aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003


Vinte anos!
Pintura acrílica sobre backlight.
2001
71 x 122cm

Curioso como esta pintura guarda alguma relação com a fachada da Fundação na foto abaixo, né não?

é isso, por fernando stickel [ 15:36 ]


A Fundação Stickel está de cara nova! E não apenas isso, decidimos reabrir as portas para utilização do nosso espaço, fechadas desde o início da pandemia.


Nossa próxima exposição será provavelmente a de Adolfo Montejo Navas, que participou do Festival FACES.


Conversando sobre a exposição, Adolfo Navas, Lucas Lenci, eu e Agnaldo Farias.

é isso, por fernando stickel [ 9:58 ]


Esta máquina perfeita, Porsche 911S 1975, conquistou hoje mais um degrau rumo à sua originalidade e correto funcionamento.
Fizemos, na oficina A.M. Marcelo o restauro completo de funilaria e pintura, tapeçaria, instrumentação, revisão elétrica, motor, câmbio e suspensão.
O carro ficou ótimo de usar e lindo de aparência, mas sobrou um probleminha.


Um barulho misterioso, um “crec”na lateral traseira direita parecia ser algo da suspensão, mas como todos os elementos relacionados à suspensão, ou eram novos, ou totalmente revisado, a origem do “crec”deveria estar em outro lugar.
Desguarnecemos a tapeçaria para chegar ao metal, a janela traseira direita e a tampa do motor foram retiradas, um estetoscópio especializado foi utilizado para encontrar a origem do barulho. Muitos km foram rodados com um mecanico na traseira para identificar o problema.


Finalmente como último recurso, foi aberta uma janela na chapa metálica, como uma arqueologia mecânica, para irmos à raiz do barulho. Novos pontos de solda foram aplicados e o problema finalmente resolvido!
Zeca, o chefe da oficina foi o responsável pela difícil missão, levada a cabo com sucesso!

é isso, por fernando stickel [ 11:41 ]

Os Lençóis Maranhenses promovem em você uma profunda expiração, física e mental, junto com o ar urbano viciado, sai de dentro de você tudo que não serve, todos os excessos, toda a tensão, abrindo lugar para outro tipo de fartura, o poder curativo da natureza que medica você, que fecha feridas, criando espaço para o fruir e fluir das coisas boas, como observar o desenho das nuvens no céu e ouvir o barulho do vento nos cajueiros.

A linha do equador está logo ali na esquina, providenciando 26 graus à sombra e permanentes rajadas de vento que te surpreendem, embalam a rede e acariciam o corpo, enquanto levam embora tudo aquilo que não te convém.


O primeiro contato com as dunas, descendo de voadeira o rio Preguiça.


Farol das Preguiças em Mandacaru, recém reformado e lindo!


A vista do topo do farol, na orla o Parque Eólico com 172 torres da empresa Omega Energia.


No farol, já sentindo no corpo toda a beleza e a exigência física (as escadas…) da viagem.

é isso, por fernando stickel [ 9:27 ]


Nossa primeira parada no rio Preguiças, um restaurante na localidade Vassouras. Cerveja gelada e peixe incinerado…

é isso, por fernando stickel [ 20:31 ]


Meu filho Arthur conseguiu o visto de trabalho em Vancouver no Canadá, depois de um longo e dificil processo, sua participação em uma equipe de animação acaba de ser divulgada!
A animação executada pelo estúdio Titmouse. Inc chama-se “I Heart Arlo”, está no Netflix, e ele trabalhou nos episódios “In the Blue With You”; “Jeromio, Jeromio” e “Swamp Itch”.
Muito orgulho!

é isso, por fernando stickel [ 19:09 ]


Vamos dar um pulinho ali nos Lençóis Maranhenses e já voltamos!

é isso, por fernando stickel [ 18:56 ]


Tive uma ideia.
Uma série de fotos com o tema VIAGEM. Muitas especiais como a que ilustra este post, outras belíssimas, seja natureza ou pessoas, fazendo um mix curioso, surpreendente, especial.

