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...desde janeiro de 2003

família

pólvora


Minha fase de brincar com fogo durou um ou dois anos, eu devia ter 13 ou 14 anos, e terminou com uma explosão.

Meus amigos me ensinaram a produzir pólvora em casa, com clorato de potássio (KClO3) e açúcar. Para acelerar a reação adiciona-se fósforo (P) vermelho, mas muito cuidado no preparo, qualquer atrito pode fazer a mistura explodir.

No início foram as bombinhas de São João, que nós desmontávamos e fazíamos de várias pequenas uma grandona, mas dava muito trabalho. Depois a coisa evoluiu para a produção “industrial”, queima lenta da pólvora para os foguetes, e queima rápida para as bombas.

A explosão final se deu na hora do jantar, no meu quarto na R. dos Franceses na Bela Vista. Enquanto minha mãe chamava para a mesa no andar de baixo, eu coloquei a mistura de clorato de potássio e açúcar no almofariz de bronze, não mais que uma colher de sopa, misturei bem, e me preparei para adicionar o fósforo vermelho, que é uma substância higroscópica e forma grânulos.

Lembrei da dica dos meus amigos que qualquer atrito pode provocar explosão, mirei bem um grânulo grande com o pilão, afastei meu rosto, e com o braço estendido bati.

Uma luz intensa, um estampido seco, tontura e um zumbido infernal nos ouvidos, sobrepujando todos os outros sons.

Levantei da mesa e mal consegui andar, tanta era a fumaça branca, abri as janelas do quarto, a fumaça começou a sair, abri a porta do quarto e saí envolto em volutas de fumaça, no hall do andar de baixo a família inteira olhava para cima assustada, sem coragem de subir as escadas… A explosão foi ouvida em toda a vizinhança, as pessoas sairam à rua perguntando o que havia acontecido, foi um fuzuê…

O saldo da brincadeira foram os meu dedos da mão direita incrustrados com resíduos da explosão, o zumbido que durou cerca de um mês para sumir, e a cúpula do abat-jour que se encolheu com o calor, sem falar na bronca que levei dos meus pais…

Na escala de coisas perigosas que fiz na minha adolescência (e sobrevivi…) só as brincadeiras com a Winchester 44 do meu avô superaram a pólvora, mas esta é uma outra história…

é isso, por fernando stickel [ 10:00 ]

stickel na mercedes


Na Mercedes-Benz 280 SL 1970, vários Stickel da 3ª, 4ª e 5ª geração!
Em sentido horário, eu no volante, meu filho Antonio e meus netos Samuel e Ian.

é isso, por fernando stickel [ 16:19 ]

fernando 71


Delícia de almoço de aniversário de 71 anos na L’antica Bottega di Sergio Arno com Sandra, Jimmy e Bolt, minha filha Fernanda com o Pedro no colo e minha mãe Martha!

é isso, por fernando stickel [ 12:32 ]

aniversário!!!


Comemorando dois dias antes o meu aniversário de 71 anos da melhor maneira possível, com champagne e Mille-feuilles, ao lado de pessoas queridas, Sandra, Miriam e Marco.


Experimentando o presente, perfeito!!

é isso, por fernando stickel [ 18:39 ]

salvador candia no morumby


Encontrei entre os guardados de minha família este ante-projeto do arquiteto Salvador Candia para uma residência no Morumby, encomendado pelos meus pais Erico e Martha Stickel.
Me lembro vagamente dos meus pais conversando sobre isso, mas o projeto não avançou. O terreno era perto da Capela do Morumbi, do outro lado da avenida.

é isso, por fernando stickel [ 9:04 ]

netos


Vovó Iris com o Noah e Vovô Fernando com o Pedro.


Ian e o pônei na Soviedade Hípica Paulista.


Fernanda e Pedro.


Antonio e Ian.

