aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Há muitos e muitos anos passo em frente deste imóvel na Vila Nova Conceição, na R. Bastos Pereira 519, sempre curioso sobre a placa RIACHUELO Mudanças e Guarda Móveis.

Finalmente encontrei a porta aberta e o simpático convite do Luis Scalabitti de 83 anos, filho do fundador da empresa em 1926, para conhecera empresa e o espaço.
Um galpão grande e profundo, que a fachada simples da casa não sugere, abriga vários contêineres, o guarda móveis.

No terreno vizinho outro galpão abriga 4 caminhões Mercedes-Benz modelo 1113, dos anos 60, de uma frota de seis, todos impecáveis e conservados.
Luis e os irmãos nasceram ali mesmo na Bastos Pereira, hoje uma irmã mora no andar de cima.

Lembrei muito do meu falecido amigo Cassio Michalany, que morava e tinha seu estúdio a poucos quarteirões, na R. Lourenço de Almeida, em um imóvel muito parecido.

é isso, por fernando stickel [ 8:32 ]

Meu ex-aluno de desenho Naji Ayoub está expondo seus trabalhos em Santos, SP.

A Pinacoteca Benedicto Calixto recebe, a exposição “Naji Ayoub e o Campo Vivo da Pintura”, dentro da programação da 4ª edição do Arte na Pinacoteca. A mostra com curadoria de Carlos Zibel e Antonio Carlos Cavalcanti Filho reúne obras recentes do artista e propõe ao público uma imersão na pintura como processo, marcada pela relação entre gesto, matéria e cor.

A exposição integra a programação da 4ª edição do Arte na Pinacoteca, uma ação cultural realizada pelo Ministério da Cultura com patrocínio da Ecovias, Instituto Rumo, Rumo, Brasil Terminal Portuário (BTP), MSC, MEDLOG e G. Pierotti. A iniciativa da Fundação Pinacoteca Benedito Calixto tem direção executiva de Leila Gazzaneo e produção executiva de Fábio Luiz Salgado.

Pinacoteca Benedicto Calixto – Av. Bartolomeu de Gusmão 15 Boqueirão – Santos SP
Terça a domingo, das 9h às 18h
Entrada gratuita
Informações: (13) 3288-2260 | WhatsApp: (13) 9 9171-4553
Instagram: @pinacotecabenedictocalixto

é isso, por fernando stickel [ 10:52 ]


Envelope da época. Reparar a existência de endereço telegráfico e telex

Racional Engenharia SA

Pedi demissão da Austin Company no final de 1975. Eu tinha 27 anos, estava no início do meu segundo casamento com a Iris Di Ciommo, e morávamos no meu apartamento da Rua Tucumã, em frente à entrada principal do Esporte Clube Pinheiros.

Desempregado, resolvemos viajar em lua de mel para a Bahia na minha Variant VW amarela. Partimos no domingo, 18 de janeiro de 1976.

Voltamos da viagem e, pouco depois, internei-me no Hospital Nove de Julho, em 17 de fevereiro, para uma cirurgia de postectomia. Ainda em recuperação, recebi um telefonema de Newton Simões, da Racional Engenharia, confirmando minha contratação.

As conversas com a Racional já vinham acontecendo havia algum tempo. Fui contratado como Gerente de Planejamento — um nome elegante para vendedor de projetos de construção.

Logo nas primeiras semanas de trabalho, Newton pediu que eu fizesse as malas para uma viagem a Ribeirão Preto e marcou encontro no aeroporto de Congonhas. Para minha surpresa, embarcamos — Newton, eu e mais duas ou três pessoas — em um jatinho particular. Na chegada, dois ou três Dodge Dart brancos, com o logotipo da Usina Santa Elisa nas portas, já nos aguardavam.

Aos poucos fui entendendo as conexões. Newton era casado com Edilah Biagi, ligada à família de Maurilio Biagi Filho, CEO da usina e um dos fundadores do Programa Nacional do Álcool. A Racional, que tinha o próprio Maurilio entre seus acionistas, pretendia atuar na construção de usinas de açúcar e álcool no modelo “turn-key”.

