aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003


O arquiteto Yasuhiro Aida foi durante muitos anos o braço direito do nosso chefe do escritório, o arquiteto Salvador Candia, no Edifício Vicente Filizola na R. da Consolação 65, centro de São Paulo.

Aida foi sempre uma presença calma, composta, economico de palavras e gestos, trabalhando incansavelmente em sua prancheta por vezes esboçava um sorriso enigmático.
Aprendi muito com ele, que dedicava poucos e preciosos minutos a me resgatar de minha ignorancia de jovem arquiteto recém-formado.
Saudades dos anos 70, analógicos e poéticos…


Além de tudo, Aida era um excelente desenhista, as perspectivas dos projetos do escritório, muito elegantes, eram feitas por ele.

Este desenho encontrei entre os guardados de minha família, ante-projeto para uma residência no Morumby, encomendado pelos meus pais Erico e Martha Stickel. O terreno era perto da Capela do Morumbi, do outro lado da avenida, mas o projeto não progrediu.

é isso, por fernando stickel [ 22:16 ]


Colaboração marido-mulher.
Arquitetura de interiores – Sandra Pierzchalski
Foto fine art – Fernando Stickel
Foto do ambiente – Fernando Stickel

é isso, por fernando stickel [ 18:45 ]


Maciej Babinski completa hoje 90 anos de idade!!! Grande artista, grande amigo, homem excepcional, com uma trajetória de vida riquíssima, que se inicia na Polonia e no momento está estacionada em Várzea Alegre, sertão do Ceará, ao lado de sua querida Lidia.
Já escrevi bastante sobre a figura aqui no blog, veja o conjunto da obra aqui.


Esperando Godot, óleo sobre tela de 2000, que participa de um dueto com Rubens Gerchman, na mostra “50 Duetos”, aberta em março no Espaço Cultural Unifor, em comemoração aos 50 anos da Fundação Edson Queiroz.

Fundação Edson Queiroz promove nesta terça-feira homenagem aos 90 anos de Babinski

De Varsóvia a Várzea Alegre, a trajetória de Maciej Babinski completa nove décadas. A dedicação à arte do gravador, ilustrador, pintor, desenhista e professor encontrou abrigo no Brasil desde os anos 1950. Babinski escolheu a zona rural do Ceará como morada nos últimos 30 anos.

O artista diz que o Ceará o inspira e criou, na zona rural de Várzea Alegre, uma galeria de arte. O evento em homenagem a ele conta com a participação de personalidades que admiram o artista, como o médico Drauzio Varella e as curadoras Dodora Guimarães e Denise Mattar.
Veja mais sobre a homenagem aqui

Serviço:
“Homenagem Babinski 90 anos”
Data: 20 de abril de 2021 (terça-feira)
Horário: 19h30
Transmissão: TV Unifor (canal 181 – NET e canal 14 – Multiplay) e YouTube
Instagram: @uniforcomunica
Facebook: facebook.com/Uniforoficial

é isso, por fernando stickel [ 8:28 ]


Armário de chaves para que?

Já arrombaram tudo mesmo, todos as cercas e portões escancarados, todas as boiadas passarão!

Estou profundamente desapontado e triste com o rumo que toma o meu querido Brasil.

A decisão de ontem do STF de livrar Lula de todas as acusações e torná-lo assim ficha limpa é inominável.

Sabíamos que esta decisão estava sendo armada há muito tempo, a demonização do Sergio Moro, etc… Mas quando o fato concreto se apresenta em toda a sua monstruosidade, é uma porrada, perdi o chão!

Ter de escolher em 2022 entre Lula e Bolsonaro é pior que a Escolha de Sofia. Um genocida e um corrupto presidiário.

Nem sei mais o que dizer, estamos vivendo várias tragédias simultâneas, é a pandemia, é o governo Bolsonaro, é a miséria e a corrupção. E a IMPUNIDADE, carro chefe do STF, talvez o pior dos cânceres, reinando absoluta na nossa sociedade.

Necessário observar que a suprema injustiça é que o cenário escabroso descrito acima não vale para todos, é claro. Só para os amigos do rei. O cidadão que passa fome, e são muitos, e ousar furtar um pão ou uma fruta vai pegar uma cana lascada.

Os poderosos de plantão preparam a cama para os próximos, todos se protegem, todos indicam os amigos para os postos chave, e assim afundamos no lodo da miséria, da desgraça, da roubalheira e da impunidade. O futuro nos é roubado dia sim dia também.

