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...desde janeiro de 2003

3º setor

adolfo navas na fundação


A Fundação Stickel convida para a exposição inédita de Adolfo Montejo Navas, com curadoria de Agnaldo Farias.
Sábado 23 outubro 2021 das 11 às 16h, no Espaço Fundação Stickel
R. Nova Cidade 195 – Vila Olímpia São Paulo
O poeta e artista visual madrilenho faz a sua primeira individual em São Paulo. A exposição terá obras entre poesia visual, objetos, fotografia, caligrafia, textualidade e desenhos. A mostra se apoia em dois eixos magnéticos, o verbal e o visual, criando a poesia ampliada que marca o trabalho e as pesquisas de Navas.
Durante a abertura, acontecerá a performance de um poema visual ao vivo, realizada pelo próprio artista às 11:30h

Período de visitação?de 23/10 a 17/12/2021 ?De segunda a sexta-feira das 10 às 18h, Sábado das 11 às 15h?? Obrigatório uso de máscara?
Mais informações: (11) 3083-2811

é isso, por fernando stickel [ 9:38 ]


Uma rara reunião do Conselho Curador da Fundação Stickel só com presença feminina!
Martha Stickel, Sandra Pierzchalski, Rosangela Santos estreando e Marcia Woods. Alexandre Dórea Ribeiro e Arnaldo Halpern não puderam participar.

é isso, por fernando stickel [ 11:50 ]

fachada nova, portas abertas


A Fundação Stickel está de cara nova! E não apenas isso, decidimos reabrir as portas para utilização do nosso espaço, fechadas desde o início da pandemia.


Nossa próxima exposição será provavelmente a de Adolfo Montejo Navas, que participou do Festival FACES.


Conversando sobre a exposição, Adolfo Navas, Lucas Lenci, eu e Agnaldo Farias.

é isso, por fernando stickel [ 9:58 ]

vincent rosenblatt no faces


É AMANHÃ!
“Tecnologias da Descompressão” é a mesa redonda do FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel da quarta-feira, 18/08, ao vivo no canal do YouTube da @fundacao.stickel às 19h: youtube.com/FundacaoStickel.

O eixo central do debate é a obra do fotógrafo francês Vincent Rosenblatt, radicado no Rio de Janeiro desde 2002, e que dedicou seus últimos 15 anos de carreira ao registro da vida noturna das favelas e periferias da cidade. Sua série Rio Night Fever é uma ode à cultura funkeira.

Junto com ele, mais três artistas compartilham seus percursos: a DJ de funk referência da batida carioca do 150 BPM, Iasmin Turbininha; a artista Vivian Caccuri, criadora de instalações e vídeos que têm em seu centro pulsante o som, e o artista plástico Daniel Murgel, propositor do “departamento de arquiteturas poéticas”. A mediação é do pesquisador e jornalista GG Albuquerque, responsável pelo blog Volume Morto e co-fundador do Embrazado.

#ARTETRANSFORMA

é isso, por fernando stickel [ 17:25 ]

festival faces

Nesta quinta-feira, 12/08, continuamos com os debates do FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel, ao vivo no nosso canal do YouTube a partir das 19h. A mesa “Chamada Geral: o Lugar da Arte” será oportunidade para a troca direta entre a Fundação Stickel e o público, convidado à participação para expressar suas visões, ideias e inquietações através da chamada geral lançada no nosso site, e contará com os artistas visuais João Angelini e Rodrigo Andrade, além da mediação do curador e professor Agnaldo Farias. Aguardamos vocês!

• João Angelini (Planaltina DF, 1980) Seu trabalho abrange o vídeo, a animação, a fotografia, a pintura e a performance. A partir de seu Pé Vermelho, combinado de ateliê, galeria e centro cultural, Angelini propõe encontros entre artistas iniciantes e estabelecidos, aliando à pesquisa da linguagem reflexões sobre a organização social, a precariedade da formação e da atuação profissional no sistema artístico e a obliteração da memória inerente ao processo de colonização.

• Rodrigo Andrade (São Paulo, 1962) Pintor, gravador e artista gráfico que iniciou, em 2018, o coletivo ALI: Arte Livre Itinerante, atuante em Cidade Tiradentes, São Paulo. Para o grupo, a cooperação e a mistura com o caldeirão cultural da periferia são fundamentais à elaboração de outras ideias de sociedade: o cruzamento, proposto pelo ALI, entre a pintura e a pixação sugere uma urgência na recriação da paisagem contemporânea.

é isso, por fernando stickel [ 15:18 ]

festival faces hoje!


É HOJE! QUARTA-FEIRA!

Retomamos hoje as transmissões ao vivo do FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel, sempre às 19h, no nosso canal do YouTube

A mesa de hoje terá como convidados a cineasta Viviane Ferreira, diretora de “Um dia com Jerusa”, e o artista plástico Vik Muniz, do documentário “Lixo Extraordinário”, para um debate sobre o papel transformador da arte e as repercussões na cultura e na sociedade que o convívio com a arte potencializa. A mediação será de Agnaldo Farias.

