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Posts tagueados ‘drink’

gelo de jk em brasilia

Juscelino Kubitschek se reunia no Catetinho, recém-construído, com jornalistas, engenheiros, amigos como Oscar Niemeyer e o jovem repórter Murilo Melo Filho, de Manchete, que, sem opção, bebiam uísque “caubói”, quente. Não tinha gelo porque não havia energia em Brasília. O presidente lamentou:
– Não gosto de uísque, mas sei que uma pedrinha de gelo aí nos copos seria muito bem-vinda…
Mal acabara a frase, desabou uma chuva torrencial, com pedras de granizo, que os levou a tomarem uísque com o gelo, providenciado, lá no céu, por JK.

é isso, por fernando stickel [ 12:18 ]

aqueles dias

Sabe aqueles dias?
Pois então, hoje foi um deles.
Vai juntando cansaço físico com stress com montagem da exposição com reunião com o advogado, com preparação da reunião com a Paróquia São José Operário, com preparação da reunião com o Conselho Curador, com o calor seco da tarde, UFA!!!!!!
Só um dry-martini para relaxar, porque é tomar um só e você entra imediatamente em alfa….

é isso, por fernando stickel [ 23:45 ]

bologna

bologna
Final da tarde em Bologna, Itália, sem photoshop…

campari
Lugar perfeito para um Campari…

é isso, por fernando stickel [ 15:37 ]

dois quilos

É por isso que estou dois kg acima do peso…

é isso, por fernando stickel [ 14:54 ]

um brinde!

Um brinde a todos vocês meus leitores queridos que ainda acreditam no “aqui tem coisa” e tem paciência para voltar de vez em quando!

(o vinho é um excelente Angelica Zapata Cabernet Sauvignon 2006 que abri especialmente para a ocasião)

é isso, por fernando stickel [ 21:00 ]

logística para travessia

equipe
A logística envolvida nas “Travesias Explora” é fantástica.
Em um jipe Land Rover, todos que estão na foto menos o Felix, primeiro do lado esq., que era o nosso motorista, vão na frente e preparam o acampamento para a nossa chegada, isto significa abrir tudo, limpar, instalar camas de campanha, sleeping-bags, toalhas nos banheiros, ligar o gás os aquecedores de água e do fogão, acender lamparinas, preparar o lanche, etc.. etc… Mais tarde fazem um jantar magnífico.
Existe também o transporte de gasolina e gás, que não se encontra em qq esquina por ali…
Alguns itens do cardápio são preparados localmente, mas uma norme quantidade de mantimentos precisa ser transportada.
O problema da água também é complexo, nos quatro acampamentos pelos quais passamos apenas um tinha água corrente, nos outros era preciso buscar, bombear, armazenar. Água para beber, só mineral, garrafas de dois litros.

ox
Tudo isso sem mencionar a organização das bagagens e tudo o mais nos carros, inclusive oxigênio suplementar (marcado em vermelho) se alguém precisar, pois 90% do tempo estamos acima de 4.000m de altitude!

cham
… e sem mencionar os almoços ao ar livre, e este fantástico drink de despedida do Salar de Uyuni, com banda de música ao por-do-sol!

é isso, por fernando stickel [ 17:58 ]

caipirinha

drink
Acho que já contei aqui que praticamente aboli da minha vida as bebidas destiladas.
O famoso uisquinho do final da tarde que era quase diário, parei com cerca de 40 anos.
Hoje em dia uma caipirinha a cada duas ou três semanas é o máximo, talvez um conhaque no inverno, ou um dry-martini em um dia especial.
Mas tem dias em que você PRECISA de um drink, seja lá pelas razões que forem.
Hoje cheguei em casa e fiz uma mega-caipirinha de tangerina.
Assim:
Em um copo bem grande esmaguei uma tangerina, espremi outra tangerina e adicionei o suco e o bagaço.
Bastante gelo, uma colher de sobremesa rasa de geléia de laranja brava sem açúcar, vodka, chacoalhar tudo MUITO, e servir.

No mínimo, levantei um brinde para comemorar a prisão daquele bandido lá de Brasília, com nome de planta…

é isso, por fernando stickel [ 22:16 ]

shhhhhh

shhhhh
Shhhhhh…. Devagar……. Menos……. Vai começar o fim de semana…….

