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esportes

futebol de artista

Cerca de 1970, no terreno dos fundos da casa dos meus pais na R. dos Franceses havia uma quadra cimentada, e lá inventamos um jogo de futebol com o grupo de amigos que frequentava a Escola Brasil:
O engraçado é que, se bem me lembro, nenhum dos artistas plásticos participantes da brincadeira tinha muita conexão com o esporte bretão.
Eu sempre fui um perna de pau, isso posso garantir.
Além dos jogadores estavam também a Sakae, mulher do Baravelli e seu filho Zé.


Da esq. para a direita, José Carlos BOI Cezar Ferreira (falecido), eu, Cassio Michalany, Luis Paulo Baravelli, Carlos Alberto Fajardo, Leslie Joseph Murray Gattegno (falecido) e Frederico Nasser (falecido).
Meu irmão Neco também está na foto, de pernas abertas e vestido de branco.
Não tenho a menor idéia de quem tirou as fotos, as cópias em papel apareceram nos meus guardados.

é isso, por fernando stickel [ 8:38 ]

campeões regularidade!!


Domingo, 8 Agosto 2021, Dia dos Pais, começou com um lindo café da manhã enviado pelos meus filhos e arrumado lindamente pela Sandra!



Mario Sacconi (de azul), navegador e eu conquistamos o Primeiro Lugar no Campeonato de Regularidade Interlagos Verde & Rosso 2021!!


Nossa fiel companheira, Mercedes-Benz 280SL 1970, “Pagoda” tratada sempre com muito carinho, não decepcionou em Interlagos! Obrigado ao Zeca e ao Marco que me ajudam a mantê-la impecável!


Os troféus do campeonato.


Sétima e última etapa do Campeonato de Regularidade Interlagos Verde & Rosso 2021!


Segundo lugar na prova de hoje!


Parabéns ao Decio Fantozzi e sua equipe de cronometragem! Fantásticos organizadores do Campeonato!

é isso, por fernando stickel [ 23:12 ]

regularidade em interlagos


Na 6ª Etapa do Campeonato Verde Rosso de Regularidade em Interlagos, Mario Sacconi e eu continuamos liderando o Campeonato, apesar do resultado sofrivel da prova…

é isso, por fernando stickel [ 13:08 ]

regularidade interlagos


Mario Sacconi e eu em ação em Interlagos!


Com a Mercedes-Benz 280SL 1970 conquistamos no domingo 13 Junho o terceiro lugar na 5ª Etapa do Campeonato Verde Rosso de Regularidade.


Atrás de mim, com boné cor de rosa Mario Sacconi, meu navegador.


Assumimos a liderança do Campeonato!

é isso, por fernando stickel [ 10:35 ]

regularidade em interlagos


Quarta etapa do Campeonato de Regularidade Verde & Rosso

é isso, por fernando stickel [ 10:48 ]

regularidade em piracicaba


Terceira Etapa do Torneio Interlagos de Regularidade foi ao autódromo do Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo – ECPA neste fim de semana em Piracicaba, para contornar as limitações da pandemia.

Mario Sacconi, meu navegador e eu saímos às 7 da manhã com um friozinho gostoso rumo a Piracicaba.


A pista é curta e travada, não tão gostosa quanto Interlagos. Demorei para me acostumar e encontrar a rotina dos movimentos idênticos, o Mario com seu relógio Garmin me ajudou no tempo.


Mesmo com o resultado não tão bom desta prova, conseguimos manter o segundo lugar no Campeonato!

é isso, por fernando stickel [ 9:01 ]

regularidade interlagos


Segunda Etapa do Campeonato Verde & Rosso de Regularidade em Interlagos.

Participei ontem, domingo 28 Fevereiro 2021 da segunda etapa do Rallye de Regularidade para automóveis clássicos em Interlagos, promovido pela Verde & Rosso do meu amigo Decio Fantozzi, em parceria com a Super Liga Desportiva de Velocidade e Le Mans Competições.
Conquistei o segundo lugar pilotando sozinho e sem cronômetro a Mercedes-Benz 280 SL 1970, debaixo de chuva torrencial, uma prova desafiadora!


Na chuva tudo muda, a pista estava muito escorregadia e foi difícil encontrar um ritmo adequado e razoavelmente seguro, além de ter que lidar com colegas de prova que insistem em não entender o significado da palavra REGULARIDADE…


Recebendo do meu amigo Wanderley Natali o troféu da Primeira Etapa.