O FACES acontece de 11 a 20 de agosto, confira a programação completa no site da Fundação Stickel.


Vik Muniz (São Paulo, 1961) vive e trabalha em Nova York e no Rio de Janeiro. Seu trabalho está pre-sente em grandes museus de arte, tais como: J. Paul Getty Museum, MoMA, Masp e Victoria and Al-bert Museum. Muniz também está envolvido em projetos sociais e educacionais realizados tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. O documentário que retrata o seu trabalho, intitulado “Lixo extraor-dinário”, foi indicado ao Oscar de melhor documentário e ganhou o prêmio do público no Festival de Sundance na categoria melhor filme. Em 2011, foi nomeado pela Unesco embaixador da boa vontade. Em 2013, recebeu o Crystal Award do World Economic Forum. Em 2014, iniciou a construção da Escola Vidigal, com arte e tecnologia voltadas às crianças da comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro. Em 2015, foi convidado pela Gates Foundation para fazer parte do projeto global “A arte de salvar vidas” com sua série “Colonies”.


Viviane Ferreira (Salvador, 1985) é mestra em Políticas de Comunicação e Cultura pela Universidade de Brasília. Dirigiu e foi roteirista do filme “Um dia com Jerusa” (2020). Entre 2016 e 2021, presidiu a APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro. Fundou a produtora Odun Filmes, além das plataformas Raio Agency e a Todesplay, sendo esta última de streaming. Atualmente é presidente da SPCINE e professora da cadeira de direção do curso de cinema e audiovisual da ESPM-SP.

é isso, por fernando stickel [ 23:52 ]

selo doar

A Fundação Stickel acaba de conquistar o SELO DOAR. O processo de obtenção desta qualificação envolveu toda a equipe da Fundação, é minucioso e muitas vezes burocrático, mas sabemos ser necessário, pois os desafios que nos exigem novos patamares de excelência sempre foram benvindos!

Respondemos positivamente a 46 quesitos de um total de 52, na sequência nosso trabalho continuará, para que na próxima edição obtenhamos 52/52, desta maneira a categoria do nosso Selo será elevada para A+

O objetivo do Selo Doar, criado pelo Instituto Doar, é garantir padrões verificáveis de qualidade na gestão e na transparência das organizações brasileiras, comprovando padrões mínimos de governança, sustentabilidade e gestão.

Financiadores, apoiadores e doadores encontram, desta forma, um conjunto de organizações que passaram por uma avaliação isenta e bastante adequada para a tomada de decisões.

Este é o primeiro Selo brasileiro para o setor. Inspirado em selos similares ao redor do mundo, o Instituto Doar acredita que este processo melhorará a performance das organizações assim como alavancará doações, parcerias e apoios.

Em conjunto com parceiros, o Instituto Doar trabalha também pela ampliação da cultura de doação no Brasil e no Mundo.


Veja a relação completa das instituições certificadas aqui.

é isso, por fernando stickel [ 15:12 ]

festival faces

Fique por dentro da programação do FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel que reunirá Vik Muniz, Livio Tragtenberg, Jarid Arraes, Noemi Jaffe, Rodrigo Andrade e demais nomes da cena brasileira e internacional. Conheça todos aqui!

O Faces ocorrerá em agosto nos dias 11, 12, 13, 18, 19 e 20 – reunirá destacados nomes das letras, da música e das artes visuais em debates sobre variados e contundentes temas da atualidade. Confira aqui abaixo a programação do FACES, que é organizado pela Fundação Stickel e conta com a curadoria de Agnaldo Farias e direção artística de Fernando Stickel. A transmissão gratuita e aberta e todos será pelo Canal YouTube da Fundação Stickel.

11/08 – 19h – Abertura
A mesa redonda debaterá o papel transformador da arte, as repercussões na cultura e na sociedade que o convívio com a arte potencializa. A pauta passará também sobre como aliar trabalho artístico autoral ao trabalho de inclusão social e representatividade. A conversa será entre Vik Muniz e Viviane Ferreira, com mediação do professor e curador Agnaldo Farias.

Sobre os participantes:
Vik Muniz (São Paulo, 1961) vive e trabalha em Nova York e no Rio de Janeiro. Seu trabalho está pre-sente em grandes museus de arte, tais como: J. Paul Getty Museum, MoMA, Masp e Victoria and Al-bert Museum. Muniz também está envolvido em projetos sociais e educacionais realizados tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. O documentário que retrata o seu trabalho, intitulado “Lixo extraor-dinário”, foi indicado ao Oscar de melhor documentário e ganhou o prêmio do público no Festival de Sundance na categoria melhor filme. Em 2011, foi nomeado pela Unesco embaixador da boa vontade. Em 2013, recebeu o Crystal Award do World Economic Forum. Em 2014, iniciou a construção da Escola Vidigal, com arte e tecnologia voltadas às crianças da comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro. Em 2015, foi convidado pela Gates Foundation para fazer parte do projeto global “A arte de salvar vidas” com sua série “Colonies”.

