aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Quem gosta de carro antigo vai entender este post no seu mais completo significado.

Você compra um carro que você gosta muito, no caso um Porsche 911S 1975, Silver Anniversary Edition (a primeira série especial da Porsche) Aí você investe cerca de 10 anos, e muito dinheiro, aprimorando o carro, reformando, ajustando, pintando, encontrando o tecido certo para o estofamento, andando com o carro, corrigindo defeitos, encontrando os pneus corretos, participando de provas, andando mais, etc… etc…

O carro está perfeito, lindo, anda bem, o ar-condicionado gela, o rádio Blaupunkt e tudo o mais funciona perfeitamente, o barulho do motor te envolve e te seduz, na estrada ele se comporta como um kart, grudado no chão, ou seja, uma delícia!

No dia 1 maio você vai trabalhar a máquina em uma linda tarde de outono, tudo perfeito, tem prazer maior que esse?

E tem mais, esta joia está à venda, veja AQUI.

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]


Jimmy à esquerda, Bolt à direita

Quem anda de bicicleta sabe que existe uma velocidade mínima onde você ainda tem controle, abaixo dessa velocidade você pode perder o controle e cair.

Na minha caminhada diária com Jimmy e Bolt tem acontecido algo similar. Meus cães estão ficando velhos, o Jimmy tem 14 anos e o Bolt 12, eles andam cada vez mais devagar e levam mais tempo cheirando e explorando. O Bolt muitas vezes para no meio da caminhada e fica parado, só olhando, preciso praticamente arrastá-lo para recomeçar a caminhada.

A minha caminhada também piorou, principalmente por questões de equilíbrio, sequelas da minha cirurgia de coluna em 2024, andar muito devagar, à semelhança da bicicleta, acaba gerando desequilíbrios.

Aí é que a coisa pega, os três velhinhos tem que achar uma maneira de realizar a caminhada diária sem que eu leve um tombo (já aconteceu…) e que o ritmo seja minimamente aceitável. Estamos trabalhando nisso!!!!

A prova científica do que descrevi acima está no recurso do Iphone que mede a assimetria ao caminhar. Minhas caminhadas sem os cães tem cerca de 2 a 3% de assimetria, hoje, nesta caminhada lenta, a assimetria aumentou quase oito vezes!!!

é isso, por fernando stickel [ 9:40 ]

Visita da 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social a instituições do Terceiro Setor na cidade do Rio de Janeiro em 26/6/2009.

Eu mal acredito que já são 17 anos desde a conclusão deste MBA!!!


A turma toda no Parque Lage

é isso, por fernando stickel [ 22:53 ]


O documento para pagamento do prêmio com QR Code, que não serve para nada

Joguei num bolão no site da Loterias Online da CAIXA e ganhei R$320,00. Fiquei contente e fui resgatar o prêmio, o que normalmente ocorre com crédito no Mercado Pago, também on-line. Para minha surpresa a instrução foi para receber o prêmio na agência.

Segunda-feira de manhã vou à agência da Caixa Econômica Federal na R. Affonso Brás, entro no térreo em um salão imenso todo branco e vazio, com apenas uma mesa e uma simpática atendente, ao fundo, seis seguranças uniformizados observam a cena.

A recepcionista pega o papel que eu imprimi em casa e o meu Rg, digita uma senha e me entrega um boleto em papel, me pede para subir ao segundo andar.

Após esperar a chamada da senha no painel, me sento na mesa 72, digo bom dia ao funcionário de meia idade, camiseta e barba por fazer, ele diz bom dia com cara neutra e pega o papel e o Rg e se dedica a digitar incessantemente por cerca de 15 minutos, eu esperando já surpreso com o sistema antideluviano.

(É necessário aqui fazer um parêntese, para jogar on-line no site da Caixa é necessário fazer um cadastro minucioso, só falta pedirem o tipo sanguíneo. Ou seja, a Caixa tem todos os seus dados.)