é isso, por fernando stickel [ 17:53 ]


Meu filho Arthur participou da 18ª Mostra do Filme Livre no Centro Cultural Banco do Brasil em 17/4/2019, com o curta Larus & Niu, onde ele fez a Direção de Som.

é isso, por fernando stickel [ 14:53 ]

samuel e pedro


Meu neto Samuel apresenta aos amigos do prédio onde mora seu irmão Pedro.

é isso, por fernando stickel [ 9:29 ]

jimmy e bolt


O sábado começou com Jimmy e Bolt nos ajudando na montagem da exposição inaugural do novo Espaço Fundação Stickel na R. Nova Cidade.


Depois na hora do almoço eles nos acompanham!

é isso, por fernando stickel [ 17:57 ]

martha 92 anos!


Minha mãe Martha completa 92 anos de idade!!!!

é isso, por fernando stickel [ 20:43 ]

acreditando no layout


Brincando com algo que não brinco há cinquenta anos!!
A barbicha, cavanhaque, barba de bode ou seja lá o que for…
Minha mulher gostou, então vamos brincar!

é isso, por fernando stickel [ 19:08 ]

reveillon 2019


No meio da floresta, o restaurante Floresta!
Deliciosa semana em Trancoso na Bahia, hóspedes da nossa madrinha de casamento Monique no Outeiro das Brisas!

é isso, por fernando stickel [ 8:36 ]

arthur, peleca e edu


Meu amigo Eduzinho Prado me envia esta foto do meu avô Arthur Stickel pescando na Ilha da Moela no Guarujá, nos anos 50/60.
Com ele estão o Peleca, pescador e salva-vidas e o pai do Eduzinho, Eduardo Prado.
É a primeira vez que aparece, nestas fotos antigas, que adoro colecionar, a figura do Peleca, que era o companheiro permanente do meu avô nas pescarias. Lembro-me perfeitamente do Peleca ajudando meu avô a subir no barco…

é isso, por fernando stickel [ 9:08 ]

netos!


Meus netos Pedro, Ian e Noah.


A alegria do Ian segurando o irmãozinho Noah!

é isso, por fernando stickel [ 10:47 ]

presentes para a fundação


Pela primeira vez na minha vida uma série de condições se alinharam:

-Completei 70 anos no último dia 6/10
-Estou trabalhando há 14 anos com uma causa legítima e empolgante, a Fundação Stickel.
-Não tenho desejo de receber presentes materiais.

A consequência lógica destas condições é que pedi aos meus convidados que fizessem uma doação à Fundação, que como qualquer instituição do Terceiro Setor precisa permanentemente de fundos para sobreviver e se desenvolver, e para minha alegria (e da Fundação…) recebemos cerca de R$20.000,00!!!!!
Obrigado a todos que comemoraram comigo estes inacreditáveis 70 anos, e um obrigado super-especial a quem doou, fiquei muuuiiiito contente!!!


Sandra minha mulher e eu no parabéns pra você!

é isso, por fernando stickel [ 18:46 ]

marinalva em contato


Marinalva Nunes foi minha caseira de 1987 a 1991 quando morava na R. Ribeirão Claro na Vila Olímpia em São Paulo. Ela tinha uma casa separada e morava com as filhas, sua principal responsabilidade era travar o portão da casa se chovesse, pois havia enchente no bairro, e se o portão com gachetas de borracha não fosse travado era uma tragédia!
Sua neta Tatiana me encontrou no Facebook, não é fantástico?
Já estamos em contato via Whatsapp, ela mora no interior da Bahia, em Pataiba!

é isso, por fernando stickel [ 15:52 ]


Sandra comemora em 28 Agosto seu aniversário em plena obra do Espaço Fundação Stickel, a Pharmacia Cultural.

é isso, por fernando stickel [ 9:20 ]

ian na hípica


Meu neto Ian cavalgando o pônei na Hípica Paulista!

é isso, por fernando stickel [ 15:14 ]