aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

família

bernardo diederichsen


Meu tio Bernardo Diederichsen (1904-1928) faleceu aos 24 anos de idade, ao sofrer choque elétrico.
Recém formado Engenheiro Eletrotécnico na EHT Zürich na Suíça, ele estava em seu primeiro emprego no Banco do Brasil em São Paulo.
Vestia uma camisa branca e trabalhava em um rádio, com uma chave de fenda no bolso da camisa, inclinou-se sobre o rádio e a chave de fenda encostou em uma fonte de alta voltagem, fulminando-o instantaneamente.
Em seu bolso da calça carregava seu primeiro salário.
Minha mãe Martha tinha apenas um ano de idade, e lembra de conviver toda sua infância com sua mãe Maria Elisa Diederichsen (Lili) de luto.
Eu me lembro de ter visto a camisa branca, com uma marca de queimado provocada pelo choque…


Este busto de Bernardo em bronze, esculpido por Franz Diederichsen, estava na casa do meu tio Ernesto George Diederichsen em Florianópolis. A casa pegou fogo e o busto sobreviveu. Após o falecimento do meu tio, meus primos Tim e Arnaldo acharam que o busto deveria ficar com a única irmã sobrevivente de Bernardo, minha mãe Martha.


O diploma de engenheiro elétrico.


Testemunho dos costumes da época, o cartão de agradecimento às manifestações de luto muito formal e muito pesado gráficamente falando…

é isso, por fernando stickel [ 13:36 ]

floresta devastada

Esta minha imagem de hoje é interessante… Pela primeira vez em décadas me vejo sem pêlos…

Sim, estou estou pelado… Os meses de quarentena serviram como adubo para a minha floresta amazônica particular, que cresceu desmedidamente e foi sumariamente desmatada hoje.

Meu personal trainer Samuel, que fez a gentileza de cortar o meu cabelo neste período, resolveu estender o trabalho da máquina e revelar o resultado de seu trabalho, ou seja, meus músculos!

De fato, os vários meses de treinamento mudaram meu corpo, não apenas no aspecto da massa muscular, mas principalmente na redução de dores e cãibras e a conquista de uma melhor mobilidade. Falta talvez perder ainda uns quilinhos e diminuir a pança…

Sou, simbolicamente, um novo Fernando! Aos 71 anos de idade me vejo ainda forte e capaz, e esta limpeza de área coincide com o término de um longo período de arrumação de arquivos, de desenterrar fotos e documentos e descartar inutilidades, uma forma de passar a limpo o passado.

Pronto! Estou pronto para a vida que segue! Totalmente desmatado, mais leve e feliz!


Jimyy e Bolt não se abalaram com a ausência do matagal, já a minha mulher Sandra agradece, no chão, a pelagem ficou.

é isso, por fernando stickel [ 18:11 ]

faleceu ernestinho


Meu tio Ernesto George Diederichsen faleceu aos 99 anos de idade em Florianópolis. Faça uma linda viagem Tio Ernestinho!

E sobre ele escreveu assim seu neto Chico:

