aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003


No Musée Picasso Paris a maravilhosa exposição Calder-Picasso 

é isso, por fernando stickel [ 22:23 ]


Vamos dar um pulinho ali em Paris, té já!

é isso, por fernando stickel [ 11:42 ]


Passeio pela Vila Nova Conceição com Jimmy & Bolt.

é isso, por fernando stickel [ 18:50 ]

Nada como uma data redonda para uma comemoração, completam-se hoje exatos 20 anos da minha participação na Maratona!

Foto Jade Gadotti
Aos 51 anos de idade completei a metade da V Maratona de São Paulo, em 29 Maio 1999. Entrei no meio da prova, e fiz os 21 quilômetros finais em pouco menos de três horas, misturando caminhada rápida e trote. Na foto estou feliz com o feito, em baixo do abacateiro na minha casa na R. Ribeirão Claro!


Foto Jade Gadotti
Faltando 3km para o final, meu filho Arthur me encontrou na Av. Juscelino Kubitschek. O último km, na Av. República do Líbano, na chegada ao Parque do Ibirapuera, foi muito difícil, simplesmente infernal, mas cheguei!

A preparação para a prova foi longa e minuciosa, sob orientação da minha querida personal trainer Suzuki, principalmente por conta do meu histórico de hérnias do disco. Durante muitos meses todos os fins de semana eu fazia treinos longos no Ibirapuera, e durante a semana treinos mais leves.
Utilizei a “cola” acima, para garantir o ritmo durante a prova, alternando caminhada com trote.

Um ano antes participei informalmente da Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar, no Parque Villa Lobos, entrei na metade e fiz os 21km, em esquema semelhante ao que utilizei em 1999.

é isso, por fernando stickel [ 8:58 ]


Renata Cook, minha ex-aluna e eu, no Dia do Ceramista – 28 Maio, quando a Fundação Stickel, em parceria com a associação Paulista Viva e a Galeria Central homenagearam os ceramistas em evento no Espaço Fundação Stickel.


Com Marisa Ota.

é isso, por fernando stickel [ 17:25 ]


A Fundação Stickel participou da Feira Parte, com trabalhos de seus alunos dos cursos gratuitos de fotografia.


A noite da inauguração.

é isso, por fernando stickel [ 18:03 ]


Visitei o Lar Sírio no bairro do Tatuapé em São Paulo, a convite do meu colega do Colégio Visconde de Porto Seguro, Ryad Adib Bonduki.

A instituição de 95 anos de idade ocupa uma área de 25.000 m2, e tem por missão a promoção da cidadania e o enfrentamento das desigualdades, através de trabalhos assistenciais que visem amparar crianças e adolescentes em estado de vulnerabilidade e risco social.

Percebi na minha rápida visita um trabalho comprometido em ambiente absolutamente limpo e bem cuidado, com todos os equipamentos e generosos espaços necessários para a realização de atendimento de altíssimo nível!

A instituição atende 3.000 crianças, adolescentes e suas famílias todos os meses e fica na R. Serra de Bragança 186. Parabéns aos instituidores e mantenedores desta belíssima instituição!


Ryad Adib Bonduki


Meus guias da visita foram extremamente simpáticos e prestativos, sabiam tudo! Seus rostos não foram mostrados por solicitação da instituição.

é isso, por fernando stickel [ 14:08 ]


Visita de educadores e alunos dos cursos gratuitos promovidos pela Fundação Stickel à exposição inaugural do novo Espaço Fundação Stickel na R. Nova Cidade 195, Vila Olímpia.


A aluna Djanira assiste ao seu depoimento em vídeo.

é isso, por fernando stickel [ 23:23 ]

Meu amigo Abbondio chamou hoje minha atenção para este texto de Monteiro Lobato (1882-1948) escrito há quase um século atrás.
O Brasil pouco mudou, e nada indica que mudará, infelizmente…
Uma das maiores cargas tributárias do planeta, e serviços públicos de quinta categoria parece ser a sina dos brasileiros… Leia:

