Domingo gelado, emoções fortes no Butantan.
O Museu de Microbiologia, projeto do arquiteto Marcio Kogan, é pequeno, muito bem feito e gostoso de ver, para as crianças é fundamental.
Domingo gelado, emoções fortes no Butantan.
O Museu de Microbiologia, projeto do arquiteto Marcio Kogan, é pequeno, muito bem feito e gostoso de ver, para as crianças é fundamental.
Mais uma vez minhas andanças por Santa Cecilia. Bem em frente ao meu moldureiro fica este açougue, na Rua Barão de Tatuí.
Esquina da R. Aureliano Coutinho com Marquês de Itú. Edifício projetado pelo arquiteto Salvador Candia, em obras de recuperação.
Altar da TFP na R. Martim Francisco.
Placa na fachada da casa da TFP.
Predio em frente ao altar da TFP.
Sábado chuvoso em São Paulo, vou ao moldureiro pela 23 de Maio.
Procuro sempre achar caminhos mais curtos e rápidos, mas não tem jeito, da Vila Olímpia para Santa Cecília não dá menos que meia hora, mesmo no sábado chuvoso.
O interessante é que sempre acabo tropeçando em coisas especiais, como a PAZ, na R. General Jardim.
Ontem numa festa onde havia a maior concentração de arquitetos por metro quadrado jamais vista, e até o fotógrafo era da ASBEA, encontrei meu amigo Eduardo Longo. Comentei com ele que mostro sempre para meus alunos um pedaço da construção da primeira Casa-Bola na Rua Amauri, que eu mesmo serrei quando o ajudei, por alguns dias, a construir a Casa Bola, lá nos idos de 1974. Ele adorou a história e pediu para que eu contasse aqui. Voilá.
Di Quinta, um bar moita do Jorginho na Joaquim Floriano, em cima de um mega estacionamento,
Nossa amiga “Cristais” nos levou, Sandra e eu, donde acabo de voltar bêbado e feliz, bebi três cervejas e uma caipirinha, dancei, conversei, escutei um som MUITO bom, encontrei meu filho que voltou a ser bem humorado, e me contaram que tudo isso é estilo favela-chic, sei lá?!
Segunda-feira, 6:15, da minha janela a vida paulistana recomeça após uma semana de férias .
Esquina das ruas 13 de Maio com Martiniano de Carvalho, bairro do Paraíso.
Foto tirada do décimo andar do Hospital Osvaldo Cruz.
Paisagem paulistana.
Paisagem carioca.
Recebi de presente do J.C.Miguez .
Al Lorena x R. Augusta, 14:30h.
Mais um capítulo da tragédia “BRASILEIRO ODEIA ÁRVORE”
Na minha querida Vila Olímpia, Praça Edgar Ermelino Leite, na esquina da Av. Santo Amaro com Helio Pellegrino.
A Prefeitura adotou nesta praça um procedimento paisagístico peculiar:
-Cortou quatro seringueiras.
-Deixou os tocos como prova do crime, tentou cobrir um deles, sem sucesso, com grama.
-Procura manter a praça imunda.
-Procura não consertar muretas, buracos no piso, etc…
Isso sem falar nas “palmeiras imperiais” ao longo da Av. Helio Pellegrino, que morrem uma após a outra…
E pelo alvorecer, esta segunda-feira promete tanto quanto o domingo. Boa semana!
Domingo real.
Não me recordo de um dia tão delicioso em São Paulo como hoje, céu azul de brigadeiro, sol, temperatura amena, leve brisa.
Acordar na casa do meu Amor, tomar café da manhã com ovo quente, ler o jornal, caminhar até a rua Augusta, tomar o elétrico, descer na Paulista, andar até o MASP, fuçar na feirinha de antiguidades até dar fome, almoçar no bandejão do MASP (meio derrubado), ver algumas coisas interessantes como a doação do Calder ao museu, visitar a incompreensivelmente vazia e derrubada lojinha do museu, voltar à feirinha, comprar uns objetos de vidro que adoro, tomar um picolé La Basque, voltar para casa de taxi, tomar banho, subir na cobertura para fotografar o pôr do sol, dormir um pouco debaixo das cobertas, ir até a Forneria San Paolo, jantar cedo e frugalmente, antes do tumulto começar, voltar para casa e blogar esta história de hoje, tudo com o meu Amor.
Domingo real!
Estudei no prédio da FAUUSP na Cidade Universitária, projeto do arquiteto João Batista Vilanova Artigas.
No dia do vestibular, inauguração da nova faculdade de arquitetura, ele circulava entre as mesas, zeloso de sua obra e reprimia quem ousava usar um estilete sobre a fórmica virgem.
Não gosto do projeto da FAU, entre outras razões porque era gelado no inverno e um forno no verão.
Na Rua Sampaio Vidal existe este conjunto de quatro sobrados geminados, genial projeto dele, térreo mais dois andares. Na casa com hera na fachada iniciei minha vida profissional desenhando plantas de prefeitura para o arquiteto Alfred Talaat. Nos fundos era o estúdio do Augusto Livio Malzoni.
Anos depois, já casado com a Iris, comprei a casa em ruinas, reformei-a e fiz meu estúdio nos fundos. Hoje lá mora minha ex e minha filha. As árvores da frente plantei 23 anos atrás. A casa amarela da direita foi reformada e completamente desfigurada pelo atual proprietário, filho da Marília Gabriela, que criou um muro absurdo, encheu de alarmes, etc…
E assim a cidade vai mudando, sempre para pior…
Manhã de sábado fui com Arthur ao moldureiro, e no caminho encontrei umas coisas:
Antigo Colégio Visconde de Porto Seguro, na Praça Roosevelt. Hoje é uma escola pública caindo aos pedaços.
A entrada do colégio, foram 14 anos subindo esta rampa.
Corredor da Diretoria do Porto Seguro, o local mais temido.
Pintei a fachada do Teatro ágora na R. Rui Barbosa.
Norberto e Mario, moldureiros eternos.
Nesta foto só falta o Ruy, só sabe quem é o Ruy quem tem mais de 50…
… e na hora do almoço, a primogênita e o caçula.
Parque do Ibirapuera, minha paixão, já andei alguns milhares de kilômetros por aí.
Este monstro chamado “Edifício Villa Europa” no estilo arquitetônico neo-bosta embargado aí, na R. Tucumã, vizinho da Marginal do Pinheiros, consegue superar os mega-monstros do Ruy Ohtake.
É feio, fora de escala, agressivo, arrogante, metido. Andei lendo nos jornais que o Ministério Público fez um acordo com os incorporadores para diminuir “x” metros quadrados de área, construida, etc… Sei não, não acredito. Para mim a única solução é a demolição pura e simples, e fodam-se os espertos milionários que cometeram este acinte.
Vamos esperar, já já liberam e aí a gente sabe que rolou uma imensa quantidade de dólares por baixo do pano.
Justiça seja feita.
Visitei ontem à noite o Hotel Unique, obra do binômio Ruy Ohtake / Victor Siaulys na Av. Brig. Luis Antonio.
Não vou comentar o exterior, mas devo dizer que os interiores, particularmente os elevadores, restaurante, bar e a recepção são gloriosos.
O terraço do bar/restaurante tem a melhor vista de São Paulo. O quarto é pequeno, muito interessante, com a banheira comunicando-se com o quarto através de um biombo que se abre na vertical. Vidrotil transparente no banheiro, nunca tinha visto, lindo. Surpresa total após o imenso desânimo ao ver subir o monstro do prédio do Instituto Tomie Ohtake em Pinheiros.