pois, família, passamos aqui em casa também a lembrar do vovô…. um dia especial…. a ver fotos …. a lembrar da musica, das estrelas…. do olhar para o mundo com olhos curiosos a buscar sentido… nos livros, nas artes…. na arquitetura, na natureza…. no “matutar” ! em lágrimas, faço aqui breve homenagem, de outras que certamente virão quando pudermos nos ver presencialmente…. guardo no peito e na mente a beleza dele em ilhabela, da ponta azeda por ele criada junto dos caiçaras…. criaram ali uma vila de belas casas esparças com respeito à natureza, ao povo de lá. casas simples, rusticas, com citações diretas da arquitetura popular e erudita das missões…. sem deixar os traços do trabalho operário se apagarem…. coisas que me ensinou na prática…. nos desenhos, no nanquim, no escalímetro das curvas de nivel… sem saber, talvez sabendo…. estavamos nós avançando nos conhecimentos da arquitetura. pois arquiteto ele era. autodidata. nos detalhes das tramelas de madeira, na ausência de coisas douradas, mas com as cores do povo, dos barcos de pesca… com pico, nas canoas. a ponta azeda não tinha muros…. não se pedia para entrar…. um sitio …. livre…. da areia e das pedras …. soltos… caminhávamos todos ao vento, pelas mangueiras, pelas redes ao vento. ensinou todos nós a amar a natureza… e a ciência…. com livros…. com quadros singelos nas paredes, traços da cultura. a ossada de baleia e tacho metálico de fazer farinha…. eram os ornamentos da casa. sem ostentações. canos aparentes…. nos banheiros…. barras de madeira nas janelas como nas antigas edificações simples da colonia. telhas de barro…. varanda por todos os lados…. e o vento. gavetinhas nas camas. gavetinhas para guardar transitores de rádio…. ponta azeda chamando. todos os barcos !!! sua preocupação com a segurança de todos no canal…. o levou a criar a comunicação entre todos, navios, veleiros, fragatas…. as antenas instaladas no morro, repetidoras de sinais lá na mata ecoam a salvatagem nos dias de vento sul, mas aqueles de ventos fortes !!! agradeço pela vida tua que segue viva (de fato e energeticamente falando enqueto sopro que passa de um a um, filho a filha…. a mesma energia vital criada e passada a bilhões de anos do tempo da vida). hoje aqui escrevo por causa dele. por causa de tí vô. por causa de teu amor por antonieta…. que veio….. bernardo…. e veio…. o sopro de vida em ti agora descansa e segue em nós, bem vivos, alegres de terem vivido contigo um tanto. uns mais, outros menos…. pena que fostes, pois iamos te visitar ano que vem…. assim te visitamos de outras formas. em sonhos. em pensamentos bons!! Pois, primos e amigos, espero que possamos nos ver e lembrar mais um tanto…. juntos em breve data pós vacinarmos todos ! a seguir envio fotinho de 2017 quando fomos a floripa cuidar de ida de pai bernardo…. vê-se nela jade, minha companheira, com joão, bisneto do vô desenhando algo para ele…. fragmentos de memórias…. e mais uma vez a gratidão por estarmos todos vivos…. por sermos seres…. vivos ! e se hoje estou arquiteto, urbanista…. a fazer o que faço…. a lecionar…. arquitetar com o povo de modo singelo e belo…. respeitoso com as nascentes de águas…. a mata! à luz da “bauhaus socialista alemâ” …. muito é por conta de ti, como disse a pouco….. por hora deixo aqui beijos e abraços, e um até breve. de joão (bisneto), dora (bisneta criativa), jade (companheira minha) e chico (eu)…… e como ele muitas vezes disse:

“…… bem, minha gente….. assim é a vida! ” (ernesto, após longo e profundo suspiro)

E o neto Totó recebeu esta contribuição:

é isso, por fernando stickel [ 15:51 ]

erna stickel

Talvez esta seja a descoberta mais surpreendente da minha pesquisa dos arquivos da família, fotos da minha avó Erna jovem. Convivi muito com meu avô Arthur Stickel, gostava muito dele, lembro de muitos detalhes de sua pessoa, o mesmo não se aplica à minha avó, sempre muito quieta e precocemente envelhecida, não conseguia me relacionar muito bem com ela.


Minha avó Erna Hedwig Stickel (1889-1973) Uma mulher bonita, olhar forte, claramente uma personalidade marcante.


Aqui com 24 anos.


Nesta foto com minha tia Mausi Stickel Müller, minha avó tinha apenas 39 anos, mas já envelhecida…

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]

casino russe


Meus tio Luiz Dumont Villares tinha negócios com a Westinghouse, e Mr. Falinsky, de origem russa, era o contato na empresa.
Jantando no Casino Russe, o casal Leonor e Luiz, minha mãe Martha com 19 anos, e o casal Falinsky.

Transcrição do cartão:

Jantar à convite do casal Falinsky no “Casino Russe”dia 31/5/46
Quanto a, passarmos fome aqui, peço consultarem os nossos pratos.
Não estão com água na boca? Abraços
Luiz
Leonor
Martha

