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livros raros

staden
STADEN, Hans

Warhaftig Historia und beschreibung eyner Landtschafft der Wilden/Nacketen/Grimmigen Menschfresser Leuthen/in der Newenwelt America gelegen/vor und nach Christi geburt im Land zu Hessen unbekant/biss vff dise ij./ nechjt vergangene jar/Da sie Hans Staden von Homberg auss Hessen durch sein eygne erfarung erkant/ vnd yetzo durch den truck an tag gibr. [sic] Dedicirt dem Durchleuchtigen Hochgebornen herrn/ H. Philipsen Landtgraff zu Hessen/Graff zu Catzenelnbogen/Dietz/Ziegenhain vnd Nidda/seinem G.H. Mit eyner vorrede D. Joh. Dryandri/genant Eychman/ Ordinarij Professoris Medici zu Marpurgk. Inhalt des Bhchline volget nach den Vorreden.

Getruckt zu Marburg im Jahr 1557

A Universidade de São Paulo – USP abriu para consulta livre na internet algumas das principais obras do seu acervo, que inclui livros anteriores à sua fundação.
Alguns livros foram digitalizados integralmente e estão disponíveis para consulta ou impressão para uso não comercial, enquanto outros tiveram apenas suas capas digitalizadas.
Entre os títulos está o Liber Chronicarum, uma história do mundo escrita em 1493, ricamente ilustrada e colorida à mão, com texto em gótico e notas manuscritas, além de Ordenações de Dom Manuel, de 1539, livro que traz em sua primeira folha uma xilogravura representando as armas portuguesas.
A iniciativa, mantida pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, tem o objetivo de colocar preciosidades, algumas dos séculos 15 e 16, à disposição de um público mais amplo sem danificá-las pelo manuseio.
Trata-se ainda, segundo os organizadores, de ampliar e democratizar o acesso, fazendo com que o pesquisador não tenha que se deslocar nem marcar a consulta para conhecer as publicações, atendendo ainda àqueles que, por curiosidade intelectual, também buscam esse tipo de material.
Desde o fim da década de 1980, preocupado com a preservação desse material, o SIBi já desenvolvia projetos, alguns deles com apoio da FAPESP, para identificar e tratar tecnicamente as obras, ou seja, catalogá-las e conservá-las.
Para a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais, inicialmente foram selecionados 38 livros em várias áreas do conhecimento, obedecendo aos critérios de antiguidade, valor histórico e inexistência de novas impressões ou edições do título.
O acervo está disponível aqui.

é isso, por fernando stickel [ 17:21 ]

mercenário ou missionário?


Em 24 Setembro 2008 minha colega Terezinha da 5ª Turma do MBA FIA CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social conversa com Victor Siaulys, após sua palestra na FEA-USP sobre seu recém lançado livro, “Mercenário ou Missionário?
Seu trabalho frente à Laramara – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual é referência no Terceiro Setor.
Ontem Victor Siaulys faleceu, vítima do câncer que o perseguia, o qual ele não deixou de mencionar na palestra de Setembro do ano passado. Grande homem! Faça boa viagem!

é isso, por fernando stickel [ 9:36 ]

ninguém sabe

maugham
Do Beto Palaio:

There are three rules for writing a novel.  Unfortunately no-one knows what they are.
Existem três regras para se escrever um livro. Infelizmente ninguém sabe quais são elas. 
Somerset Maugham 

é isso, por fernando stickel [ 11:00 ]

erico feliz

erico3
A nova versão do IPhoto da Apple, que instalei ontem traz um recurso interessante, o “Faces” (Rostos) que identifica e cria pastas com os rostos de pessoas, você só precisa colocar o nome.
Foi assim que encontrei no meu atual arquivo de mais de 16.000 fotos, a do meu pai Erico João Siriuba Stickel no dia mais feliz de sua vida, aos 84 anos de idade.
Foi no lançamento de seu livro: Uma Pequena Biblioteca Particular / Subsídios para o estudo da iconografia no Brasil na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na segunda-feira 29/3/2004, nove meses antes de falecer.
Pequeno detalhe, a pesquisa e todo o trabalho para chegar ao livro levou mais de trinta anos!

é isso, por fernando stickel [ 8:39 ]

strand books

strand
Um dos lugares que eu gostava de frequentar quando morei em New York, e que continua lá igualzinho é a livraria Strand, na esquina da Broadway com 12 St.
Em sua marca diz “18 MILES OF BOOKS”, ou seja, cerca de 30km de livros!
Nós entramos e fomos andando, olhando os livros, nos aprofundando na loja, percorrendo corredores e corredores abarrotados de livros, lá pelas tantas o Arthur reparou:
– Como está silencioso!
De fato, a livraria é tão grande, e as prateleiras cheias funcionam como excelente isolante de som.