Conheci então a Usina Santa Elisa, em Sertãozinho, e fiquei impressionado com a escala da operação. O tema começou a me interessar. Na sequência, visitamos as instalações da Renk-Zanini e da Dabi Atlante, e fui me aclimatando àquele universo.

No escritório da Racional, em Pinheiros, eu cuidava de prospecção de clientes, preparação de propostas comerciais e outras atividades correlatas. Também me chamava atenção a comunicação visual da empresa — folhetos, catálogos e materiais institucionais claramente precisavam de um upgrade.


Sede da Racional Engenharia em Pinheiros

Sugeri ao Newton a contratação de um novo programa de identidade visual e indiquei o escritório Cauduro Martino. A proposta foi aceita e o trabalho realizado. O logotipo branco vertical sobre fundo verde, criado naquela época, continua sendo usado pela empresa até hoje. Coordenei depois toda a aplicação da nova marca: sinalização, folhetos, tapumes de obra e demais materiais.


Charge de Paulo Caruso

Propus também outras iniciativas visuais, entre elas Cartão de Natal criados pelos cartunistas Jaguar e Paulo Caruso, além de uma exposição de fotografias de George Love.


Charge de Jaguar

No início de 1977 eu já trabalhava havia mais de um ano na empresa, com direito a férias, e Iris estava grávida de três meses da minha primogênita, Fernanda. Fui falar com o Newton e pedi férias. Ele concordou imediatamente. Então completei:
— Newton, acho que vou querer quarenta dias. A Iris está grávida, talvez sejam nossas últimas férias realmente livres…
Ele concordou de novo.
A viagem pela Europa foi maravilhosa. Voltamos num domingo. Na segunda-feira retornei ao escritório e passei o dia cumprimentando colegas, contando histórias da viagem, retomando a rotina.
No final da tarde, Newton me chamou para conversar. Depois de alguns minutos de conversa informal, veio o diálogo, mais ou menos assim:
— Fernando, não vai dar.
— Não vai dar o quê?
— Não vai dar para você continuar…
— Continuar o quê, Newton?
— O seu trabalho aqui. Durante as suas férias apareceram muitos pepinos que você não deixou encaminhados. Sua atuação como gerente foi falha.
— Ah, entendi… Sabe de uma coisa, Newton? Realmente eu não tenho vocação para burocrata. Eu gosto do desafio; quando tudo estabiliza, eu perco o tesão. Vamos fazer o seguinte: você me demite e eu continuo colaborando como autônomo nas áreas de comunicação e criação.
— OK.


Iris e Fernanda

E assim, em menos de dez minutos de conversa cordial, a questão ficou resolvida.
Minha demissão foi formalizada e, simultaneamente, elaboramos um contrato de prestação de serviços para comunicação visual, audiovisual e decoração da sede da empresa com fotografias de George Love, entre outros projetos.
Pouco depois, em 29 de outubro, nasceu minha filha Fernanda. E logo em seguida, ainda em 1977, ao lado do meu colega Norberto (Lelé) Chamma, iniciei o escritório de design visual und.

Nos corredores da Racional fiz muitos amigos, meu colega de trabalho na época Arnaldo Halpern é hoje conselheiro da Fundação Stickel, Ricardo e José Nicolau, Henrique Falzoni, Milton Golombek, e muitos outros.

é isso, por fernando stickel [ 18:14 ]

A exposição REVER BARAVELLI é a maravilhosa retrospectiva do meu mestre Baravelli em cartaz no Centro MariAntonia, com curadoria de Maria Alice Milliet e produção da Galeria Marcelo Guarnieri.

O artista é extremamente prolífico, nas palavras dele já são mais de 3.000 obras nestes 60 anos de carreira, a curadoria impecável pinçou obras fundamentais de sua carreira. Imperdível!!!

Sandra e eu emprestamos uma pintura do artista de nossa coleção para a mostra.

