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...desde janeiro de 2003

3º setor

grêmio bernardo diederichsen

GRÊMIO BERNARDO DIEDERICHSEN – 75 ANOS

Meu avô Ernesto Diederichsen (1878-1949) criou em 1946 em Campos do Jordão, junto com minha avó Maria Elisa (Lili) Arens Diederichsen (1883-1973) o Grêmio Bernardo Diederichsen.

Com gestão do Reverendo Oswaldo Alves, o Grêmio atendia as família e crianças carentes que chegavam à cidade para acompanhar o tratamento de tuberculose de parentes internados, incluindo distribuição de remédios, alimentos, agasalhos e realização de tratamentos médicos. Após o falecimento de Ernesto em 1949, as obras assistenciais foram assumidas por sua filha Martha, junto ao seu marido Erico Stickel.

Em 1954 este trabalho assistencial se transformou, pelas mãos dos meus pais Erico e Martha, na Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 17:25 ]

o semeador – 25 anos


A entrada da Creche.

semeador
Wilson Alves (falecido em 2018) e eu na Creche O Semeador em Junho 2003.

A Associação Beneficente O Semeador completará 25 anos de idade no próximo dia 13 Maio 2021.
Foi criada pelo casal Maria de Fátima de Oliveira Alves e Wilson Joaquim Alves, que já tinham experiências na área social há muitos anos. 

Em 1995/96 eu era sócio do “Auto Posto Interlaken”, na Av. Interlagos em São Paulo, e uma amiga, Maren Mangels, me pediu para criar uma conta corrente (a tradicional “cardeneta”) para as despesas do Fusca do Wilson Alves, que tinha acabado de criar a creche “O Semeador” situada em uma gleba com 31.000 metros quadrados na R. Americo Coxa 550 no Jardim Roschel em Parelheiros, Zona Sul, a quase 40 km do centro de São Paulo.

Aceitei o pedido, a caderneta foi criada e funcionou por um período, a coisa evoluiu e eu acabei por rasgar a “cardeneta” e pagar do meu próprio bolso a conta de gasolina do Wilson por alguns anos. Desta maneira estreei no Terceiro Setor, 25 atrás, fazendo uma doação simples e sem muita consciência da importantíssima área onde eu dava meus primeiros passos.

Um pouco mais tarde, em 2000 ou 2001, minha então namorada Sandra tinha uma equipe de obra, que por vezes ficava ociosa. Nestes momentos nós enviávamos, por nossa conta, alguns rapazes à Creche, que ficava em uma área rural e havia muitas cobras… para fazer um mutirão de limpeza do terreno, roçar mato, recolher lixo, etc… até uma horta criamos. Um dos rapazes desta equipe, o Marco, tem hoje 41 anos e continua a trabalhar conosco.


Marco Antonio Ribeiro da Silva.

A pobreza do bairro é impressionante, assim como a possibilidade de se fazer alguma coisa pelas crianças. Entre outras atividades levamos vários grupos a visitarem nossas exposições, dentro do programa “Educativo”, onde monitores desenvolvem trabalhos a partir do artista em exposição e sua obra.

Mais tarde, já na vigência da reestruturação da Fundação Stickel em 2004, passei para a Fundação a responsabilidade dos cuidados com a Creche. A natural evolução da Fundação Stickel e a inauguração de projeto social próprio “Mulheres de Talento” em 2007 acabou por encerrar a ajuda à Creche, e outras ajudas similares que fazíamos a outras instituições.


Agnes Ezabella, gerente da Fundação Stickel na época conversa com Fátima, na horta.

é isso, por fernando stickel [ 13:17 ]

erico 101 anos


Há 101 anos atrás, em 3 de abril de 1920, nascia meu pai Erico João Siriuba Stickel. Paulistano descendente de alemães, Erico instituiu a Fundação Stickel com minha mãe Martha Diederichsen Stickel em 1954, inicialmente com fins assistencialistas em Campos do Jordão.