é isso, por fernando stickel [ 16:52 ]

acaia


Ana Cristina Cintra Camargo, Beati Giorgi e Elisa Bracher (Licó) no ateliê de xilogravura do Instituto Acaia.
A Ana e a Licó tocam o trabalho fantástico que o Instituto faz na comunidade carente da Vila Leopoldina, atendendo jovens de 6 a 18 anos, proporcionando aulas de marcenaria, música, artes, vídeo, etc…

A Beati é filha de Flavio Di Giorgi, que foi meu professor no Colégio Santa Cruz, uma figura inesquecível. Ela está preparando um livro sobre o pai, que deverá abordar algo chamado “Oficina de Sentimentos”

é isso, por fernando stickel [ 11:06 ]

tcc

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Iniciou-se o TCC – Trabalho de conclusão do curso da 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social. A entrega final será em Setembro 2009.
Agora o buraco fica mais embaixo…
Vou ter que ler um zilhão de coisas, artigos, livros, etc…
O tema do meu trabalho, que farei sozinho:
As fundações familiares no Brasil, a motivação dos instituidores, sua evolução.

é isso, por fernando stickel [ 17:21 ]

coleção iconográfica

Deu na Veja:

Segredos do Brasil
Moreira Salles compra acervo com 1.500 imagens raras do país dos séculos XVI ao XIX.

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Foto: Roberto Setton

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Foto: Fernando Stickel

UM HOMEM DISCRETO
Erico Stickel, morto em 2004, foi dono do Abaporu. Era um grande colecionador, mas nem seus filhos sabiam do tesouro que ele reuniu.
O colecionador de arte Erico Stickel, falecido em 2004, era um homem reservado. Saía pouco de casa, não freqüentava vernissages e só exibia as preciosidades de sua coleção a amigos raros. Durante duas décadas, manteve em uma das paredes de sua residência, em São Paulo, o quadro Abaporu, de Tarsila do Amaral, hoje avaliado em 10 milhões de dólares e tido como a estrela do Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires – MALBA.
Ao longo da vida, Stickel reuniu em casa 1 500 obras de arte, principalmente desenhos, aquarelas e gravuras, que retratam o Brasil desde o século XVI, em cartografia, até o século XIX, em registros do cotidiano. Todo esse acervo ficava num único quarto, isolado até da própria família. Apenas uma pequena parte, mais precisamente 10% dela, foi divulgada no livro Uma Pequena Biblioteca Particular (Imprensa Oficial/Edusp), que o colecionador publicou em 2004.
Ele nem sequer fazia seguro das obras. Por isso, foi uma surpresa para os filhos quando, após sua morte, surgiu uma coleção variada e poderosa, com trabalhos de autores famosos como Johann Moritz Rugendas, Henry Chamberlain e o botânico alemão Carl Friedrich von Martius. É esse material que a família acaba de vender ao Instituto Moreira Salles, a um preço que não é revelado por nenhuma das partes, mas que o mercado estima ser próximo de 1,5 milhão de dólares.
Embora o acervo conte com nomes de peso, nas pesquisas em feiras e leilões de arte Stickel não buscava apenas assinaturas. Valorizava trabalhos que registrassem aspectos da vida brasileira, independentemente do autor. O resultado é um conjunto diversificado e original. A visão que se tem hoje do Brasil no século XIX, antes da invenção da fotografia, é bastante influenciada pelo olhar de franceses, como Jean-Baptiste Debret e Nicolas-Antoine Taunay, cujos trabalhos são mais conhecidos do grande público. Na coleção de Stickel, há também obras de ingleses, italianos, alemães, portugueses, belgas, holandeses, austríacos, irlandeses e russos. A variedade se dá também no espaço. Além do Rio de Janeiro, a capital mais pintada e posteriormente mais fotografada do país, há imagens de Recife, Salvador, Florianópolis, Porto Seguro, Ouro Preto, Mariana, Sorocaba e do interior de Goiás. “Erico Stickel tinha uma capacidade ímpar de prospecção de obras. Não cultuava os valores do mercado, era um intelectual e sabia discernir algo que fosse de fato relevante sob o ponto de vista histórico e cultural. Daí sua importância”, diz a pesquisadora Ana Maria Belluzzo, autora do livro O Brasil dos Viajantes (Editora Objetiva).