é isso, por fernando stickel [ 7:47 ]

Edo Rocha e eu somos amigos há mais de meio século…

Fomos colegas no colegial do Colégio Santa Cruz, frequentamos juntos a FAUUSP, participamos do mesmo “Grupo de Trabalho” e nos formamos arquitetos em 1973. Fomos colegas das aulas de desenho no estúdio de Frederico Nasser e na Escola Brasil: Frequentávamos o atelier de Wesley Duke Lee, e até capotamos juntos no meu Fusca 68…

Foi uma sensação boa reencontrar velhos amigos, ao observar os trabalhos mais antigos da exposição. Sim, eu vi estas obras de arte nascerem! Eu vivia no estúdio do Edo, na edícula da casa dos seus pais na R. Cel. Alfredo Cabral, praticamente acompanhando sua feitura no final dos anos 60 e início dos 70.

A exposição “Edo Rocha na Oca – Arte e Arquitetura” com curadoria de Agnaldo Farias, também meu amigo há muitas décadas, provocou em mim o efeito “máquina do tempo”, muitas lembranças de um tempo bom, criativo e excitante, afloraram com força!


Edo Rocha na abertura da exposição, com Kika e Barbara Gancia


Memorabilia exposta, com o convite que fiz em 1970


Na Oca Ibirapuera (Pavilhão Lucas Nogueira Garcez)


Pintura acrílica sobre tela de 1969


Nanquim sobre papel, acrílica, alumínio e acrílico de 1969


Retrato de Edo Rocha por Wesley Duke Lee. Acrílica sobre tela

é isso, por fernando stickel [ 10:40 ]

Quem gosta de carro antigo vai entender este post no seu mais completo significado.

Você compra um carro que você gosta muito, no caso um Porsche 911S 1975, Silver Anniversary Edition (a primeira série especial da Porsche) Aí você investe cerca de 10 anos, e muito dinheiro, aprimorando o carro, reformando, ajustando, pintando, encontrando o tecido certo para o estofamento, andando com o carro, corrigindo defeitos, encontrando os pneus corretos, participando de provas, andando mais, etc… etc…

O carro está perfeito, lindo, anda bem, o ar-condicionado gela, o rádio Blaupunkt e tudo o mais funciona perfeitamente, o barulho do motor te envolve e te seduz, na estrada ele se comporta como um kart, grudado no chão, ou seja, uma delícia!

No dia 1 maio você vai trabalhar a máquina em uma linda tarde de outono, tudo perfeito, tem prazer maior que esse?

E tem mais, esta joia está à venda, veja AQUI.

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]


Jimmy à esquerda, Bolt à direita

Quem anda de bicicleta sabe que existe uma velocidade mínima onde você ainda tem controle, abaixo dessa velocidade você pode perder o controle e cair.

Na minha caminhada diária com Jimmy e Bolt tem acontecido algo similar. Meus cães estão ficando velhos, o Jimmy tem 14 anos e o Bolt 12, eles andam cada vez mais devagar e levam mais tempo cheirando e explorando. O Bolt muitas vezes para no meio da caminhada e fica parado, só olhando, preciso praticamente arrastá-lo para recomeçar a caminhada.

A minha caminhada também piorou, principalmente por questões de equilíbrio, sequelas da minha cirurgia de coluna em 2024, andar muito devagar, à semelhança da bicicleta, acaba gerando desequilíbrios.

Aí é que a coisa pega, os três velhinhos tem que achar uma maneira de realizar a caminhada diária sem que eu leve um tombo (já aconteceu…) e que o ritmo seja minimamente aceitável. Estamos trabalhando nisso!!!!

A prova científica do que descrevi acima está no recurso do Iphone que mede a assimetria ao caminhar. Minhas caminhadas sem os cães tem cerca de 2 a 3% de assimetria, hoje, nesta caminhada lenta, a assimetria aumentou quase oito vezes!!!

