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família

aniversário martha


Minha mãe Martha Diederichsen Stickel completa hoje, 21 Fevereiro 2020, 93 anos de idade!!! Parabéns Mamãe!!! Suas fiéis escudeiras Tide e Ivani a ladeiam na foto.
A Fundação Stickel também comemora o aniversário de sua instituidora, que com seu marido e meu pai Erico João Siriuba Stickel a criaram em 1954.


Que Mamãe continue a navegar acompanhada dos quatro filhos, Fernando, Sylvia, Ana Maria e Roberto, quatro netos, Fernanda, Antonio, Joana e Arthur e cinco bisnetos, Samuel, Rodrigo, Ian, Noah e Pedro.


Anos 60, Martha com 30 e poucos anos…


Familia quase completa no Natal 2019.

é isso, por fernando stickel [ 9:57 ]

festa de noivado


Convidei o Frederico Nasser para ser meu padrinho de casamento com a Alice Kalil.
Na foto, na escadaria da casa do meu sogro José Kalil (1903-1975) no dia da festa de noivado em 1970, eu e o Frederico (å esquerda), estamos bem arrumados e bem felizes! Frederico com 24 anos de idade, e eu com 22…
A foto original é um slide, a câmera uma Asahi Pentax Spotmatic, quem tirou a foto não lembro…

é isso, por fernando stickel [ 23:49 ]

carta ao frederico


Durante um bom tempo eu me debati com os porquês do sumiço do meu amigo Frederico Jayme Nasser.

Conversei várias vezes com o Fajardo, que era talvez o amigo mais próximo dele, conversei com a Marina, ex-mulher, tentei de tudo quanto é jeito encontrar uma explicação lógica, mas o sentido do isolamento do meu amigo continuava a me escapar.

Finalmente escrevi a carta acima, à guisa de pá de cal no triste assunto, que enviei a ele acompanhada do meu livro “aqui tem coisa”, lançado três anos antes em 1999.

Obviamente não houve resposta, mas fiquei apaziguado e virei a página.

é isso, por fernando stickel [ 9:43 ]

frederico jayme nasser


Faleceu o meu amigo Frederico Jayme Nasser aos 73 anos de idade.

Ele teve uma importância gigantesca na minha vida e na minha opção pelas artes plásticas. Foi uma presença instigante, fascinante, generosa, surpreendente e carismática.

Frederico foi meu professor, abriu caminhos e me apresentou ao mundo das artes plásticas do final dos anos 60 e início dos 70. Amigos como Augusto Livio Malzoni, Dudi Maia Rosa, José Carlos BOI Cezar Ferreira (1944-2018), Wesley Duke Lee (1931-2010) e muitos outros foram fruto desta amizade.

Juntamente com os amigos Luiz Paulo Baravelli, Carlos Fajardo e José Resende, Frederico instalou em 1970 o Centro de Experimentação Artística Brasil: na Av. Rouxinol 51 em Moema, que teve importância capital na formação de toda uma geração de artistas, eu incluido.

Além de tudo isso nós éramos muito amigos, tivemos uma relação pessoal muito forte, ele foi meu padrinho de casamento com a Alice Kalil em 1971, e eu fui padrinho do casamento dele com a Marina Leão em 1976, ele foi ainda padrinho (ausente, diga-se) do meu filho Antonio em 1979.

Ocorre que logo na sequência desses eventos familiares muito alegres, e entrando nos anos 80 o Frederico iniciou um processo misterioso de se fechar para o mundo e renegar as artes, pouco a pouco ele foi evitando o contato social com amigos, família e foi se isolando. Ninguém entendia o que estava acontecendo.

