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Mais um capítulo da tragédia “BRASILEIRO ODEIA ÁRVORE”

Nesta madrugada, mais uma vez um imbecil qualquer destrói o patrimônio público, e óbviamente “nesse país”, paraíso da impunidade, fica tudo por isso mesmo.
Segundo relato do guarda da obra que se realiza no terreno do Café Photo da Av. Helio Pellegrino, quase esquina com Diogo Jácome, uma pick-up amarela conduzida por um bêbado derrubou as três árvores, logo em seguida veio um guincho retirar o carro, e o fdp escapou ileso.
Comemora-se, neste caso, nenhuma vítima fatal, mas quem paga tudo isto que todos os dias acontece Brasil afora?
Placas, defensas, postes, árvores, propriedade de terceiros, tudo destruido no caos e irresponsabilidade no trânsito.

é isso, por fernando stickel [ 12:27 ]

burj khalifa

burj
Com 828 metros, prédio mais alto do mundo ganha novo nome na inauguração

Para que serve esta coisa?

é isso, por fernando stickel [ 15:21 ]

tragédias

chuva-caxias
O governador do Rio, Sergio Cabral, sumiu depois das tragédias em Angra dos Reis e na Baixada Fluminense.
Lula sumiu nas tragédias de Santa Catarina e na queda do Airbus da TAM que matou 199 pessoas.
Outros tantos políticos somem na hora das encrencas, quando mais do que nunca são necessários lá, no local da tragédia, dando o exemplo, mobilizando, inspirando, dinamizando os trabalhos de resgate e atendimento das famílias.
Pois esta é mais uma tragédia da “superpotência”.
Na hora de exaltar as nossas belezas, nossos líderes deitam falação a não mais poder, porém na hora de fazer valer a autoridade e proibir construções em áreas de risco, aí fica chato, vai desagradar o eleitor…
Na hora de prometer saneamento e etc… são mestres, na hora de ir lá na enchente eles somem.
Lindo, né? E o povo sifu.
Não fosse o espírito de solidariedade do povo, e a atuação abnegada de bombeiros e outros servidores públicos a tragédia seria muito maior.

Em tempo: Prefeito de Angra dos Reis proíbe novas construções em 15 morros da cidade

Como de costume na botocudolândia, depois que a boiada escapa é que se conserta o portão.

é isso, por fernando stickel [ 8:28 ]

céu azul

tarde3
Ontem saí de casa com céu azul e voltei para casa ainda com céu azul!
De brinde umas andorinhas dançaram na frente da lua!

é isso, por fernando stickel [ 10:04 ]

céu azul

ceuazul
Ufa! Céu azul em São Paulo, que alívio!

Vou para a piscina!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 9:47 ]

nova sede omint

omint
foto: Gabriel Rinaldi

Descobri quem cometeu mais esta agressão arquitetônica à cidade de São Paulo.
Trata-se da Vila Omint, nova sede do plano de saúde Omint, projetada pelo arquiteto Pablo Slemenson, responsável por outros monstros neo-qualquercoisa cidade afora.
O impressionante é que o plano de saúde é excelente, sou um dos usuários, é uma empresa moderna, cara e boa.
Então por que optar pelo retrocesso, na hora de fazer sua sede nova, em local nobre?
Não consigo entender.

é isso, por fernando stickel [ 9:54 ]

ca’d’oro

cadoro
Ca’d’Oro 1953-2009

Símbolo do charme de um centro paulistano que não existe mais, o Grand Hotel Ca’d’Oro, primeiro cinco estrelas de São Paulo, fechou suas portas ontem.
Nas grandes ocasiões familiares meu pai nos levava sempre ao restaurante do hotel Ca’d’Oro, tanto na R. Basilio da Gama quanto na R. Augusta, onde invariavelmente a pedida era fettuccine al triplo burro, preparado na nossa frente com generosas doses de creme de leite, manteiga e parmesão.
Recém casado, nos anos setenta, ainda me aventurei por lá, dispensando a tutela do meu pai.

cadoro_bollito

Os homens só entravam de terno e gravata, ou no mínimo paletó. O maître Atico conhecia todo mundo, cumprimentava pelo nome, era um grande acontecimento.
A decoração era pesada, cafona como só os italianos sabem ser, mas tinha o seu charme.
A vida muda, e hoje em dia não tenho mais paciência para restaurantes muito cheios de “frescura”, prefiro ambientes mais simples.
Levo comigo do Ca’d’Oro memórias agradáveis de um tempo onde meu pai reinava absoluto, quando “ir à cidade” exigia terno e gravata, e os jantares eram ocasiões festivas e antecipadas por toda a família.

é isso, por fernando stickel [ 8:37 ]

placas esquisitas

saude
Alguém pode me explicar o que são estes troços (técnicamente são estandartes) com palavras como:
SAÚDE
SOLIDADARIEDADE
RESPEITO
QUALIDADE DE VIDA
DIVERSIDADE
Instalados na Av. Nova Faria Lima e Juscelino Kubitschek?

Eu não entendi.