é isso, por fernando stickel [ 9:40 ]

Visita da 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social a instituições do Terceiro Setor na cidade do Rio de Janeiro em 26/6/2009.

Eu mal acredito que já são 17 anos desde a conclusão deste MBA!!!


A turma toda no Parque Lage

é isso, por fernando stickel [ 22:53 ]


O documento para pagamento do prêmio com QR Code, que não serve para nada

Joguei num bolão no site da Loterias Online da CAIXA e ganhei R$320,00. Fiquei contente e fui resgatar o prêmio, o que normalmente ocorre com crédito no Mercado Pago, também on-line. Para minha surpresa a instrução foi para receber o prêmio na agência.

Segunda-feira de manhã vou à agência da Caixa Econômica Federal na R. Affonso Brás, entro no térreo em um salão imenso todo branco e vazio, com apenas uma mesa e uma simpática atendente, ao fundo, seis seguranças uniformizados observam a cena.

A recepcionista pega o papel que eu imprimi em casa e o meu Rg, digita uma senha e me entrega um boleto em papel, me pede para subir ao segundo andar.

Após esperar a chamada da senha no painel, me sento na mesa 72, digo bom dia ao funcionário de meia idade, camiseta e barba por fazer, ele diz bom dia com cara neutra e pega o papel e o Rg e se dedica a digitar incessantemente por cerca de 15 minutos, eu esperando já surpreso com o sistema antideluviano.

(É necessário aqui fazer um parêntese, para jogar on-line no site da Caixa é necessário fazer um cadastro minucioso, só falta pedirem o tipo sanguíneo. Ou seja, a Caixa tem todos os seus dados.)

Aí interrompi o atendente e perguntei por que ele estava digitando tudo de novo, ele me deu uma resposta confusa e continuou a batucar seu computador, os minutos passando, aí ele fala para a atendente da mesa ao lado:
-Edna, dá um pulo aqui.
Demora, mas a Edna vai até ele, cochicham algo, ele se levanta e vai até a mesa dela. Demora, ele volta.
Pergunto qual é o problema, ele diz que o sistema não está validando.

(Penso com os meus botões: Caralho!!! Uma porcaria de um prêmio de R$320 e o sistema tem que validar???!!!!)

Pergunto ao atendente se não seria mais simples ele simplesmente escanear o QR Code que está impresso no papel, e ele diz que sim, seria mais simples, mas na verdade ele digitou um por um os 36 dígitos impressos em baixo do QR Code.

Finalmente ele me pede para escrever no verso do papel nome, rg, cif, endereço, telefone, tudo de novo!!! Eu pacientemente escrevo, aí pede para me levantar e sentar em outra mesa e aguardar, estão com algum problema no sistema, uma outra pessoa atrás de um biombo vai tentar resolver.

Já são quase 20 minutos que estou sentado esperando, ganho tempo ditando no meu celular esta história kafkiana.

Mais uma vez enfrentando incompetência extrema, fica óbvio que enquanto o país não privatizar 100% das estatais, incluindo Caixa Econômica Federal, Petrobras e Banco do Brasil nós jamais teremos chance de sair do atoleiro. O Brasil não aguenta mais tanta incompetência!

Perdi quase uma hora dentro de uma agência horrível, com um atendente que está se lixando pra mim, e saí de lá sem o meu prêmio.

A dica do incompetente: O senhor volta outra hora.


O posto de “trabalho”


Demostrativo do prêmio


A agência

é isso, por fernando stickel [ 12:39 ]


Alguns trabalhos Forminform / Desenhvolve


Designer Ruben Martins em frente às suas obras, 1955. Leia AQUI a tese de André Lacroce Sabo sobre Ruben

A minha primeira experiência profissional foi na área do design gráfico. Ainda estudante de arquitetura na FAUUSP, cerca de 1970/71, fui aceito como estagiário no estúdio de design gráfico Forminform, considerado o primeiro escritório do gênero no país, do designer Ruben Martins (1929-1968), escritório que posteriormente ao falecimento de Ruben passou a se chamar Desenhvolve.

