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coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

família

estudos

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Minha turma original de primário e ginásio do Colégio Visconde de Porto Seguro formou-se no colegial em 1966.
Após pegar segunda época e repetir o primeiro científico, fui colega por um ano da turma que se formou em 1967, caí novamente na segunda época, passei raspando e logo no início do segundo colegial fugi do científico para o clássico, pois o meu tormento era a matemática, e começaram a falar de um troço esquisitíssimo, uma tal de raiz quadrada de menos um…
No meio do ano não aguentando mais o Porto Seguro, convenci meus pais e mudei para o clássico do Colégio Santa Cruz, lá, conversando com orientadores, etc… me convenceram que meu caminho seria de fato pelo científico, e repeti novamente de ano, refazendo o segundo colegial no científico.
Juntamente com o terceiro científico encavalei o Cursinho Universitário, prestei o vestibular para arquitetura no Mackenzie e fiquei na lista de espera, em seguida foi o vestibular da FAUUSP, e entrei direto.
Ufa!!!!!
Agora me dou conta porque o ano da revolução, 1968, passou em branco para mim. Eu estudava de manhã, à tarde e à noite. Simplesmente não deu tempo…

Mês que vem comemoraremos em um almoço os 40 anos de formatura da turma de 1968 do Colégio Santa Cruz.

é isso, por fernando stickel [ 8:37 ]

erico no hospital

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Essa coisa de desenhar o próprio pai morrendo é complicada. Por um lado tem o seu impulso artístico irrefreável, a história mostra tantos e tantos artistas retratando os momentos finais de seus queridos, por outro lado existe um pudor natural, uma espécie de respeito, um freio.
Este desenho foi muito rápido, pequeno, cinco dias antes do meu pai falecer. Ele já estava no hospital, completamente dopado.
Dez dias antes fiz este desenho, foi mais tranquilo, me detive mais tempo.

é isso, por fernando stickel [ 12:12 ]

jk rodou

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Em 1966, mudei no meio do ano do Colégio Visconde de Porto Seguro, para o Colégio Santa Cruz, e passei a ir de ônibus para o colégio que fica na R. Orobó, Alto de Pinheiros (usava a famigerada linha 69, com poucos, barulhentos e quentes ônibus FNM da CMTC) e depois de tirar a carta, em 1967, com o carro que estivesse disponível na casa.
Certo dia, levando meu irmão Roberto comigo no Alfa-Romeo JK FNM 2000, eu vinha “pilotando” pela Av. Pedroso de Morais e entrei forte demais na Praça Panamericana, que naquela época nada mais era que um enorme círculo coberto de mato, a avenida não cortava a praça como hoje.
Rodei, e a força da curva à direita me arrancou da posição do motorista (o banco era inteiriço, não havia cinto de segurança) e me jogou sobre o coitado do meu irmão, que lembra da visão da direção do JK rodando para lá e para cá, comigo em cima dele, enquanto o carro, sozinho, rodava no asfalto até parar.
Por sorte não vinha ninguém atrás, o carro nem na guia bateu, eu simplesmente voltei ao meu lugar e completamos a viagem ao colégio.

Como observa meu amigo Zé Rodrigo, naquela época nossos anjos da guarda ofereciam um limite no cheque especial muito grande…

é isso, por fernando stickel [ 10:25 ]

erico

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Fiz este desenho do meu pai, caneta Bic sobre sulfite A4, quinze dias antes dele falecer, ele estava em casa sentado em sua cadeira de trabalho, já bastante sedado, com um de seus queridos quadros, um óleo de Benedito Calixto.

é isso, por fernando stickel [ 11:39 ]

namoro no trianon

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Erico Stickel, ao lado de sua irmã Elizabeth, madrinha de sua formatura no CPOR.

Em 1944 Erico João Siriuba Stickel, meu pai, servia o Exército na Cavalaria do CPOR em São Paulo, e lá era instrutor do meu tio Ernesto, de quem ficou amigo e desta maneira ficou conhecendo minha mãe Martha, que relata ter se apaixonado imediatamente ao conhecê-lo.

Certa noite Martha, Erico e Ernesto voltaram a pé de uma festa na casa da família Toledo Piza em Higienópolis. Minha mãe usava um vestido verde claro com babados e sapatos de festa. Ao chegar ao Trianon, meu pai que morava logo ali na R. Carlos Comenale, contou que havia sido convocado para servir na Segunda Grande Guerra na Europa.

Minha mãe ficou passada, seus pés doiam da longa caminhada. No dia seguinte meu pai ligou para dar as boas novas, apenas a Infantaria iria à Europa. O namoro vingou, casaram-se em 1946.

é isso, por fernando stickel [ 12:23 ]

patinho

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Minha amiga Sylvia Moreira me envia estas fotos do meu filho Arthur.
A brincadeira foi o Pedro, filho da Sylvia, ligar para o Arthur e dizer, com voz de pato, que era o “Patinho”…

é isso, por fernando stickel [ 13:24 ]

erico e arthur

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Ferramentas modernas de gerenciamento de imagem, como o iPhoto da Apple que eu utilizo permitem você guardar E RECUPERAR imagens importantes.
Esta por exemplo, meu pai, sete meses antes de falecer, jogando xadrez com o neto Arthur em Julho 2004.