Viviane Ferreira (Salvador, 1985) é mestra em Políticas de Comunicação e Cultura pela Universidade de Brasília. Dirigiu e foi roteirista do filme “Um dia com Jerusa” (2020). Entre 2016 e 2021, presidiu a APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro. Fundou a produtora Odun Filmes, além das plataformas Raio Agency e a Todesplay, sendo esta última de streaming. Atualmente é presidente da SPCINE e professora da cadeira de direção do curso de cinema e audiovisual da ESPM-SP.

12/08 – 19h – Chamada Geral: O lugar da arte
Esse encontro será feito para realizar uma troca direta entre o público e integrantes da Fundação Sti-ckel. A conversa será sobre possíveis deslocamentos da arte em relação ao exclusivismo de seus circui-tos hegemônicos, em especial quando busca colocar-se como ponte para contextos de produção artís-tica dificultada, porém rica, diversa e latente. A conversa será entre João Angelini e Rodrigo Andrade, com mediação do professor e curador Agnaldo Farias.

Sobre os participantes:
João Angelini (Planaltina, 1980) é artista plástico e pesquisador. Foi membro do Grupo EmpreZa, de Goiânia, de 2008 a 2018, período durante o qual realizou diversas residências nacionais e internacio-nais, discussões, produções coletivas e participou de uma série de eventos expressivos, como as mos-tras Caos e Efeito (2011), Eu Como Você (MAR – 2014), Terra Comunal, Marina Abramovic (2015), Prê-mio Marcantônio Vilaça (premiados 2015) e Dark Mofo (Tasmânia – 2016). Recebeu diversos prêmios desde 2005: Prêmio Nacional Sesc ConVida 2020, Arte como Respiro – Itaú Cultural 2020, Novas Efer-vescências – E.C. Porto Seguros (SP) 2019, finalista do CNI – Marcantonio Vilaça 2017, no Rumos do Itaú Cultural (2014, 2009 e 2006), Bolsa Funarte de Produção (2011) e Anima Mundi (2009).

Rodrigo Andrade (São Paulo, 1962) é artista plástico. Começou sua carreira no início dos anos 80, com o grupo Casa7, e participou da 18ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1985. Desde 2010 é repre-sentado pela Galeria Millan. Entre suas principais obras e exposições estão “Lanches Alvorada”, 2001; “Paredes da Caixa” (2006); “Óleo sobre acervo da Pinacoteca” (2010), “Matéria Noturna”, na Bienal Internacional de São Paulo de 2010; “Pintura e Matéria – 1983-2014”, retrospectiva na Estação Pina-coteca de São Paulo. Publicou também: “Rodrigo Andrade” (Cosac Naify, 2008); “Resistencia da Maté-ria” (Cobogó, 2014); “Pintura e matéria – 1983-2014” (Pinacoteca de São Paulo, 2017).

13/08 – 19h – Som, imagem e a Cidade
Homenageando o músico Livio Tragtenberg, a conversa será sobre a versatilidade de sua obra, que frequentemente salienta a concepção de cidade como laboratório coletivo de criação e incorpora traços da saudável cacofonia do convívio urbano. Eliane Caffé, Tuca Vieira e Livio Tragtenberg partici-pam desse encontro sobre visões, linguagens e experiências com a cidade que se complementam e se realçam. A mediação será da curadora e pesquisadora Priscyla Gomes.

Sobre os participantes:
Livio Tragtenberg (São Paulo, 1961) é compositor, escritor, produtor musical e diretor de espetáculos multimídia. Recebeu bolsas de composição de VITAE e Guggenheim Foundation. Compõe para cinema, vídeo, teatro, dança e instalações sonoras. Em 2017, fundou a Sound Bridges Experience em Frankfurt, Alemanha, reunindo músicos refugiados de países como Afeganistão, Síria, Eritreia, entre outros. Criou a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo (cujo CD “Neuropolis” foi lançado pelo Selo SESC), a Nervous City Orchestra em Miami, a Berliner Strassenmusiker Orchester em Berlim e a Orquestra Me-diterrânea. É autor de diversos livros e coordena a Coleção Signos/Música da Editora Perspectiva.

Tuca Vieira (São Paulo, 1974) é mestre e doutorando em Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP). Fotógra-fo profissional desde 1991, trabalhou no jornal Folha de S. Paulo, entre outros veículos. Professor co-laborador na Escola da Cidade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu diversos prêmios e participou de exposições no Brasil e no exterior. É autor dos livros “Salto no Escuro – leituras do espaço contempo-râneo” (Hedra/N-1, 2021) e “Atlas Fotográfico da Cidade de São Paulo e Arredores” (Museu da Cidade de São Paulo, 2020).