Aí interrompi o atendente e perguntei por que ele estava digitando tudo de novo, ele me deu uma resposta confusa e continuou a batucar seu computador, os minutos passando, aí ele fala para a atendente da mesa ao lado:
-Edna, dá um pulo aqui.
Demora, mas a Edna vai até ele, cochicham algo, ele se levanta e vai até a mesa dela. Demora, ele volta.
Pergunto qual é o problema, ele diz que o sistema não está validando.

(Penso com os meus botões: Caralho!!! Uma porcaria de um prêmio de R$320 e o sistema tem que validar???!!!!)

Pergunto ao atendente se não seria mais simples ele simplesmente escanear o QR Code que está impresso no papel, e ele diz que sim, seria mais simples, mas na verdade ele digitou um por um os 36 dígitos impressos em baixo do QR Code.

Finalmente ele me pede para escrever no verso do papel nome, rg, cif, endereço, telefone, tudo de novo!!! Eu pacientemente escrevo, aí pede para me levantar e sentar em outra mesa e aguardar, estão com algum problema no sistema, uma outra pessoa atrás de um biombo vai tentar resolver.

Já são quase 20 minutos que estou sentado esperando, ganho tempo ditando no meu celular esta história kafkiana.

Mais uma vez enfrentando incompetência extrema, fica óbvio que enquanto o país não privatizar 100% das estatais, incluindo Caixa Econômica Federal, Petrobras e Banco do Brasil nós jamais teremos chance de sair do atoleiro. O Brasil não aguenta mais tanta incompetência!

Perdi quase uma hora dentro de uma agência horrível, com um atendente que está se lixando pra mim, e saí de lá sem o meu prêmio.

A dica do incompetente: O senhor volta outra hora.


O posto de “trabalho”


Demostrativo do prêmio


A agência

é isso, por fernando stickel [ 12:39 ]


Alguns trabalhos Forminform / Desenhvolve


Designer Ruben Martins em frente às suas obras, 1955. Leia AQUI a tese de André Lacroce Sabo sobre Ruben

A minha primeira experiência profissional foi na área do design gráfico. Ainda estudante de arquitetura na FAUUSP, cerca de 1970/71, fui aceito como estagiário no estúdio de design gráfico Forminform, considerado o primeiro escritório do gênero no país, do designer Ruben Martins (1929-1968), escritório que posteriormente ao falecimento de Ruben passou a se chamar Desenhvolve.

O escritório ficava em um simpático casarão na R. Barata Ribeiro, perto da esquina da R. Dr. Penaforte Mendes na Bela Vista. Naquela época Celia Beatriz Monte, Paulo Jorge Pedreira de Cequeira (1945- 1995) e May Suplicy (1943-2005) haviam assumido o escritório e foram os meus mestres. Fiz também na mesma época estágios na Gráfica Furest, que ficava na R. Augusta e Fotolitos Bosatelli no Cambuci.

Naquele momento o design era a minha religião, quando viajei à Europa em 1969 visitei o estúdio do designer Roberto Sambonnet em Milão, e em São Paulo visitei o estúdio do designer Alexandre Wollner. Mais tarde trabalhei no escritório Cauduro Martino e em 1977 abri em sociedade com Norberto (Lelé) Chamma o nosso escritório de comunicação visual na R. Felipe de Alcaçova na Vila Madalena. Chamado inicialmente Chamma und Stickel, o nome foi reduzido logo depois para apenas und, do qual me desliguei em 1980 para me dedicar integralmente às artes plásticas.

O Banco Itaú me contratou para atuar na área do design gráfico em 1983, lá coordenei a implantação do novo Programa de Identidade Visual do banco, em 1984 encerrei minha colaboração com o banco e fui morar em New York.

Na volta ao Brasil realizei vários projetos de ilustração, editei meus três livros, aqui tem coisa, Vila Olímpia e Clássicos e na Fundação Stickel, a partir de 2004, realizei o design, em diversas parcerias, de catálogos, convites, livros, peças gráficas, etc…


O casarão na R. Barata Ribeiro


Celia Beatriz Monte


Paulo Jorge Pedreira de Cerqueira (1945-1995)


May Suplicy (1943-2005)


Caricatura de Celia, Paulo Jorge e May por Sandra Abdalla


Projeto meu dos anos 70 para meu primo Arnaldo Diederichsen

é isso, por fernando stickel [ 20:41 ]

Faleceu aos 92 anos de idade o arquiteto Eduardo de Almeida, formado em 1960 na FAUUSP. Eu o conhecia desde sempre, não sei precisar as conexões, mas tanto faz, pois ele era uma pessoa simpaticíssima, arquiteto respeitado, sempre iluminava o ambiente onde se encontrava. R.I.P

é isso, por fernando stickel [ 20:37 ]

Criei esta forma estrela + lua para usar em um cartão comemorativo da minha empresa de comunicação visual und em 1981.