O Brasil é uma vergonha.

é isso, por fernando stickel [ 12:13 ]


Não, não e não! Não percam tempo precioso com este filme, não recomendo!
Chato, triste, nada acontece, se for para ganhar um Oscar é para o filme mais chato da década!
OK, é bem feito, bonito, os atores são excelentes, mas você acaba de assistir frustrado, triste, desapontado. Poderia ter funcionado como um documentário, como entretenimento jamais, principalmente porque todos sabem o trágico alcance da doença de Alzheimer.

é isso, por fernando stickel [ 23:34 ]

GRÊMIO BERNARDO DIEDERICHSEN – 75 ANOS

Meu avô Ernesto Diederichsen (1878-1949) criou em 1946 em Campos do Jordão, junto com minha avó Maria Elisa (Lili) Arens Diederichsen (1883-1973) o Grêmio Bernardo Diederichsen.

Com gestão do Reverendo Oswaldo Alves, o Grêmio atendia as família e crianças carentes que chegavam à cidade para acompanhar o tratamento de tuberculose de parentes internados, incluindo distribuição de remédios, alimentos, agasalhos e realização de tratamentos médicos. Após o falecimento de Ernesto em 1949, as obras assistenciais foram assumidas por sua filha Martha, junto ao seu marido Erico Stickel.

Em 1954 este trabalho assistencial se transformou, pelas mãos dos meus pais Erico e Martha, na Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 17:25 ]


A entrada da Creche.

semeador
Wilson Alves (falecido em 2018) e eu na Creche O Semeador em Junho 2003.

A Associação Beneficente O Semeador completará 25 anos de idade no próximo dia 13 Maio 2021.
Foi criada pelo casal Maria de Fátima de Oliveira Alves e Wilson Joaquim Alves, que já tinham experiências na área social há muitos anos. 

Em 1995/96 eu era sócio do “Auto Posto Interlaken”, na Av. Interlagos em São Paulo, e uma amiga, Maren Mangels, me pediu para criar uma conta corrente (a tradicional “cardeneta”) para as despesas do Fusca do Wilson Alves, que tinha acabado de criar a creche “O Semeador” situada em uma gleba com 31.000 metros quadrados na R. Americo Coxa 550 no Jardim Roschel em Parelheiros, Zona Sul, a quase 40 km do centro de São Paulo.

Aceitei o pedido, a caderneta foi criada e funcionou por um período, a coisa evoluiu e eu acabei por rasgar a “cardeneta” e pagar do meu próprio bolso a conta de gasolina do Wilson por alguns anos. Desta maneira estreei no Terceiro Setor, 25 atrás, fazendo uma doação simples e sem muita consciência da importantíssima área onde eu dava meus primeiros passos.

Um pouco mais tarde, em 2000 ou 2001, minha então namorada Sandra tinha uma equipe de obra, que por vezes ficava ociosa. Nestes momentos nós enviávamos, por nossa conta, alguns rapazes à Creche, que ficava em uma área rural e havia muitas cobras… para fazer um mutirão de limpeza do terreno, roçar mato, recolher lixo, etc… até uma horta criamos. Um dos rapazes desta equipe, o Marco, tem hoje 41 anos e continua a trabalhar conosco.


Marco Antonio Ribeiro da Silva.

A pobreza do bairro é impressionante, assim como a possibilidade de se fazer alguma coisa pelas crianças. Entre outras atividades levamos vários grupos a visitarem nossas exposições, dentro do programa “Educativo”, onde monitores desenvolvem trabalhos a partir do artista em exposição e sua obra.

Mais tarde, já na vigência da reestruturação da Fundação Stickel em 2004, passei para a Fundação a responsabilidade dos cuidados com a Creche. A natural evolução da Fundação Stickel e a inauguração de projeto social próprio “Mulheres de Talento” em 2007 acabou por encerrar a ajuda à Creche, e outras ajudas similares que fazíamos a outras instituições.


Agnes Ezabella, gerente da Fundação Stickel na época conversa com Fátima, na horta.

é isso, por fernando stickel [ 13:17 ]


Almoço de Páscoa com Sandra, minha sogra Dionice, seu marido Zé e minha Mãe Martha. Comida excelente, e ao final do almoço experimentamos ainda alguns destilados envelhecidos.


Na volta para casa minha mãe, aos 94, foi comigo na Mercedes-Benz sem capota!