Eliane Caffé (São Paulo, 1961) é cineasta formada em psicologia pela PUC-SP e em cinema na “Escola Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños”, em Cuba, e mestre pelo “Instituto de Estéti-ca e das Artes” da Universidade Autônoma de Madrid. Iniciou sua carreira de cineasta com os curtas “O nariz”, “Arabesco” e “Caligrama”, premiados no Brasil e em festivais internacionais. Na área de vídeo e TV realizou a microssérie “O Louco dos Viadutos” (TV Cultura/ 2009), além de documentários experi-mentais “Milágrimas por Nós” e “Céu sem Eternidade”. Paralelamente, coordena oficinas de audiovi-sual em diferentes zonas de conflito em São Paulo e interior do Brasil.

Priscyla Gomes é curadora e pesquisadora brasileira. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, é mestre em Teoria e História das Artes pela USP. Atualmente, cursa seu doutorado na FAU-USP e, concomitantemente, uma especialização em Arte e Filosofia na Pontifícia Universidade Católica. É curadora-sênior do Instituto Tomie Ohtake e integra seu Núcleo de Pesquisa e Curadoria, desde 2013. Foi também júri do Prêmio de Arquitetura do Instituto Tomie Ohtake, da 2ª a 6ª edição, além de júri e responsável pela concepção do Prêmio de Design da instituição.

18/08 – 19h – Tecnologias da Descompressão
Homenageando o fotógrafo francês Vincent Rosenblatt, radicado no Rio de Janeiro desde 2002, a con-versa será sobre as manifestações artísticas que, com base no experimento sonoro, espacial, sensorial, levantam-se em resistência por meio de sagazes apropriações da tecnologia, da cultura da gambiarra, da reinvenção de modos de viver: uma descompressão, no sentido de liberação corporal, de expansão dos sentidos, do que escapa à contingência e ao controle. Iasmin Turbininha, Vivian Caccuri, Daniel Murgel e Vincent Rosenblatt participam desse encontro sobre experiências criativas em áreas diversas que têm na energia dos sistemas de som, no emprego renovado de softwares de edição, nos achados da autoconstrução popular, em suma, na ginga, sua inspiração. Mediação será de GG Albuquerque.

Sobre os participantes:
Vincent Rosenblatt (Paris, 1972) vive e trabalha no Rio de Janeiro desde 2002. Estudou história e an-tropologia na Sorbonne e fotografia na École Nationale des Beaux-Arts em 1997. Conheceu o Brasil em intercâmbio com bolsa de estudos da Collin-Lefranc, que o levou à FAAP, em São Paulo, de 1999 a 2000. Dedicou seus últimos 15 anos de carreira ao registro da vida noturna das favelas e periferias da cidade. Sua série “Rio Night Fever” é uma ode à cultura funkeira. Suas obras foram expostas na Maison Européenne de la Photographie, CAHO (Centro de Arte Hélio Oiticica), Centre d’Art et de Création Photographique – Vila Pérochon de Niort, Masp, entre outros. Seu trabalho já foi publicado pelo New York Times (Lens), National Geographic, Le Monde, Gente di Fotografia, GUP, Dummy, I-D, Libération, Courrier International, Dagens Næringsliv, Repubblica Delle Donne, Trax mag, Afisha-Mir, entre ou-tros.

Iasmin Turbininha (Rio de Janeiro) é DJ de funk, produtora musical, mixadora e montadora do funk. É considerada a principal DJ mulher do funk, com importante destaque para o espraiamento da sua ver-tente em 150 batidas por minuto.

Daniel Murgel (Niterói, 1981) é artista plástico e estuda Belas Artes UFRJ. Já teve exposições individu-ais no Centro Cultural do Banco do Nordeste (Cariri, 2010), na Fundação Joaquim Nabuco (Recife, 2009) e nas galerias Laura Marsiaj Arte Contemporânea e Mercedes Viegas (Rio de Janeiro 2010 e 2008). Entre as exposições coletivas destacam-se: “Abotoados pela Manga” (São Paulo, 2010), “Novas aquisições de Gilberto Chateaubriand” (MAM-RJ, 2010), “Arte in Loco” (FUNCEB, Buenos Aires, 2009), “Desenho em todos os sentidos” (SESC-RJ, 2008) e “Museu Vazio” (MAC-Niterói, 2007).

Vivian Caccuri (São Paulo, 1986) é artista plástica e produtora musical. Mestre em Estudos do Som Musical pela UFRJ, é autora do livro “O que faço é música” (7 letras, 2013) e é interessada em sons e gêneros musicais que normalmente são colocados como indesejados ou subservientes a outras estru-turas. Pesquisando a repressão política e policial contra os soundsystems no Brasil, os sons dos mosqui-tos ou as origens do triângulo (usado no forró), Vivian procura reconfigurar a percepção invertendo papéis tradicionais e comportamentos normatizados na música e na escuta.