Mas a arte, que hoje guia as ações da Fundação Stickel, sempre esteve em um lugar central de sua vida – além de advogado e industrial têxtil, ele foi um estudioso da iconografia e arte brasileira do século XIX, organizando uma biblioteca com importante acervo sobre o tema, e grande incentivador das artes plásticas.

Hoje, se vivo fosse, meu pai completaria 101 anos de idade, e agradeço nesta data a semente plantada, para que a Fundação Stickel siga atuante após mais de seis décadas de história, transformando vidas por meio da nossa paixão: a arte.

Para celebrar o seu legado, estamos preparando um festival de arte e cultura que levará o seu nome. Aguarde! – Em breve, compartilharei mais informações do que vem por aí!

é isso, por fernando stickel [ 9:01 ]

dia de doar

Hoje, 1 de Dezembro é o DIA DE DOAR! Seja generoso, doe a quem mais precisa, faça a diferença!

é isso, por fernando stickel [ 9:14 ]

lei rouanet


Fundação Stickel com projeto aprovado na Lei Rouanet! Plano Anual para 2021!

é isso, por fernando stickel [ 9:29 ]

fotografia on-line


A Fundação Stickel vem se reinventando com a pandemia do coronavírus e está oferecendo cursos gratuitos de fotografia à distância, pela plataforma Zoom.
Nossa educadora, a arquiteta e fotógrafa Ana Mello em seu curso “Nichos de Fotografia de Arquitetura” ofereceu aos alunos uma surpresa na aula de ontem, interessantíssima entrevista com o também arquiteto e fotógrafo Cristiano Mascaro.


Lucas Cruz está ministrando o curso “Dicas e Truques para fotografar com Celular” em 8 encontros de 180 minutos.


Estamos nos aprimorando no uso das novas plataformas, recebendo 100 alunos em cada curso!

é isso, por fernando stickel [ 16:10 ]

cruz de mérito

Mais uma descoberta na quarentena:


Quem assina a comenda é o então Presidente da República Federal da Alemanha Walter Scheel.

Meu pai Erico era um ser muito discreto, odiava o telefone e amava escrever uma carta ou bilhete.
Sua comunicação com as pessoas era boa, mas não falava muito sobre si próprio e nem (de maneira nenhuma!) contava algum tipo de vantagem, fiz isto ou fiz aquilo, tenho isso ou tenho aquilo, não era seu estilo.
Então não foi com muita surpresa (mas cheio de orgulho!) que descobri hoje que ele ganhou uma importante homenagem do Governo Alemão em 1978, algo que minha mãe Martha se lembra, houve um coquetel na casa do Cônsul, que morava também na R. dos Franceses, mas que não foi ventilado com os filhos, nem na época nem depois.
Talvez a comunidade alemã tenha tomado conhecimento, pois o evento foi noticiado no Kaese Blatt (papel de embrulhar queijo), o carinhoso apelido do jornal Deutsche Zeitung de 25/11/1978.

Tradução da carta em que o Cônsul Geral encaminha ao meu pai a comenda:

São Paulo, 22 Novembro 1978

Consulado Geral da Republica Federal da Alemanha

Caro Doutor Stickel!

O Senhor tem ativamente e de maneira abnegada se dedicado há muitos anos às questões sociais e culturais no âmbito da sociedade germano-brasileira.

O Senhor foi por muitos anos presidente da Associação de Escolas do Colégio Visconde de Porto Seguro. Proporcionou suporte eficaz ao Instituto Hans Staden e à Fundação Martius, duas instituições importantes no campo dos acordos bilaterais e das relações culturais.

O Senhor se encontra entre os relevantes apoiadores da Bienal de São Paulo.

Em 1955 o Senhor fundou com sua esposa em Campos do Jordão a “Fundação Beneficente Martha e Erico Stickel”, uma instituição de caridade, que entre outras atividades provia gratuitamente tratamento médico e odontológico para crianças carentes. Em 1974 o Senhor criou na Ilhabela, SP uma estação de assistência social.

