aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Essa foi difícil. Paulo Gustavo (1978-2021). Nos deixou muito jovem, muito talentoso, muito alegre, muito tudo. Não merecia ser vítima da Covid 19, pandemia negligenciada pelo governo incompetente e genocida de bolsonaro.

é isso, por fernando stickel [ 12:02 ]


26 Fevereiro 2003, aula de desenho com modelo vivo no meu atelier da Rua Nova Cidade, Vila Olímpia.


Hoje, 18 anos depois, o mesmo espaço abriga a sede da Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 8:58 ]


Quando o galerista João Pedrosa me mostrou, muito tempo atrás, este vasinho de cristal dos anos 50, me apaixonei imediatamente!

Seu autor é o designer finlandês Timo Sarpaneva (1926-2006).

Sua superfício é totalmente “frosted”, uma delícia de textura, tem o tamanho de uma laranja e seu nome é “The Devil’s Churn”.

é isso, por fernando stickel [ 8:53 ]


Morei atrás deste muro cinza, na esquina das ruas Ribeirão Claro e Fiandeiras, na Vila Olímpia, por mais de 20 anos.
Hoje ali é a sede da Comunidade Shalom, para quem vendi o terreno.
Naquele período plantei inúmeras árvores na vizinhança, esta árvore da foto foi uma das que sobreviveu, outra foi cruelmente cortada pela então prefeita Marta Suplicy.
Nunca entendi direito por que BRASILEIRO ODEIA ÁRVORE.

é isso, por fernando stickel [ 20:19 ]


Tá difícil aguentar o excesso criminal de incompetência do governo Bolsonaro, na epidemia e em todo o resto.
400.000 mortes e contando.
Não entendi porque a Câmara dos Deputados não abre logo o impeachment.
FORA BOLSONARO!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 16:59 ]


Sair de São Paulo em uma terça-feira comum, para um delicioso almoço celebrando a vida com um encontro de colegas do Colégio Visconde de Porto Seguro, acompanhados de maridos, esposas, namoradas… é um privilégio!


Bia, Sandra, Ursula e Karin


A casa paradisíaca do nosso amigo Jorge fica na Fazenda Boa Vista, a 100km de São Paulo.


Escultura de Pablo Atchugarry.


De pé, Norbert, Jorge, Thomas e eu.
Sentadas, Karin, Bia, Ursula e Sandra.


Obrigado aos queridos anfitriões, Bia e Jorge, já estamos com vontade de mais!

é isso, por fernando stickel [ 18:28 ]


Você precisa pintar algo da mesma cor, por exemplo completar a pintura de uma casa, ou pintar o segundo portão da mesma cor que o primeiro, e não sabe a quem recorrer?
É este senhor indicado na seta a solução.
Trata-se do Paulo do Império das Tintas na Rua Tabapuã, bairro do Itaim bibi.


O Paulo te atende com a maior simpatia e profissionalismo. Se for preciso fazer um teste ele produz uma pequena quantidade de tinta, você faz o teste, e só depois do teste aprovado ele fecha a encomenda.


A loja tem uma gigantesca quantidade de referências de cor, dos mais variados tipos de tinta, dá pra ficar horas escolhendo…
Quando resolvi usar o amarelo para fazer a cenografia do Espaço Fundação Stickel para a exposição de Maciej Babinski, levei a questão ao Paulo, e com dois testes resolvemos a questão!

é isso, por fernando stickel [ 15:02 ]


O Torneio Interlagos de Regularidade foi ao autódromo do Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo – ECPA neste fim de semana em Piracicaba, para contornar as limitações da pandemia.

Mario Sacconi, meu navegador e eu saímos às 7 da manhã com um friozinho gostoso rumo a Piracicaba.


A pista é curta e travada, não tão gostosa quanto Interlagos. Demorei para me acostumar e encontrar a rotina dos movimentos idênticos, o Mario com seu relógio Garmin me ajudou no tempo.


