aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Conheci a fotógrafa Beatriz Schiller em Nova Iorque quando morei lá em 1985. Éramos vizinhos da 18 Street, ela no East e eu no West.

Naquela época eu me dedicava 100% às artes plásticas e produzi uma série de trabalhos, que a Beatriz fotografou.

A vida seguiu e quase 40 anos depois voltamos a nos falar agora, que ela veio ao Brasil para o lançamento de seu novo livro.

Aproveitamos para trocar nossos livros, Beyond the Flag x Clássicos. Obrigado Beatriz, adorei!

é isso, por fernando stickel [ 15:58 ]


Covidei… Muito cansaço, muito sono e o corpo doído… Graças às 4 doses da vacina os sintomas são só esses, meu pulmão está limpo e o nariz desentupido, apetite normal. Largado no sofá o dia inteiro, sem vontade de fazer nada, cochilando. Assisti alguns jogos do torneio de Wimbledon e ontem à noite assisti Taxi Driver, filme de Martin Scorcese de 1976.

A primeira coisa que me impactou no filme foi a trilha sonora, perfeita! Eu conheci New York um pouco depois dos anos 70 retratados no filme, quando morei lá em 1984/1985, mas a cidade é a mesma, e a música me levou de volta para lá!

O autor da trilha é Bernard Herrmann (1911-1975) que faleceu de ataque cardíaco poucos dias após concluir o trabalho.

O filme se sustenta perfeitamente do alto de seus 46 anos de idade, é maravilhoso! Robert de Niro impecável, é tudo perfeito, e a trilha sonora é mais um personagem, tão importante quanto todos os outros!

é isso, por fernando stickel [ 9:11 ]

Estes são alguns dos objetos que utilizarei nas minhas aulas de “Desenho de Observação”
A principal ferramenta necessária ao bom desenho não é a mão ou o lápis, é o OLHO, é necessário aprender a VER para registrar no papel aquilo que você VÊ! Outros modelos de diversas texturas e materiais serão utilizados, inclusive teremos uma aula com modelo vivo.

Mesmo quem acha que “não leva jeito”, vai descobrir que desenho é uma técnica, e sua conquista se dará em um ambiente descontraído e sob orientação individual.
O curso acontecerá no Espaço Fundação Stickel na Vila Olímpia em São Paulo, R. Nova Cidade 195 de 5 Julho a 23 Agosto, terças feiras das 14 às 16:30h Informações detalhadas AQUI.

Este curso inaugura uma nova modalidade de atividades da Fundação Stickel voltada para a captação de recursos. Por meio da doação dos seus participantes no momento de inscrição, tem por finalidade arrecadar fundos para a manutenção e expansão dos projetos de impacto social que realizamos gratuitamente. Assim, a taxa cobrada será revertida para os cursos de arte gratuitos que oferecemos em instituições parceiras. Ao abraçar esta causa, você fortalece a nossa missão. ARTE TRANSFORMA!

Haverá também em um sábado à tarde visita ao atelier do artista plástico Luis Paulo Baravelli.


Espaço Fundação Stickel preparado para o curso. Nas paredes fotos de 1970 da Escola Brasi:

é isso, por fernando stickel [ 14:37 ]


Copiei do Ancelmo:

O Brasil perdeu duas mulheres extraordinárias em menos de uma semana: Ilka Soares, 89 anos, e Danuza Leão, 88 anos. Nesta foto elas elas estão juntas num comercial dos anos 1970. Foi no lançamento do cigarro “Charm”, destinado ao público feminino.


Em 1955 Samuel Wainer (1910-1980) segura nos braços sua primeira filha Pinky, ao lado da mulher Danuza Leão. Foto acervo Pinky Wainer.

Leia AQUI o brilhante perfil de Danuza por Ruy Castro.

