aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

vivian
Na exposição de fotos de Vivian Maier no Museu da Imagem e do Som – MIS tem uma brincadeira bem interessante, um Photo Booth onde você faz um selfie com a Vivian.
Em seguida a funcionária do museu te fornece um QR code para acessar a tua foto na internet.

Colhi algumas observações sobre seu trabalho na internet:

Street photography in Vivian Maier & Diane Arbus

Like the difference between going into the woods for collecting mushrooms and a leisurely stroll – in the first case you’ll find mushrooms and in the second, you’ll find anything.

The “mushrooms vs leisurely stroll” is one very point that makes Arbus differ from Maier. Arbus went for the mushrooms whereas Maier apparently went out strolling. There are some early candid (and less-known) images from Arbus which could be compared to Maier’s street portraits. But at one point Arbus opted for a different routine, she gave up doing candid, made appointments, asked the people to pose… It’s a totally different process, and a resulting different artistic statement.

é isso, por fernando stickel [ 18:27 ]

caixa ibira 2

caixa ibira
Caixas d’água no Parque do Ibirapuera.

é isso, por fernando stickel [ 18:53 ]

estojo-de-aco-antigo-com-seringa-vidro-marca-lider-coleco-7987-MLB5305770385_102013-F
O nome dele era “Seu” Arruda, baixinho, de meia idade, sempre de terno e gravata chegava em casa com sua fala rápida e enrolada, munido de maletinha de couro preta recheada de remédios, ampolas e seringas de vidro, agulhas, tudo devidamente esterilizado e guardado em estojos de aço inoxidável.

Simpático, discreto e eficiente, conhecia todos os glúteos da casa. Sua profissão, farmacêutico, sua missão, aplicar injeções. Eu gostava muito de observar a rotina de cortar o pescoço da ampola com uma serrinha e depois quebrá-lo com um ‘pop’.
Não sei por que me lembrei dele, presença constante na casa dos meus pais na Rua dos Franceses. Havia sempre alguém precisando de uma injeção, a casa era cheia de gente, meus pais, quatro irmãos, minha avó Lili, a Fräulein governanta e o “Seu” Paulo jardineiro.

é isso, por fernando stickel [ 23:32 ]

Fernando Stickel visita o stand da Mercedes-Benz na MESSE ESSEN – Technoclassica Essen 2014, a maior feira mundial de carros clássicos.

é isso, por fernando stickel [ 22:55 ]

Em 2010 a Fundação Stickel promoveu o Curso de Documentário e Cinema “Brasilândia em cores” com a cineasta Julia Campos e apoio da equipe de sua produtora Brasilândia Filmes, em parceria com a Subprefeitura Freguesia/Brasilândia na Casa de Cultura da Brasilândia.

O resultado deste curso foi o documentário DNA da Brasilândia, curta metragem realizado entre Setembro e Novembro 2010, produzido pelos alunos e editado pela Fundação.

Júlia e os 18 participantes foram às ruas da Brasilândia para documentar a história do bairro e entrevistaram vários moradores com mais de 50 anos de Brasa. O vídeo conta a história do bairro, através destas pessoas que testemunharam o desenvolvimento e a transformação da Vila Tiro ao Pombo em Vila Brasilândia.

O documentário é um grande marco na produção audiovisual da Brasilândia, uma ótima referência de pesquisa e um instrumento para a população se apropriar de sua história. Além disso, presta homenagem a todos moradores da Brasilândia, em especial a Júlia Campos, falecida precocemente em fevereiro de 2011.

Alunos: Alberto Martins, Anaohan Verdaneiro, Carlos Alberto Rafael Naia, Flavio Marcio Vipo da Silva, Fredy Martins Santana, Gilberto Cezar, Iracy Bertuccelli Campos, Izabel Aparecida Moreno Augusto, José Osmar, Kaun Campos Miguel, Luana Alves de Souza, Lucas Pintom dos Santos, Monica Vanetti, Marcos Leandro Bertuccelli Campos, Marinalva Silva Costa, Obede Simão Sousa, Pascal Koudou Kokora, Thainã de Souza Barros

Direção: Julia Campos
Fotografia: Marcos Diógenes
Edição: Alex Feltre

é isso, por fernando stickel [ 14:35 ]

rodoanel
A Fundação Stickel em parceria com o CEU-PAZ promoverá ainda no 1º semestre de 2015 uma oficina com o objetivo de investigar as alterações provocadas pelas obras do Rodoanel Mario Covas – Trecho Norte na comunidade do Jardim Paraná, Brasilândia.