NOVO GULLIVER

Há lembranças da meninice que jamais se apagam do cérebro
adulto, mesmo quando esse receptador de impressões não consegue,
por fraqueza senil, reter as da véspera. Lembro-me de um cromo de
vivas cores, visto aos cinco anos, reclame da linha de coser Coat’s e
não me lembro dos desenhos alegóricos a Cristo publicados nos jornais
na última sexta-feira santa. Representava esse cromo um gigante
estirado à borda do mar e enleado de mil fios de linha Coat’s; em redor
formigava a legião dos pigmeus amarradores. De mãos à cintura, muito
contentezinhos, confundiam a imobilidade do gigante, conseqüência do
bom sono que dormia, com a imobilidade da mosca enleada por mil
voltas da teia de aranha.
Mais tarde, quando chegou o belo tempo dos livros de Grimn,
Andersen, Ségur e outros maravilhadores da imaginação infantil travei
conhecimento com Jonathan Swift e tive a explicação do meu cromo
de Coat. Representava Gulliver no país de Lilipute, amarrado durante o
sono de mil cordas liliputianas. Mas Gulliver acordou, estirou os
músculos e com um simples espreguiçamento rompeu, com grande
assombro dos locais, toda a amarrilhoca que o prendia.
Quem trepa a um Corcovado imaginário e de lá procura ver em
conjunto o Brasil, espanta-se da sua atitude. É um gigante deitado e
amarrado. Mas não dorme; ofega com a respiração opressa e faz
descoordenados movimentos convulsivos para romper o cordame
enleador.
O Gulliver sul-americano principiou a ser amarrado pelos
portugueses, quando Portugal descobriu que em suas veias circulava
ouro, o sangue amarelo; e desd’aí até hoje os homens do cipó, vulgo
homens de governo, outra coisa não fizeram, federal, estadual,
municipalmente, senão dobrar cipós, cordas e fios de arame sobre seus
membros para que, a salvo de pontapés, possam sugá-lo com as suas
trombinhas de percevejo.
Portugal só organizou uma coisa no Brasil-colônia: o Fisco, isto é,
o sistema de cordas que amarram para que a tromba percevejante
sugue sem embaraços. Quem lê as cartas régias e mais literatura
metropolitana enche-se de assombro diante do maquiávelico engenho
luso na criação de cordas. Cordas trançadas de dois, de três, de quatro,
de dez; cordas de cânhamo, de crina, de tucum, de tripa; cordas
estrangulatórias de espremer o sangue amarelo e cordas de enforcar.
E assim foi até que um português de gênio impulsivo se condoeu
da triste sorte do gigante e cortou o cordão umbilical que o prendia à
Metrópole, corda mestra, corda mãe de toda a linda coleção de cordas
fiscais secundárias. E o gigante respirou e viveu feliz, sobretudo no
meio século de “compreensão” que o magnânimo filho do primeiro
Pedro houve por bem outorgar-lhe.
Mas não há felicidade que dure mais de meio século. Uns
bacharéis formados pela universidade da Lua e uns generais tentados
pela serpente da traição implicaram-se com a velhice do príncipe
magnânimo, acusaram-no de saber quatorze línguas, de assistir a
exames de meninos, de boicotar com um célebre lápis azul os maus
juízes, em vez de fazer as coisas interessantes que, quatrienalmente
postos no lugar do velho sábio, eles, bacharéis e generais, fariam. E
deportaram-no; meteram-no a bordo dum mau navio e:
— Vai ninar os netos de Victor Hugo. Tu não entendes de lidar
com o gigante.
O bom velho partiu e os bacharéis e generais, a olharem-se uns
para outros, sorridentes e gozosos, tomaram conta da casa.
Não diremos aqui das conseqüências inúmeras da mudança; basta
que as sintamos todos os dias como o suplício da gota d’água; diremos
somente da coisa capital que a república fez, faz e continuará a fazer.
Estomagada com a liberdade de movimentos do bom gigante, resolveu
amarrá-lo de novo. Foi às cartas régias da Metrópole e ressuscitou uma
a uma todas as cordas e cipós fiscais rompidos pelos Pedros;
recompô-las e começou a enlear pachorrentamente o pobre Gulliver.
Amarra os braços, amarra as pernas, amarra as mãos; amarra,
amordaça a boca para que não grite — e foi-se a Constituição; amarra,
venda os olhos para que não veja — e lá se foi a imprensa.
Sobre o corpo de Gulliver desceram todos os arrochos. Não
bastaram os cipós e cordas de invenção lusa; importaram-se cabos de
aço, torniquetes complicadíssimos, borzeguins medievais, remodelados
pela engenhosidade moderna. O Fisco tornou-se o objetivo supremo da
república, a meta de todas as suas altas cogitações. Anualmente se
reúnem, durante meses, centenas de técnicos cuja função é uma só:
inventar novas torturas fiscais, novos aparelhos de sarjar as carnes e
extorquir sangue à vítima.
Gulliver estertora. Todas as suas forças emprega-as em
defender-se das cordas e ventosas que o Congresso torce e engenha. O
Santo Ofício virou um marquês de Sade repartido em bancadas; não se
contenta em tirar sangue, há que tirá-lo da maneira mais dolorosa, da
maneira mais incômoda, da maneira mais lesiva ao organismo do bom
gigante. A invenção do novo borzeguim — imposto da renda, excede a
tudo quanto saiu da cabeça dos inquisidores: a vítima ignora o que tem
de pagar e se não paga com exatidão incide em pena de confisco! E se
em desespero de causa pede ao Fisco que lhe explique o mistério, que
lhe dê a chave vertical e horizontal do quebra-cabeças, o marquês de
Sade sorri e responde, diagonalmente:
— Pague com cheque cruzado, e explica com grande ironia de
detalhes como se toma de uma régua, duma pena molhada em boa tinta
e como se cruza um cheque.
Não há criatura neste país que não confesse um desânimo infinito.
As energias do homem que trabalha e produz despendem-se por três
quartos na luta contra a escolástica e o sadismo da cipoeira fiscal;
sobra-lhe uma pequena parte para dedicar à sua indústria. Até esforço
muscular dos dedos o sadismo do fisco lhe rouba. Pela manhã, ao
acender o primeiro cigarro, tem que gastar o esforço de duas unhadas
para romper o selo com que o fisco tranca as caixas de fósforos e os
maços de cigarro.
Este engenhoso sistema de tortura tem em vista uma coisa só:
permitir que sobre o corpo do gigante a vermina duma parasitalha
infinita engorde em dolce far niente, como o carrapato engorda no
couro do boi pesteado.
Vermina ininteligente! Consultasse ela os carrapatos e receberia
deles um conselho salutar:
— É perigoso levar a sucção a grau extremo; morre o boi, e com
ele a parasitalha.
Será que nem o instinto da conservação própria consiga meter um
raio de inteligência nos miolos do triatoma megista?

