
Depois da chuva.

DIA NO CENTRO
Fui hoje à Secretaria Municipal de Cultura, no edifício do antigo Cine Olido, que está sendo restaurado pela minha amiga, a arquiteta Sylvia Moreira, para assinar o processo de doação que fiz à minha querida Sampa do meu trabalho “Branca”
Visitamos as obras, palpitei em algumas coisas (adoro uma reforma!) e almocei com a Sylvia no Ponto Chic.
Em seguida visitei o saguão do Edifício Matarazzo, atual sede da Prefeitura na Praça do Patriarca, onde estão expostas belas fotos de Araquém Alcântara.
Após uma reunião na R. Benjamin Constant, visitei no final da tarde um pequeno e estranho museu, o Museu do Theatro Municipal, que fica em baixo do Viaduto do Chá, com entrada pelo jardim ao lado do teatro. O mais interessante é a pomposa arquitetura toda em mármore, do que foi antigamente uma galeria de circulação de pedestres. Vale pelo inusitado.

Da minha janela, depois do desastre.

Sim, precisamos de água.

Minha namorada Sandra Pierzchalski pede que eu faça aqui uma homenagem ao pai dela, Stefan Pierzchalski (1931-1981), juntamente com um parabéns a São Paulo.
Com o maior prazer, pois tanto o pai da minha linda quanto a minha querida Paulicéia merecem todas as homenagens. Sem dizer que adorei a foto do sogro que não conheci, em frente ao Monumento às Bandeiras no Ibirapuera.

O calor, africano, o trânsito caótico, a festa entupida de gente, o ar condicionado insuficiente, e no meio de tudo isso o meu amigo Gladstone Campos nos fotografou e enviou a foto por e-mail.

São Paulo tem árvores assim.

Noite de verão em São Paulo, com lua. Fica delicioso.

Maravilhoso painel, óbviamente anos 40/50, em edifício na esquina da R. Washington Luís com R. Brigadeiro Tobias, no centro de São Paulo.
Alguém conhece, sabe a autoria? Estou curioso.
Vou contar uma coisa: Completei hoje o segundo dia (de um total de 4, mais a prova escrita) do curso de reciclagem que o DETRAN exige para quem teve a habilitação suspensa.
No meu caso, fui suspenso por causa de uma única multa de excesso de velocidade (7 pontos) e esta foi apenas a primeira das lições que já aprendi neste curso: Existem 18 tipos de infração que fazem você ter a carteira suspensa, sem precisar acumular os 20 pontos.
Algumas outras curiosidades:
Para quem trafega pelas vias federais Dutra e Fernão Dias, não basta portar os documentos obrigatórios CNH, CLA (Licenciamento) e RG, é necessário também o IPVA e o DPVAT. No Estado de São Paulo não são exigidos o IPVA e DPVAT.
As motos andam livremente de escapamento aberto porque não há legislação que regulamente este excesso, portanto não há fiscalização e nem multas.
A partir de Janeiro 2004 haverão nas ruas de São Paulo além dos atuais 930, mais 22.000 multadores!
As câmeras de controle fotográfico de velocidade são capazes de ler o número do chassis gravado no parabrisa dos carros! E, é óbvio, fotografar você ao volante e quem estiver ao teu lado…
Existem centenas de maneiras de você se defender das multas. Todas legais, e muitas dão resultado.
Quem for pego na pontuação, faça o curso, não é ruim não, e a verdade é que principalmente para dinossauros do trânsito como eu (37 anos de carta) muita coisa mudou, não sabemos detalhes importantes e a fiscalização vai aumentar brutalmente.
Portanto, fiquem espertos!

Almocei hoje no Ponto Chic do Largo do Paissandu com os meus amigos Celso Frateschi e sua mulher Sylvia Moreira.
Ele é ator e o atual Secretário de Cultura do Município. Ela é arquiteta e está desenvolvendo um ambicioso projeto de “retrofit” do edifício do antigo CINE OLIDO, atual sede da Secretaria de Cultura.
Eu sou padrinho de casamento deles, que completam 6 anos de casados no próximo 25/11.
Depois do clássico bauru, visitamos as obras.
As 3 salas originais serão recuperadas e terão uso misto para cinema e teatro. Tudo isto na Av. São João, exatamente em frente ao Largo Paissandu.

O Mercado Mundo Mix rendeu uma boa safra de fotos.

Na esquina das avenidas Nova Faria Lima x Juscelino Kubitschek, três bancos e três diferentes visões da arte em locais públicos.
De longe a melhor solução é a do Banco Itaú. Na calçada uma escultura do artista japonês Susumu Shingu, devem ter pago bem caro por ela, e o resultado é uma obra do primeiro mundo, de execução impecável, que se movimenta deliciosamente ao vento. Dentro da agência, podendo ser vista também da rua uma maravilhosa tela de Adriana Varejão.
O Bank Boston instalou em seu jardim uma bela pedra fatiada, sem referência de autor, e mesmo que não seja uma obra assinada, é correta e adequada. Vou tentar descobrir quem é o autor.
Já o Bradesco… Esta versão tridimensional da marca do banco certamente foi sugerida por algum publicitário, e o resultado de um mau gosto lamentável. Grande, feio, cafona, não respeita o prédio, não respeita nada, não se harmoniza. Mesmo com banho de design, Bradescão precisa ainda se libertar de suas raízes…
Dentro da agência, um pouco perdida, enorme tela de Eduardo Sued.

Marginal do Pinheiros x Av. Juscelino Kubitschek: O esqueleto do Português…

Nas últimas semanas tenho ido inúmeras vezes ao meu moldureiro, a Decorações Porão na Rua Barão de Tatuí, em Santa Cecília.
Hoje finalmente parei o carro nesta esquina, Barão de Tatuí com Baronesa de Itú e fotografei. É preciso uma certa clareza e decisão: levar a máquina fotográfica, reparar nas coisas, decidir parar, achar uma vaga, esperar o trânsito… e fotografar.

Por que será que tudo no MUBE é feio, capenga, mal ajambrado?
Essa comunicação visual em preto e vermelho é simplesmente MEDONHA!
Minha amiga Marta Goes nos levou a ver um show simplesmente hilário, do qual eu nunca tinha ouvido falar, a TERÇA INSANA, no Bar Avenida, com roteiro e direção de Grace Gianoukas. Não percam, todas as terças.