aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

arte

democratização da cultura

rio
Fiz estas imagens na noite de réveillon no Rio de Janeiro, o título da montagem é “RIO DE AÇÚCAR”.
Esta impressão foi feita em adesivo, meu primeiro teste nesta mídia, o que permite que esta cópia seja aplicada/exposta em qualquer lugar, inclusive na rua, e o meu plano é caminhar nesta direção, dentro do conceito de “Democratização da Cultura” que estamos desenvolvendo na Fundação Stickel.
Aguardem, muitas novidades virão…

é isso, por fernando stickel [ 12:08 ]

shhhhhh

shhhhh
Shhhhhh…. Devagar……. Menos……. Vai começar o fim de semana…….

Seguindo minhas próprias instruções, imaginei, e preparei uma “Frozen-margherita de pera”, com sucesso.
Vejam:
Tome uma pera bem proporcionada, corte-a em quatro, retire apenas as partes mais duras e o cabo, não precisa tirar a casca pois ela adicionará efeito “salt and pepper” ao final.
No liquidificador coloque gelo, a pera cortada, vodka e não mais que uma colher de sobremesa de açúcar, (ou adoçante).
Ligue o aparelho, espere a mistura se transformar em um puree e sirva, sem sal na borda do copo.
Enjoy!

é isso, por fernando stickel [ 18:14 ]

antonio barreto e bbb 10

barreto
O BBB-10, assim como todos os anteriores, além de prestar um desserviço ao país é ruim, mas tão ruim que eu mal forças tinha de comentar, mas alguém MUITO mais capacitado que eu o fez:

O educador Antônio Barreto, um dos maiores cordelistas da Bahia, acaba de lançar novo cordel intitulado
“Big Brother Brasil, um programa imbecil”:

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bial
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…

FIM
Salvador, 16 de janeiro de 2010
(Obrigado pela dica, Tereza)

é isso, por fernando stickel [ 12:23 ]

stilletto city 1960

stiletto

é isso, por fernando stickel [ 17:42 ]

postais da fundação

talento
Foto de Krisley Monteiro

A Fundação Stickel fará uma série de postais com as fotos produzidas na oficina realizada pelo fotógrafo Arnaldo Pappalardo no segundo semestre de 2009 com as participantes do programa “Mulheres de Talento”, na Vila Brasilândia.
Estes postais iniciarão uma série, com todos os projetos da Fundação sendo registrados e divulgados desta maneira.

Em tempo: Este curso passou a se chamar “Um olhar sobre a Brasilândia”, Projeto Contrapartida.

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]

christian boltanski

monumenta
Arthur na exposição de Christian Boltanski no Grand Palais em Paris.

é isso, por fernando stickel [ 16:08 ]

faleceu antonio lizárraga

comunicadolaconico
Durante décadas trabalhando em silêncio, desfaz-se o “Grupo dos Amigos de Antonio Lizárraga”.

Foram muitos anos, acho que mais de quinze, durante os quais fiz parte deste grupo de cerca de 90 pessoas ligadas à cultura e às artes plásticas que forneceram suporte financeiro ao artista, vítima de uma trombose em 1983 que o deixou tetraplégico.
Lizárraga (1924-2009) jamais permitiu associar sua pessoa à deficiência, e não aceitou ser conhecido pela mídia erguendo a bandeira da tetraplegia.
Trabalhou auxiliado por assistentes até os últimos dias de vida, faleceu em 15/11/2009.

é isso, por fernando stickel [ 9:15 ]

polaroid

polaroid

é isso, por fernando stickel [ 23:23 ]

weegee

weegee
Weegee

é isso, por fernando stickel [ 0:11 ]

sherlock holmes

holmes
Fui ver o filme Sherlock Holmes.
OK. Poderia até ser um filme razoável caso seu título fosse por exemplo “Missão Impossível III”
Quem como eu leu as obras de Sir Arthur Conan Doyle, não deve ter gostado.
O ritmo, os planos cortados e as mudanças de cena são excessivos, e óbviamente o caráter criado por Conan Doyle não privilegiava os músculos do “action man” protagonizado por Robert Downey Jr., e sim, como todo mundo sabe, suas pequenas células cinzentas.
Meu filho Arthur, que ainda não leu os livros de Sir Arthur Conan Doyle, gostou do filme.

Algo me chamou a atenção na esfera técnica do filme, acho que chama-se “sound design”. Pela primeira vez assisti a cenas de explosões onde o som é o da vítima, ou seja, o zumbido infernal e o rebaixamento de todos os outros sons, conheci este efeito por experiência própria. De maneira geral o som é muito bem explorado.