Na casa dela ainda ajudei a acertar algumas coisas no celular…

é isso, por fernando stickel [ 13:01 ]


Há 101 anos atrás, em 3 de abril de 1920, nascia meu pai Erico João Siriuba Stickel. Paulistano descendente de alemães, Erico instituiu a Fundação Stickel com minha mãe Martha Diederichsen Stickel em 1954, inicialmente com fins assistencialistas em Campos do Jordão.

Mas a arte, que hoje guia as ações da Fundação Stickel, sempre esteve em um lugar central de sua vida – além de advogado e industrial têxtil, ele foi um estudioso da iconografia e arte brasileira do século XIX, organizando uma biblioteca com importante acervo sobre o tema, e grande incentivador das artes plásticas.

Hoje, se vivo fosse, meu pai completaria 101 anos de idade, e agradeço nesta data a semente plantada, para que a Fundação Stickel siga atuante após mais de seis décadas de história, transformando vidas por meio da nossa paixão: a arte.

Para celebrar o seu legado, estamos preparando um festival de arte e cultura que levará o seu nome. Aguarde! – Em breve, compartilharei mais informações do que vem por aí!

é isso, por fernando stickel [ 9:01 ]


Tragédia, tristeza, revolta.
Presidente incompetente, frouxo, boçal, nada faz para combater a pandemia. Jair Bolsonaro apenas se esforça em banalizar o mal, está se lixando para os 320.000 brasileiros mortos, seus familiares e amigos. Jair Bolsonaro é um canalha de carteirinha, e em Brasília todos fazem cara de paisagem, alheios à necessidade urgente de retirar o genocida do poder.
Tragédia à brasileira.
#ForaBolsonaro

é isso, por fernando stickel [ 23:18 ]


Jogo do bicho

é isso, por fernando stickel [ 17:43 ]


Existem segmentos em todas as sociedades do mundo onde feitas as necessárias aproximações sociais, e mediante largas doses de óleo de peroba aplicadas à face, é possível, com muito sucesso, apresentar a obra de arte na foto acima como sendo a revelação de um novíssimo talento artístico, (o país de origem do artista escolhido a esmo, Colombia, Vietnam, Suíça, Brasil, etc…)

Pode-se fácilmente simular um currículo artístico e adicionar tempero dizendo que o artista não gosta de aparecer (estilo Banksy)

Executar a obra é extremamente simples, basta entregar ao seu cãozinho de estimação um bichinho de pelúcia novinho em folha, e ele o estripará com muito gosto, produzindo não uma, mas dezenas de obras de arte revolucionárias!

é isso, por fernando stickel [ 18:03 ]


Passeio a pé pela Vila Nova Conceição, com ou sem os cachorros.

é isso, por fernando stickel [ 13:43 ]


O suporte do compressor do ar condicionado no Porsche 911 S 1975 não era o original, mas sim uma gambiarra muito mal executada, que exigia uma polia adicional, em baixo à esquerda na foto.


No esforço permanente de deixar o carro o mais original possível, encontrei o suporte original à venda nos EUA, e finalmente a peça chegou! Eu e o Zeca, chefe da oficina, com as peças.


Peças da suspensão traseira recuperadas e pintadas.


Suporte da barra de torção traseira remontado com buchas novas!


De volta à configuração original, com o suporte do compressor correto.

é isso, por fernando stickel [ 14:15 ]


Acabei de me vacinar na UBS Max Perlman na Vila Nova Conceição. Tive uma sensação de alegria ao ser vacinado, não apenas por mim que tomei a primeira dose, mas principalmente pela simbologia do momento, quando milhares de concidadãos da mesma faixa etária estão tendo acesso à mesma vacina, comprovando na picada da agulha o coroamento de um esforço gigantesco e uma enorme estrutura trabalhando para o cidadão.

Cada brasileiro vacinado é um avanço civilizatório. Cada ser humano não vacinado é um símbolo da ineficiência e do atraso do(s) Estado(s), e, pior, do viés criminoso de dirigentes que não providenciaram em tempo hábil a quantidade de vacinas necessárias.

É uma pena que outros milhões de brasileiros não tenham acesso imediato à vacina, por conta da presidência de um demente genocida, seu capacho ministro da saúde e sua quadrilha. Resta rezar para que de uma forma ou outra a vacina chegue a todos.