é isso, por fernando stickel [ 14:52 ]


Os primos Mercedes e Porsche foram visitar o tio Zeca na A.M.Marcelo. A Mercedes-Benz 280 SL 1970 aproveitou para trocar os sapatos…


As rodas de ferro originais do carro, pesando cada uma 9,7 kg foram substituidas por rodas de alumínio originais, muito raras, pesando apenas 4,6 kg cada. Os benefícios são vários:
– Diminuição de 20,4 kg do peso total do carro, cerca de 1,6%, o que bem ou mal influencia no consumo de combustível.
– Melhor dirigibilidade, aceleração e frenagem, pela redução da inércia no conjunto roda+pneu.
– Preservação da suspensão e freios, pela redução da massa não suspensa, ou peso não suspenso.
– O desenho das rodas com furos, proporciona melhor dispersão do calor, preservando os freios.
– Preservação estética, as calotas originais são preservadas.

A operação para comprar as rodas no E-bay e trazê-las foi longa e cara, mas valeu a pena!

é isso, por fernando stickel [ 9:14 ]


Faleceu Luiz Carlos Fagundes (5/4/1937- 13/6/2022), o Tigrão, aos 85 anos.


Em sua querida Angra dos Reis.

No domingo 21 Junho 1970 a Seleção Brasileira conquistou no Estádio Azteca, da Cidade do México o terceiro título da Copa do Mundo de Futebol, com uma vitória de 4 x 1 sobre a Itália.

O êxito ocorreu em plena ditadura militar (1964–1985), na gestão do Presidente e General de Exército Emílio Garrastazu Médici (1905–1985).

Eu tinha 21 anos de idade, cursava a FAUUSP e namorava há cerca de dois anos com a Alice. Assistimos ao jogo na casa do pai dela, José Kalil, na R. Martiniano de Carvalho no bairro do Paraíso.

Ao término do jogo o Tigrão, namorado da Dulce, irmã mais velha da Alice, me arrancou do exultante ambiente familiar, me enfiou em um carro vermelho conversível, e saímos em alta velocidade, eu segurava um mastro com a bandeira brasileira.

Descendo a R. Martiniano de Carvalho encontramos uma multidão comemorando no meio da rua, naquela região haviam várias pequenas favelas, eu nem percebi, mas minha bandeira foi arrancada das minhas mãos por um daqueles felizes brasileiros. Tigrão freou imediatamente o carro, saltou e foi atrás do ladrão de bandeira, mergulhando no cortiço.

Eu fiquei sentado no carro, atônito, mal me dando conta do que havia acontecido, a turba se aproximou e cercou o carro, e eu sem saber o que fazer… Finalmente o Tigrão reapareceu com a bandeira na mão, e retomamos nosso passeio!

Ele era assim, intenso, imprevisível, brincalhão, e tínhamos em comum o gosto pelas máquinas, pelos carros velozes! Certa feita ele me deu uma carona para o Guarujá em um Renault “Rabo-Quente” preparado para corridas…


O “Rabo-Quente” com o logotipo de sua oficina, a Torke. A oficina ficava na Vila Buarque, ao lado da Santa Casa.

é isso, por fernando stickel [ 20:36 ]

Sandra me envia direto da Tate Gallery as imagens das sublimes pinturas de Rothko. Sobre elas escreveu Lori Zimmer em 2017:

The Four Seasons Restaurant is one of the swankiest places to have a meal in New York- so swanky that Mark Rothko (1903-1970) decided he didn’t want his paintings hung there.

Rothko’s Seagram Murals were commissioned by the Mies van der Rohe and Philip Johnson designed restaurant before it opened in 1959. Rothko being the spit fire he was, accepted the commission and vowed to create “something that will ruin the appetite of every son-of-a-bitch who ever eats in that room.” But in actuality, the painter was so disgusted by the pretentious air in the Four Seasons, that he decided to pull the paintings all together.

The pieces now hang at London’s Tate Gallery, Japan’s Kawamura Memorial Museum and the National Gallery of Art in Washington, D.C.


The Rothko Room of the Kawamura Memorial DIC Museum of Art
© 1998 Kate Rothko Prizel & Christopher Rothko / ARS, New York / JASPAR, Tokyo?G2707


Mark Rothko, Untitled (Seagram Mural sketch), 1959, oil and mixed media on canvas, Gift of The Mark Rothko Foundation, Inc. Copyright © 1997 Christopher Rothko and Kate Rothko Prizel, 1986.43.156


Artigo curto e interessante sobre Mark Rothko AQUI.