Apreciação especial receberam suas generosas doações para a Associação Alemã de Ajuda em São Paulo, que se ocupa de idosos de origem alemã. Há 10 anos o Senhor doou a essa instituição uma casa, cujos inquilinos dela se beneficiam. Em 1977 também foi doada pelo Senhor, na mesma insttituição, uma nova e espaçosa casa de idosos com 13 apartamentos individuais e várias outras dependências.

Em homenagem a esses serviços, o Presidente da República Federal da Alemanha lhe concede a Cruz do Mérito da Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha em 13 de julho de 1978.

É uma honra e um prazer entregar ao Senhor esta alta condecoração.

Assinatura do Cônsul Geral Hartmut Schulze-Boysen

Dois anos depois de receber a comenda, meus pais inauguraram mais uma importante obra filantrópica, as Aldeias Infantis SOS Rio Bonito em 8 Dezembro 1980, com a presença do criador das Aldeias, Hermann Gmeiner (1919-1986).

é isso, por fernando stickel [ 17:06 ]

homenagem a lili diederichsen


Testemunho da época: Três anos após ter sido criada em 1954, a Fundação Beneficente Martha e Erico Stickel, por sugestão do meu avô Arthur Stickel, Conselheiro, homenageou minha avó Maria Elisa (Lili) Arens Diederichsen com o título de Conselheira Honorária.
A carta de formalização foi assinada por meu pai, Erico João Siriuba Stickel, presidente da Fundação. Nesta época o escritório da Fundação em São Paulo ficava no centro de São Paulo, na R.do Ouvidor 102 5º andar.


O Edifício Pau DÁlho era meu conhecido, pois sempre que eu ia ao oculista na Rua Marconi, fazer exercícios para o estrabismo, na sequência passava-se na Confeitaria Cristallo, e, virando a esquina, no escritório do Papai para uma visita, lá também dava expediente meu avô Arthur, que após sua aposentadoria ajudava meu pai no escritório.


Até diploma teve!

é isso, por fernando stickel [ 11:29 ]

quarentena books


Proposta incrível! Inteligência em ação durante a pandemia:

Projeto Quarentena Books reúne oito fotógrafos e designers em livros inéditos.

Bob Wolfenson, Claudia Jaguaribe, Cristiano Mascaro, Cássio Vasconcellos, Ana Carolina Fernandes, Daniel Klajmic, Rodrigo Koraicho e Paulo Fridman estão no projeto idealizado por Lucas Lenci e André Matarazzo

Renda será revertida aos grupos vulneráveis ao covid-19 e autores se encontram em live dia 30 de junho, às 19h

Livros de fotografia inéditos, produzidos e impressos em plena quarentena, com renda revertida aos mais vulneráveis impactados pela pandemia do covid-19. Essa foi a ideia da dupla Lucas Lenci e André Matarazzo, que movimentou oito fotógrafos e oito designers a remexerem suas gavetas e levantarem projetos para publicação pela editora Ipsis. “A quarentena proporciona uma nova visão sobre nossas atitudes, e isso impacta a produção criativa, nossa ideia é explorar isso ajudando aos outros no processo”, diz Lenci.

O Quarentena Books contará com trabalhos dos fotógrafos Bob Wolfenson, Claudia Jaguaribe, Cristiano Mascaro, Cássio Vasconcellos, Ana Carolina Fernandes, Daniel Klajmic, Rodrigo Koraicho e Paulo Fridman, cada qual com seu designer escolhido. Os livros poderão ser adquiridos em uma caixa, com todos (R$ 450,00), ou separadamente (R$60,00 cada) pelo site do projeto (www.quarentenabooks.com). Toda a impressão ficou por conta da Ipsis, que entrou como editora e gráfica sem custos para o projeto. “Nossa intenção com esta iniciativa é manter vivo o sonho dos maravilhosos livros de fotografia, documentos/objetos/textos/fotos que se eternizam para gerações futuras entenderem a nossa época. Também aproveitamos o tempo livre de pouco trabalho para investir em algo criativo e que vai permitir ajudar pessoas carentes, vítimas da pandemia, com o lucro deste grande projeto”, explica Fernando Ullmann, da Ipsis.