O escritório ficava em um simpático casarão na R. Barata Ribeiro, perto da esquina da R. Dr. Penaforte Mendes na Bela Vista. Naquela época Celia Beatriz Monte, Paulo Jorge Pedreira de Cequeira (1945- 1995) e May Suplicy (1943-2005) haviam assumido o escritório e foram os meus mestres. Fiz também na mesma época estágios na Gráfica Furest, que ficava na R. Augusta e Fotolitos Bosatelli no Cambuci.

Naquele momento o design era a minha religião, quando viajei à Europa em 1969 visitei o estúdio do designer Roberto Sambonnet em Milão, e em São Paulo visitei o estúdio do designer Alexandre Wollner. Mais tarde trabalhei no escritório Cauduro Martino e em 1977 abri em sociedade com Norberto (Lelé) Chamma o nosso escritório de comunicação visual na R. Felipe de Alcaçova na Vila Madalena. Chamado inicialmente Chamma und Stickel, o nome foi reduzido logo depois para apenas und, do qual me desliguei em 1980 para me dedicar integralmente às artes plásticas.

O Banco Itaú me contratou para atuar na área do design gráfico em 1983, lá coordenei a implantação do novo Programa de Identidade Visual do banco, em 1984 encerrei minha colaboração com o banco e fui morar em New York.

Na volta ao Brasil realizei vários projetos de ilustração, editei meus três livros, aqui tem coisa, Vila Olímpia e Clássicos e na Fundação Stickel, a partir de 2004, realizei o design, em diversas parcerias, de catálogos, convites, livros, peças gráficas, etc…


O casarão na R. Barata Ribeiro


Celia Beatriz Monte


Paulo Jorge Pedreira de Cerqueira (1945-1995)


May Suplicy (1943-2005)


Caricatura de Celia, Paulo Jorge e May por Sandra Abdalla


Projeto meu dos anos 70 para meu primo Arnaldo Diederichsen

é isso, por fernando stickel [ 20:41 ]

Faleceu aos 92 anos de idade o arquiteto Eduardo de Almeida, formado em 1960 na FAUUSP. Eu o conhecia desde sempre, não sei precisar as conexões, mas tanto faz, pois ele era uma pessoa simpaticíssima, arquiteto respeitado, sempre iluminava o ambiente onde se encontrava. R.I.P

é isso, por fernando stickel [ 20:37 ]

Criei esta forma estrela + lua para usar em um cartão comemorativo da minha empresa de comunicação visual und em 1981.

é isso, por fernando stickel [ 15:50 ]

Em janeiro de 1970 eu e um grupo de amigos viajamos a New York e nos hospedamos no Wellington Hotel na Sétima Avenida x Rua 55, hotelzão clássico, barato, com quartos enormes!

Da esq. para a direita, Dudi Maia Rosa, eu (embaixo na foto), Frederico Nasser, Augusto Livio Malzoni e Baby Maia Rosa, irmão do Dudi.


Wellington Hotel, fechou na pandemia e foi vendido


Capa do catálogo da exposição no Met

A principal âncora artística da nossa estadia foi a exposição New York Painting and Sculpture: 1940-1970 no Metropolitan Museum of Art, com curadoria do celebrado curador Henry Geldzahler (1935-1994) figura icônica do mundo das artes novaiorquino, amigo de David Hockney e Andy Warhol.

A exposição gigantesca no Met era tudo o que queríamos, a pura nata da melhor arte americana contemporânea. Entre outros, Roy Lichtenstein, Jackson Pollock, Frank Stella, David Smith, Jasper Johns, Mark Rothko, Andy Warhol, Robert Rauschenberg, Alexander Calder, Edward Hopper, Dan Flavin, Joseph Cornell.


Pintura de David Hockney, retrato de Henry Geldzahler e Christopher Scott

Entre outras coisas fascinantes que fizemos na estadia em NYC, assistimos à famosa (na época) peça Oh! Calcutta!