O troféu da primeira etapa em 10 Janeiro, e da segunda em 28 Fevereiro.


No campeonato, com duas provas até agora estou empatado com o Guerreiro, tudo indica uma disputa braba!!!


Foto Sydnei Silveira

é isso, por fernando stickel [ 9:42 ]

regularidade em interlagos


Foto Original Motors, um pouco antes da chuva começar…
Primeiro Lugar na Primeira Etapa Torneio Interlagos de Regularidade!


Hoje, domingo 10/10/2021 ocorreu em Interlagos a primeira prova automobilística da nova década, com duas peculiaridades: Choveu muito forte, com o consequente encerramento da prova e houve desclassificações.

Participei do Rallye de Regularidade para automóveis clássicos em Interlagos, promovido pela Verde & Rosso do meu amigo Decio Fantozzi, em parceria com a Super Liga Desportiva de Velocidade e Le Mans Competições.

No briefing uma das regras repassadas foi o tempo mínimo de volta de 2’45”, assim como o caráter de regularidade da competição.

Um dia cinza, com previsão de chuva a partir das 14:00h. Fechei a capota de lona da minha fiel companheira Mercedes-Benz 280 SL 1970 e repassei mentalmente quais os pontos da pista onde eu deveria melhorar. Eu já sabia que o meu tempo ideal seria por volta de 3 minutos por volta, cerca de 86 km/h de velocidade média.

A largada se deu por volta das 13:20h, o céu foi escurecendo ao mesmo tempo em que eu me concentrava e incorporava as correções planejadas na pilotagem. Por volta das 13:45 os primeiros pingos de chuva e as cabines de fiscalização exibiram a bandeira listrada de amarelo e vermelho, “PISTA ESCORREGADIA”.

Logo em seguida, na curva do Pinheirinho e no Bico de Pato experimentei pela primeira vez pilotando em Interlagos uma chuva cataclísmica, não se via nada, consegui fechar as janelas do carro e segui para a Junção, onde derrapei um pouco e iniciei a subida em direção aos boxes, o limpador de parabrisa no máximo e ainda assim a visão muito difícil.

Na próxima volta, sob chuva intensa, fui me acostumando com a ideia de que para manter a média, precisaria aumentar a velocidade nas retas, e diminuir no miolo, fui me adaptando à nova realidade quando apareceu a bandeira vermelha: PROVA ENCERRADA. Foi atitude correta da direção da prova, impossível pilotar com segurança sob um diluvio.

Valeu muito a experiência de uma prova com chuva, no início com a pista escorregadia, portanto perigosa, a adaptação, a nova estratégia, etc… Foi uma experiência rápida, não mais que duas voltas, com duas bandeiras que experimentei pela primeira vez!

Logo depois do final da prova foram anunciadas as premiações e conquistei o terceiro lugar, subi ao pódio ao lado do meu amigo Wanderley Natali que conquistou o primeiro lugar!

Já em casa, 23:00h surge no grupo de WhatsApp uma observação de que a partir da análise das planilhas analíticas publicadas no site da Verde & Rosso vários carros não respeitaram o tempo mínimo de volta de 2’45”, solicitando ao Decio a revisão dos resultados.

De fato, o regulamento da prova diz o seguinte: “11.8 No briefing será definido qual o tempo limite mínimo para cada volta, e caso o participante efetue mais de 3 voltas abaixo desse limite ele será desclassificado da prova.”


Minha “Pagoda” ao lado da 450 SL do Fernando Leibel, as duas Mercedes pintadas no código 050!


O primeiro resultado divulgado.

Na análise, Decio percebeu que o computador estava regulado para 2’35″como tempo de volta mínima, gerando a confusão, feita a revisão e republicada a planilha de resultados eu galguei ao primeiro lugar!

é isso, por fernando stickel [ 23:28 ]

regularidade em interlagos


Mais uma vez com imenso prazer em Interlagos, templo do automobilismo paulistano, no Rallye de Regularidade promovido pelo Alfa Romeo Clube do Brasil, pilotando a Mercedes-Benz 280 SL 1970!


Na ocasião foi projetado documentário sobre a trajetória do mago dos motores, o Orfeu da mecânica Crispim, que acaba de completar 80 anos de idade!


Um dos motores mais bonitos da história, Alfa Romeo V6


Segundo lugar no Rallye de Regularidade, sem navegador e sem cronômetro, mantendo o mesmo tempo de volta apenas na sensibilidade!!


As fotos da Mercedes na pista são do Sandro Silveira.


Feliz com o resultado!