é isso, por fernando stickel [ 15:50 ]

Em janeiro 1970 um grupo de amigos viajou a New York, ficamos no Wellington Hotel na Sétima Avenida x Rua 55, hotelzão clássico, barato, com quartos enormes!

Da esq. para a direita, Dudi Maia Rosa, eu (embaixo na foto), Frederico Nasser, Augusto Livio Malzoni e Baby Maia Rosa, irmão do Dudi.


Wellington Hotel, fechou na pandemia e foi vendido

Entre outras coisas fascinantes que fizemos na estadia em NYC, assistimos à famosa (na época) peça Oh! Calcutta!

A notorious erotic revue that opened at the Eden Theatre (now the Village East Cinema) in NYC’s East Village on June 17, 1969. Devised by Kenneth Tynan, the show featured sketches by famous writers like John Lennon and Sam Shepard and became famous as one of the first theater productions to feature full frontal nudity. 

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]

Herdei do meu pai Erico este álbum do Antonio Dias, Trama, 1969/1977, com dez xilogravuras sobre papel artesanal nepalês, mais um frontispício, 56 x 82 cm cada.
Fiquei muitos anos com a caixa do álbum guardada no armário, óbviamente sem aproveitar o maravilhoso trabalho do Antonio. Ao realizar que eu não teria espaço para pendurar, resolvi vender, e assim foi. Espero que o comprador aproveite melhor o trabalho!


Convite da exposição na Luisa Strina, 1978

é isso, por fernando stickel [ 15:33 ]

Este é provavelmente o meu primeiro trabalho de comunicação visual, pois naquela época ainda não se falava em design gráfico.

Por alguma razão que não me lembro, me voluntariei para fazer o convite de formatura do Colegial do Colégio Santa Cruz, em 1968, fui à luta e o resultado ficou bastante bom!

Nosso paraninfo na formatura foi o fabuloso professor Flavio Vespasiano Di Giorgi.

é isso, por fernando stickel [ 16:16 ]

Em março 1990 o Plano Collor fez um estrago geral no país, cconfiscando poupanças, etc…

A crise atingiu com dureza máxima a classe artística, e eu vi meu até então bem sucedido curso de desenho de observação minguar de 60 alunos em 1989 para apenas dois alunos após o anúncio do fatídico Plano da Zélia Cardoso de Mello, Ministra da Fazenda (1990-1991) do governo Collor.

Para contornar a situação me associei à Jade Gadotti, minha mulher na época, e passamos a fazer trabalhos de pintura para decoração juntos. Até um curso especializado em New York, na Parson’s School of Design fizemos no início de 1991.

Na sociedade Jade & Stickel eu era o “marketeiro”, preparava propostas, currículo, logotipo, etc… a Jade pintava muito bem, e eu fui aprendendo.

Naquela época eu ainda não tinha computador e fazia todos os meus trabalhos gráficos com a ajuda do Bruno Mortara e seu escritório “Prata da Casa”, com o programa PageMaker, (atual Indesign) que acabei dominando e com o qual fiz o meu livro “aqui tem coisa” anos depois.