GG Albuquerque é jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som pela UFPE. Escreve o blog Volume Morto e é cofundador do Embrazado, portal jornalístico e podcast dedicados às culturas musicais das periferias brasileiras.

19/08 – 19h – Circulação e poesia
Homenageando o artista espanhol Adolfo Montejo Navas, a conversa será em torno de um mesmo elemento aglutinador da sua produção, mesmo quando são desenhos, pinturas, objetos ou curadoria: a palavra. Jarid Arraes e Noemi Jaffe participam desse encontro sobre as portas de entrada para a litera-tura, sobre como o solitário ato da leitura pode também se dar em comunidade e, finalmente, sobre como essa comunidade de leitores pode tornar-se, também, uma comunidade de escritores. A media-ção será professor e curador Agnaldo Farias.

Sobre os participantes:
Adolfo Montejo Navas (Madrid, 1954), mora no Brasil há mais de 28 anos. É poeta, crítico, curador independente, escritor e artista visual. Colaborador de diversas publicações culturais da Espanha (El Urogallo, Con Eñe, Amén, El Ciervo, El Bastón Blanco, RevistAtlántica de poesia, Exit, Revista de Occi-dente, Revista de Cultura Brasileña); de Portugal (A PHALA); do Brasil (Palavra, Cult, Inimigo Rumor, Suplemento Literário de Minas, Veredas, Et cetera, Bravo, Mais!, Nossa América, Arte Brasileiros, As partes, ZUM, ABCA, Wish, Poesia Visual, Guia da Folha) e da América Latina (Art Nexus, Arte al día). Atualmente, faz parte do conselho da revista Pomares, da Fundação Vera Chaves Barcellos (Porto Ale-gre) e da Pomares, da editora Dobradura (São Paulo), assim como é um dos colaboradores eventuais, dos jornais El País Brasil e Folha de S. Paulo.

Jarid Arraes (Cariri, 1991) é escritora, cordelista, contista e poeta. Escreveu diversos livros, entre eles: “Um buraco com meu nome” (Jandaíra, 2018), “As lendas de Dandara” (Cultura, 2016), “Heroínas ne-gras brasileiras” (Seguinte, 2020) e “Redemoinho em dia quente” (Alfaguara, 2019). Atualmente vive em São Paulo, onde criou o Clube da Escrita Para Mulheres. É também curadora do selo literário Feri-na.

Noemi Jaffe (São Paulo, 1962) é escritora, professora de literatura e de escrita e crítica literária. Dou-torou-se em Literatura Brasileira pela USP. Publicou “O que os cegos estão sonhando” (Editora 34, 2012), “A verdadeira história do alfabeto” (Companhia das Letras, 2012), vencedor do Prêmio Brasília de Literatura em 2014, “Irisz: as orquídeas” (Companhia das Letras, 2015), “Não está mais aqui quem falou”(Companhia das Letras, 2017), entre outros. Desde 2016, mantém o Centro Cultural Literário Escrevedeira, em parceria com Luciana Gerbovic e João Bandeira.

20/08 – 19h – Palestra de encerramento
Para analisar as mesas do FACES e entender o impacto delas, o filósofo Peter Pál Pelbart conversa com Agnaldo Farias, curador do evento e também da Fundação Stickel.

Sobre o participante:
Peter Pál Pelbart (Budapeste, 1956) é professor titular de filosofia na PUC-SP. É coeditor da N-1 Edi-ções. É autor de “O avesso do niilismo: cartografias do esgotamento” (N-1, 2017), “Ensaios do assom-bro” (N-1, 2019) e “Uma baleia na montanha” (N-1, 2021), entre outros.

é isso, por fernando stickel [ 9:38 ]

nova identidade visual


A Fundação Stickel apresenta sua nova Identidade Visual.
A equipe da Fundação criou inicialmente um sólido embasamento conceitual, fez uma seleção de designers, e entregou a missão de desenvolver a Nova Identidade ao designer Andre Stefanini.

é isso, por fernando stickel [ 16:02 ]

ficha técnica faces

A Fundação Stickel preparou pela primeira vez um Festival de arte e cultura, por conta da pandemia ele será 100% digital.