é isso, por fernando stickel [ 9:13 ]

Será?

1 read books and journals
2 write blogs
3 start a podcast
4 join a community
5 practice public speaking
6 learn to code
7 learn to invest (time and money)
8 earn a work sponsor
9 be a mentor
10 take free online courses

Do any 3 of these really well, and good things will happen.

é isso, por fernando stickel [ 0:05 ]

O acidente ocorreu exatamente 18 anos atrás, em Agosto de 2003!


Shit happens!


Agora tenho que limpar o desastre, recolher vidros quebrados, contar mortos e feridos, reutilizar o que sobrou inteiro, reinventar o trabalho, etc…etc…

é isso, por fernando stickel [ 8:59 ]

Vídeo do casdamento civil e do almoço de comemoração do meu casamento com a Sandra, em 12 Novembro 2006, em um restaurante do Sergio Arno que não existe mais.

Câmera Antonio Stickel e edição Arthur Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 15:11 ]

Meu filho Antonio fez a coisa certa, no auge da pandemia ele preparou um 4×4 adaptado com barraca, caixa d’água, fogão e se lançou em um “tour” de sete meses, passando pelo Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, acampando em lugares maravilhosos com toda a família.

Agora voltaram à casa em Ubatuba. Na foto a família (quase) completa, ocasião que fica cada vez mais rara.

é isso, por fernando stickel [ 8:01 ]


A stone from KING SOLOMON’s MINES, Eilat.

With compliments of the Ministry of Tourism Jerusalem, Israel.

A work of art by Jeanete Musatti, with compliments of the artist and Marga Pasquali.

é isso, por fernando stickel [ 12:49 ]


É AMANHÃ!
“Tecnologias da Descompressão” é a mesa redonda do FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel da quarta-feira, 18/08, ao vivo no canal do YouTube da @fundacao.stickel às 19h: youtube.com/FundacaoStickel.

O eixo central do debate é a obra do fotógrafo francês Vincent Rosenblatt, radicado no Rio de Janeiro desde 2002, e que dedicou seus últimos 15 anos de carreira ao registro da vida noturna das favelas e periferias da cidade. Sua série Rio Night Fever é uma ode à cultura funkeira.

Junto com ele, mais três artistas compartilham seus percursos: a DJ de funk referência da batida carioca do 150 BPM, Iasmin Turbininha; a artista Vivian Caccuri, criadora de instalações e vídeos que têm em seu centro pulsante o som, e o artista plástico Daniel Murgel, propositor do “departamento de arquiteturas poéticas”. A mediação é do pesquisador e jornalista GG Albuquerque, responsável pelo blog Volume Morto e co-fundador do Embrazado.

#ARTETRANSFORMA

é isso, por fernando stickel [ 17:25 ]


Texto do meu amigo Tomás Nioac de Salles
Ex-jornalista dos tempos dourados do Jornal do Brasil, nos anos 70.

Mais um dia frio no Rio. Desde quinta, quando cheguei, chuvas intensas. Aqui em São Conrado, chove mais, porque as nuvens carregadas não conseguem passar do morro. Então, cai muito mais água. Meu apartamento é um privilégio. De frente para o Gávea Golf Club e para a mata Atlântica. Olhar para a natureza, belíssima, deixa o corpo mais leve, a mente mais clara. É um santo elixir. 

O tempo ruim mexe com o carioca, que não gosta de frio e chuva. Fica entocado em casa, debaixo das cobertas. Os quiosques da praia vazios, e poucas pessoas se aventuram a andar pela calçada e pela praia. 