Mesmo com o resultado não tão bom desta prova, conseguimos manter o segundo lugar no Campeonato!

é isso, por fernando stickel [ 9:01 ]


Dez anos atrás, representando a Fundação Stickel, cheguei a Bertinoro, a cerca de 100 km de Bologna, na Itália, para fazer o curso “Foundation School” do CAF (Charities Aid Foundation) e IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social)


Antes de iniciar o check-in no local da hospedagem e do curso no La Rocca Vescovile – Centro Residenziale Universitario Bertinoro da Universitá di Bologna, fui almoçar.

Dei uma rápida olhada, a cidade é minúscula, e logo decidi pela Locanda della Fortuna, cujo nome por si só já ajudava muito na decisão…

Uma pasta, salada verde, pão e vinho tinto da casa. Pode ser melhor? Por 13 Euros.


Foi uma imersão interessantíssima de 5 dias em assuntos do Terceiro Setor, com muitos colegas russos, alguns brasileiros, uma norueguesa, etc…


Uma das grandes e importantes lições aprendida no curso, e logo aplicada na Fundação Stickel foi a importancia da Governança, com aprimoramentos no Conselho Curador e a criação do Conselho Fiscal.


Recebendo o diploma das mãos da coordenadora do CAF, a simpaticíssima Bea Devlin.


As colegas brasileiras, Duda, Rosa, Silvia, Marcia e a Paula no detalhe.


A turma toda no dia do encerramento. Eu estou agachado no centro.

é isso, por fernando stickel [ 10:31 ]


O arquiteto Yasuhiro Aida foi durante muitos anos o braço direito do nosso chefe do escritório, o arquiteto Salvador Candia, no Edifício Vicente Filizola na R. da Consolação 65, centro de São Paulo.

Aida foi sempre uma presença calma, composta, economico de palavras e gestos, trabalhando incansavelmente em sua prancheta por vezes esboçava um sorriso enigmático.
Aprendi muito com ele, que dedicava poucos e preciosos minutos a me resgatar de minha ignorancia de jovem arquiteto recém-formado.
Saudades dos anos 70, analógicos e poéticos…


Além de tudo, Aida era um excelente desenhista, as perspectivas dos projetos do escritório, muito elegantes, eram feitas por ele.

Este desenho encontrei entre os guardados de minha família, ante-projeto para uma residência no Morumby, encomendado pelos meus pais Erico e Martha Stickel. O terreno era perto da Capela do Morumbi, do outro lado da avenida, mas o projeto não progrediu.

é isso, por fernando stickel [ 22:16 ]


Colaboração marido-mulher.
Arquitetura de interiores – Sandra Pierzchalski
Foto fine art – Fernando Stickel
Foto do ambiente – Fernando Stickel

é isso, por fernando stickel [ 18:45 ]


Maciej Babinski completa hoje 90 anos de idade!!! Grande artista, grande amigo, homem excepcional, com uma trajetória de vida riquíssima, que se inicia na Polonia e no momento está estacionada em Várzea Alegre, sertão do Ceará, ao lado de sua querida Lidia.
Já escrevi bastante sobre a figura aqui no blog, veja o conjunto da obra aqui.


Esperando Godot, óleo sobre tela de 2000, que participa de um dueto com Rubens Gerchman, na mostra “50 Duetos”, aberta em março no Espaço Cultural Unifor, em comemoração aos 50 anos da Fundação Edson Queiroz.

Fundação Edson Queiroz promove nesta terça-feira homenagem aos 90 anos de Babinski

De Varsóvia a Várzea Alegre, a trajetória de Maciej Babinski completa nove décadas. A dedicação à arte do gravador, ilustrador, pintor, desenhista e professor encontrou abrigo no Brasil desde os anos 1950. Babinski escolheu a zona rural do Ceará como morada nos últimos 30 anos.