é isso, por fernando stickel [ 7:57 ]


Romeu Loureiro Ferreira Leite Jr. Foto: Bruna Guerra/Divulgação/SHP

Assunto sério e polêmico, envolve um sócio da Sociedade Hípica Paulista, com muita visibilidade, pois foi seu presidente por dois mandatos consecutivos, total de 6 anos. Romeu sempre foi uma presença constante no clube, e durante sua gestão muitas coisas boas foram feitas, o clube foi inteirinho reformado, pintado, inúmeras melhorias implantadas.

Como sócio da Hípica Paulista, e arquiteto, acompanhei as reformas, muitas vezes Romeu me pediu palpites, sobre isso, sobre aquilo, mas na verdade ele fazia tudo exatamente do jeito dele. Na área do meu interesse, que é o fitness, spa e a piscina não houve jeito de convencer o Romeu a fazer a coisa certa… Até hoje é impossível usar a piscina nos meses de inverno, o aquecimento não dá conta…

Com a descoberta de seus “malfeitos” a coisa toda mudou de aspecto. Grupos de sócios se mobilizaram a favor e contra o ex-presidente, mais importante, um grupo exige transparência, um abaixo assinado circulou recentemente entre os sócios (eu e minha mulher Sandra Pierzchalski assinamos) solicitando à diretoria divulgação dos resultados da auditoria, o que até agora não ocorreu.

Acho que a Diretoria e o Conselho do clube deveriam se comprometer claramente com uma apuração rigorosa e transparente dos fatos, e a eles dar ampla divulgação. As punições internas cabíveis e mesmo processo administrativo e/ou criminal se seguiriam, respeitando as regras.

É intolerável e injurioso ao sócio que cumpre com suas obrigações a manutenção do um clima “O assunto é tratado com sigilo pelo Conselho”, e o investigado continua a frequentar o clube.

A matéria do Estadão assinada por Rayssa Motta foi publicada on-line ontem, 4 Junho de 2022, a seguir a íntegra:

Auditoria atribui desvios e abusos a ex-presidente da Hípica Paulista
Romeu Loureiro Ferreira Leite Jr, que presidiu o tradicional clube de São Paulo entre 2015 e 2021, é acusado também de assédios por funcionários e pode ser expulso e perder o título remido; ele tem 15 dias para apresentar defesa; seu advogado refuta com veemência as acusações

O ex-presidente da Sociedade Hípica Paulista (SHP), Romeu Loureiro Ferreira Leite Jr, foi acusado de assédio moral e sexual por funcionários do clube, um dos mais tradicionais e exclusivos de São Paulo, cujos títulos custam em torno de R$ 68 mil. Ele também foi colocado no centro de suspeitas de abuso financeiro.
As denúncias apareceram em uma auditoria interna que apontou uma série de irregularidades na conduta do empresário. Sócio do clube há 50 anos, ele corre o risco de ser expulso e, com isso, perder o título remido. O conselho da Hípica, composto por 30 sócios eleitos, ainda vai deliberar sobre o caso em uma reunião extraordinária que não tem data marcada.

Uma comissão de sindicância, formada por cinco conselheiros, foi criada por orientação da assessoria jurídica do clube para analisar o material levantado na auditoria e será responsável por sugerir uma eventual punição. O procedimento envolve a tomada de depoimentos de testemunhas e do próprio Romeu, que recebeu prazo de 15 dias para apresentar sua defesa. A partir do relatório final da comissão, o conselho do clube colocará em votação o destino do ex-presidente.

Procurado pela reportagem, o advogado Gerson Mendonça, que representa Romeu no caso, disse que os fatos foram “auditados de forma unilateral” e que são “absolutamente inverídicos”. Também afirmou que é “leviana e prematura qualquer conclusão desabonadora” contra o cliente dele.
O Estadão teve acesso ao relatório com as conclusões da auditoria. O trabalho durou cinco meses e foi entregue no final de abril por uma empresa especializada contratada pelo clube após as primeiras denúncias de funcionários. O documento dá o pontapé no processo interno de investigação.