Sobre o Casino Russe:
The third establishment reviewed by Iles Brody in the April Gourmet was the Russian-themed nightclub Casino Russe at 157 West 56th Street, run by and contiguous with the Russian Tea Room. It had been a favorite with New York’s emigre population, the Carnegie Hall crowd and cosmopolitans since the 1930s. Showing off his worldliness, Brody compared the night spot with the cabarets of southern Russia as well as with the Russian-themed supper clubs that had been all the rage in Paris just before the war. In his current best seller, Arch of Triumph, novelist Erich Maria Remarque made one of the Russian clubs of Paris a favored haunt of his protagonist. Remarque, who was living in New York in 1946, frequented Casino Russe, one of his “headquarters” in the city along with “21,” Le Pavillon and El Morocco. The food was Russian as was the entertainment. Brody wrote that the house cocktail was vodka, apricot brandy, cherry brandy and lemon juice, although he preferred his vodka straight with a sprinkle of pepper and a slice or two of unpeeled cucumber as they did it in Russia. The 40-man kitchen staff also prepared food for the Russian Tea Room, which had a different menu. Shows were at 8:30 and 12:00. When Brody visited the entertainers included a flame eater/dagger dancer, a chanteuse and a violinist. Dinner and floor show were $3.50. The drinks were good, he said, but the wine list was meager. He noted the existence of the Baghdad Room, off from the main dining room and away from the floor show.

é isso, por fernando stickel [ 9:21 ]

dia do erico


Meu pai Erico Stickel me ensinou muitas coisas, mas sobretudo agora, 15 anos após seu falecimento, me dou conta de como foram importantes suas lições!

é isso, por fernando stickel [ 10:00 ]

faleceu luiz paoliello


No domingo dia 19 Julho visitamos nossos amigos Tina e Luiz Pires Paoliello, em sua casa no Condomínio Alpes de Campos do Jordão, onde desfrutam de fabulosa vista da Pedra do Baú.


A conexão do Luiz e da Tina com este tipo de paisagem e clima data de longa data, pois durante muito tempo eles tiveram uma casa em Monte Verde.


Luiz estava ótimo, nos mostrou a deliciosa casa, passeamos com a Tina pelo jardim, momentos muito tranquilos e prazeirosos.
Luiz comentou que seu cancer de pulmão, que ele vinha controlando há muito tempo havia dado uma piorada, e que ele iniciaria nova sessão de quimioterapia nos próximos dias.


Nosso último contato via Whatsapp, no domingo 26/7.
Hoje de manhã recebi a notícia de seu falecimento em Campos do Jordão. RIP Luiz, você vai fazer muita falta!


Com muito bom humor e alegria de viver, é assim que vou lembrar de você Luiz.

é isso, por fernando stickel [ 7:53 ]

cruz de mérito

Mais uma descoberta na quarentena:


Quem assina a comenda é o então Presidente da República Federal da Alemanha Walter Scheel.

Meu pai Erico era um ser muito discreto, odiava o telefone e amava escrever uma carta ou bilhete.
Sua comunicação com as pessoas era boa, mas não falava muito sobre si próprio e nem (de maneira nenhuma!) contava algum tipo de vantagem, fiz isto ou fiz aquilo, tenho isso ou tenho aquilo, não era seu estilo.
Então não foi com muita surpresa (mas cheio de orgulho!) que descobri hoje que ele ganhou uma importante homenagem do Governo Alemão em 1978, algo que minha mãe Martha se lembra, houve um coquetel na casa do Cônsul, que morava também na R. dos Franceses, mas que não foi ventilado com os filhos, nem na época nem depois.
Talvez a comunidade alemã tenha tomado conhecimento, pois o evento foi noticiado no Kaese Blatt (papel de embrulhar queijo), o carinhoso apelido do jornal Deutsche Zeitung de 25/11/1978.

Tradução da carta em que o Cônsul Geral encaminha ao meu pai a comenda:

São Paulo, 22 Novembro 1978

Consulado Geral da Republica Federal da Alemanha

Caro Doutor Stickel!

O Senhor tem ativamente e de maneira abnegada se dedicado há muitos anos às questões sociais e culturais no âmbito da sociedade germano-brasileira.

O Senhor foi por muitos anos presidente da Associação de Escolas do Colégio Visconde de Porto Seguro. Proporcionou suporte eficaz ao Instituto Hans Staden e à Fundação Martius, duas instituições importantes no campo dos acordos bilaterais e das relações culturais.

O Senhor se encontra entre os relevantes apoiadores da Bienal de São Paulo.

Em 1955 o Senhor fundou com sua esposa em Campos do Jordão a “Fundação Beneficente Martha e Erico Stickel”, uma instituição de caridade, que entre outras atividades provia gratuitamente tratamento médico e odontológico para crianças carentes. Em 1974 o Senhor criou na Ilhabela, SP uma estação de assistência social.