Para mim a experiência é inédita, estou participando como organizador e palestrante, e foi muito interessante o aprendizado de como se organiza um Festival, e a grande quantidade de profissionais necessária para o perfeito andamento do trabalho, eis os meus colegas de trabalho no FACES – Festival Arte e Cultura Erico Stickel:

Realização:                                     Fundação Stickel
Direção Artística:                          Fernando Stickel
Curadoria:                                      Agnaldo Farias
Assistente de Curadoria:             Bruno Schiavo
Gerente Adm. Financeiro:           Miriam Miranda Costa
Assessores Executivos:                 Lucas Lenci; Marco Cachada
Assistente Administrativo:          Igor Leme Damianof
Aux. de Programas e Projetos:    Marco Antônio Ribeiro da Silva
Coordenação de Comunicação:   Anderson Cintra
Assessora de Imprensa:                Beatriz Reingenheim
Design:                                              André Stefanini
Redatores Mesas:                            Beatriz Macruz; Thiago Neves
Intérpretes de Libras:                     James Ramos; Rive Agra; Sarah Silva
Coordenação de Produção:            Jaqueline Santiago
Captação de recursos:                     Ivanise Calil; Ivan Lourenço
Transmissão:                                    Win Vídeo
Site:                                               Miguel Dendasck
Suporte TI:                                   Vinícius Fantini

é isso, por fernando stickel [ 15:25 ]

chamada geral

CHAMADA GERAL: PARTICIPE!!

Esta é uma chamada aberta, um convite à participação no FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel da Fundação Stickel.

Teremos de 11 a 20 Agosto de 2021 mesas redondas, palestras e programação sobre o caráter transformador da arte, sobre como é e como deve ser a presença da arte no nosso mundo.

Este é um chamamento ao público, tanto aqueles que já nos acompanham, nossos alunos e alunas, nossos colaboradores, como também aos que nos estão conhecendo agora. Um convite para participarem não só como espectadores, mas para compartilharem suas opiniões, visões, sugestões, inquietações sobre as seguintes afirmações:

– Cada ser humano é um artista – Joseph Beuys (o mais importante artista alemão da segunda metade do século XX).
– Eu pinto flores para que elas não morram. Frida Khalo (grande artista mexicana e referência feminista antes do feminismo)
– Os alquimistas estão chegando, estão chegando os alquimistas” – Jorge Benjor (este você já conhece)

E as seguintes perguntas:

-Como a arte aparece em seu cotidiano, em sua atividade, trabalho, passeio, descanso, e em suas relações com outras pessoas?
-A arte que acontece onde ninguém está observando, acontece de verdade?
-Você é ou conhece um(a) artista? Você sabe dizer como ele se tornou um(a) artista?
-Conte uma experiência surpreendente ou mesmo espantosa e nos diga se ela estava relacionada a algum trabalho de arte ou não. Em qualquer caso, ela afetou seu modo de ver as coisas?
-Qual o papel da arte e do artista?
-O que é fundamental em qualquer organização ligada à arte? Como você caracterizaria os apoios, os incentivos, as garantias necessárias para a existência da arte?

Suas respostas serão fundamentais para Festival FACES, um festival de arte e cultura feito em co-autoria com o público. As contribuições serão levadas à mesa redonda Chamamento: Sobre o lugar da arte, que acontece em 12 de agosto de 2021.
 
PARTICIPE!

Participe enviando um e-mail para: faces@fundacaostickel.org.br

é isso, por fernando stickel [ 17:41 ]

festival faces


Foi ao ar ontem, 15 Julho às 19h, pelo canal YouTube da Fundação Stickel a primeira mesa do Festival FACES – Arte e Cultura Erico Stickel, “Jornada da Transformação”.

Participaram como convidados Marcos Kisil e Lucas Cruz, eu fiz as apresentações iniciais e falei sobre a Fundação, nosso curador Agnaldo Farias foi o mediador.

A opinião unânime é de que foi muito bom, eu ainda preciso assistir à gravação.

Foi a primeira vez que participei da construção de um FESTIVAL, e percebi a complexidade e a grande quantidade de profissionais envolvidos, foi uma belíssima lição!

é isso, por fernando stickel [ 9:05 ]

faces inicia 15 julho


Na próxima quinta-feira realizaremos a mesa “Jornada da Transformação” inaugurando o Festival de Arte e Cultura Erico Stickel – FACES, que discutirá o papel transformador da arte, ao vivo no canal do YouTube da Fundação Stickel, a partir das 19h.

A mesa conta com a participação de:

– Fernando Stickel, diretor-presidente da Fundação Stickel, arquiteto, artista plástico e fotógrafo;
– Lucas Cruz, fotógrafo e educador responsável por alguns dos cursos de fotografia da Fundação Stickel, entre eles o “Olhares sobre a Cachoeirinha”;
– Marcos Kisil, professor titular da USP e fundador, membro do conselho e analista sênior do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social – IDIS.

A mediação será de Agnaldo Farias, professor-doutor da FAU-USP, crítico de arte e curador deste festival.

Entre os intuitos da mesa “Jornada da Transformação” está debater o potencial das artes na integração entre pessoas e comunidades, trazer o relato de experiências na área e contar a jornada e transformações da Fundação Stickel, desde a gênese dedicada a programas de assistência social até a reorientação aos campos da arte, da educação e da cultura.

