social, as festas, as roupas e as jóias vistosas, e jamais comentavam eventos sociais e/ou colunas sociais, eles eram bem low-profile, circulavam em um meio de arquitetos, músicos, intelectuais.

No entanto, foi nos seus arquivos que encontrei um recorte de jornal, devidamente anotado com sua letra em caneta-tinteiro, sobre uma festa que dei em 1990… Coluna da Joyce Pascovitch na Folha de S. Paulo. Ilustrada, 3/IV/90

A festa surgiu a partir de um telefonema que recebi do meu amigo Jay Chiat (1931-2002) em 1989, de New York onde ele morava, avisando que viria a São Paulo em 1990, eu disse a ele:
– Sure Jay! We’ll make a party for you!
E aí veio a tragédia do Plano Collor… E aí o Jay confirmou a viagem!

E aí no meio da bagunça gerada pelo Plano eu me vi na obrigação de honrar o meu compromisso, já que era impossível não prestigiar um amigo que me havia aberto todas as portas, quando morei em New York em 1984/85.

Me virei para encontrar os endereços/telefones dos mais prestigiados publicitários de São Paulo, alguns dos quais eu conhecia pessoalmente, fiz os convites citando claramente que era uma festa em homenagem ao Jay, e me desdobrei para arrumar o dinheiro necessário.

Quando o Jay chegou na cidade fui visitá-lo no Maksoud Plaza, subi no seu quarto, batemos um papo, contei a ele sobre os preparativos da festa, ele sabia mais ou menos sobre o Plano Collor, me perguntou se eu precisava algo, eu respondi que não. Comentou que tinha achado o quarto do hotel pequeno…

Jade, minha mulher na época e eu convidamos também amigos pessoais e fizemos uma belíssima festa na nossa casa na R. Ribeirão Claro, em abril 1990, provavelmente a primeira festa pós Plano Collor…

Para minha surpresa fui solenemente esnobado pela maioria dos tais prestigiados publicitários paulistanos, que simplesmente não apareceram, eita turminha mal-educada! Vivendo e aprendendo…

A transcrição do texto das fotos:

Centro do jantar de sexta, o publicitário Jay Chiat dá um nó nas cadeiras, tendo a fotógrafa Donatella Brun de partner.

Pé-de-valsa pra ninguém botar defeito, o anfitrião Fernando Stickel destila seu swing com a prafrentex Leilah Assunção.

Em plena recessão de festas e afins, Fernando Stickel resolveu – em um ato de bondade – abrir a temporada.
Com um movimentado jantar sexta, em sua casa-estúdio, ele comemorou a presença do publicitário norte-americano na cidade.

Sócio da agência Chiat/Day/Mojo, o homenageado só pensa em exorcizar o clima dark que assola o mercado publicitário brasileiro.

As fotos eram do meu amigo Claudio Freitas.

é isso, por fernando stickel [ 9:48 ]

faleceu juan esteves

Faleceu meu amigo Juan Esteves aos 66 anos de idade. Ontem conversei com ele, tudo normal, hoje a notícia de seu falecimento, estou chocado! RIP Juan.

As fotos foram tiradas no Museu de Arte Contemporânea de Campinas José Pancetti – MACC, na ocasião da exposição conjunta de fotografias que Juan e eu lá fizemos em outubro 2008.

é isso, por fernando stickel [ 11:42 ]

parece pintura

Fundação Stickel convida para a abertura da nova exposição do Espaço Fundação Stickel – PARECE PINTURA, de Mema Rio Branco com curadoria de Oswaldo Correa da Costa, no próximo sábado, 31 de agosto.

“Parece Pintura” traz uma seleção cuidadosa das fotos de Mema, artista que há mais de uma década captura o cotidiano com seu olhar único e afetivo. Ordenadas pela luminosidade, as fotografias criam uma narrativa visual, evidenciando seu tema principal, a própria luz.

“Parece Pintura” abre dia 31 de agosto, sábado, das 11h às 16h.

Em cartaz até 28 de setembro.
De terça a sexta, das 10h às 18h. Sábados das 11h às 15h.
Espaço Fundação Stickel. Rua Nova Cidade 195 – Vila Olímpia SP

é isso, por fernando stickel [ 13:52 ]

cidade invertida

A Fundação Stickel é especialista em levar arte e cultura gratuitamente a populações sem acesso a estes bens, fundamentas à cidadania. Fazemos isso através de cursos na periferia de São Paulo, exposições de arte, lançamento e doações de livros, etc…

As visitas educativas às nossas exposições são ferramenta fundamental neste processo, acabamos de utilizá-la em nosso Espaço Fundação Stickel, na Vila Olímpia, com a visita guiada à exposição “A Cidade Diante dos Meus Olhos”.

Utilizando vans, e uma boa integração entre as equipes responsáveis, trazemos alunos de nossas escolas parceiras na periferia de São Paulo, para realizar atividades com a equipe da Cidade Invertida, coordenada por Ricardo Hantzschel. 

