
Reportagem maravilhosa do Marcelo Min.

Reportagem maravilhosa do Marcelo Min.

Anagrama de Jeff Koons Cicciolina, produzido pela Christina Thomas.

Óleo sobre tela, de minha autoria, 20 x 30 cm., por volta de 1980. Coleção Iris Di Ciommo.
Jane Austen had it right when she wrote: “One half of the world cannot understand the pleasures of the other.”
Em relação a essa brincadeira dos ricos-mesmo e novos-ricos, li estes dias um texto do Peter Mayle, autor do livro “A Year in Provence” abordando as raízes do prazer.
O artigo, “The pleasure principle”, que achei muito interessante, acaba tratando exatamente do que está por trás de tudo isso, o TEMPO!

Cartão de Natal 1961/62 do fotógrafo Otto Stupakoff.

Os bichos estão soltos…
Desenho em um dos meus cadernos.

Andy Warhol. Roll of Bills, 1962. Lápis de cor, caneta hidrográfica e crayon sobre papel, 101.6 x 76.4 cm.
A pedidos, em breve, os sintomas de novos-ricos e ricos mesmo. Uma coisa porém já posso adiantar, só os ricos de espírito fazem e lêem blogs, e desconfio que os ricos mesmo ($$$$) nem sabem do que se trata.

A vida tá difícil, né, facilita um pouco com o Zéfiro.

Marcel Duchamp / Man Ray

Finalmente vou mostrar um trabalho recente por inteiro, com um detalhe, tem um pedaço desta colagem que foi feito 30 anos atrás, e estava procurando seu lugar até hoje!

Poema do blogueiro
Bom, isto posto posto isso
Blogo, listo, pisco, risco
arrisco
arre!

Desenho do Millôr Fernandes “Esse é realmente um abstrato.”
Presente do meu compadre Frederico Jayme Nasser, por volta de 1970.

Comecei a ler Stupid White Men do Michael Moore. Necessário e assustador, apenas o capítulo referente à eleição do nosso amigo bush junior já vale a pena. E por pouco que o livro não sai…

Olhando a biblioteca.
Coisas do estúdio.
Olhando os livros.
Sem pele ou lona (por Ledusha)
Há horas definitivas
em que o amor te põe nocaute
Não existe pele ou lona alguma
que suavize o seu impacto
O amor te expõe a tudo
de novo, de velho, de insano,
de lindo, de fácil
impossível
Depois de espumar
como um mar bravio
em seus ouvidos
subitamente repousa
e de joelhos te promete a eternidade
– quem o rejeitaria?
Às vezes
depois de dormir no
teu colo
te esfola vivo
O amor sabe como te arrancar o couro,
baby
Sua brasa intermitente
no bom e no tal sentido
te fazem um ser movido a ciscos,
relâmpagos de lâmina,
prazeres e suspiros
O amor
te encaixa
no caos do cosmo
no colo maternal das nuvens
Te deixa à beira, à deriva
e te incita a pisar sem olhos seu precioso gume
O amor detona revoluções, partidos,
linhas filosóficas, correntes artísticas
Fomenta banalidades, paixões, teses de doutorado,
crimes, letras de música e saudade
Instrumentos que delineiam
a história e geografia de cada um
O amor te faz preciso
Vulnerável
porém radioso