A ideia do Quarentena Books é conectar criativos, consolidar projetos e assim ajudar pessoas na quarentena. “Estamos todos doando nosso tempo e nossa criatividade. A única transação financeira do projeto é a venda final de livros cujo lucro é destinado aos mais vulneráveis”, explica André.

Os livros
Com retratos de anônimos feitos nos mais de 50 anos dedicados à fotografia, Cristiano Mascaro apresenta Apenas Retratos, que terá projeto gráfico de Julio Mariutti. “Minhas aventuras me puseram diante de inúmeros monumentos arquitetônicos, mas sempre esteve presente junto a mim este propósito, quase saudosista, de retratar as pessoas que encontrava nas ruas ou nos locais de trabalho. Finalmente neste período de confinamento pude rever meus arquivos em filme e finalmente achei o tempo que precisava para materializar este projeto”, conta Mascaro.

Já Cássio Vasconcellos viu na quarentena o momento ideal para refletir sobre o caos urbano, visto de cima, em voos de helicópteros. A série Coletivos tem projeto de Kenzo Mayama e reúne situações típicas da sociedade pré-pandemia que agora ganham nova leitura. “Realidade ou fantasia era a pergunta que me fazia sobre estas extensas montagens digitais que iludiam pela complexidade e tamanho, e, na quarentena, o que chamava de fantasia parece mais um sonho”, diz Cássio.

Em Cinderela, a fotógrafa Ana Carolina Fernandes edita finalmente a série em que registrou as travestis moradoras de um casarão antigo, na Lapa, no Rio de Janeiro. Foram mais de três anos de convivência entre elas, que resultou em cumplicidade, confiança e respeito vistas nas imagens. “Parece que a quarenta trouxe a oportunidade e o momento certo para finalmente me dedicar a este livro, cujo estímulo inicial veio de uma grande referência da fotografia mundial, David Alan Harley, que me disse ser este um trabalho merecedor de um livro”, conta ela. Bruno Di Cellio é o designer convidado.

Proibidas de ir à praia hoje, as pessoas fotografadas no Piscinão de Ramos em 2002, por Daniel Klajmic ganham agora outros olhos. Parte do ensaio já foi publicada em revistas nacionais e internacionais, mas nesta edição as mais de 40 imagens refletem mais aspectos. “Lembro que tive um sentimento estranho, pois me parecia uma maneira de manter parte da população longe das praias da zona Sul. Percebendo a alegria das pessoas ali, entendi que o assunto tinha uma complexidade muito maior, e que me interessava muito. No contexto atual, as fotos ganham um novo sentido já que hábitos outrora banais como ir à praia ou fotografar a praia parece um privilégio distante”, diz ele. O projeto gráfico é de Edu Hirama.

Também imerso no comportamento de um grupo, o livro “Ô Culpa”, com fotografias de Rodrigo Koraicho e design de Raphael Ferraz, se lança intimamente no cotidiano de uma ocupação em São Paulo. “A escassez habitacional da região metropolitana de São Paulo bateu recorde e atualmente o Estado de São Paulo registra um déficit habitacional de cerca de 1,8 milhão de domicílios segundo números da FGV”, alerta Rodrigo.

Já em Submerso, o fotógrafo Bob Wolfenson convida o designer Pedro Gerab para contar a história de suas fotografias atingidas pela água do rio Pinheiros na maior enchente da região, em 2020. Todas elas estavam guardadas em gavetas no estúdio e agora existem sob novos aspectos: carcomidas, manchadas, rasgadas e desfeitas. “E é deste jeito que quero apresentá-las. Esta quarentena me parece um momento adequado para reorganizar minhas fotografias que por motivos externos, tem novo significado”, diz Bob.

Resgatando o passado, o fotógrafo Paulo Fridman apresenta NY in the 80´s, um livro com registros feitos naquela década. “Esse tempo em casa me permitiu viajar no tempo. O confinamento me fez mergulhar neste material de quando vivi na cidade”, conta. Rodolfo Garcia assina o projeto gráfico.