12 voltas com tempo dentro da margem de um segundo!

é isso, por fernando stickel [ 13:23 ]

corrida de rua em são paulo


Eu de camiseta branca e calção vermelho e minha filha Fernanda, com as mesmas cores do Papai… Estou na esquina da R. Araujo x R. Major Sertório, no centro de São Paulo.

Em 28 Outubro 1979, um dia antes da minha filha Fernanda completar 2 anos de idade, participei, aos 31 anos de idade, da “Primeira Corrida pela Cidade de São Paulo” na distância de 8km, que completei em 45’ 27”. Na minha camiseta o logotipo “und”, do estúdio de design gráfico do qual eu era sócio na época.

Descobri a corrida com cerca de 22 anos de idade, quando comprei o livro do Dr. Keneth Cooper, e fui fazer o famoso teste dos 12 minutos na pista de atletismo do Clube Pinheiros. A partir daí comecei a correr sozinho, fui tomando gosto, corria na praia no Guarujá, até que meu amigo Renato me avisou desta prova, que resolvemos correr juntos. A largada foi no Estádio do Pacaembu, circulamos pelo centro da cidade e a corrida terminou no Pacaembu.

é isso, por fernando stickel [ 9:35 ]

capotar no mar

Como capotei (e desvirei) um veleiro no canal de São Sebastião.

Saí em um Hobie-Cat da praia do Curral na Ilhabela, SP cerca de 16:00h, velejando sozinho e vestindo apenas uma sunga.
O dia estava semi-nublado com sol intermitente e vento moderado, e fui avançando para o centro do canal onde o vento é mais forte.
De fato o vento aumentou, estava muito gostoso velejar… no meio de uma orçada uma rajada mais forte fez o barco capotar, o mastro apontado para o fundo do mar, a pior maneira de capotar.

Aí comecei a fazer a manobra conhecida para desvirar um Hobie Cat, que é fixar um cabo em um dos flutuadores, subir no flutuador oposto e puxar, fazendo uma alavanca usando o peso do corpo. Na teoria é perfeito, só que o vento havia aumentado muito, o sol sumiu por completo e eu comecei a ficar com frio.

Uma, duas, três, dez tentativas e nada. Meus músculos começaram a não reagir mais, eu tremia muito, a forte correnteza me levava rapidamente na direção de um enorme petroleiro ancorado no meio do canal, o medo me fez continuar nas tentativas de desvirar o veleiro.

Finalmente, quase exausto consegui desvirar o barco, já quase em cima do petroleiro, que imenso e preto me ameaçava na tarde que escurecia. Consegui escapar do monstro, fiz o bordo e tentei voltar para a Praia do Curral. A estas alturas a correnteza fortíssima já havia me levado pelo menos uns dez km em direção ao Norte da Ilha, e mesmo velejando a todo pano, ainda assim eu ia para trás, perdendo terreno, cada vez mais distante da praia do Curral.

Tomei a decisão, embiquei em direção à terra firme e parei na Praia do Pinto, com as últimas forças baixei a vela e puxei o barco para fora do alcance das ondas.
Enregelado e tremendo muito subi os degraus para a casa do meu tio Ernesto George Diederichsen e voltei à civilização, no dia seguinte voltei para buscar o Hobie Cat.

hobie
Sobrou da experiência a importante lição: NUNCA DESAFIE O MAR!!!!! Não saia sem roupa adequada e equipamento de segurança, o tempo pode virar, você é um nada na natureza…
Divirta-se com responsabilidade, o medo que passei nesta aventura me serve de alerta até hoje.

é isso, por fernando stickel [ 16:47 ]

mercedes-benz: ascensão


Muitos anos atrás, no finalzinho do século XX comentei com meu mecânico Gigante que estava com vontade de comprar um carro clássico, possivelmente uma Mercedes-Benz.
Passados alguns dias ele me ligou e disse:
– Fernando, o carro já encontrei, agora é com você! Na sequência ele me passou o endereço da Auto Mercantil Paulista no centro da cidade.
Lá chegando encontrei a dica do Gigante, uma lindíssima Mercedes-Benz 500 SL 1986, impecável em sua pintura azul marinho com estofamento caramelo e capota de lona azul, com apenas 18.000km!
Negociei, comprei e saí feliz da vida com aquela poderosa máquina!
Marinheiro de primeira viagem nos carros clássicos, não me preocupei muito com a origem do carro, sua documentação, sabia apenas que o vendedor era um figurão na organização SBT do Silvio Santos.
Inevitavelmente minha personalidade caprichosa iniciou imediatamente os necessários ajustes e melhorias, o carro era muito pouco rodado, sofria de conhecidas sequelas de pouco uso, o escapamento por exemplo estava em muito mal estado, então mandei vir um novo original, os bicos de injeção também foram substituídos, e assim pouco a pouco o carro voltou à sua glória original: Motor V8 com 245 hp, câmbio automático de 4 marchas, freios a disco assistidos, ABS, airbag, ar condicionado, cruise control, enfim, todas as amenidades.