Apreciação especial receberam suas generosas doações para a Associação Alemã de Ajuda em São Paulo, que se ocupa de idosos de origem alemã. Há 10 anos o Senhor doou a essa instituição uma casa, cujos inquilinos dela se beneficiam. Em 1977 também foi doada pelo Senhor, na mesma insttituição, uma nova e espaçosa casa de idosos com 13 apartamentos individuais e várias outras dependências.

Em homenagem a esses serviços, o Presidente da República Federal da Alemanha lhe concede a Cruz do Mérito da Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha em 13 de julho de 1978.

É uma honra e um prazer entregar ao Senhor esta alta condecoração.

Assinatura do Cônsul Geral Hartmut Schulze-Boysen

Dois anos depois de receber a comenda, meus pais inauguraram mais uma importante obra filantrópica, as Aldeias Infantis SOS Rio Bonito em 8 Dezembro 1980, com a presença do criador das Aldeias, Hermann Gmeiner (1919-1986).

é isso, por fernando stickel [ 17:06 ]

homenagem a lili diederichsen


Testemunho da época: Três anos após ter sido criada em 1954, a Fundação Beneficente Martha e Erico Stickel, por sugestão do meu avô Arthur Stickel, Conselheiro, homenageou minha avó Maria Elisa (Lili) Arens Diederichsen com o título de Conselheira Honorária.
A carta de formalização foi assinada por meu pai, Erico João Siriuba Stickel, presidente da Fundação. Nesta época o escritório da Fundação em São Paulo ficava no centro de São Paulo, na R.do Ouvidor 102 5º andar.


O Edifício Pau DÁlho era meu conhecido, pois sempre que eu ia ao oculista na Rua Marconi, fazer exercícios para o estrabismo, na sequência passava-se na Confeitaria Cristallo, e, virando a esquina, no escritório do Papai para uma visita, lá também dava expediente meu avô Arthur, que após sua aposentadoria ajudava meu pai no escritório.


Até diploma teve!

é isso, por fernando stickel [ 11:29 ]

documento erico


Documento de identidade de meu pai Erico João Siriuba Stickel, de cerca de um ano antes do meu nascimento.

é isso, por fernando stickel [ 17:57 ]

fiação indiana

Meu amigo José Antonio Penteado Vignoli escreveu um belo artigo sobre a S.A. Fiação para Malharia Indiana empresa da minha família, no interessante site São Paulo Antiga.


A história da empresa da família de Vignoli é também muito interessante, veja aqui.

é isso, por fernando stickel [ 20:01 ]

aniversário pedro!


Aniversário de 2 anos do meu neto Pedro!!

é isso, por fernando stickel [ 14:42 ]

jimmy hendrix 9 anos


Nove anos atrás Sandra e eu fomos visitar a ninhada de 6 Jack Russel recém nascida, para escolher o nosso cachorrinho, todos tinham nomes de músicos, havia Tim Maia, Madonna, Jamiroquai, e outros que não lembro, e havia Jimmy Hendrix! Foi o escolhido!


Eu relutei muito em tomar a decisão de ter um cachorro, e fui atropelado pela Sandra que decidiu e pronto! Quando o Jimmy chegou em casa, em 24 horas eu já havia me derretido todo por ele, e estava irremediavelmente apaixonado, como continuo até hoje, em seu aniversário de 9 anos!


Dois anos depois chegou o Bolt, para fazer companhia e completar a familia!

é isso, por fernando stickel [ 8:24 ]

erico e fernando


Eu e meu pai Erico, em momento descontraido na R. dos Franceses nos anos 90. Ao fundo escultura de Marcello Mascherini (1906-1983)

é isso, por fernando stickel [ 14:39 ]

sociedade beneficente alemã

sba
Este é o “Stickel Heim”, pavilhão que meus pais doaram à Sociedade Beneficente Alemã SBA no Sesquicentenário da Imigração Alemã 1824-1974.
O projeto arquitetônico ficou a cargo do arquiteto Salvador Candia, em cujo escritório eu trabalhava na época. Sob a orientação do arquiteto Yasuhiro Aida, braço direito do Salvador, trabalhei bastante neste projeto.
São 12 quartos, sala de estar, copa e terraço para uso dos idosos que a SBA abriga.