Em Releituras, a fotógrafa Claudia Jaguaribe experimenta um novo processo, absorvendo notícias atuais, voltando-se para dentro e ressignificando imagens. “As casas que antes eram um conforto agora retratam uma nova solidão. Nada melhor do que usar este tempo de reclusão e repensar o próprio trabalho”, afirma ela. Para a edição, convidou a designer Mariana Lara Resende.

Sobre os editores:

Lucas Lenci
Fotógrafo e coordenador de projetos editoriais, publicou 5 livros próprios e outros diversos para colegas fotógrafos e tambem empresas. Participou de inumeras exposições entre Brasil, Estados Unidos e alguns paises da Europa Recebeu diversos prêmios tanto de fotogrfia quanto para suas publicações. Espera usar o tempo de confinamento para dispersar sua criatividade e criar novas obras editoriais.

Andre Matarazzo
Com mais de 46 prêmios internacionais no portfólio, André é um criativo e empreendedor que fez sua carreira publicitária ao longo de 8 países nos últimos 22 anos e hoje vive ao redor do mundo tocando sua Sexy Beast. Está incrivelmente animado em poder conectar com criativos tão interessantes durante esse período claustrofóbico.

Ipsis gráfica e Editora S/A
Considerada a principal referência de qualidade no mercado editorial brasileiro recebe a missão de imprimir com o mais alto padrão livros de arquitetura, artes plásticas, fotografia, história, literatura, com 70 anos de existência sempre inovando e criando novas tendências. Em recente mudança de marca, a Ipsis criou um selo que vai abraçar as publicações que porventura venha a editar. Trata-se do IpsisPub que assina esta coleção.

é isso, por fernando stickel [ 17:27 ]

babinski – uma exposição


Babinski – História de uma exposição

Na inauguração do Espaço Fundação Stickel, a Pharmacia Cultural, na R. Nova Cidade 193, em 23 Março 2019, Bassy Machado, Sandra Pierzchalski, Rosangela Dorazio, Sandra Lourenço e Michele Behar.

Logo depois da inauguração mostrei aquarelas e gravuras de Maciej Babinski da minha coleção para Rosangela Dorazio, que ficou agradavelmente surpresa ao reencontrar o Babinski, pois sua tia Sandra Sousa Lemos havia sido duma das primeiras pessoas a fazer uma exposição do artista em Araguari, MG em 1977, e se interessou em reatar contato com Babinski, iniciando contato com ele.

Fruto destas conversas, na sequência, o filho do artista, Daniel Babinski me contactou dizendo haver produzido um documentário em vídeo inédito sobre seu pai. Tudo isto seria de extremo interesse para a Fundação Stickel, que estava na época negociando a colaboração do curador Agnaldo Farias, desenhava-se assim o início de um trabalho conjunto, com a possibilidade de fazer uma exposição, e para tanto convidei o Agnaldo a visitar Babinski em Várzea Alegre CE, o que fizemos em Julho 2019.
Chegamos na madrugada do dia 9 Julho, após o pouso em Juazeiro do Norte fomos diligentemente conduzidos pelo Tonheiro, taxista que atende o casal Babinski, até Várzea Alegre, onde Lidia e Babinski nos esperavam, gentilíssimos, cerca de 3 horas da manhã!


Logo na manhã de 9 Julho primeira manhã na casa de Babinski, longas conversas com Agnaldo Farias.


Babinski em seu “Museu”. A tela da esquerda selecionamos para a exposição.


O estúdio do artista.


No dia 10 Julho em uma longa reunião de trabalho, Agnaldo e eu selecionamos as 66 aquarelas e 2 pinturas para a exposição.


O curador e o artista.


Ao final do dia, Lidia e Babinski embalam cuidadosamente as aquarelas que traríamos para São Paulo no vôo daquela noite.


De volta a São Paulo Agnaldo começou a escrever o texto do catálogo, e eu chamei Lucas Cruz, professor de fotografia da Fundação Stickel para fotografar as aquarelas. Na sequência foram feitas molduras na Capricho Molduras e contratamos Luciana Facchini para o design gráfico do catálogo. Uma parceria se estabeleceu com Marcelo Guarnieri para a comercialização da exposição, e eu desenvolvi o Projeto Expográfico.


