A guerra é aqui, e quase fui vítima.
Por volta das 14:30 de hoje, descendo a Al. Joaquim Eugênio de Lima a bordo de um taxi, quase na esquina da Estados Unidos, escuto um estampido e olho para o lado, dois moleques em cima de uma moto, de capacete, o garupa com uma enorme pistola (ou revolver, não entendo nada disso…) .45 cromada, atirando para trás.
Tento ver o que está acontecendo, na esquina anterior uma moto caída no meio da rua e um motoqueiro tentando se levantar, enquanto isso os dois na moto somem no meio do trânsito.
Olho para o taxista, com quem vinha conversando sobre a guerra, e comento que poderíamos ter sido nós a tomar uma bala perdida. Segurança não existe.
Viva todos os seus dias como se fosse o último.