Seguindo minhas próprias instruções, imaginei, e preparei uma “Frozen-margherita de pera”, com sucesso.
Vejam:
Tome uma pera bem proporcionada, corte-a em quatro, retire apenas as partes mais duras e o cabo, não precisa tirar a casca pois ela adicionará efeito “salt and pepper” ao final.
No liquidificador coloque gelo, a pera cortada, vodka e não mais que uma colher de sobremesa de açúcar, (ou adoçante).
Ligue o aparelho, espere a mistura se transformar em um puree e sirva, sem sal na borda do copo.
Enjoy!

é isso, por fernando stickel [ 18:14 ]

voltando do rio

ipanema
Ontem de manhã o Rio amanheceu glorioso. Fomos cedo à praia, caminhamos, corri umas ondas, prazer que não experimentava há muito tempo, preparei caipirinhas de limão, almoçamos por volta das 14:30, e em seguida um soninho necessário.
Saimos do Rio de Janeiro com esse cenário de Ipanema, visto do apartamento dos nossos anfitriões Mario e Luli.
A viagem foi absolutamente tranquila, com apenas 45 minutos de lentidão em uma obra na Via Dutra, na altura de Pindamonhangaba.
O Hyunday Azera da Sandra comportou-se magnificamente, é super confortável e tem um som excelente.
Ne estrada dei ao circunspecto sedã tratamento esportivo, utilizando plenamente seus 245hp através da opção Tiptronic, sem este recurso, com o câmbio na posição “DRIVE” ele chega a ser monótono, verdadeiro “carro de madame”.
Para evitar multas usei o GPS, que informa o local dos radares. Espero que tenha funcionado…

é isso, por fernando stickel [ 10:00 ]

natal da fundação stickel

confr
Confraternização de final de ano da Fundação Stickel.
Família, funcionários e colaboradores da sede e do Projeto Mulheres de Talento, drinks, comidinhas e panetone!

nata

moni
Da esq. para a direita, Iris Di Ciommo responsável pelo logotipo e design gráfico da Fundação, Monica Picavêa, a nova superintendente que assumirá em 2010 no lugar de Agnes Ezabella e Zênia Kawkeb Derneika Lisi, responsável pela Unidade I – Vila Brasilândia do Programa Mulheres de Talento.

é isso, por fernando stickel [ 9:53 ]

suborno no tcc

repiau3
As Profªs. Drªs. Rosa Maria Fischer e Graziella Maria Comini com as provas do crime…
Levei ontem ao “répiau” em comemoração ao aniversário da Profª Graziella, minha orientadora do TCC, uma champagne de presente e uma cópia do TCC.

repiau2
Imediatamente fui acusado de tentativa de suborno…
Da nossa 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social apareci eu, com o trabalho pronto, a Riza que não vai entregar este ano, e o Paulinho, a quem esqueci de perguntar sobre o TCC, por conta de meia-duzia de chopps merecida e muito prazeirosamente deglutidos!
Com certeza todos os outros colegas estão no sufoco final da entrega, cujo prazo se encerra na segunda-feira.

é isso, por fernando stickel [ 10:25 ]

hotel splendido

splendido
O Hotel Splendido em Portofino é um ícone do luxo e da sofisticação.
Fomos lá em um final de tarde para tomar um drink e conhecer o hotel.
Como já haviamos andado o dia inteiro, pegamos a “navetta” que faz o percurso entre o centro de Portofino e o hotel a cada 15 minutos, coisa de 5 minutos.
Aqui a diária pode chegar a 2.000 euros, e a verdade é que este tipo de hotel é uma overdose de tudo.
De localização perfeita, de salamaleques dos empregados, de preços, de decoração (cafona), e, principalmente, de americanos ricos.
Já ficamos em um hotel deste tipo, o Villa San Michele, quando fomos convidados para a Chiantigiana,
que sem dúvida oferece coisas maravilhosas como o tamanho dos quartos e os lençóis de linho, mas… hoje em dia estou mais para encostar a barriga no balcão do bar da esquina para tomar uma cerveja, sem frescura.

é isso, por fernando stickel [ 9:15 ]

répiau

repiau
Na última quinta-feira, depois da aula houve um répiau na casa dos pais da nossa colega Silvia, com direito a muitos drinks, e som ao vivo da banda brega da Silvia e seu marido.
Foi simplesmente o máximo!
Eu me diverti, dancei, pulei, gastei as energias estagnadas por horas sentados na aula.
Álbum completo das fotos aqui.
É preciso estar cadastrado no Facebook para ver o álbum, é super simples e grátis.

é isso, por fernando stickel [ 15:06 ]

bisavó!!!!