Romeu foi presidente da Hípica Paulista por dois mandatos consecutivos. Foto: Bruna Guerra/Divulgação/SHP
A auditoria diz ter encontrado indícios do favorecimento de empresas de familiares, amigos e sócios da Hípica nas contratações. Também teriam sido localizados gastos pessoais no cartão corporativo e uso do estoque de produtos e suprimentos do clube para consumo pessoal. O documento lista desde comida até álcool em gel e fita isolante que teriam sido usados sem pagamento. Ainda segundo a apuração preliminar, Romeu obrigava funcionários de manutenção, eletrônica, segurança e TI a prestarem serviços na casa dele no horário do expediente.
Outro ponto abordado é a consumação no restaurante da Hípica. Os funcionários entrevistados dizem que Romeu mandava retirar itens da conta e, quando recebia convidados, incluindo amigos e familiares, mandava as cobranças para o centro de custo de marketing do clube.
“Romeu tinha por hábito não pagar seu consumo do mesmo dia e quando era notificado por algum funcionário do restaurante, deixava o funcionário ‘plantado’ por 20 ou 30 minutos, sem atendê-lo. Quando atendia, informava que não ia pagar, alegando que não tinha consumido os alimentos ou bebidas”, diz um trecho do documento. Ele também teria deixado de pagar pelo menos R$ 74,6 mil em ração de seus cavalos.
O relatório aponta ainda supostas regalias para sócios inadimplentes em troca de apoio nas eleições internas e indícios da venda de títulos com desconto para amigos e familiares. Outro questionamento gira em torno da troca das lâmpadas do picadeiro, que segundo o documento haviam sido substituídas menos de um ano antes, ao custo de R$ 1 milhão.
Os relatos gravados de nove funcionários e ex-funcionários também apontam uma suposta rotina de agressões verbais, intimidações, xingamentos, humilhações, racismo, gordofobia, xenofobia e assédio sexual.
O documento diz que Romeu “tinha predileções por pessoas brancas e magras”, o que ele chamaria de “padrão Hípica”, e “não gostava de contratar pessoas gordas” ou LGBTQIA+. Os funcionários relataram ter ouvido, além de xingamentos, frases como: “Se você voltar gorda, eu te mando embora”, “Quanto você pesa?”, “Olha o tamanho daquele cara, não dá para ele ficar andando no clube desse jeito”, “Baiano não gosta de trabalhar” e “Veadinho”. Todos os trabalhadores ouvidos disseram que cogitaram pedir demissão por causa da “pressão psicológica diária” e do ambiente de trabalho “tóxico”. A auditoria também traz relatos de supostos episódios de assédio sexual.

Títulos na Sociedade Hípica Paulista custam em torno de R$ 68 mil.
Romeu foi presidente do clube em dois mandatos consecutivos, de 2015 a 2021, e vice-presidente até romper com o sucessor no ano passado. Em sua gestão, demitiu 518 funcionários. O quadro total de pessoal da Hípica é de 360 colaboradores – ou seja, é como se tivesse mandado embora todos os funcionários e depois demitido quase 70% dos substitutos. Segundo relatos, tudo era motivo para mandar embora colaboradores. Uma funcionária com quatro anos de casa teria sido demitida porque “engordou”. Os acordos em rescisões trabalhistas fechados entre janeiro de 2018 e dezembro de 2021 giram em torno de R$ 2,5 milhões, aponta levantamento da auditoria, sendo que 88% das dispensas ocorreram sem justa.
Mais de cem sócios do clube subscreveram um abaixo-assinado pedindo acesso ao relatório da auditoria. Por enquanto, o procedimento corre sob sigilo.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO GERSON MENDONÇA, QUE REPRESENTA ROMEU
“Os fatos ventilados na auditoria estão submetidos a comissão de sindicância da SHP. O Sr. Romeu Loureiro Ferreira Jr. apresentará cabal defesa perante a sindicância interna da SHP, demonstrando a absoluta inveracidade dos fatos auditados de forma unilateral. A própria sindicância da SHP, após a apresentação da defesa de Romeu e procedimento interno previsto pelo Estatuto Social da SHP, deliberará sobre os fatos ventilados na auditoria, sendo absolutamente leviana e prematura qualquer conclusão desabonadora tanto com relação ao Sr. Romeu Loureiro Ferreira Leite Jr, quanto com relação a Sociedade Hípica Paulista, clube da mais alta honorabilidade.”