Edição de uma lista de clientes

é isso, por fernando stickel [ 15:49 ]

Está funcionando! Três meses de dedicação, peso, cintura e glicemia glicada, tudo caindo!
O peso cai mais rápido que a cintura…

é isso, por fernando stickel [ 8:21 ]

Existem milhares de modalidades de esporte a motor, na terra, no ar, na água. Uma delas acabou entrando na minha vida não por uma decisão racional: Vou participar de um rallye de regularidade para carros clássicos!
Não.
Primeiro veio a vontade de ter um carro antigo, alimentada por décadas, precedida da vontade de ter uma moto, embaralhada por amores caóticos por máquinas diversas…

Mas finalmente, cerca 1997 comprei uma Mercedes-Benz 500 SL 1986, maravilhosa! Rápidamente meu amigo Anisio Campos (1933-2019) me introduziu ao universo das competições em uma prova de regularidade em Interlagos, e daí para a frente os rallyes entraram na minha vida, com vários carros, vários companheiros navegadores e dezenas de novos amigos e locais.

O esporte se aprende na prática, fazendo, treinando e competindo, certa feita até um curso para navegador frequentei, promovido pelo MG Club do Brasil, ao qual também fui filiado, além dos clubes Mercedes-Benz e Alfa-Romeo.

Já tive o prazer de ter como companheiros/navegadores meus filhos Antonio e Arthur, minha mulher Sandra, e meus amigos Miguel Barros Costa, Mario Vicente Sacconi e Julio Berriel.

é isso, por fernando stickel [ 10:10 ]


A “bíblia”

Minha educação sexual foi praticamente inexistente, meu pai Erico jogou na minha mão aos 13 anos de idade um calhamaço ilustrado chamado “A nossa vida sexual” de autoria do Dr. Fritz Kahn (1888-1968), médico e divulgador científico de origem alemã, editado pela Civilização Brasileira. O livro trazia algumas imagens dos órgãos sexuais masculino (que eu já conhecia) e do feminino, o grande desconhecido!!

Por sorte minha família não era religiosa, então as noções de pecado e culpa nunca tiveram lugar no meu imaginário e portanto pude me dedicar com afinco à punheta, sem medo de pelos crescerem nas palmas das minhas mãos…Para completar, fui agraciado pelo Criador com uma boa dose de bom senso logo no nascimento, o que vem me ajudando muito a driblar as encrencas da vida.


Dr. Fritz Kahn (1888-1968)

Encrencado como qualquer adolescente, coberto de eczemas, e sofrendo de asma, meus pais acharam por bem que eu deveria ter ajuda profissional, e com cerca de 14 anos de idade meu pai me levou ao Rio de Janeiro, para ser atendido pelo papa da psicologia da época, um tal de Emilio Mira Y Lopez (1896–1964)


O “catecismo” do Carlos Zéfiro

Embarcamos para o Rio de Janeiro pela ponte aérea, em um Convair CV-240, pousando no lindo aeroporto Santos Dumont. Eu sempre fui fascinado pela cidade, então só o fato de estar em terras cariocas me deixou mais animado, nos hospedamos no Hotel Miramar em Copacabana, Posto 6, em seguida nos dirigimos ao consultório.


Dr. Emilio Myra y Lopez (1896-1964)

A sumidade atendia em um escuro apartamento em Copacabana, após as formalidades iniciais meu pai se afastou, o doutor fechou as portas com vitrais de seu estudio e eu fiquei frente a frente com o monstro.Lembro que ele perguntava insistentemente quem eram os meus ídolos, e eu dizia que não os tinha, mas ele teimava:
– Mas você não gosta de futebol? Eu dizia NÃO, e ele insistia:
– Mas você não gostaria de ter um autógrafo do seu jogador de futebol preferido? Eu pacientemente explicava ao doutor que não tinha o menor interesse por futebol.
Para terminar ele pediu para que eu abaixasse as calças e a cueca, e, sem me tocar, examinou minha genitália.
Meu pai voltou à nossa presença, sabe Deus o que ele e o psicólogo conversaram, mas para mim a consulta foi um fiasco total.


O Convair da ponte aérea

A educação sexual real da minha geração todos conhecem, as conversas com os amigos, os catecismos do Carlos Zéfiro e qualquer revista de mulher pelada que nos caísse nas mãos!

O lucro da visita ao Doutor foram as deliciosas lembranças que ficaram daqueles dois ou três dias no Rio de Janeiro, sozinho com meu pai, a viagem de avião, o Aeroporto Santos Dumont, a hospedagem no Hotel Miramar, no Posto 6, os almoços em restaurantes à beira da praia, do vento e o cheiro do mar.