é isso, por fernando stickel [ 17:17 ]

escola viva

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Meu filho Arthur e seu amigo Tomás na apresentação de trabalhos do 8º Ano ontem na Escola Viva.
Eles criaram esta dramatização da extinção da Mata Atlântica. Cada dominó representa 100 árvores. Rápido para derrubar, demoradíssimo para replantar.

é isso, por fernando stickel [ 8:52 ]

casa nova

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Meu filho Antonio e sua mulher Maria mudaram-se para uma deliciosa cobertura em Pinheiros, e ontem foi a inauguração oficial, com brindes para toda a família.

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O jantar foi na excelente cantina italiana Gigio, na R. Pinheiros.

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A vista do terraço do apartamento.

é isso, por fernando stickel [ 14:51 ]

família em 1970

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Mais uma foto garimpada. No ano da graça de 1970, da esq. para a direita, meu irmão Roberto, minha mãe, meu pai, minha irmã Ana Maria, eu e minha irmã Sylvia.
Estão todos bastante alegres, eu é que pareço não estar gostando muito…

é isso, por fernando stickel [ 15:54 ]

recém casado

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Minha mãe continua garimpando fotos antigas. Nesta Alice Kalil e eu recém casados em 1971, não sei quem tirou a foto.
Me assusto com a minha cara de criança aos 22 anos. Inacreditável que casei com esta idade!

é isso, por fernando stickel [ 9:42 ]

dodge fluid drive

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Meu avô Arthur Stickel em frente ao barracão do seu barco na Praia do Guarujá, no canto da Ponta dos Astúrias.
O Dodge 1946 que aparece na foto eu herdei quando meu avô faleceu em 1967, e usava para ir à escola. Meus colegas tiravam o maior sarro dizendo que era um taxi…
Na verdade naquela época ainda existiam muitos carros americanos na praça, e o Dodge preto, 4 portas, imenso era excelente. Eu adorava o carro, tinha um sistema de câmbio semi-automático chamado “Fluid Drive”. Para namorar era perfeito, os enormes bancos inteiriços podiam fazer o papel de cama…. Viajei muito com ele para o Guarujá, na estrada era uma banheira deliciosa, chegava aos 160km/h!

é isso, por fernando stickel [ 12:05 ]

colonoscopia

Colonoscopia. Perdi um dia inteiro com este troço.
Eu sei, eu sei, precisa fazer, recomenda-se este exame preventivamente a partir dos 50 anos, etc…, mas que dá a sensação de um dia perdido, dá.
O único particular interessante vem por conta do fantástico Dormonid, a melhor invenção farmacêutica pós penicilina, você apaga e não lembra de nada!

é isso, por fernando stickel [ 19:55 ]

babinski e erico

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Babinski me deu de presente esta foto, onde ele está ao lado do meu pai Erico Stickel em Março 1989, provávelmente em alguma vernissage em São Paulo.

é isso, por fernando stickel [ 9:19 ]

arthur e sophia

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Meu filho Arthur e sua labradora Sophia Loren. A foto é da Jade, mãe do Arthur.
Os dois cresceram, veja aqui.

é isso, por fernando stickel [ 14:34 ]

clube pinheiros

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Em três locais diferentes, ao ar livre, homenagens ao meu avô Arthur Stickel que foi presidente do Esporte Clube Pinheiros por 13 anos.
Tenho muito orgulho do meu avô, sua fase pioneira no clube e o empenho em construir o fabuloso conjunto das piscinas. Sou sócio oficial do clube há exatos 47 anos, e vejo com tristeza a massificação que vem ocorrendo nos últimos anos, com entrada de milhares de novos sócios, obras faraônicas e desnecessárias, MUITO dinheiro rolando, péssimo serviço de bares e restaurantes, etc…

é isso, por fernando stickel [ 10:35 ]

clube pinheiros

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No Esporte Clube Pinheiros no sábado de manhã, meu filho Arthur na esgrima e eu passeando pelo clube e lembrando da minha infância no paredão de tênis e na piscina.
Eu ia a pé da casa dos meus pais na R. dos Franceses até a Av. Paulista, pegava o ônibus até a esquina da R. Augusta, pegava o trólebus que descia até uma praça onde hoje seria mais ou menos o Pandoro, daí a pé até o Clube.

é isso, por fernando stickel [ 10:15 ]

festa de casamento

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Garimpagens nos álbuns de fotografia antigos:
Na saída da festa do meu casamento com Maria Alice Kalil em 14 Maio 1971, meu sogro, José Kalil (1903-1975) beija a filha, sob o olhar da irmã Dulce.
O álbum do casamento foi feito pelo fotógrafo Peter Scheier.

é isso, por fernando stickel [ 13:17 ]