COM A PALAVRA, O PRESIDENTE DA SOCIEDADE HÍPICA PAULISTA, FERNANDO SAMPAIO FERREIRA FILHO
“Em outubro de 2021, o Conselho Deliberativo recebeu um relatório elaborado por um grupo de funcionários apontando uma série de supostas irregularidades cometidas pelo vice presidente, Romeu Loureiro Ferreira Leite Junior. No intuito de amparar os funcionários e evitar injustiças, determinaram a contratação de uma empresa de auditoria investigativa.
O relatório foi apresentado ao Conselho e aprovado por maioria, no mês de abril de 2022. Em seguida, foi instaurada uma Comissão de Sindicância para conduzir o processo.
O assunto é tratado com sigilo pelo Conselho.
Em nome da diretoria executiva, determinei de imediato que fossem tomadas todas as medidas para amparar os funcionários que efetuaram as denúncias e reforçamos nosso apoio aos membros do Conselho Deliberativo.”

é isso, por fernando stickel [ 14:53 ]


Conheci a fotógrafa Beatriz Schiller em New York quando lá morei, 1984-1985. Éramos vizinhos da mesma rua, ela 18E e eu 18W…
Hoje conversamos longamente ao telefone, ela está no Brasil para o lançamento de seu livro “Beyond the Flag”

é isso, por fernando stickel [ 17:19 ]

Tenho um amigo boliviano, colega de classe no Colégio Visconde de Porto Seguro, seu nome Manuel Ramiro Iturralde Jahnsen (Manuco), seu irmão mais velho Francisco Xavier Iturralde Jahnsen também estava no colégio. A família morava em Higienópolis na R. Alagoas 162, e nós nos frequentávamos.
Seus pais eram o arquiteto Alberto Iturralde Levy e Ethel Mary Jahnsen de Iturralde.
Recebi do Francisco a seguinte mensagem:

Prezado Fernando,

Muito obrigado por seus envios da Fundação Stickel. Ela realmente faz um trabalho de aplaudi-los sem parar. Aproveito também esta oportunidade para te enviar as minhas saudações, estendidas aos tuas irmãs e irmão a quem não vejo. Parece-me muito generoso de toda essa vida que levam, que a nossa querida e sempre lembrada Dona Marta está em seus 95 anos com boa saúde e aparência. Tenho uma irmã francesa dessa idade, também, mas com apenas um olho, um ouvido e tontura. Encontrei depois que meu querido pai RIP faleceu em 1975. O encontro foi em 2016, baseado em uma fotografia que deixou da minha irmã quando ela tinha 2 anos. Fui a Paris com minha esposa e a abracei com muito carinho, ela tinha 88 anos e se chamava Nathalie Solotowsky. Foi incrível vê-la e tocá-la. Levei-a para visitar o túmulo de meu avô paterno no Montparnasse Henry Levy Mey que morreu em 1941 em Paris, fugindo dos nazistas. Falo ao telefone com minha irmã por uma hora todos os domingos. Com o meu irmão Manuel Ramiro, Manuco, falo com ele ao telefone uma vez por mês, após a morte da minha querida mãe Mary Jahnsen RIP. O meu primo irmão Daniel Iturralde vae enviarte o seu projecto para uma fundação, NUNA, que funciona há vários anos, para que possam trocar opiniões. Um grande abraço para toda sua família e um especial para você.

é isso, por fernando stickel [ 14:43 ]

é isso, por fernando stickel [ 9:07 ]


Retomando atividades presenciais, a Fundação Stickel promove curso gratuito de estamparia com a educadora Ivone Rigobello na Associação Crescer Sempre, na Comunidade Paraisópolis

é isso, por fernando stickel [ 11:35 ]


Minha mãe Martha sempre se referiu com carinho ao Restaurante Le Casserole no centro de São Paulo, minha sogra Dionice recém operada e querendo sair de casa, e a chegada na família da fabulosa Mercedes-Benz 560 SEL 1989 ensejaram um programa conjunto!


Almoço de domingo no Le Casserole, programa paulistano clássico! Martha, eu, Sylvia, Erinaldo, Sandra, Dionice.