Lidia, Maciej e Daniel Babinski.
Finalmente acertamos com o Daniel a projeção do seu documentário juntamente com a vernissage da exposição e conversa dos curadores com Babinski, também durante a vernissage.


A vernissage no dia 7 Setembro 2019

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]

adeias infantis sos


Meus pais Erico e Martha Stickel doaram para as Aldeias Infantis SOS Brasil nos anos 70 uma gleba de terras denominada “Sitio das Corujas”, nas imediações do SESC Interlagos. Os casais Peter e Scholy Mangels, Karin e Eckard Essle e Marta e Hans Von Heydebreck participaram conjuntamente com meus pais da criação da Aldeia.
Nesta área, com projeto arquitetônico do meu irmão Roberto (Neco) foi construída a Aldeia Infantil SOS Rio Bonito, inaugurada em 8 Dezembro 1980. Na foto, os meus pais estão no canto direito. No centro, de roupa branca o criador das Aldeias, Hermann Gmeiner (1919-1986).

As Aldeias trabalham da seguinte forma:
Crianças, adolescentes e jovens, que por algum motivo foram separados de suas famílias, têm, aqui, um espaço de proteção em um ambiente familiar. Cada núcleo é composto por até nove crianças, irmãos biológicos ou não, de diferentes idades e de ambos os sexos. A Mãe Social (cuidadora residente) é responsável pelo cuidado e projeto de vida de cada criança e jovem, com foco em sua autonomia e reintegração a sua família de origem ou substituta.

Missão
Apoiamos crianças e famílias, ajudamos a construir seu próprio futuro e participamos no desenvolvimento de suas comunidades.

Missão Estratégica
Apoiar crianças, adolescentes e jovens que se encontram em vulnerabilidade, impulsionando seu desenvolvimento e autonomia em um ambiente familiar e  comunitário protetor.
 
Visão
Cada criança pertence a uma família e cresce com amor, respeito e segurança.


A SOS Kinderdorf International, sediada em Innsbruck, foi fundada em 1949 na Áustria por Hermann Gmeiner (1919-1986). É a federação de todas as Aldeias infantis SOS no mundo. A Organização está presente atualmente em 135 países, com 73.000 acolhidos e 5.000 mães sociais.

é isso, por fernando stickel [ 9:23 ]

sociedade beneficente alemã

sba
Este é o “Stickel Heim”, pavilhão que meus pais doaram à Sociedade Beneficente Alemã SBA no Sesquicentenário da Imigração Alemã 1824-1974.
O projeto arquitetônico ficou a cargo do arquiteto Salvador Candia, em cujo escritório eu trabalhava na época. Sob a orientação do arquiteto Yasuhiro Aida, braço direito do Salvador, trabalhei bastante neste projeto.
São 12 quartos, sala de estar, copa e terraço para uso dos idosos que a SBA abriga.


Os dizeres da placa comemorativa, afixada no prédio:

Em homenagem à memória de nossos pais
Ernesto Diederichsen
Maria Elisa A. Diederichsen
Arthur Stickel
Erna H. Stickel
No ano comemorativo do Sesquicentenário da Imigração Alemã no Brasil, construimos esta casa.
Martha Diederichsen Stickel
Erico João Siriuba Stickel


Meu pai, Erico Stickel, na inauguração.


Eu, meu pai Erico, iris Di Ciommo, minha mãe Martha e o arquiteto Salvador Candia.

é isso, por fernando stickel [ 20:06 ]

apoie a saude pública


DOE E APOIE A SAÚDE PÚBLICA AGORA! Veja os detalhes e doe aqui
Superar a pandemia depende de um compromisso de toda sociedade!
Criado por um grupo de lideranças da sociedade civil comprometida com o investimento social, o FUNDO tem dois objetivos principais: mobilizar a comunidade filantrópica/sociedade brasileira a doar para o fortalecimento do sistema público de Saúde do Brasil e criar um canal rápido, fácil e confiável para fazer com que os recursos financeiros cheguem a hospitais públicos e instituições de ciência e tecnologia que estão na linha de frente do combate ao Coronavírus.