Todas as mesas terão interpretação simultânea em Libras.

Inscreva-se no canal youtube.com/FundacaoStickel e defina o lembrete para a transmissão.

#ARTETRANSFORMA

é isso, por fernando stickel [ 17:34 ]

faces no estadão


Agnaldo Farias (sentado), Livio Tragtenberg (de azul) e Fernando Stickel (de vermelho) Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO

Fundação Stickel realiza festival digital
Entre os convidados para a primeira edição do ‘Faces’ estão Vik Muniz, Livio Tragtenberg e o fotógrafo Vincent Rosenblatt

Por Antonio Gonçalves Filho, O Estado de S. Paulo 09 de julho de 2021

A Fundação Stickel adota o lema “a arte transforma” desde 2012. Fernando Stickel, filho do industrial, filantropo e colecionador Erico Stickel (1920-2004), que criou a instituição, resolveu, então, convidar um curador para dar prosseguimento ao trabalho social desenvolvido pelo pai, recorrendo a artistas dispostos a dividir seus conhecimentos com a população carente da cidade. Muitas exposições e cursos depois, a Fundação promove, a partir do dia 11 de agosto, a primeira edição de seu Faces – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel, totalmente digital. Com curadoria do professor e crítico Agnaldo Farias, o festival terá mesas dedicadas à discussão de artes visuais, música, cinema, literatura, urbanismo e tecnologia. Entre os convidados estão o músico e compositor Livio Tragtenberg, o fotógrafo francês Vincent Rosenblatt, o artista visual Vik Muniz, o pintor Rodrigo Andrade e o poeta espanhol Adolfo Montejo Navas.
Segundo Agnaldo Farias, o Faces marca a nova fase da Fundação Stickel e o centenário de seu idealizador Erico Stickel, que criou com a esposa, Martha Diederichsen Stickel, em 1954, uma fundação beneficente para amparar as famílias carentes em Campos do Jordão, prestando assistência médica e social aos doentes de tuberculose. Bibliófilo e colecionador de arte, Erico foi um dos donos da icônica tela Abaporu (1928), da modernista Tarsila do Amaral, antes que seu último proprietário brasileiro, o empresário Raul Forbes, vendesse em leilão (1995) a tela hoje pertencente ao Malba, de Buenos Aires.

Muitas obras de arte igualmente valiosas e livros raros passaram pelas mãos de Erico Stickel. Quando morreu, conta seu filho Fernando, obras dos pintores viajantes que retrataram o Brasil em séculos passados foram encontradas em sua mapoteca e vendidas ao Instituto Moreira Salles. Sua biblioteca foi doada ao Instituto de Estudos Brasileiros da USP, em 2002.
Seguindo o caminho do pai, Fernando Stickel também começou a colecionar arte – com foco nos artistas dos anos 1970, em especial os fundadores da Escola Brasil (Baravelli, Fajardo, José Resende). Foi assim que a Fundação Stickel, também com a ajuda da esposa de Fernando, Sandra Pierzchalski, fortaleceu os laços com os artistas participantes de projetos com a população menos favorecida de bairros periféricos, como Vila Brasilândia. Em sua sede foram expostos trabalhos de pintores como Cássio Michalany e fotógrafos como Juan Esteves, entre muitos outros que participaram dos projetos comunitários da fundação.

Entre os participantes do Faces, o francês Vincent Rosenblatt tem uma série bastante divulgada sobre o trabalho com as comunidades cariocas. Um em especial, Rio Baile Funk (2005/2006), foi feito logo que chegou ao Rio e descobriu os morros e as favelas cariocas. Atraído pelo som e as danças sensuais dos afrodescendentes, ele passou a frequentar os bailes funk e a registrar a folia noturna nas comunidades. Rosenblatt participa da mesa Tecnologia e Descompressão (dia 18 de agosto) ao lado da artista visual paulistana Vivian Caccuri, que participou de bienais e cujo trabalho tem como foco alterar a percepção do espectador com instalações sonoras. Ao lado deles, também estarão o pesquisador e produtor pernambucano GG Albuquerque, que estuda a música produzida na periferia, e Daniel Gurgel, artista visual que trabalha com jovens das comunidades.

Sobre a proposta de valorizar a arte e o trabalho de populações fora do circuito, o curador Agnaldo Farias diz que, já no primeiro dia do festival (11/8), o espectador poderá assistir a um premiado filme do fotógrafo e artista Vik Muniz, Lixo Extraordinário, documentário anglo-brasileiro de 2010 sobre a obra conjunta desenvolvida por Muniz com os catadores de material reciclável no aterro do Jardim Gramacho, periferia de Duque de Caixas, na Baixada Fluminense. No dia seguinte (12/8), o próprio curador participa de um debate com o pintor Rodrigo Andrade (que deu aulas de pintura e formou um grupo na periferia de São Paulo) e João Angelino, que mora numa cidade-satélite do Distrito Federal. Eles vão discutir temas propostos pelo público.