Seu símbolo de referência é um trailer adaptado para operar, principalmente, como câmera obscura e laboratório fotográfico. Todos os alunos realizam fotos analógicas com câmeras “pin-hoje”, o processo é lúdico e extremamente interessante e didático.

As escolas beneficiadas são:
– Crescer Sempre de Paraisópolis.
– Escola Estadual Condessa Filomena Matarazzo de Ermelino Matarazzo, na Zona Leste.
– Escola Estadual Comendador Mário Reys em Itaquera.
– Associação Alessandro Zarzur – FAZ no Real Parque, Zona Sul

A Fundação Stickel está sempre em busca de novos parceiros que acreditem na nossa missão, e possam colaborar na manutenção de nossas atividades.

é isso, por fernando stickel [ 9:54 ]

segundo faces


Segundo Festival de Arte e Cultura Erico Stickel – FACES
Debate com o fotógrafo Juan Esteves, com mediação de Rubens Fernandes Junior.


Espaço Fundação Stickel

é isso, por fernando stickel [ 9:14 ]

festival faces

Fundação Stickel convida para a abertura da exposição A CIDADE DIANTE DOS MEUS OLHOS que dá início ao FACES – 2º Festival de Arte e Cultura Erico Stickel.

A mostra apresenta 120 fotografias dos nossos alunos e alunas dos cursos gratuitos realizados entre 2019 e 2022. As imagens foram selecionadas entre as 600 fotos produzidas ao longo das aulas. No evento, teremos uma palestra com o curador Rubens Fernandes Junior.

Venha se surpreender com o poder transformador da arte!

Sábado 17 de junho, das 11h às 15h.
Espaço Fundação Stickel R. Nova Cidade 195, Vila Olímpia, São Paulo.

Realização: PROMAC – São Paulo Capital da Cultura – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo 

@smculturasp @fundacao.stickel @rubens1142 #FundacaoStickel #arte #cultura #fotografia #Festival #FestivalFACES  #TerceiroSetor #saopaulo #artetransforma


A equipe no Espaço Fundação Stickel, da esq para a direita, Igor, Ana, Rubens, Miriam, Sandra e Lucas


A comunidade antigomobilista compareceu! Marco Pigossi, Cecilio Neto e Sergio Preuss.


À esquerda Miguel Chaves, o impressor das fotos, o casal Sergio e Fulvia, Sandra e eu.


Visão geral da exposição.

é isso, por fernando stickel [ 8:27 ]

valdir cruz na fundação stickel

Davi Kopenawa, sua filha Suyá, Ailton Krenak e Valdir Cruz na inauguração da exposição “Faces da Floresta – Os Yanomami” do fotógrafo Valdir Cruz, com curadoria de Rubens Fernandes Junior, no Espaço Fundação Stickel.

A logística para reunir Davi e Ailton no dia da inauguração da exposição foi bem trabalhosa, pois foi necessário coordenar as já lotadas agendas, geridas também pelo Instituto Socioambiental – ISA, Hutukara Associaçã Yanomami e a Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP

A fala de Davi Kopenawa no debate de abertura foi interessantíssima, ele iniciou seu discurso na língua Yanomami, e falou por um longo período, causando até um certo espanto na audiência, aí, falando em português, explicou que a língua nativa é a língua original do país, o português é o idioma dos invasores, explanação óbvia, porém muito poderosa para divulgar a opressão que os povos indígenas vem sofrendo desde sempre.

Na primeira fila, sentados, a fotógrafa Maureen Bisilliat, Antonio Peticov e minha mãe Martha Stickel.

Maureen Bisilliat, Valdir Cruz, eu e Christiane Torloni.

Valdir Cruz em primeiro plano, e o curador Rubens Fernandes Junior de calça vermelha, em palestra após a abertura da exposição.

é isso, por fernando stickel [ 8:46 ]

valdir cruz, claudia andujar, davi kopenawa

O fotógrafo Valdir Cruz, parceiro da Fundação Stickel, fotografa Claudia Andujar e Davi Kopenawa em seu estúdio em São Paulo, 17 março 2023.

é isso, por fernando stickel [ 10:27 ]

yanomami

Fundação Stickel convida para a abertura da exposição FACES DA FLORESTA – Os Yanomami – Fotografias de Valdir Cruz, com curadoria de Rubens Fernandes Junior.

Nesta mostra inédita em São Paulo, Valdir Cruz exibe 26 fotografias em preto e branco, incluindo o icônico retrato de Davi Kopenawa, xamã e líder indígena que estará presente no evento, acompanhado de Tuira Kopenawa Yanomami, Edmar Tokorino Yanomami e do escritor e ambientalista Ailton Krenak.