Será que o responsável por estas “coisas” está querendo dizer para nós cidadãos que nós devemos ter saúde, solidariedade e respeito? Ele está nos desejando tudo isso? Enquanto a cidade é tragada pelas enchentes? Ele estará louvando o valor absoluto destas “coisas”??!!

é isso, por fernando stickel [ 9:54 ]

dia superbacana

santa
Chegando no evento, minha santa ou minha deusa…

vivian
Vivian e Sandra, a parte de cima… e a parte de baixo…. na inauguração ontem, com chuva e tudo, no Parque Alfredo Volpi (Bosque do Morumbi) de uma iniciativa muito interessante da minha amiga Vivian:

um dia superbacana

Um ateliê itinerantre a céu aberto, onde adultos e crianças se expressam por meio de materiais disponíveis a cada edição.

arti
Depois de um século voltei a pegar em um pincel, eu fiz o retrato da Sandra e ela o meu.

é isso, por fernando stickel [ 9:06 ]

banco santos

ed1
Sempre tive curiosidade de saber quem projetou e o que abriga este prédio com fachada minimalista, “à lá” Antonio Dias na Marginal do Pinheiros, na esquina da R. Elisa Pereira de Barros, ao lado do prédio do falido Banco Santos.

ed2
Hoje parei, desci, fotografei e perguntei ao guarda que apareceu o que era lá.
– Boa tarde, o que é aí?
– É um banco.
– Que banco?
– Banco Santos.
– Mas o que tem neste prédio?
– Escritórios, da massa falida.
– Ah bom…
– Por que o senhor está fotografando?
– Por puro deleite.

ed3
Edemar Cid Ferreira obteve sucesso imenso com a sua Brasil Connects, a Cid Collection, etc…
Não fosse o viés bandido que o propeliu desde o início, de caso pensado e com consultoria americana, Edemar teria se dado bem ao menos na vida cultural…

é isso, por fernando stickel [ 15:23 ]

mais chuva

chuva3
Parece que vem mais chuva para São Paulo. Eu já estou embolorando…

é isso, por fernando stickel [ 9:41 ]

corcovado

corcovado
O Corcovado antes do Cristo.

é isso, por fernando stickel [ 14:25 ]

sampa da brasilândia

sao paulo
São Paulo vista da Vila Brasilândia na Zona Norte, hoje de manhã, depois da chuva.
Esta é uma foto que eu gostaria de fazer com uma câmera analógica das grandes, 8 x 10.

é isso, por fernando stickel [ 15:13 ]

santander e parque do povo

santander
Vocês repararam como este prédio do Santander ficou sem graça?
Quando ele era o “Esqueleto da Eletropaulo”, só na estrutura, tinha uma coroação meio arredondada que eu achava interessante, ao menos parecia ter potencial.
Agora concluido achei que os “dentes” decorativos criados nos quatro cantos do prédio não o coroaram com beleza e arrojo.
O que de melhor aconteceu na região foi a abertura do Parque do Povo, que aparece em primeiro plano.

é isso, por fernando stickel [ 17:56 ]

apagão

apagao
Juca Varella/AE

Apagão atinge ao menos 9 Estados do país

Estávamos Sandra e eu em casa assistindo confortavelmente ao seriado “The Tudors” quando o apagão nos atingiu, a primeira preocupação foi desligar os aparelhos eletrônicos, pois a energia ficou flutuando.
Em seguida curtir um pouco o silêncio e a escuridão, e inevitavelmente olhar para fora para avaliar o tamanho da encrenca.

Olhando para o bairro, a sensação que me deu foi de formigueiro. Os carros andando nervosamente com seus faróis pareciam formigas fixadas em suas trilhas, as grandes massas escuras dos prédios, o formigueiro.

Os poucos prédios com gerador se sobressaem até um pouco agressivamente, falta-lhes a solidariedade com o bairro às escuras.

Fica uma perguntinha: O que de fato aconteceu? Será que o sofrimento em que milhares de pessoas foram involuntariamente jogadas poderia ter sido evitado? Quantas pessoas sofrendo de síndrome do pânico ficaram presas em elevadores? Quantos tiveram que dormir na rua, por total falta de transporte? Quantos atendimentos de emergência em hospitais e similares foram prejudicados?

Tenho em uma gaveta uma lanterna amarela e duas pilhas, para estas emergências. Quando as baterias das luzes de emergência do prédio se esgotam, a caixa de escadas passa a ser um túmulo de escura, sem uma lanterna você se arrisca a quebrar a perna.
Fui cedo para a cama, li meu livro com a lanterna e me lembrei dos tempos de criança, quando fazia isso em baixo dos lençóis…

é isso, por fernando stickel [ 9:14 ]

amanhecendo em moema

amanhecendo
Amanhecendo no bairro de Moema, em São Paulo.

é isso, por fernando stickel [ 11:27 ]

passeio no manequinho

mane2
Que tal começar a semana com um passeio no Viveiro Manequinho Lopes, no Parque do Ibirapuera?

é isso, por fernando stickel [ 9:27 ]

manequinho lopes

m lopes
Para refrescar as idéias, Viveiro Manequinho Lopes, no Parque do Ibirapuera.

é isso, por fernando stickel [ 10:27 ]