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Minha filha Fernanda conta para a avó Martha que ela vai ser bisavó!!!!!

O casal já saiu, hoje à noite eles viajam para Vitória, ES para dar a boa notícia à família do Plauto.

Eu continuo a tomar champagne, é óbvio que a concentração acadêmica foi para o espaço, estou me sentindo leve, feliz e levemente desorientado…
Acho que a mágica da preservação da espécie, da genética, do amor, volta a se fazer presente de forma intensa na minha vida.

E é muito bom!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 18:21 ]

vou ser vovô!!!!!

tati
Estava eu aqui posto em concentração acadêmica, batucando o TCC no computador quando toca o telefone e a minha filha Fernanda pergunta se eu vou ficar em casa, ela e o namorado querem conversar comigo.
Digo que sim e imagino que ela venha tratar de trabalho, business, nas últimas semanas andei incentivando-a a abrir seu próprio negócio.
Resumindo:

VOU SER VOVÔ!!!!!!!!!

A Fernanda está grávida!!!!!

Fiquei emocionado, desnorteado, chocado, feliz!!!!!

Corri à geladeira e abri um champagne, brindamos (ela já disse que não pode tomar álcool…) e sentamos para conversar

O Plauto, o pai, vai cuidar bem dela, tenho certeza, já colocou a Fernanda para comer frutas, que ela nunca gostou, sempre foi um drama, já criticou a ginecologista, enfim, surge uma nova coisa maravilhosa!
Ainda estou meio atrapalhado…

é isso, por fernando stickel [ 17:58 ]

rabiscando

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Viena, terça-feira, 11 Junho 2002, tomando um drink no terraço do Hotel Kärtnerhof, jogando conversa fora com a patroa, fumando um charuto e rabiscando um envelope.

é isso, por fernando stickel [ 18:06 ]

relógio do itaú

cj
Em Setembro de 1982 eu trabalhava no Banco Itaú como responsável pela implantação da Nova Identidade Visual do Banco, em talões de cheque, papelaria, sinalização de agências, publicidade, Cartão Estrela, etc…
Esta atividade me levou a visitar o Relógio Itaú no topo do Conjunto Nacional, na companhia do Sr. Valentim Sola, diretor da Publitas, empresa que gerenciava o relógio na época.
Subimos ao final de tarde na cobertura e começamos a analisar as estruturas metálicas de suporte do relógio, as lâmpadas neon, as cores, etc…
Aí o Valentim disse:
-Fernando, você não quer ver o relógio de frente? É só atravessar a estrutura…
Foi o que fiz, passando no meio dos tirantes metálicos e chegando em uma faixa livre de não mais de um metro de largura. Olhei para cima para a imensa estrutura metálica do relógio, que já estava aceso, aí me virei e na minha frente havia apenas o vácuo.
Não havia mureta de proteção, ou mesmo um parapeito, nada, apenas um ressalto no piso de no máximo 15 centímetros.
Olhei primeiro para longe, uma vista fantástica, aí baixei os olhos e olhei para baixo, me arrepio até hoje ao lembrar a sensação de vertigem, de enjôo.
O vácuo puxa, quase me joguei, instintivamente me afastei da borda e atravessei de volta a estrutura metálica, muito enjoado.
Me esforcei para acabar de tratar dos assuntos profissionais, com profundo mal estar, e já no carro voltando para o escritório da Publitas, que naquela época era na R. Tabapuã, comentei o meu mal estar dizendo:
-Estou precisando de um uísque…
De fato, chegando ao escritório Valentim me ofereceu um uísque, que me trouxe de volta à vida…
Ufa!

é isso, por fernando stickel [ 14:16 ]

charuteiros

500
Fui ao encontro relatado abaixo nesta Mercedes-Benz 500SL 1986, cuja história contarei um outro dia…
Óbviamente o almoço deu-se muitos anos antes da Lei Seca, e os anjos da guarda estavam todos atentos…

Charuteiros

Dedico esta humilde crônica à memória de meu avô, Arthur Stickel.

Segundo o relato de Eduardo Matarazzo, que tive o prazer de ouvir hoje, meu adorável avô, que foi fumante, mas de quem só me lembro da fase de bom copo, se apresentou ao trabalho vestindo fraque, no dia 1º de março de 1920, nas Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. Ainda segundo sua narrativa, meu avô teria sido um grande companheiro nosso na tarde de hoje, no que concordo.