FACES DA FLORESTA
OS YANOMAMI

Os mistérios da floresta e de seus habitantes continuam a sensibilizar os fotógrafos. Só que agora, não mais pela grandiosidade das matas, ou pela exuberância da fauna, ou pela beleza da flora. Atualmente, o que preocupa o homem contemporâneo é a falta de perspectiva de uma existência futura para o cidadão que ali vive livremente. Em pleno século 21, onde tudo parece muito tênue e provisório, o que interessa é o olhar agudo e crítico sobre este imenso labirinto da floresta Amazônica, que quase já não consegue mais esconder a beleza mágica de seus habitantes, entre eles, os Yanomami.

Valdir Cruz adentra o território para flagrar este momento de transição em que parece impossível alimentar alternativas de salvação do que ainda resta da mais primitiva e pura experiência humana no planeta Terra. Através de um olhar refinado e certeiro, estabelece uma possibilidade de registrar os encantos da vida Yanomami e, ao mesmo tempo, impõe uma contundente e estranha sensação ao exibir as feridas abertas pelo homem civilizado. Claro que é perceptível a forte conexão entre o olhar envolvido que não só documenta, mas escancara o dramático e brutal esquecimento do povo originário Yanomami submetido ao abandono e a urgência da denúncia da perda de identidade.

A fotografia documental tem esse incrível poder transformador. Ao nos depararmos com esse comovente ensaio, que materializa as luzes e as sombras da floresta, somos surpreendidos pela tensão visual provocada pela sensação de impotência diante de uma inevitável catástrofe. Valdir Cruz não é um simulador de imagens: apenas registra o que se evidencia diante de seus olhos, com a perspicácia de um observador atento que provoca efeitos perturbadores.

Roland Barthes defende que a fotografia é subversiva, não quando ela assusta, mas quando ela incita à reflexão, quando ela é incômoda, quando ela desalinha nossa percepção do cotidiano e, como neste ensaio, provoca a ampliação da exagerada insensatez do homem civilizado. É paradoxal se deparar com essas fotografias bem elaboradas esteticamente, mas apreendidas sem deslumbramento. Um manifesto visual que consegue sensibilizar nossa imaginação e detonar uma última centelha capaz de incendiar nossa consciência sobre a necessidade de dar condições para a preservação e sobrevivência da diversidade étnica ainda existente em nosso país.

Rubens Fernandes Junior
pesquisador e curador de fotografia

Abertura 18 de março, sábado, às 11h.
Espaço Fundação Stickel – Rua Nova Cidade 195 – Vila Olímpia – São Paulo.

Em cartaz até 29 de abril 2023

REALIZAÇÃO: Fundação Stickel – Galeria Bolsa de Arte

APOIO: UNIFESP – Instituto Socioambiental – Hutukara Associação Yanomami


Valdir Cruz fotografado por Juan Esteves.

é isso, por fernando stickel [ 8:47 ]

edouard bos & krajcberg


No dia 7 novembro 2006 a Fundação Stickel abriu em seu espaço na Vila Olímpia a exposição dupla dos fotógrafos Juan Esteves, com “Presença” e Joaquim Marques (1950-2004) com “Matizes do Tempo”, com curadoria de Rosely Nakagawa.

Edouard Bos foi meu aluno de desenho de observação, e faleceu precocemente. Na foto, Edouard na abertura da exposição em frente à imagem de Frans Krajcberg (1921-2017).

é isso, por fernando stickel [ 18:17 ]

madeira ou caos?


Madeira ou caos?

é isso, por fernando stickel [ 8:47 ]

faleceu joão pedrosa


Faleceu João Pedrosa (João Alberto Ferreira Pedrosa), galerista e curador. Estive recentemente com ele, estava ótimo, esta notícia me surpreendeu, não descobri ainda o que aconteceu.
Em 2005 João me convidou a expor meu trabalho fotográfico, foi a primeira vez, e sou muito grato por isso! Veja aqui.

é isso, por fernando stickel [ 8:42 ]

beatriz Schiller


Conheci a fotógrafa Beatriz Schiller em New York quando lá morei, 1984-1985. Éramos vizinhos da mesma rua, ela 18E e eu 18W…
Hoje conversamos longamente ao telefone, ela está no Brasil para o lançamento de seu livro “Beyond the Flag”

é isso, por fernando stickel [ 17:19 ]

cópia fiel

Fui visitar meu bom e velho amigo Arnaldo Pappalardo em seu bom e velho estúdio no Sumaré, agora transformado na novíssima Cópia Fiel, uma pequena, e simpaticíssima lojinha totalmente aberta para a rua, sem obstáculos, vidros ou portas, onde Arnaldo vende a preços muito acessíveis as suas lindas fotos.


Papo de vizinhos.


O português entrou na loja e ficou encantado!


Av. Prof Alfonso Bovero 278 – Sumaré
A loja estará sempre aberta de quarta-feira a sábado das 10:30 hs às 17:30 hs e aos domingos das 10:30 hs às 13:30 hs.

é isso, por fernando stickel [ 17:13 ]