Cerca de 1997, com meu filho Arthur e a Mercedes na R. Ribeirão Claro.


O carro veio com os manuais, chave reserva, tudo direitinho!
Usei o carro com imenso prazer, até que um dia em Novembro de 1998, indicado pelo meu grande amigo Anisio Campos (1933-2019), participei pela primeira vez de uma competição automobilística, o rallye de regularidade “Interlagos Classic Endurance” promovido pelo MG Club.
Fiz a inscrição no clube, e lá fui eu, novato total no assunto, “rubbing shoulders” com a elite dos colecionadores de carros clássicos em São Paulo, muito bem introduzido pelo Anisio!


Anisio Campos e eu em Interlagos.


Feliz e orgulhoso com o 9º lugar em minha primeira competição!


Alguém me emprestou um capacete amarelo!


Bons tempos em que pilotos e colecionadores como Jan Balder, Sergio Magalhães, Antonio Marranghello, Roberto Haberfeld, Baby Maia Rosa, Edgard Saigh, Rodolfo Pirani, e Alcides Diniz punham suas máquinas para rodar… e eram máquinas como Ferrari, Porsche, Mercedes-Benz, Jaguar, Lancia, BMW…

é isso, por fernando stickel [ 10:21 ]

salto

“Aquilo que fica das atividades humanas não é o que serve, mas o que emociona”.
Le Corbusier

Pouco antes de completar 39 anos de idade resolvi me dar um presente: Um salto de para-quedas!!
Me informei onde e como, marquei e fui! Não contei para ninguém, era uma curtição só minha!

Sábado, 26 setembro 1987, amanhece glorioso. Ligo para Campinas e confirmo o salto. Tomo café e parto sozinho.
São quase duas da tarde. A porta do avião se abre.
Estamos a 10.000 pés, em pleno domínio dos Deuses, acima do ar sujo, acima de tudo.
O ar frio invade a cabine e eu me arrependo de não ter colocado uma camisa por baixo do macacão. Outro instrutor e seu aluno saltam pela porta aberta e eu espio dois pontos que desaparecem muito rapidamente.
O ar frio invade meu estômago. Butterflies…
Já estou de capacete, óculos e me ajoelho ao lado da cadeira do piloto.
Pedro Hilu, meu instrutor, se conecta aos meus arreios e passamos a ser um único volume de 170 kg.
Pé direito para fora do avião. Mão direita no montante da asa.
Mão esquerda na alça da porta.
Quatro pés no estribo do Cessna, motor reduzido, velocidade de 80 mph.
Olho para a frente e vejo o céu. Azul.
O sol brilha e o vento é gelado. Estamos totalmente fora da cabine.
A sensação é muito clara: Não vai dar para voltar atrás.
Pedro diz: “Cruze os braços”, eu solto as duas mãos e agarro meus arreios.
Ele diz: “Pernas pra cima” e já estou pendurado nele. Nisto, a vertiginosa aceleração. Estamos caindo. Perco o fôlego.
Meu coração dispara.
Sinto medo? Não sei se é medo ou excitação ou apenas uma brutal descarga de adrenalina nos canos. Sinto algo
vertiginosamente forte e brutal.
Talvez meus braços cruzados aumentem a sensação de impotência.
Sou uma pedra, um saco de batatas. Quem está voando de braços e pernas abertos, como se vê nos filmes, é o Pedro, grudado em cima de mim. O barulho do vento é infernal. Quando começo a me acostumar com a queda livre a 200 km/h, um violento tranco, os arreios se afundam nas minhas coxas, as pernas voam para a frente e pronto!
Estamos voando. Solto gritos. Estou excitadíssimo.
Pedro me passa os manetes de comando.
Dada a carga dupla, os comandos serão feitos a quatro mãos (e quatro braços).
Fazemos curvas para a esquerda, para a direita, ficamos girando como um carrossel, treinamos duas ou três vezes o procedimento de pouso.
As construções crescem. Estamos em cima dos hangares do Aeroclube. Na área de pouso pessoas correm em nossa direção.
O vento acaba, a biruta murcha, usamos toda nossa força para frear o enorme pára-quedas quadrado, azul-claro e azul-escuro.
Toco o chão e imediatamente percebo que aterrizamos sem muita classe. Amontoados no chão, no meio da poeira, cobertos de cabo e velame, dou gargalhadas.
Eu fiz!
Não é preciso ter coragem.