Os dizeres da placa comemorativa, afixada no prédio:

Em homenagem à memória de nossos pais
Ernesto Diederichsen
Maria Elisa A. Diederichsen
Arthur Stickel
Erna H. Stickel
No ano comemorativo do Sesquicentenário da Imigração Alemã no Brasil, construimos esta casa.
Martha Diederichsen Stickel
Erico João Siriuba Stickel


Meu pai, Erico Stickel, na inauguração.


Eu, meu pai Erico, iris Di Ciommo, minha mãe Martha e o arquiteto Salvador Candia.


Meu pai assinava o “Käseblatt” apelido carinhoso com que a comunidade alemã se referia ao jornal em lingua alemã “Deutsche Zeitung”, que trouxe uma longa reportagem com fotos sobre a inauguração do “Stickel-Heim”.

é isso, por fernando stickel [ 20:06 ]

festa de casamento

kalil.jpg
Garimpagens nos álbuns de fotografia antigos, um dos efeitos da quarentena do cooronavírus…
Na saída da festa do meu casamento com Maria Alice Kalil em 14 Maio 1971, meu sogro, José Kalil (1903-1975) beija a filha, sob o olhar da irmã Dulce.
O álbum do casamento foi feito pelo fotógrafo Peter Scheier.


José e Josephina Abs Kalil, Frederico Nasser e eu, na Catedral Ortodoxa do Paraíso. Meu sogro levou de sua residência inúmeros tapetes para decorar a Catedral… juntamente com o trabalho da Marilia Vogt, que decorou a igreja e a casa.


Meu pai Erico (1920-2004), minha mãe Martha, a noiva Alice, eu, a sogra Josephina (1912-1972) e o sogro José (1903-1975) na festa de casamento na R. Martiniano de Carvalho, 14 Maio 1971.
As fotos são de Peter Scheier, recuperei de contatos preparatórios para o album de casamento.


Na saída da festa Alice de roupa clara, Plinio de Toledo Piza de barba e minha prima Ciça (Cecilia Cruz Villares) na porta do carro, de xadrez.


Pilotando a Variant, Dulce, a irmã da noiva me brinda com arroz! Ao fundo seu marido Tigrão (Luis Carlos Fagundes) olha divertido…

é isso, por fernando stickel [ 13:17 ]

indiana e argos


Logotipos da Argos Industrial S.A. e da Fiação para Malharia indiana S.A. projetos dos anos 60-70 do designer gráfico Alexandre Wollner (1928-2018), considerado o pai do design moderno no Brasil. Wollner participou da fundação da primeira escola de design do país em 1962, a Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro – ESDI.

Sobre as empresas, no texto de 1959 “Os precursores do progresso do Brasil” de Eddie Augusto da Silva-Rubens Veras-Julio Ewigkeit, Editora Sociedade Brasileira de Expansão Comercial Ltda:

São múltiplos e notáveis os empreendimentos pessoais de ERNESTO DIEDERICHSEN. Em 1914 em sociedade com Luiz Trevisioli e Aleardo Borin, fundou uma fábrica de tecidos em Jundiai. Essa fábrica transformou-se no que é hoje a “Argos Industrial S/A” uma das mais pujantes organizações industriais do ramo. Acompanhado por alguns amigos ERNESTO DIEDERICHSEN fundou ainda a “S/A Fiação para Malharia Indiana”, o “Lanifício Argos S/A”, e adquiriu e ampliou a “S/A Cotonificio Adelina”.


Algumas marcas/logotipos projetados por Alexandre Wollner.


Um dos meus primeiros trabalhos gráficos foi criar os nomes para fibras especiais ALVIL e TEFIL, e as respectivas etiquetas.


Anúncio de revista.

é isso, por fernando stickel [ 14:12 ]

arthur e erico


Meu pai Erico e meu avô Arthur Stickel, no Sport Club Germania em 1933.
Meu avô foi presidente do clube de 1933 a 1942, em sua gestão foi construido o conjunto de piscinas, em 1942 o clube passou a se chamar Clube Pinheiros.
Eu nunca cheguei a jogar tênis direito, tentei, bati muito paredão, mas na hora do jogo sempre foi um desastre… ao contrário do meu pai e avô que chegaram a jogar direitinho…

é isso, por fernando stickel [ 11:08 ]