O artista diz que o Ceará o inspira e criou, na zona rural de Várzea Alegre, uma galeria de arte. O evento em homenagem a ele conta com a participação de personalidades que admiram o artista, como o médico Drauzio Varella e as curadoras Dodora Guimarães e Denise Mattar.
Veja mais sobre a homenagem aqui

Serviço:
“Homenagem Babinski 90 anos”
Data: 20 de abril de 2021 (terça-feira)
Horário: 19h30
Transmissão: TV Unifor (canal 181 – NET e canal 14 – Multiplay) e YouTube
Instagram: @uniforcomunica
Facebook: facebook.com/Uniforoficial

é isso, por fernando stickel [ 8:28 ]


Armário de chaves para que?

Já arrombaram tudo mesmo, todos as cercas e portões escancarados, todas as boiadas passarão!

Estou profundamente desapontado e triste com o rumo que toma o meu querido Brasil.

A decisão de ontem do STF de livrar Lula de todas as acusações e torná-lo assim ficha limpa é inominável.

Sabíamos que esta decisão estava sendo armada há muito tempo, a demonização do Sergio Moro, etc… Mas quando o fato concreto se apresenta em toda a sua monstruosidade, é uma porrada, perdi o chão!

Ter de escolher em 2022 entre Lula e Bolsonaro é pior que a Escolha de Sofia. Um genocida e um corrupto presidiário.

Nem sei mais o que dizer, estamos vivendo várias tragédias simultâneas, é a pandemia, é o governo Bolsonaro, é a miséria e a corrupção. E a IMPUNIDADE, carro chefe do STF, talvez o pior dos cânceres, reinando absoluta na nossa sociedade.

Necessário observar que a suprema injustiça é que o cenário escabroso descrito acima não vale para todos, é claro. Só para os amigos do rei. O cidadão que passa fome, e são muitos, e ousar furtar um pão ou uma fruta vai pegar uma cana lascada.

Os poderosos de plantão preparam a cama para os próximos, todos se protegem, todos indicam os amigos para os postos chave, e assim afundamos no lodo da miséria, da desgraça, da roubalheira e da impunidade. O futuro nos é roubado dia sim dia também.

O Brasil é uma vergonha.

é isso, por fernando stickel [ 12:13 ]


Não, não e não! Não percam tempo precioso com este filme, não recomendo!
Chato, triste, nada acontece, se for para ganhar um Oscar é para o filme mais chato da década!
OK, é bem feito, bonito, os atores são excelentes, mas você acaba de assistir frustrado, triste, desapontado. Poderia ter funcionado como um documentário, como entretenimento jamais, principalmente porque todos sabem o trágico alcance da doença de Alzheimer.

é isso, por fernando stickel [ 23:34 ]

GRÊMIO BERNARDO DIEDERICHSEN – 75 ANOS

Meu avô Ernesto Diederichsen (1878-1949) criou em 1946 em Campos do Jordão, junto com minha avó Maria Elisa (Lili) Arens Diederichsen (1883-1973) o Grêmio Bernardo Diederichsen.

Com gestão do Reverendo Oswaldo Alves, o Grêmio atendia as família e crianças carentes que chegavam à cidade para acompanhar o tratamento de tuberculose de parentes internados, incluindo distribuição de remédios, alimentos, agasalhos e realização de tratamentos médicos. Após o falecimento de Ernesto em 1949, as obras assistenciais foram assumidas por sua filha Martha, junto ao seu marido Erico Stickel.

Em 1954 este trabalho assistencial se transformou, pelas mãos dos meus pais Erico e Martha, na Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 17:25 ]


A entrada da Creche.

semeador
Wilson Alves (falecido em 2018) e eu na Creche O Semeador em Junho 2003.

A Associação Beneficente O Semeador completará 25 anos de idade no próximo dia 13 Maio 2021.
Foi criada pelo casal Maria de Fátima de Oliveira Alves e Wilson Joaquim Alves, que já tinham experiências na área social há muitos anos. 