A construção tem e terá enorme impacto ecológico sobre a Reserva da Cantareira, bem como reflexos sociais e economicos na região e na comunidade.
Rochelle Costi, artista visual e fotógrafa conduzirá a oficina, que terá o nome de ESPAÇO, ESPESSO ESPELHO.

Os alunos receberão informações históricas e teóricas sobre intervenções urbanas similares no Brasil e no mundo, farão visitas ao local das obras e através de recursos simples como caixas de papelão, tinta gouache, recortes, cola, e também fotografia, interpretarão e reconstruirão suas visões e sentimentos.

A Fundação Stickel inicia assim novo Projeto Contrapartida, formato testado de colaboração entre a instituição e artistas, com o objetivo de proporcionar cursos e oficinas instigantes, transformadoras e de qualidade para comunidades carentes.

rodoanel2

é isso, por fernando stickel [ 10:22 ]

yout
Dei uma geral no meu canal do YouTube. Limpei, arrumei, deletei, criei playlists.
Se te interessar vá lá ver, é só clicar aqui.

é isso, por fernando stickel [ 18:29 ]

olhares 2014
No último sábado dia 11 Abril a Fundação Stickel e a Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha abriram a exposição
Olhares sobre a Cachoeirinha 2014 
Fotos dos alunos do curso de Arnaldo Pappalardo e Lucas Cruz

A exposição ficará em cartaz até 29 de maio de 2015
 
FÁBRICA DE CULTURA VILA NOVA CACHOEIRINHA Rua Franklin do Amaral 1575 São Paulo
Terças a sextas, das 9h às 21h30 | Sábados das 10h às 17h | Domingos e Feriados das 12h às 17h
 
Patrocínio: Fundação Stickel

Apoio: Poiesis – Fábricas de Cultura – Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo

é isso, por fernando stickel [ 9:52 ]

propina2
A corrupção generalizada.
Peguei um táxi e reparei que o carro era muito limpo e asseado, fui conversando com o motorista e perguntei se o carro, um Corolla, era novo.
Sim disse ele, o senhor é o segundo passageiro.
E foi contando das caixinhas que foi obrigado a dar para emplacar o veículo e certificar o taxímetro, para poder começar a trabalhar imediatamente.
Criam-se dificuldades para que facilidades sejam vendidas.
É assim em todas as áreas da vida, em todos os estados e cidades, todos os dias, todas as horas, em todos os lugares. Em coisas grandes e pequenas. E vem piorando.
O Brasil está apodrecendo. E ainda nem amadureceu.
Onde está a oposição?

é isso, por fernando stickel [ 8:21 ]

MV_Agusta_750S_02_cropped
Sonhei que pilotava uma potente motocicleta MV Agusta pelas ruas do Bexiga, meu bairro da infância e adolescência. Rua Santo Antônio, viaduto Martinho Prado, Rua Augusta, Praça Roosevelt.
Em seguida fui ao MG Club, cuja sede no sonho era em um palacete do século XIX no centro da cidade, com amplos salões decorados em ouro e verde, que se abriam para páteos e jardins.
Em um dos salões estavam concentrados vários carros, alguns em cima de cavaletes, incluindo um brilhante caminhão de bombeiros dos anos 30 pintado de verde claro.

Interessante as relações de palavras que aparecem neste sonho: MV – MG; Augusta – Agusta

é isso, por fernando stickel [ 8:20 ]

lunch
Dormi bem a segunda noite pós cirurgia, só de barriga para cim e sem dor.
Fui ao escritório para a reunião do Conselho Fiscal, que aprovou todas as contas de 2014 da Fundação Stickel.
Em seguida um almoço em família na minha casa para comemorar as cirurgias bem sucedidas minha e da minha mãe Martha.

é isso, por fernando stickel [ 22:53 ]

o1
A preparação.

A necessidade é a mãe da invenção.
Minha datilografia sempre foi péssima, cato milho razoavelmente com a mão direita.
Com o ombro direito operado fui descobrir uma nova maneira de datilografar, existe um recurso no Mac para ditado, que acabo de acionar. Funciona bem. É assim que estou escrevendo estas linhas.