Não atendia mais o telefone, não saia mais de casa, esta situação criou perplexidade e mágoa nos amigos, família e pessoas próximas, a coisa evoluiu tão dramaticamente que certa feita andando de carro pelo Itaim vi o Frederico andando a pé na calçada oposta, parei o carro e me dirigi a ele de mão estendida, feliz com o encontro! Frederico simplesmente me ignorou e passou reto… eu fiquei ali incrédulo, parado como um bobo com a mão estendida, olhando ele se afastar…

Seu coração falhou, não uma e definitiva vez há dois dias atrás, mas falhou durante quase quatro décadas, deixando à míngua e desamparados todos que gostavam dele. Foi muito triste e difícil de aceitar a perda de um amigo ainda vivo, o luto e a tristeza que agora sinto já senti e trabalhei durante quase 40 anos…


Polaroid do estúdio do Frederico Nasser em 28/12/1975
Da esquerda para a direita, Iris Di Ciommo, Frederico Nasser, Cassio Michalany e eu.

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]

erico stickel


Encontrei na publicação “Quem é Quem no Brasil – Biografias Contemporâneas” Volume VI de 1961 o verbete alusivo ao meu pai.
A editora Sociedade Brasileira de Expansão Comercial Ltda se dedicava a traçar perfis de empreendedores e divulgar empresas.

STICKEL, Erico João Siriuba — Advogado e Industrial.

Nasceu a 3 de abril de 1920, em São Paulo (Capital). Filho do Sr. Arthur Stickel e de D. Erna Stickel.
Casado com D. Martha Diederichsen Stickel. Tem quatro filhos: Fernando, Sylvia, Ana Maria e Roberto.
Fêz seus estudos no Ginásio São Bento; Escola de Comércio “Alvares Penteado” e na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. É Oficial do Exército Brasileiro pelo CPOR; Diretor do grupo industrial S.A. Fiação para Malharia “Indiana”; S.A. Cotonifício Adelina; Argos Industrial S.A. e Lanificio Argos S.A.; Diretor do grupo Villares S.A. — Participações Industriais; Ibaté S.A. Agropecuária e Alduvi S A. Agrícola e Pecuária; Gerente Geral das firmas: Sociedade Agrícola e Comercial Siriuba Ltda.; Autogar Ltda. e Sociedade Hotel Toriba Ltda.; Presidente (instituidor) da Fundação Beneficente “Martha e Erico Stickel”, Presidente da Fundação “Visconde de Porto Seguro”; Vice-Presidente dos “Sanatorinhos” de Campos do Jordão; Conselheiro (vitalício e colaborador ativo) das Fundações: “Luiz Dumont Villares”, “Martius de Ciências, Artes e Letras” e “Instituto Hans Staden”. Pertence ao Jóquei Clube, e Automovel Clube de São Paulo; São Paulo F.C. e à Hípica Paulista.

Residência: Rua dos Franceses, 324 — Fone: 32-1160.
Escritorio: Largo do Ouvidor, 102 — 5.o andar — Fone: 32-5483 — S. Paulo.

Interessante a divulgação aberta de amplos dados pessoais, incluindo endereços e telefones, algo impensável no Brasil de hoje.

é isso, por fernando stickel [ 9:59 ]

ernesto diederichsen


Meu amigo Vignoli me envia este texto sobre meu avô que eu não conhecia!

ERNESTO DIEDERICHSEN
in “Os precursores do progresso do Brasil” de Eddie Augusto da Silva-Rubens Veras-Julio Ewigkeit
Editora: Sociedade Brasileira de Expansão Comercial Ltda 1959