Elogiei as moças que me atenderam na UBS Max Perlman assim como elogio e agradeço a todos aqueles que tornaram essa vacinação aqui na cidade de São Paulo possível, Instituto Butantan, Governo do Estado, Secretaria da Saúde, etc… etc…


Lembro-me que quando era criança minha mãe me levava ao médico na Rua Marconi, e depois da consulta eu ganhava um doce na Doceria Cristallo. Hoje revivo simbolicamente aquele “prêmio” pedindo mille feuille para todos aqui no escritório.

é isso, por fernando stickel [ 16:49 ]


Os professores do Colégio Visconde de Porto Seguro, nos anos 50/60. Reconheço vários rostos, mas não os nomes. Dignos de nota:
Marcado com o número 1 – Albrecht Tabor, querido professor de biologia.
Marcado com o número 2 – Hamilcar Turelli, odiado Diretor da escola.

é isso, por fernando stickel [ 8:52 ]


Hoje 15 Março 2021 o Jaguar E Type completa 60 anos de idade, e para homenageá-lo nada melhor que contar a deliciosa experiência de pilotá-lo em um rally na Toscana em 2009, com Sandra minha mulher de navegadora!

Fomos convidados pelo Credit Suisse a participar do “Spring Rally Chiantigiana Classica 2009”, e decidi alugar o E Type, o carro mais lindo do mundo! Encontrei-o no site Drive in Style.

Pilotar o Jaguar E-Type S1 Roadster 1965 é uma experiência única. Seu estilo é elegante, impactante, Enzo Ferrari descreveu-o como sendo “o mais lindo carro jamais feito”. Sentado no cockpit, você “veste” o carro. Em frente à direção de madeira e o painel de instrumentos completo e charmoso, virei a chave de ignição e apertei o botão de partida, imediatamente o motor de seis cilindros em linha, 4,2 litros, três carburadores SU e 265 hp veio à vida, com seu delicioso ronco surdo.

Abrir a capota é extremamente simples, três presilhas, soltar e dobrar a lona para trás. Pronto. Ao iniciar a marcha o enorme capô na sua frente se movimenta como uma lancha, é preciso cuidado no início, pois a frente do carro é mais longa do que parece. O câmbio de quatro marchas é sincronizado, e a primeira faz o característico barulho de engrenagens. O motor tem altíssimo torque em baixas rotações, então você acaba se acostumando a um estilo de guiar onde rápidamente você está em quarta marcha, e a partir de 1.000rpm o carro quase que “vai sozinho”.

Na auto-estrada fácilmente atinge os 140kph, com ampla potência de reserva, sua velocidade máxima é de 240kph. Nas estradas secundárias e estreitas onde utilizei-o durante os três dias do rally ele se comporta muito bem, mas não tem a sensação da estrada de kart de um Porsche, por exemplo. Abrir o capô é um prazer à parte, o lindo motor se revela por inteiro, permitindo fácil acesso a tudo.


Foram três dias gloriosos, no último dia, ao final do rally, Sandra e eu comemoramos com uma “birra alla spina!
#sandrapier #creditsuisse_ch #jaguar #etypestories

é isso, por fernando stickel [ 13:25 ]


Por sorte, determinação ou ambos, tenho muitas atividades e interesses, não sou uma pessoa que fica quieta em um canto esperando a vida passar.
Mas, por vezes sou vítima do desanimo, e esta semana foi dificil, muito dificil superar a declaração de inocência do ladrão master de Garanhuns, lula da silva, ao mesmo tempo em que os bandidos instalados nos gabinetes em Brasília iniciam gostosamente o processo de crucificação do ex-juiz Sergio Moro. Tudo isso ao som do desmonte da Lava-Jato e o tempero de uma pandemia cruel e assassina.


No Condomínio Modular Delta onde moro e sou assistente dos síndicos, tenho me dedicado a desmontar gambiarras de décadas de falta de planejamento, e nesta tarefa busquei o auxílio do João “Faz Tudo”.
Isto, juntamente com meu trabalho na Fundação Stickel, este blog, e muitas outras coisinhas, me mantém permanentemente ocupado, sem chance de ceder ao desanimo com que Brasilia nos brinda dia sim e dia também.


João “Faz Tudo” e sua equipe. Me divirto muito com ele, e aprendo muito também, acompanhando os trabalhos, com isso vamos colocando o prédio em ordem, pouco a pouco.


Já no caso da Fundação Stickel o combate ao desanimo e ao mau humor é diário, pois nossa missão é ajudar na transformação de pessoas, proporcionando a elas justamente mais condições de batalhar em uma sociedade tão disfuncional, desigual e injusta.

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]