Na Antevéspera
Reações Mentais dum Ingênuo
Monteiro Lobato

Companhia Editora Nacional

São Paulo
1933

é isso, por fernando stickel [ 14:13 ]


Depois de muito tempo sem competir, participei hoje do Biathlon da Sociedade Hípica Paulista na categoria “sobreviventes…”, nadando 500m em 12:32

Meus últimos tempos nesta prova foram:

2019 – 12:32
2012 – 11:51
2011 – 11:33
2010 – 11:40
2009 – 12:24
2008 – 11:25
2007 – 11:11

É surpreendente que 10 anos depois, tendo passado por duas cirurgias eu ainda tenha um tempo similar… Na foto comigo está a Juliana, minha professora de natação, que me incentivou a treinar e participar da prova, ela também atuou como minha companheira na corrida, completando os 4.000m da prova em cerca de 20 minutos.

é isso, por fernando stickel [ 18:03 ]


Levei a patroa a passear em um fim de semana relaxante…


Começamos com um passeio de Mercedes-Benz pela Estrada dos Romeiros, com parada para fotos em Pirapora do Bom Jesus.


Na sequência delicioso almoço português no Rancho 53 na Rodovia Castelo Branco.


Durante o almoço, produzi um convite surpresa, preparado com cuidado e em total segredo… Uma celebração à vida, uma viagem à Paris, e… ingressos para a Final Masculina do torneio de tênis em Roland Garros!!!!!


À tarde chegamos no Hotel Fasano Boa Vista, dentro de um condomínio lindo de morrer, perto de Porto Feliz.


Passeios de bicicleta, natureza linda, precisa mais?

é isso, por fernando stickel [ 9:36 ]


Casamento perfeito: Mercedes-Benz 280 SL 1970, a “Pagoda”, no Condominio Fazenda Boa Vista em Porto Feliz SP

é isso, por fernando stickel [ 22:51 ]


Meu filho Arthur participou da 18ª Mostra do Filme Livre no Centro Cultural Banco do Brasil em 17/4/2019, com o curta Larus & Niu, onde ele fez a Direção de Som.

é isso, por fernando stickel [ 14:53 ]


Bisavó Martha com meus quatro netos! Pedro, Samuel, Ian e Noah!

é isso, por fernando stickel [ 8:57 ]


Na Fábrica de Arte Marcos Amaro – FAMA em Itu, interior de São Paulo.

é isso, por fernando stickel [ 8:42 ]


Meu neto Samuel apresenta aos amigos do prédio onde mora seu irmão Pedro.

é isso, por fernando stickel [ 9:29 ]


Com a Andreia e a Marisol, em visita ao Centro de Assistência Social do Jardim Peri, instituição parceira da Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 13:33 ]


Recebi a deliciosa visita do arquiteto Marcos Acayaba na Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 12:26 ]