Copacabana!

é isso, por fernando stickel [ 8:42 ]

O VW Nivus preto apareceu no topo da rua, conforme previsto no aplicativo, o final de placa 09, era ele.
O sol brilhava na pintura polida e na limpeza impecável do carro.
Ele desceu a rua, percebeu minha presença, ligou o pisca-alerta e parou ao meu lado no lugar justo, aquele em que basta estender a mão para encontrar a maçaneta da porta traseira. Entrei, banco do passageiro afastado para aumentar o meu espaço, limpeza perfeita.

Percebi que o o motorista Leonardo é jovem, asseado, nos cumprimentamos e imediatamente comento sobre o asseio do carro.

Contei a ele minha experiência na chegada ao Japão, em 2018 Sandra e eu desembarcamos no Narita Airport, e tomamos um taxi para Tokyo, são 66 km grande parte trafegando por vias suspensas e viadutos. Percebi que todos os veículos que observava pela janela do taxi estavam meticulosamente limpos, carros, vans, caminhões, motocicletas, carretas, tudo limpo e polido.

O próprio taxi era imaculado, o motorista uniformizado e de luvas brancas. Sobre o banco traseiro uma cobertura branca de crochê.

Ao sair do carro no fim da viagem esqueci meu óculos, liguei pelo aplicativo e rapidamente o Leonardo reapareceu para devolver meus óculos. Isto sim é civilização! Adicionei 5 estrelas à nota 5,0 do Leonardo, além de uma caixinha. Como é bom ser bem atendido!

é isso, por fernando stickel [ 11:22 ]

Terminei hoje o esforço concentrado postando itens da minha história profissional, abordando artes plásticas, design e fotografia, principalmente exposições, salões e trabalhos significativos, assuntos do passado que estavam arquivados em pastas e caixas, tudo em papel, volumes imensos dos quais estou me desfazendo.

O que julgo importante estará aqui no blog, de consulta aberta e permanente. Acredito em valorizar a memória, a história, mesmo pequenas fatias contribuirão para o bolo maior.

Em breve surgirá uma nova versão do aqui tem coisa, mais dinâmica e interativa, aguardem!

é isso, por fernando stickel [ 17:35 ]

Em novembro 1970 meu amigo Edo Rocha fez uma exposição de seus trabalhos na galeria Ars Mobile. Nós éramos carne e unha naquela época, no mundo da arte e na vida pessoal, frequentávamos a Escola Brasil: e éramos colegas no primeiro ano da FAUUSP. Eu andava muito ativo com minha câmera fotográfica PENTAX 35mm, e foi com ela que fiz as fotos do artista para o convite da exposição.


Com uma canetinha de nankin 0,1 desenhei a vinhetinha “edofotostickel”

é isso, por fernando stickel [ 17:15 ]


Ilustração para revista Moda Brasil

Lá no final dos anos 80 eu dava aulas de desenho de observação no meu estúdio da R. Ribeirão Claro, na Vila Olímpia.
Certa feita uma aluna, não me lembro seu nome, se aproximou meio timidamente e me contou que tinha um sonho, perguntei qual era e ela me disse que gostaria de ser desenhada nua.

Por coincidência naquela época eu havia sido convidado a fazer uma ilustração para um artigo sobre celulite na revista Moda Brasil, e resolvi unir o útil ao agradável. A minha aluna tinha proporções generosas, adequada ao artigo sobre celulite, então propus a ela um escambo.

Faríamos uma sessão privada de desenho, com ela posando nua, eu ficaria com os direitos das imagens, podendo utilizá-los na ilustração da revista, e ela ficaria com os desenhos resultantes da sessão.

Ela topou, e assim foi feito, no dia combinado dispensei os empregados do estúdio, me muni de papéis, tintas, etc.., recebi minha aluna, expliquei como faríamos a sessão, e ela resoluta, porém um pouco tímida se despiu, subiu na mesa e iniciamos a sessão de desenho, que foi extremamente bem sucedida! Ambos saimos satisfeitos, foi ótimo!

é isso, por fernando stickel [ 15:02 ]