No dia 13 de agosto, o compositor Livio Tragtenberg fala sobre as relações sonoras e visuais na metrópole com a cineasta Eliane Caffé e o fotógrafo Tuca Vieira. Livio é um dos mais radicais criadores experimentais, que transita entre gêneros sem nenhum preconceito, de Erik Satie a Frank Zappa. Em 2004, ele montou a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo, repetindo o formato em várias capitais fora do País (Berlim, Bruxelas), chegando a formar a Orquestra Mediterrânea com músicos da Grécia, Espanha, Marrocos, Sérvia, Itália, França, Líbano e Turquia. É autor de diversas trilhas para o cinema, teatro (Pasolini) e balé (Hänsel und Gretel).
No dia 19 de agosto, o poeta visual espanhol Adolfo Montejo Navas, que desembarcou no Rio de Janeiro no início da década de 1990, discute as relações entre literatura e artes visuais com a crítica literária Noemi Jaffé. Navas é um herdeiro da tradição dadaísta, uma espécie de José Juan Tablada da Espanha, representando a modernidade que caracterizou a produção poética do vanguardista mexicano, fazendo uso da oralidade e também dos caligramas que identificam a poesia de Tablada (1871-1945).

é isso, por fernando stickel [ 8:26 ]

festival faces


A 1ª edição do FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel está chegando! Ela acontece de forma 100% digital com mesas e ações on-line que trarão, entre outras reflexões, o papel da arte como instrumento propulsor de transformação social.

O FACES acontece de 11 à 20 de agosto 2021, mas a nossa jornada começa já na próxima semana: realizaremos a mesa de lançamento intitulada “JORNADA DA TRANSFORMAÇÃO”, com Fernando Stickel, Marcos Kisil, Lucas Cruz e mediação de Agnaldo Farias.

O FACES celebra o centenário de Erico João Siriuba Stickel, instituidor da Fundação Stickel, juntamente com sua mulher Martha Diederichsen Stickel, que teria completado 100 anos em 2020. Suas preocupações sociais, ações pioneiras e a afinidade com as artes nos inspiraram até aqui.

Aberto ao público! Esperamos vocês dia 15 de julho, a partir das 19h ao vivo no canal do YouTube da Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 7:54 ]

dia de aula


26 Fevereiro 2003, aula de desenho com modelo vivo no meu atelier da Rua Nova Cidade, Vila Olímpia.


Hoje, 18 anos depois, o mesmo espaço abriga a sede da Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 8:58 ]

bertinoro


Dez anos atrás, representando a Fundação Stickel, cheguei a Bertinoro, a cerca de 100 km de Bologna, na Itália, para fazer o curso “Foundation School” do CAF (Charities Aid Foundation) e IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social)


Antes de iniciar o check-in no local da hospedagem e do curso no La Rocca Vescovile – Centro Residenziale Universitario Bertinoro da Universitá di Bologna, fui almoçar.

Dei uma rápida olhada, a cidade é minúscula, e logo decidi pela Locanda della Fortuna, cujo nome por si só já ajudava muito na decisão…

Uma pasta, salada verde, pão e vinho tinto da casa. Pode ser melhor? Por 13 Euros.


Foi uma imersão interessantíssima de 5 dias em assuntos do Terceiro Setor, com muitos colegas russos, alguns brasileiros, uma norueguesa, etc…


Uma das grandes e importantes lições aprendida no curso, e logo aplicada na Fundação Stickel foi a importancia da Governança, com aprimoramentos no Conselho Curador e a criação do Conselho Fiscal.


Recebendo o diploma das mãos da coordenadora do CAF, a simpaticíssima Bea Devlin.


As colegas brasileiras, Duda, Rosa, Silvia, Marcia e a Paula no detalhe.


A turma toda no dia do encerramento. Eu estou agachado no centro.

é isso, por fernando stickel [ 10:31 ]

grêmio bernardo diederichsen

GRÊMIO BERNARDO DIEDERICHSEN – 75 ANOS

Meu avô Ernesto Diederichsen (1878-1949) criou em 1946 em Campos do Jordão, junto com minha avó Maria Elisa (Lili) Arens Diederichsen (1883-1973) o Grêmio Bernardo Diederichsen.

Com gestão do Reverendo Oswaldo Alves, o Grêmio atendia as família e crianças carentes que chegavam à cidade para acompanhar o tratamento de tuberculose de parentes internados, incluindo distribuição de remédios, alimentos, agasalhos e realização de tratamentos médicos. Após o falecimento de Ernesto em 1949, as obras assistenciais foram assumidas por sua filha Martha, junto ao seu marido Erico Stickel.

Em 1954 este trabalho assistencial se transformou, pelas mãos dos meus pais Erico e Martha, na Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 17:25 ]