A operação no meu ombro direito no Sírio Libanês foi um sucesso, pouquíssima dor até agora, atendimento perfeito da equipe médica do Dr. Sergio Checchia quanto do hospital, e evidentemente da minha querida acompanhante Sandra.
Fiquei na nova ala D, moderníssima e ampla.
Tudo conforme o programado, uma noite apenas no hospital e saímos hoje de manhã, após banho e barba com auxílio profissional, sem o uso do braço direito as coisas podem ficar bastante difíceis…
Recebei instruções precisas sobre o uso da tipoia e para movimentar o mínimo o braço direito.
Alguns exercícios simples de fisioterapia deverão ser feitos durante dia.

Algumas novidades como as meias para evitar trombose me massagearam durante a noite inteira, todos os atendimentos da enfermagem são feitos e registrados online através de aparelhos tipo celular. O cuidado para marcar no corpo o local correto para a cirurgia chegar a ser excessivo, mas dá para entender quando se lê tanto sobre erros médicos.

o2
A constelação de furos.

03
A elegancia pós-cirurgica.

o4
A volta à vida normal (com tipoia…)

é isso, por fernando stickel [ 16:45 ]

Estou saindo com a Sandra para a cirurgia do meu ombro com Dr. Sergio Checchia. Té já!

é isso, por fernando stickel [ 6:32 ]

ratazanas
#foradilma
#forapt
#foralula
Fora ratazanas de todo e qualquer partido!
Fora ladrões!!
Fora aproveitadores!!
Fora safados!!
Fora mentirosos!!!

CHEGA!!!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 16:17 ]

instw
Na galeria Ricardo Camargo, na sp-arte, o lançamento do Instituto Wesley Duke Lee destinado a estudar e preservar a obra do artista. A iniciativa é da sobrinha e herdeira do artista Patricia Lee e do marchand Ricardo Camargo.
Na imagem eu presto depoimento em vídeo sobre o Wesley. Amigos, artistas, pessoas que conheceram e conviveram com a fantástica figura colaboraram com o documentário dirigido por Olivier Perroy.
Entre outros colaboraram Carlos Fajardo, Augusto Livio Malzoni, Luisa Strina, Jeanete Musatti, Eduardo Lunardelli, Lu Rodrigues, Lydia Chamis, Quiroga, Ricardo Camargo, José Resende, Claudio Tozzi, Cacilda Teixeira da Costa, Kimi Esteve, Marcelo Cintra e o próprio Olivier Perroy.

Veja aqui mais detalhes sobre a gravação do documentário.

é isso, por fernando stickel [ 8:34 ]

sparte2
Auto retrato em frente a escultura de Anish Kapoor, na inauguração da sp-arte ontem na Bienal.
Carlo Gancia, Sandra Pierzchalski e eu.

é isso, por fernando stickel [ 17:21 ]

cach
Foto: Dalva Maria da Silva Batista 

Fundação Stickel e Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha convidam para a abertura da exposição

Olhares sobre a Cachoeirinha 2014 

Fotos dos alunos do curso de Arnaldo Pappalardo e Lucas Cruz 

ABERTURA: Sábado, 11 de abril de 2015, às 11:00h com lançamento do catálogo.
 
FÁBRICA DE CULTURA VILA NOVA CACHOEIRINHA Rua Franklin do Amaral 1575 São Paulo

Exposição de 11 de abril a 29 de maio de 2015
Terças a sextas, das 9h às 21h30 | Sábados das 10h às 17h | Domingos e Feriados das 12h às 17h
 
CONTATO
11 2233-9270, ramal 227, com Gláucia / glaucia@fundacaostickel.org.br
Patrocínio: Fundação Stickel / www.fundacaostickel.org.br

APOIO
Poiesis – Fábricas de Cultura – Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo

é isso, por fernando stickel [ 8:27 ]

aqui1-680x509
Você é feliz?

Feche os olhos e faça um exercício mental.
Esqueça qual a sua preferência sexual, se você é rico ou pobre, moço ou velho, com ou sem saúde, preto ou branco ou amarelo ou…, pai, mãe avô, filha, filho, cunhado, enteado, órfão… Esqueça sua profissão, seus títulos ou a ausência deles, esqueça se você é bonito ou feio, alto ou baixo, gordo ou magro, esqueça seus sonhos e desejos, esqueça o que você “tem” e concentre-se na sua essência, ou na sua alma, se preferir.
Aproveite e filtre de sua mente ódios e ressentimentos, raivas e invejas, e, principalmente, desejos…

Aí responda, para você mesmo: Você é feliz?

é isso, por fernando stickel [ 13:19 ]