Nascido em São Paulo. em 19 de Setembro de 1878, faleceu na mesma cidade, em 20 de Outubro de 1949, aos 71 anos de uma longa vida dedicada ao trabalho construtivo, à prática de atos de bondade consciente e espontânea, como de patriotismo sem alardes.
Foram seus pais Bernardo Diederichsen e D. Ana da Rocha Leão Diederichsen. Casado com D. Maria Eliza Arens Diederichsen, teve os seguintes filhos: Bernardo; Leonor, casada com o Dr. Luiz Dumont Villares; Ernesto George casado com D. Maria Antonieta Ratto Diederichsen, e Martha, casada com o Dr. Erico João Siriuba Stickel. Seu pai, dono, com seu cunhado, da Fazenda Morumbi, situada nos arredores de São Paulo, onde se produzia chá, vinhos e hortaliças, mandou-o estudar na Alemanha. Voltando à sua terra, empregou-se na firma Theodor Wille & Cia. Secção Têxtil, cuja chefia lhe era entregue pouco tempo depois. Sua operosidade, dinamismo, inteligência e lealdade, elevaram-no, em breve, à categoria de sócio e chefe da filial paulista dessa poderosa e conhecida emprêsa.
São múltiplos e notáveis os empreendimentos pessoais de ERNESTO DIEDERICHSEN.
Em 1914 em sociedade com Luiz Trevisioli e Aleardo Borin, fundou uma fábrica de tecidos em Jundiai. Essa fábrica transformou-se no que é hoje a “Argos Industrial S/A” uma das mais pujantes organizações industriais do ramo. Acompanhado por alguns amigos ERNESTO DIEDERICHSEN fundou ainda a “S/A Fiação para Malharia Indiana”, o “Lanifício Argos S/A”, e adquiriu e ampliou a “S/A Cotonificio Adelina”.
Outros setores industriais beneficiaram-se também de sua inteligência criadora e de sua capacidade de organização. Assim. fundou a “Pró-Pecuária, Forragens Equilibradas, Limitada”, a “Indústria e Comércio de Adubos e Forragens ICAF, Ltda”, a “Indústria Brasileira de Óleos Vegetais, Ltda.”; além de indústrias para beneficiamento de fibras nacionais. como o rami, o caroá, indústrias de descaroçamento de algodão; de malharia; de tinturaria e beneficiamento de tecidos; emprêsa de navegação costeira; indústria eletrônica e de construções de máquinas e outras.
Espirito ativo e empreendedor, sempre inclinado a novos cometimentos, ERNESTO DIEDERICHSEN dedicou-se também a atividades imobiliárias, e nesse setor, em companhia do seu genro Luiz Dumont Villares dotou Campos do Jordão de um notável patrimônio, fazendo ali construir o conhecido Hotel Toriba.
Suas maneiras afáveis e sua bondade caracterizavam-se no trato não só com seus auxilares, como também com todos aqueles deparados na trajetória de sua operosa vida, quer ricos ou pobres, potentados ou humildes.
Tinha sempre voltada a sua atenção para o bem estar de todos os empregados de suas indústrias, junto às quais, antes que as leis para tanto obrigassem, fez instalar Creche, Ambulatório, Gabinete Médico, Escola primária, Cinema e Biblioteca.
A entidade que administra esses serviços nas indústrias de Jundiaí, a “Associação dos Empregados da Argos”, é autônoma e dirigida pelos próprios empregados.
Desse modo, ERNESTO DIEDERICHSEN inscreve-se, com justiça, entre aqueles que muito contribuiram para a grandeza Brasil.

é isso, por fernando stickel [ 15:38 ]

pólvora


Minha fase de brincar com fogo durou um ou dois anos, eu devia ter 13 ou 14 anos, e terminou com uma explosão.

Meus amigos me ensinaram a produzir pólvora em casa, com clorato de potássio (KClO3) e açúcar. Para acelerar a reação adiciona-se fósforo (P) vermelho, mas muito cuidado no preparo, qualquer atrito pode fazer a mistura explodir.

No início foram as bombinhas de São João, que nós desmontávamos e fazíamos de várias pequenas uma grandona, mas dava muito trabalho. Depois a coisa evoluiu para a produção “industrial”, queima lenta da pólvora para os foguetes, e queima rápida para as bombas.