Grupo Instituidor: IDIS, BSocial, Movimento Bem Maior

Parceiros Institucionais: Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), Movimento por uma Cultura de Doação, PLKC Advogados e Synergos

Parceiros Operacionais: SITAWI e Umbigo do Mundo

Apoiadores: Movimento por uma Cultura de Doação

Conselho Gestor: Representantes das três organizações do Grupo Instituidor

Conselho Técnico e Científico: Dr. Marcos Kisil, Dr. José Antonio de Lima e Dr. José Luiz Setúbal

Organizações que receberão os recursos do FUNDO:

Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ
Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP – HCFMUSP
Fundação Faculdade de Medicina (FFM)
Comunitas

é isso, por fernando stickel [ 21:14 ]

tcc fia-ceats

Este é o meu Trabalho de Conclusão do Curso – TCC, na 5ª Turma do MBA em Gestão e Empreendedorismo Social na Fundação Instituto de Administração – FIA, Programa de Empreendedorismo Social e Terceiro Setor – CEATS 2009

AS FUNDAÇÕES FAMILIARES NO BRASIL, A MOTIVAÇÃO DOS INSTITUIDORES NO MOMENTO DA INSTITUIÇÃO, SUA EVOLUÇÃO
FERNANDO DIEDERICHSEN STICKEL
SÃO PAULO
2009

é isso, por fernando stickel [ 8:10 ]

aniversário martha


Minha mãe Martha Diederichsen Stickel completa hoje, 21 Fevereiro 2020, 93 anos de idade!!! Parabéns Mamãe!!! Suas fiéis escudeiras Tide e Ivani a ladeiam na foto.
A Fundação Stickel também comemora o aniversário de sua instituidora, que com seu marido e meu pai Erico João Siriuba Stickel a criaram em 1954.


Que Mamãe continue a navegar acompanhada dos quatro filhos, Fernando, Sylvia, Ana Maria e Roberto, quatro netos, Fernanda, Antonio, Joana e Arthur e cinco bisnetos, Samuel, Rodrigo, Ian, Noah e Pedro.


Anos 60, Martha com 30 e poucos anos…


Familia quase completa no Natal 2019.

é isso, por fernando stickel [ 9:57 ]

babinski na fundação stickel


Mema Rio Branco, Sandra Pierzchalski e Martha Stickel na exposição de Maciej Babinski “Retratos Eriçados” no Espaço Fundação Stickel, a Pharmacia Cultural, com curadoria de Agnaldo Farias e Fernando Stickel.


Dudi Maia Rosa, Lidia e Maciej Babinski.


Helena Carvalhosa e Maciej Babinski.


Feres Khoury, Sandra Pierzchalski, Jimmy e Bolt.


A exposição já estava fechando às 16:00h quando chegou o grande Tomoshigue Kusuno!

é isso, por fernando stickel [ 18:09 ]

babinski na fundação stickel


O grande artista Maciej Babinski em sua exposição “Retratos Eriçados” no Espaço Fundação Stickel, a Pharmacia Cultural, com curadoria de Agnaldo Farias e Fernando Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 12:49 ]

babinski na fundação stickel


No próximo sábado 7 Setembro 2019, o grande mestre Maciej Babinski mostra aos 88 anos de idade vigor e criatividade únicos, na exposição “Retratos Eriçados”, de vibrantes aquarelas inéditas e pinturas de grandes dimensões, na Espaço Fundação Stickel, das 11 às 15h R. Nova Cidade 195 – Vila Olímpia
Veja aqui informações adicionais.


Babinski, sua mulher Lidia e Agnaldo Farias, na visita que Agnaldo e eu fizemos ao casal em sua casa em Várzea Alegra, CE em 9 e 10 de Julho 2019.

é isso, por fernando stickel [ 23:47 ]