Consegui chegar em casa ileso às 18h30, não sei bem como.
Tomei um banho frio.
Tomei dois goles de guaraná.
Dei vários beijos no meu filho Arthur Siriuba Stickel, de quase cinco anos de idade.
É preciso um mínimo de lucidez para relatar os fatos.

Almoço no Fasano hoje, sábado, 11 de dezembro de 1999, às 13h, promovido pelo meu grande amigo Beto Ranieri, convite a R$250 com direito a uma montanha de abobrinhas, muita amizade, charutos, inúmeras taças de prosecco Ruggieri, almoço, bom vinho tinto que esqueci o nome, conhaque e mais outras toneladas de bobagens. São 19h e tento me lembrar dessa tarde emblemática, quase final de século em São Paulo.

Aos fatos (fatos?!):

Tudo começou numa mesa de bar. Não um bar qualquer, mas o bar do Fasano. Do meu lado esquerdo Olivier Anquier, do meu lado direito Cassio Gabus Mendes, em frente Max Abdo, todo de preto com um lindo broche “2000” em falsos brilhantes do Arnaldo Guaraná Brasil, à sua esquerda meu colega artista plástico Dudu Santos. Mais à esquerda Gaston Hamaoui, Guilherme Afif Domingos e Eduardo Matarazzo.
Por volta das 15h mudamo-nos para a mesa de almoço no salão principal do restaurante, e nossa companhia foi acrescida de um senhor bastante luminoso, estabelecido à rua Paula Souza: José Orlando Ferreira, Jota para os amigos.
A perdiz pouco fibrosa só para os sóbrios nos fez lembrar do almoço no Cruzador Prinz Eugen, atracado em Santos, quando Don Eduardo, supimpa, culpou o Rearmamento Moral pela tertúlia flácida, já se alongando, já que o velho Stickel dizia nos anos 40 que Hitler iria humilhar a Alemanha. Sugeriram então que procurássemos o Júlio, uma pessoa contundente, na Paula Souza, onde o estado imunológico intelectual cairia como uma luva na oligarquia paulista getulista filha de uma puta.
Olivier, respondendo ao Jota, deu sua receita do bom amanhecer:
“Ter a satisfação de ter ido dormir tendo feito tudo que tinha para fazer e começar o novo dia sem saber o que fazer, em vez de não ter nada para fazer”.
Fizemos então uma rápida pesquisa sobre os pontos mais significativos desse nosso evento:
1o lugar: O vírus do absurdo, a falta de seriedade, amizade, abobrinha, mulher (não foi bem esse o termo usado…).
2o lugar: As bebidas, bêbado é uma merda.
3o lugar: O que nos une, charutos.
4o lugar: A comida é detalhe. Eu diria novamente abobrinha.
A pesquisa foi aprovada por umidade avançada.
Houve então um HOMEM RURAL fazendo questão da prevalência de sua opinião sobre o cancro cítrico sendo equivalente a doença venérea. Ex-amigo senador não, És amigo. Votei nele pra presidente.
A primeira dama do ES, mostrando a coleção de relógios do palácio do governo, explicava a Olivier a razão de tantos pêndulos imóveis em tantos relógios antigos ostentando a hora certa – “O pessoal aqui é muito criativo, retiraram as engrenagens, que não serviam pra nada, e botaram raiovac em tudo!” – e os pêndulos imóveis, mortos, brochas, precisando de próteses!
Jota nunca havia tomado dry-martini. Quando cometeu a experiência, numa tertúlia informal, mandou logo doze, oito no Gero e quatro no Fasano. Diz que chegou em casa guiando, normalmente. Tem que haver algum santo zelando por nós!
Foi proposto para ser discutido no chá das cinco da ABL:
Tomem-se três charutos, dois sem fluxo e um com, é a mesma coisa que tomarmos três mulheres, duas sem buceta e uma com!
Don Eduardo propôs a substituição do símbolo nacional por um muro muito longo, em cima do qual se acomodaria a maioria dos políticos nacionais. Não houve contestação.
Estávamos em meio a uma digressão filosófica quando apareceu o Beto e chegamos à conclusão de que somos nós que pagamos a festa de fim de ano para seus principais clientes e amigos!
Lida por todos a ata foi declarada com fome e por todos assassinada.
Fica faltando a historia correta do “avanti c’ol culo, ma sempre avanti”, que o Guilherme não me enviou, e ficamos assim.
Grande e afetuoso abraço em todos,
Fernando Stickel

é isso, por fernando stickel [ 16:14 ]