Quando faz sol, a praia volta a ser uma festa, principalmente nos fins-de-semana. Tem de tudo. Desde as barracas com serviço de praia, até os churrasquinhos da turma da Rocinha. E não falta nem o acarajé. Esportes são muitos. Raquetinha, beach-tênis, futvôlei, bike. Até Personal Trainer. Muitas crianças, carrinhos com bebês, cachorros de todos os tamanhos, raças, vira-latas, todos com coleiras. Mulheres lindas, famílias inteiras. E a avó, o avô, a mãe, o pai, os filhos. A grande diversão do fim-de-semana. Rico, remediado, pobre, todos misturados curtindo e aproveitando a praia, o mar, o sol, o encontro com os amigos. O bate-papo de futebol, do mengooo.

Os surfistas, cada vez em maior número, buscando a melhor onda, e, quem sabe, um dia, se tornarem num Ítalo Ferreira, nosso grande ídolo e exemplo olímpico. Do lado da Pedra da Gávea, lá no alto, a rampa por onde desce a turma da asa delta, do parapente. E aqui embaixo, muita gente olhando aquela turma da coragem descendo e vendo as maravilhas da natureza. Turistas de todo o mundo, do Brasil assistindo as proezas dos intrépidos voadores. Alguns se aventuram, com direito a vídeo da façanha. Outros preferem os quiosques e ficam na cervejinha ou no drinque que vem perfeito e rapidinho para a mesa. Os serviços dos quiosques são geralmente impecáveis.

E nem parece que a Covid tá no Rio. Aumentando a internação das pessoas com mais de 60 anos já vacinadas. Hoje, Dr. Fauci, o infectologista que aconselha o presidente Biden, afirmou que as vacinas parecem não ter uma eficácia duradoura. Nas conversas, por aqui, muitos ansiosos por uma terceira dose. 

Ontem a noite, fomos jantar eu, a prima gaúcha Gabi, o namorado Bob, um americano, que está envolvido com as eólicas aqui no Brasil e a indiana Aarti, que nos próximos dias começa a trabalhar numa start-up de locações imobiliárias em São Paulo. Debaixo de chuva, chegamos no Chez Claude, do famoso francês-carioca, Troigros, na Rua Conde de Bernadotte, no Leblon, muito conhecida da boêmia carioca e dos bons de garfo.

Nossa primeira impressão foi ruim, porque nos colocaram numa mesa na calçada onde chovia. O restaurante é muito pequeno, a cozinha fica no centro e na volta algumas poucas mesas e um forte cheiro de comida. E, certamente, em busca de um maior faturamento, mais mesas do lado de fora. Reclamamos e nossa mesa foi parar dentro de uma galeria junto ao restaurante. Mas além dessa má impressão, duas outras. O banheiro é único para homens e mulheres, mal cheiroso, imundo. A outra novidade, pedimos uma garrafa de um Alentejo que custa R$153,00 nas Lojas Americanas, no Chez Claude, você pode comprar a garrafa, mas pelo múltiplo de taças, ou seja, cada taça sai por R$64,00 x 6= R$384,00. Nunca tinha visto isso antes. Já imaginaram se a moda pega! Apesar de tudo isso, comida excelente e serviço atencioso. Claude, menos ganância e cuide melhor de seu restaurante e seus clientes.
Apesar disso, o Rio continua lindo!

é isso, por fernando stickel [ 9:45 ]

Cerca de 1970, no terreno dos fundos da casa dos meus pais na R. dos Franceses havia uma quadra cimentada, e lá inventamos um jogo de futebol com o grupo de amigos que frequentava a Escola Brasil:
O engraçado é que, se bem me lembro, nenhum dos artistas plásticos participantes da brincadeira tinha muita conexão com o esporte bretão.
Eu sempre fui um perna de pau, isso posso garantir.
Além dos jogadores estavam também a Sakae, mulher do Baravelli e seu filho Zé.


Da esq. para a direita, José Carlos BOI Cezar Ferreira (falecido), eu, Cassio Michalany, Luis Paulo Baravelli, Carlos Alberto Fajardo, Leslie Joseph Murray Gattegno (falecido) e Frederico Nasser (falecido).
Meu irmão Neco também está na foto, de pernas abertas e vestido de branco.
Não tenho a menor idéia de quem tirou as fotos, as cópias em papel apareceram nos meus guardados.