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]

kenneth noland

noland
Bridge by Kenneth Noland (1964)

Morre Kenneth Noland, aos 85 anos, pintor abstrato conhecido pelas cores

Juntamente com Mark Rothko, Morris Louis, Ellsworth Kelly, Frank Stella, e Barnett Newman, entre outros Noland fez parte da “The New York School”, de pintores e escultores dos anos 50 e 60.

é isso, por fernando stickel [ 9:30 ]

new york, i love you

julie
New York, Eu te Amo, (New York, I Love You)

Gostei muito deste filme, por várias razões.
Ele é feito de vários segmentos, escritos e/ou dirigidos por diferentes diretores, que parecem combinar entre si não extrapolar, não privilegiar a vertente da política, das minorias excluidas, da corrupção ou do crime, recursos extremamente fáceis de usar e repetitivos em filmes que tem New York como tema.
Todos os segmentos se mantém no âmbito das relações humanas e do amor, abordando as diferentes etnias, religiões, profissões, idades e sexos dos personagens, a música, arte, enfim, o retrato fiel do caldeirão que é New York.
Lembrei muito do meu filho Arthur, que levei a New York pela primeira vez em Janeiro 2009, para comemorar seu aniversário de 14 anos, pois quase que o filme poderia ser um “cadastro” dos locais, climas e situações que vivemos naquela semana.
O filme passa ao espectador a mágica da cidade, seus locais emblemáticos, os fumantes do lado de fora dos restaurantes, o metrô, os taxis, Chinatown, Brooklyn Bridge, o apartamento do músico, o loft do artista, etc… e de certa forma como tudo isso está orgânicamente conectado nas eletrizantes relações que constroem um único, complexo e fascinante organismo, The Big Apple.
Atores excelentes como Julie Christie, Andy Garcia, Eli Wallach, Natalie Portman, John Hurt e vários desconhecidos (para mim) se mesclam com surpresa, humor, drama e poesia.

é isso, por fernando stickel [ 10:14 ]

valie export

valie-export
Valie Export

Das ist Kunst, kein Sex.

é isso, por fernando stickel [ 22:38 ]

museu casa do pontal

pontal
Perdido em uma quebrada no final do Recreio dos Bandeirantes, perto da famosa praia de Grumari fica um museu simplesmente FABULOSO!
Daquelas coisas que dão orgulho de ser brasileiro, de tão bonito, bem feito, caprichado:

MUSEU CASA DO PONTAL
Estrada do Pontal 3295 – Recreio dos Bandeirantes
Rio de Janeiro – RJ, 22785-560, Brasil

A Casa do Pontal é o maior e mais significativo museu de arte popular do país. O acervo é composto por 8.000 esculturas e modelagens feitas contemporaneamente por cerca de 200 artistas populares de todas as regiões brasileiras e recobre a produção feita em toda segunda metade do século XX. A coleção, o edifício, os jardins e a montagem da mostra foram projetados e executados pelo designer francês Jacques Van de Beuque, também responsável pela coleta das peças, no que investiu seus próprios recursos financeiros e 50 anos de pesquisas e viagens.

Simplesmente obrigatório para cariocas e imperdível para qualquer um que visite o Rio de Janeiro. Vale a viagem!

é isso, por fernando stickel [ 11:05 ]

goldberg variations

gould
A cadeira de Gould.

Escutei hoje na FM Cultura as Goldberg Variations de Johann Sebastian Bach (1685-1750), pelo pianista canadense Glenn Gould
Em seguida comprei o CD no site da Livraria Cultura. Eu preciso retomar minha paixão pela música por algum lugar.

Leia aqui comentários sobre as gravações.

é isso, por fernando stickel [ 16:28 ]

les herbes folles

herbes
Veja só o que dá a distração.
Me esqueci que havia assistido à tragédia que foi o último filme de Alain Resnais, de 2006, me encantei com o título do novo, e acabamos por perder tempo com a droga que fomos ver hoje: As Ervas Daninhas (Les Herbes Folles).
Por pouco, muito pouco não saimos no meio do filme.
Aos 87 anos, repito, Alain Resnais devia apenas curtir os netos, talvez alimentar um pombo, mas por favor, não faça mais filmes!

Por conta do meu desgosto resolvi comentar o filme no The International Movie Database , veja o meu “review” aqui, em inglês.

é isso, por fernando stickel [ 18:50 ]

pale blue dot

Pale blue dot – O pálido ponto azul, a film by David Fu sobre texto de Carl Sagan, narrado por ele próprio.

Meu irmão Neco me enviou este filme como mensagem de fim de ano. Eu já o conhecia, mas revi, e recomendo.
São apenas 5′:58″ de pura sabedoria e poesia.

é isso, por fernando stickel [ 10:59 ]

vidros de natal

vidro

é isso, por fernando stickel [ 10:20 ]