A notorious erotic revue that opened at the Eden Theatre (now the Village East Cinema) in NYC’s East Village on June 17, 1969. Devised by Kenneth Tynan, the show featured sketches by famous writers like John Lennon and Sam Shepard and became famous as one of the first theater productions to feature full frontal nudity. 

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]

Herdei do meu pai Erico este álbum do Antonio Dias, Trama, 1969/1977, com dez xilogravuras sobre papel artesanal nepalês, mais um frontispício, 56 x 82 cm cada.
Fiquei muitos anos com a caixa do álbum guardada no armário, óbviamente sem aproveitar o maravilhoso trabalho do Antonio. Ao realizar que eu não teria espaço para pendurar, resolvi vender, e assim foi. Espero que o comprador aproveite melhor o trabalho!


Convite da exposição na Luisa Strina, 1978

é isso, por fernando stickel [ 15:33 ]

Este é provavelmente o meu primeiro trabalho de comunicação visual, pois naquela época ainda não se falava em design gráfico.

Por alguma razão que não me lembro, me voluntariei para fazer o convite de formatura do Colegial do Colégio Santa Cruz, em 1968, fui à luta e o resultado ficou bastante bom!

Nosso paraninfo na formatura foi o fabuloso professor Flavio Vespasiano Di Giorgi.

é isso, por fernando stickel [ 16:16 ]

Em março 1990 o Plano Collor fez um estrago geral no país, cconfiscando poupanças, etc…

A crise atingiu com dureza máxima a classe artística, e eu vi meu até então bem sucedido curso de desenho de observação minguar de 60 alunos em 1989 para apenas dois alunos após o anúncio do fatídico Plano da Zélia Cardoso de Mello, Ministra da Fazenda (1990-1991) do governo Collor.

Para contornar a situação me associei à Jade Gadotti, minha mulher na época, e passamos a fazer trabalhos de pintura para decoração juntos. Até um curso especializado em New York, na Parson’s School of Design fizemos no início de 1991.

Na sociedade Jade & Stickel eu era o “marketeiro”, preparava propostas, currículo, logotipo, etc… a Jade pintava muito bem, e eu fui aprendendo.

Naquela época eu ainda não tinha computador e fazia todos os meus trabalhos gráficos com a ajuda do Bruno Mortara e seu escritório “Prata da Casa”, com o programa PageMaker, (atual Indesign) que acabei dominando e com o qual fiz o meu livro “aqui tem coisa” anos depois.


Edição de uma lista de clientes

é isso, por fernando stickel [ 15:49 ]

Está funcionando! Três meses de dedicação, peso, cintura e glicemia glicada, tudo caindo!
O peso cai mais rápido que a cintura…

é isso, por fernando stickel [ 8:21 ]

Existem milhares de modalidades de esporte a motor, na terra, no ar, na água. Uma delas acabou entrando na minha vida não por uma decisão racional: Vou participar de um rallye de regularidade para carros clássicos!
Não.
Primeiro veio a vontade de ter um carro antigo, alimentada por décadas, precedida da vontade de ter uma moto, embaralhada por amores caóticos por máquinas diversas…

Mas finalmente, cerca 1997 comprei uma Mercedes-Benz 500 SL 1986, maravilhosa! Rápidamente meu amigo Anisio Campos (1933-2019) me introduziu ao universo das competições em uma prova de regularidade em Interlagos, e daí para a frente os rallyes entraram na minha vida, com vários carros, vários companheiros navegadores e dezenas de novos amigos e locais.

O esporte se aprende na prática, fazendo, treinando e competindo, certa feita até um curso para navegador frequentei, promovido pelo MG Club do Brasil, ao qual também fui filiado, além dos clubes Mercedes-Benz e Alfa-Romeo.

Já tive o prazer de ter como companheiros/navegadores meus filhos Antonio e Arthur, minha mulher Sandra, e meus amigos Miguel Barros Costa, Mario Vicente Sacconi e Julio Berriel.

é isso, por fernando stickel [ 10:10 ]