é isso, por fernando stickel [ 8:38 ]

Nesta quinta-feira, 12/08, continuamos com os debates do FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel, ao vivo no nosso canal do YouTube a partir das 19h. A mesa “Chamada Geral: o Lugar da Arte” será oportunidade para a troca direta entre a Fundação Stickel e o público, convidado à participação para expressar suas visões, ideias e inquietações através da chamada geral lançada no nosso site, e contará com os artistas visuais João Angelini e Rodrigo Andrade, além da mediação do curador e professor Agnaldo Farias. Aguardamos vocês!

• João Angelini (Planaltina DF, 1980) Seu trabalho abrange o vídeo, a animação, a fotografia, a pintura e a performance. A partir de seu Pé Vermelho, combinado de ateliê, galeria e centro cultural, Angelini propõe encontros entre artistas iniciantes e estabelecidos, aliando à pesquisa da linguagem reflexões sobre a organização social, a precariedade da formação e da atuação profissional no sistema artístico e a obliteração da memória inerente ao processo de colonização.

• Rodrigo Andrade (São Paulo, 1962) Pintor, gravador e artista gráfico que iniciou, em 2018, o coletivo ALI: Arte Livre Itinerante, atuante em Cidade Tiradentes, São Paulo. Para o grupo, a cooperação e a mistura com o caldeirão cultural da periferia são fundamentais à elaboração de outras ideias de sociedade: o cruzamento, proposto pelo ALI, entre a pintura e a pixação sugere uma urgência na recriação da paisagem contemporânea.

é isso, por fernando stickel [ 15:18 ]


É HOJE! QUARTA-FEIRA!

Retomamos hoje as transmissões ao vivo do FACES – Festival de Arte e Cultura Erico Stickel, sempre às 19h, no nosso canal do YouTube

A mesa de hoje terá como convidados a cineasta Viviane Ferreira, diretora de “Um dia com Jerusa”, e o artista plástico Vik Muniz, do documentário “Lixo Extraordinário”, para um debate sobre o papel transformador da arte e as repercussões na cultura e na sociedade que o convívio com a arte potencializa. A mediação será de Agnaldo Farias.

O FACES acontece de 11 a 20 de agosto, confira a programação completa no site da Fundação Stickel.


Vik Muniz (São Paulo, 1961) vive e trabalha em Nova York e no Rio de Janeiro. Seu trabalho está pre-sente em grandes museus de arte, tais como: J. Paul Getty Museum, MoMA, Masp e Victoria and Al-bert Museum. Muniz também está envolvido em projetos sociais e educacionais realizados tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. O documentário que retrata o seu trabalho, intitulado “Lixo extraor-dinário”, foi indicado ao Oscar de melhor documentário e ganhou o prêmio do público no Festival de Sundance na categoria melhor filme. Em 2011, foi nomeado pela Unesco embaixador da boa vontade. Em 2013, recebeu o Crystal Award do World Economic Forum. Em 2014, iniciou a construção da Escola Vidigal, com arte e tecnologia voltadas às crianças da comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro. Em 2015, foi convidado pela Gates Foundation para fazer parte do projeto global “A arte de salvar vidas” com sua série “Colonies”.


Viviane Ferreira (Salvador, 1985) é mestra em Políticas de Comunicação e Cultura pela Universidade de Brasília. Dirigiu e foi roteirista do filme “Um dia com Jerusa” (2020). Entre 2016 e 2021, presidiu a APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro. Fundou a produtora Odun Filmes, além das plataformas Raio Agency e a Todesplay, sendo esta última de streaming. Atualmente é presidente da SPCINE e professora da cadeira de direção do curso de cinema e audiovisual da ESPM-SP.

é isso, por fernando stickel [ 23:52 ]