A explosão final se deu na hora do jantar, no meu quarto na R. dos Franceses na Bela Vista. Enquanto minha mãe chamava para a mesa no andar de baixo, eu coloquei a mistura de clorato de potássio e açúcar no almofariz de bronze, não mais que uma colher de sopa, misturei bem, e me preparei para adicionar o fósforo vermelho, que é uma substância higroscópica e forma grânulos.

Lembrei da dica dos meus amigos que qualquer atrito pode provocar explosão, mirei bem um grânulo grande com o pilão, afastei meu rosto, e com o braço estendido bati.

Uma luz intensa, um estampido seco, tontura e um zumbido infernal nos ouvidos, sobrepujando todos os outros sons.

Levantei da mesa e mal consegui andar, tanta era a fumaça branca, abri as janelas do quarto, a fumaça começou a sair, abri a porta do quarto e saí envolto em volutas de fumaça, no hall do andar de baixo a família inteira olhava para cima assustada, sem coragem de subir as escadas… A explosão foi ouvida em toda a vizinhança, as pessoas sairam à rua perguntando o que havia acontecido, foi um fuzuê…

O saldo da brincadeira foram os meu dedos da mão direita incrustrados com resíduos da explosão, o zumbido que durou cerca de um mês para sumir, e a cúpula do abat-jour que se encolheu com o calor, sem falar na bronca que levei dos meus pais…

Na escala de coisas perigosas que fiz na minha adolescência (e sobrevivi…) só as brincadeiras com a Winchester 44 do meu avô superaram a pólvora, mas esta é uma outra história…

é isso, por fernando stickel [ 10:00 ]

acreditando no layout


Brincando com algo que não brinco há cinquenta anos!!
A barbicha, cavanhaque, barba de bode ou seja lá o que for…
Minha mulher gostou, então vamos brincar!

é isso, por fernando stickel [ 19:08 ]

reveillon 2019


No meio da floresta, o restaurante Floresta!
Deliciosa semana na Bahia, hóspedes da nossa madrinha de casamento Monique no Outeiro das Brisas!

é isso, por fernando stickel [ 8:36 ]

arthur, peleca e edu


Meu amigo Eduzinho Prado me envia esta foto do meu avô Arthur Stickel pescando na Ilha da Moela no Guarujá, nos anos 50/60.
Com ele estão o Peleca, pescador e salva-vidas e o pai do Eduzinho, Eduardo Prado.
É a primeira vez que aparece, nestas fotos antigas, que adoro colecionar, a figura do Peleca, que era o companheiro permanente do meu avô nas pescarias. Lembro-me perfeitamente do Peleca ajudando meu avô a subir no barco…

é isso, por fernando stickel [ 9:08 ]

presentes para a fundação


Pela primeira vez na minha vida uma série de condições se alinharam:

-Completei 70 anos no último dia 6/10
-Estou trabalhando há 14 anos com uma causa legítima e empolgante, a Fundação Stickel.
-Não tenho desejo de receber presentes materiais.

A consequência lógica destas condições é que pedi aos meus convidados que fizessem uma doação à Fundação, que como qualquer instituição do Terceiro Setor precisa permanentemente de fundos para sobreviver e se desenvolver, e para minha alegria (e da Fundação…) recebemos cerca de R$20.000,00!!!!!
Obrigado a todos que comemoraram comigo estes inacreditáveis 70 anos, e um obrigado super-especial a quem doou, fiquei muuuiiiito contente!!!


Sandra minha mulher e eu no parabéns pra você!

é isso, por fernando stickel [ 18:46 ]

marinalva em contato


Marinalva Nunes foi minha caseira de 1987 a 1991 quando morava na R. Ribeirão Claro na Vila Olímpia em São Paulo. Ela tinha uma casa separada e morava com as filhas, sua principal responsabilidade era travar o portão da casa se chovesse, pois havia enchente no bairro, e se o portão com gachetas de borracha não fosse travado era uma tragédia!
Sua neta Tatiana me encontrou no Facebook, não é fantástico?
Já estamos em contato via Whatsapp, ela mora no interior da Bahia, em Pataiba!