É preciso ter vontade.


Alguns exercícios e simulações no solo antes do vôo.


A aproximação para o pouso.


Comemorando com o Pedro!

é isso, por fernando stickel [ 22:30 ]

arthur e erico


Meu pai Erico e meu avô Arthur Stickel, no Sport Club Germania em 1933.
Meu avô foi presidente do clube de 1933 a 1942, em sua gestão foi construido o conjunto de piscinas, em 1942 o clube passou a se chamar Clube Pinheiros.
Eu nunca cheguei a jogar tênis direito, tentei, bati muito paredão, mas na hora do jogo sempre foi um desastre… ao contrário do meu pai e avô que chegaram a jogar direitinho…

é isso, por fernando stickel [ 11:08 ]

porsche 911 s


Torneio Interlagos de Regularidade promovido pelo Jan Balder, no sábado 21 Dezembro 2019.


Porsche 911 S 1975 “Silver Anniversary Edition”


Fotos by Original Motors

é isso, por fernando stickel [ 9:34 ]

torneio interlagos de regularidade


Participei do Torneio Interlagos de Regularidade promovido pelo Jan Balder, no último sábado 21 Dezembro 2019.
Me inscrevi no torneio com a Mercedes, mas na hora H mudei e fui com o Porsche.
Pela primeira vez fiz uma prova de regularidade sem navegador, e sem cronômetro, baseado no conta-giros e na sensibilidade, ou seja, fazer tudo igual em todas as 15 voltas, e obtive um surpreendente sexto lugar em um total de 68 participantes!

Todo o equipamento necessário, câmbio mecânico e conta-giros!


Máquina perfeita: Porsche 911 S 1975 “Silver Anniversary Edition”


Janelas abertas para ventilar!


O orgulhoso piloto!


A tchurma!


Com o novo regulamento ficou valendo como referência o tempo obtido na terceira volta. Então o que fiz?
Fui mantendo rigorosamente a rotina de marcha e giros desde a primeira volta, e confiei no resultado!
Os tempos muito fora do padrão nas voltas 6 a 9 se deram por bandeira amarela…


Esqueceram de trocar a Mercedes pelo Porsche no sistema, mas se eu estivesse com a Pagoda, estaria em segundo lugar entre as Mercedes!

é isso, por fernando stickel [ 8:43 ]

rallye internacional


Participamos do XIX Rallye Internacional promovido pelo Classic Car Club RS em Porto Alegre e Torres, RS. Primeira Etapa 22 Novembro, Segunda Etapa 23 Novembro 2019.
Sandra navegadora e eu piloto na Mercedes-Benz 280 SL 1970, que mais uma vez se comportou impecavelmente!


Conquistamos o segundo lugar na categoria!


O grupo de paulistas em Torres.


Sandra e eu abarrotados de troféus!


Esta máquina maravilhosa ganhou um troféu especial, o mais lindo e perfeito carro convidado!


Visitamos lugares especiais, como o Morro da Borussia, de onde se avista o Parque Eolico de Osorio e a cidade de mesmo nome.


Agradecimento muito especial ao Marcelo Mantelli e sua esposa Simone, anfitriões perfeitos, que nos cubriram de gentilezas!


E ainda, de quebra, levamos o segundo lugar no XI CBR – Campeonato Brasileiro de Regularidade Histórica 2019!!!!


O troféu do segundo lugar!

é isso, por fernando stickel [ 9:04 ]

biathlon shp


Conquistamos o Primeiro Lugar na categoria 55+! Paulo Monteiro correu 4.000 m e eu nadei 500 m no Biathlon da Sociedade Hípica Paulista, dia 20 Novembro.


A equipe de natação com os professores Juliana de natação e Silvio do fitness.


Os resultados. Meus últimos tempos nesta prova foram:

2019 – 12:56 (Novembro)
2019 – 12:32 (Maio)
2012 – 11:51
2011 – 11:33
2010 – 11:40
2009 – 12:24
2008 – 11:25
2007 – 11:11

é isso, por fernando stickel [ 21:14 ]