O conforto da “Baleia” para 5 adultos!

é isso, por fernando stickel [ 9:11 ]


Marcelo Pallotta, Xenia Roque Benito e eu.

A exposição “OLHAR 70’ uma pequena coleção particular” ficará em cartaz na Galeria MaPa até 23 Junho.
Segunda a sexta-feira das 10 às 18h, sábado com agendamento. Rua Costa 31 (estacionamento R. Bela Cintra 374)
Pinturas, desenhos, esculturas e gravuras de Wesley Duke Lee, Frederico Nasser, Luis Paulo Baravelli, Cassio Michalany, Dudi Maia Rosa, Evandro Carlos Jardim, José Carlos BOI Cezar Ferreira, Maciej Babinski, Plinio de Toledo Piza, Sergio Lima e Fernando Stickel. @galeriamapa

A seguir imagens da inauguração no sábado 7 Maio.


Edo Rocha, eu e Claudio Furtado.


Ana Maria Stickel, Sylvia Stickel, Luiz Villares e Isabela Prata.


Macaparana e a tela de Baravelli.


Sylvia Stickel, Marcos Aspahan, Claudio Furtado, eu, Eneida Ferraz e Plinio Toledo Piza.


Geral da galeria.


Sylvia Stickel e Sandra Pierzchalski.


Claudio Ferlauto e Carlos Perrone.


Martha Stickel, aos 95 anos… com a tela de José carlos BOI Cezar Ferreira


Com o colecionador Orandi Momesso.


(foto Marcos Aspahan) Com Plinio de Toledo Piza Fº


(foto Marcos Aspahan) Memorabilia!

é isso, por fernando stickel [ 10:30 ]


Evento Car-Food-Trip reune dezenas de carros clássicos, principalmente Jaguar, na Fazenda Primavera, vizinha do Condomínio Baroneza.
Sandra e eu fomos com a Mercedes-Benz 280 SL 1970!


Meu pai Erico teve um Jaguar Mk V igual a este, lembro perfeitamente do cheiro do carro, do couro “Connoly”!


Algumas Mercedes no evento.


O E Type mais chique tinha “Rudge Wheels”


Impressionante coleção de carros top!

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Bar e buffet impecáveis!

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Jaguar XK 150 em uma cor única!

é isso, por fernando stickel [ 16:24 ]

70′ uma pequena coleção particular

A paixão pela arte transmuta-se na paixão do colecionador.

Amalgamento de fazeres, pensares, e contemplares. Muita gente fazendo arte conhecendo o trabalho de muita gente, referências cruzadas em uma São Paulo muito circulável.

Alquimia de amizades, mestres, artistas, curiosos e amantes, no recorte temporal, geográfico, afetivo e quiçá intelectual em que todas essas coisas assumem uma CARA, a cara dos Anos 70

Pinturas, desenhos, esculturas e gravuras de Wesley Duke Lee, Frederico Nasser, Luis Paulo Baravelli, Cassio Michalany, Dudi Maia Rosa, Evandro Carlos Jardim, José Carlos BOI Cezar Ferreira, Maciej Babinski, Plinio de Toledo Piza, Sergio Lima e Fernando Stickel.

Galeria MaPa e Fernando Stickel convidam para a exposição “OLHAR 70’ uma pequena coleção particular”
Abertura sábado, 7 maio das 11:00 às 18:00h. Rua Costa 31 (estacionamento R. Bela Cintra 341) De 7 maio a 23 junho


Catálogo da exposição disponível na galeria.

é isso, por fernando stickel [ 16:39 ]


Minha mãe Martha em seu canto predileto, olhando para o Clube Pinheiros.

é isso, por fernando stickel [ 11:49 ]


No Encontro Brasileiro de Autos Antigos, em Águas de Lindóia, SP, a convivência com os amigos Carlos Alberto Costa e João Rodrigues.


A área do Alfa Romeo Clube.


Com meu amigo Julio Berriel.


A turma toda na selfie do Ricardinho Prado Santos.


A cidade no alvorecer.


A máquina que me levou a Lindóia: Porsche 911 S 1975!

é isso, por fernando stickel [ 11:24 ]