Em 1995/96 eu era sócio do “Auto Posto Interlaken”, na Av. Interlagos em São Paulo, e uma amiga, Maren Mangels, me pediu para criar uma conta corrente (a tradicional “cardeneta”) para as despesas do Fusca do Wilson Alves, que tinha acabado de criar a creche “O Semeador” situada em uma gleba com 31.000 metros quadrados na R. Americo Coxa 550 no Jardim Roschel em Parelheiros, Zona Sul, a quase 40 km do centro de São Paulo.

Aceitei o pedido, a caderneta foi criada e funcionou por um período, a coisa evoluiu e eu acabei por rasgar a “cardeneta” e pagar do meu próprio bolso a conta de gasolina do Wilson por alguns anos. Desta maneira estreei no Terceiro Setor, 25 atrás, fazendo uma doação simples e sem muita consciência da importantíssima área onde eu dava meus primeiros passos.

Um pouco mais tarde, em 2000 ou 2001, minha então namorada Sandra tinha uma equipe de obra, que por vezes ficava ociosa. Nestes momentos nós enviávamos, por nossa conta, alguns rapazes à Creche, que ficava em uma área rural e havia muitas cobras… para fazer um mutirão de limpeza do terreno, roçar mato, recolher lixo, etc… até uma horta criamos. Um dos rapazes desta equipe, o Marco, tem hoje 41 anos e continua a trabalhar conosco.


Marco Antonio Ribeiro da Silva.

A pobreza do bairro é impressionante, assim como a possibilidade de se fazer alguma coisa pelas crianças. Entre outras atividades levamos vários grupos a visitarem nossas exposições, dentro do programa “Educativo”, onde monitores desenvolvem trabalhos a partir do artista em exposição e sua obra.

Mais tarde, já na vigência da reestruturação da Fundação Stickel em 2004, passei para a Fundação a responsabilidade dos cuidados com a Creche. A natural evolução da Fundação Stickel e a inauguração de projeto social próprio “Mulheres de Talento” em 2007 acabou por encerrar a ajuda à Creche, e outras ajudas similares que fazíamos a outras instituições.


Agnes Ezabella, gerente da Fundação Stickel na época conversa com Fátima, na horta.

é isso, por fernando stickel [ 13:17 ]


Almoço de Páscoa com Sandra, minha sogra Dionice, seu marido Zé e minha Mãe Martha. Comida excelente, e ao final do almoço experimentamos ainda alguns destilados envelhecidos.


Na volta para casa minha mãe, aos 94, foi comigo na Mercedes-Benz sem capota!


Na casa dela ainda ajudei a acertar algumas coisas no celular…

é isso, por fernando stickel [ 13:01 ]


Há 101 anos atrás, em 3 de abril de 1920, nascia meu pai Erico João Siriuba Stickel. Paulistano descendente de alemães, Erico instituiu a Fundação Stickel com minha mãe Martha Diederichsen Stickel em 1954, inicialmente com fins assistencialistas em Campos do Jordão.

Mas a arte, que hoje guia as ações da Fundação Stickel, sempre esteve em um lugar central de sua vida – além de advogado e industrial têxtil, ele foi um estudioso da iconografia e arte brasileira do século XIX, organizando uma biblioteca com importante acervo sobre o tema, e grande incentivador das artes plásticas.

Hoje, se vivo fosse, meu pai completaria 101 anos de idade, e agradeço nesta data a semente plantada, para que a Fundação Stickel siga atuante após mais de seis décadas de história, transformando vidas por meio da nossa paixão: a arte.

Para celebrar o seu legado, estamos preparando um festival de arte e cultura que levará o seu nome. Aguarde! – Em breve, compartilharei mais informações do que vem por aí!

é isso, por fernando stickel [ 9:01 ]