é isso, por fernando stickel [ 15:52 ]

martha e ian


Minha mãe Martha troca uma idéia com o bisneto Ian…

é isso, por fernando stickel [ 17:52 ]

faleceu joanninha


Faleceu aos 93 anos minha tia Joanna Maria da Cunha Bueno (1924-2018)
Amiga íntima e eterna de minha mãe Martha, foi presença boa e constante na minha vida desde sempre.
Faça uma linda viagem, Joanninha.

é isso, por fernando stickel [ 0:18 ]

tempo, memória, dormonid


O tempo, a memória e o Dormonid

Há uma semana atrás, no dia 14/9/2017 acompanhado da minha mulher Sandra entrei no hospital às 8 horas da manhã para realizar cirurgia de hérnia inguinal do lado esquerdo.

Após recepção e check-in subimos para um quarto provisório, o definitivo só após a cirurgia. Pouco a pouco foram chegando os enfermeiro(a)s, médicos da equipe de cirurgia, fui recebendo instruções, tire a roupa, coloque esta camisola azul (que te deixa com a bunda de fora…) deite na cama, tiraram minha pressão, picaram meu dedo para subtrair uma gotinha de sangue, mediram minha temperatura, etc… e assim foi até o maravilhoso momento da aplicação de uma minúscula injeção em minha nádega direita: DORMONID!!!

Deitei na maca com rodinhas e lá fui empurrado pelos corredores em direção ao centro cirúrgico, fiquei olhando o teto dos corredores, luminárias, grelhas de ar condicionado, luminárias… grelhas… e nem percebi que apaguei.

Não me lembro do meu retorno ao quarto, porém me lembro de uma única coisa, me mostraram um saquinho plástico com coisas do meu corpo dentro, uma visão David Lynchiana…

Os médicos vieram me visitar, e óbviamente não lembro de nenhum deles, porém comentaram que interagiram comigo, conversaram…

Não lembro dos horários nem dos rostos nem de nada, acho que jantei, e de lá para cá o tempo e as memórias se condensaram, ou se expandiram, ou simplesmente desapareceram. Desconfortos, dores, tudo vai sumindo…

Mais alguns dias e mal lembrarei desta cirurgia…

Às vésperas de completar 69 anos de idade, a quantidade de cirurgias vai aumentando, amígdalas e implante de placenta na adolescência, hérnia de disco com 40 anos, catarata, ombro, e agora hérnia inguinal… Vamos em frente!!!

é isso, por fernando stickel [ 8:33 ]

lili e filhos, 1934


Minha avó Maria Elisa (Lili) Arens Diederichsen (1883-1973), com meu tio Ernesto George Diederichsen, que completará 96 anos de idade no próximo dia 6 de Agosto, e minha mãe Martha Diederichsen Stickel, 90 anos de idade…
Esta foto tirada na casa da R. dos Franceses deve ser de cerca de 1934.

é isso, por fernando stickel [ 9:27 ]

bernardo ratto diederichsen


Meu primo irmão Bernardo Ratto Diederichsen faleceu na segunda-feira 17 Julho 2017, aos 70 anos de idade em Florianópolis. Ficam saudades dos tempos de infancia e adolescência, férias em família em Campos do Jordão, loucuras com carros, tratores, karts… Que o Ber faça boa viagem!
A foto é de 2011 em Florianópolis, na comemoração dos 90 anos do meu tio, Ernesto George Diederichsen, que aparece em segundo plano.

é isso, por fernando stickel [ 10:06 ]

erna e arthur no guarujá


Erna Hedwig Stickel (1889-1973) e Arthur Stickel (1890-1967), meus avós paternos na Praia do Guarujá, final dos anos 40. Eles tinham nesta foto cerca de 60 anos de idade…
Ao fundo, a ponta dos Astúrias.

é isso, por fernando stickel [ 10:12 ]