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Foto: Roberto Setton

TRÊS MOMENTOS
Paisagem de Ouro Preto, pelo botânico alemão Von Martius em sua expedição pelo interior do Brasil, em 1817; cena da Guerra do Paraguai, feita pelo italiano Edoardo de Martino no campo de batalha; e o mapa de 1552, a peça mais antiga da coleção, com a América do Sul habitada por canibais: preciosidades garimpadas por Stickel ao longo de quatro décadas
A peça mais antiga do acervo é um curioso mapa feito pelo cartógrafo alemão Sebastian Münster, que mostra a América do Sul povoada por canibais. É datado de 1552, ou seja, pertence a um período de escassa iconografia, que se estende pelos 300 anos seguintes, mas do qual o colecionador conseguiu registros importantes – por exemplo, uma gravura de 1668 com navios holandeses no litoral de Recife, feita a partir de desenho de Frans Post. A coleção traz também obras produzidas por pessoas que foram testemunhas privilegiadas da história, como o italiano Edoardo de Martino, que presenciou a Guerra do Paraguai a bordo de um navio brasileiro. Ele deixou como legado diversos registros de batalha – uma espécie de fotojornalismo a lápis – cujos esboços originais são preciosos. Outro tesouro de Stickel são 78 desenhos originais feitos por Von Martius, que percorreu o interior do Brasil entre 1817 e 1820, viajando de barco e em lombo de burro. Ele catalogou 22 700 espécies de planta, publicadas na monumental obra Flora Brasiliensis, e também retratou algumas cidades que encontrou pelo caminho. O livro é ilustrado com litografias feitas por artistas europeus a partir de desenhos originais como os obtidos por Stickel, que são o registro feito pelo próprio Von Martius e acabam sendo mais vivos e ricos em detalhes do que as imagens publicadas no livro.
O caráter instantâneo destaca-se na coleção de Stickel, de uma forma geral. Boa parte das obras são desenhos e aquarelas produzidas em campo. Nesse sentido, o conjunto complementa e se afina com o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles, que tem a coleção de Marc Ferrez, composta de 6 000 imagens.
“Os desenhos e pinturas mostram o Brasil até o século XIX. As fotos dão continuidade a esse registro daí em diante”, diz o superintendente executivo do instituto, Antonio Fernando De Franceschi. A imagem principal que ilustra esta reportagem mostra justamente a confluência desses dois formatos. Trata-se de uma litografia colorida com aquarela e lápis de cor, feita a partir de uma imagem do Rio de Janeiro captada por daguerreótipo, provavelmente na metade do século XIX. O autor é o francês Eugène Cicéri, considerado um dos maiores litógrafos do período. Na época, embora já existisse a fotografia, sua transposição para o papel continuava sendo feita em gravura, que permitia a reprodução em tamanho maior e podia ser colorida a mão. É um trabalho que sintetiza o valor dessa coleção impressionante e reveladora de aspectos pouco conhecidos da paisagem, da história e da vida cotidiana do Brasil.
:: Marcelo Bortoloti – Revista Veja

é isso, por fernando stickel [ 19:47 ]

gillian flynn

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Uma das coisas boas de uma semana de férias em Fernando de Noronha, parte da qual com chuva, foi achar na Pousada Maravilha este livro e lê-lo em três dias.
Fascinante e super bem escrito, é o romance de estréia de Gillian Flynn, e já está traduzido.

é isso, por fernando stickel [ 23:51 ]

jade & stickel

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Em Março 1990 o Plano Collor fez um estrago geral no país. A crise atingiu com dureza máxima a classe artística, e eu vi meu até então bem sucedido curso de desenho de observação minguar de 60 alunos para apenas dois…
Para contorná-la, me associei à Jade, minha mulher na época, e passamos a fazer alguns trabalhos de pintura para decoração juntos. Até um curso especializado fizemos no início de 1991.
Na sociedade Jade & Stickel eu era o “marketeiro”, preparava propostas, currículo, logotipo, etc… Naquela época eu não tinha computador e fazia todos os meus trabalhos gráficos com a ajuda do Bruno Mortara da Prata da Casa, com o programa PageMaker, (atual Indesign) que acabei dominando e com o qual fiz o meu livro “aqui tem coisa”.

é isso, por fernando stickel [ 13:40 ]

o caminho das águas

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A Fundação Stickel patrocinou o livro “O Caminho das Águas” do fotógrafo Valdir Cruz, editado pela Cosac Naify.
O livro já se encontra nas nossas livrarias e agora será lançado em New York pela Throckmorotn Fine Art, juntamente com a exposição das imagens do livro.

é isso, por fernando stickel [ 10:37 ]

passado e futuro

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Passado e Futuro

Lançado ontem na Livraria Cultura, o livro Marcas e Sinalização, de autoria do meu ex-sócio e colega da FAUUSP Lelé Chamma mostra meu passado distante de designer gráfico, e contém referências elogiosas à minha pessoa, que me sensibilizaram profundamente.
Lelé eu criamos em 1977 a und, estúdio de Comunicação Visual.
Na verdade acho que nasci já com o design gráfico embutido no meu “software”, pois é algo que adoro e faço desde sempre, em qualquer lugar, palpitando, corrigindo, limpando, organizando.

Recebi nesta semana pelo correio o livro Crescimento Econômico e Distribuição de Renda, de Jacques Marcovitch , sua leitura instruirá o início do meu curso na 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social, na próxima semana, e representa o futuro, o aperfeiçoamento da minha nova escolha profissional no Terceiro Setor, à frente da Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 14:57 ]

lelé chamma

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Em 1977 o Lelé Chamma e eu iniciamos a und, escritório de Design. Eu me desliguei quatro anos depois e fui perseguir a carreira de artista plástico. O Lelé continuou no Design e agora lança este livro:

Marcas & Sinalização de Norberto “Lelé” Chamma e Pedro D. Pastorelo
Editora Senac
25 Fevereiro 2008 – segunda-feira – 19:00h
Livraria Cultura – Cj. Nacional, Av. Paulista 2073

é isso, por fernando stickel [ 11:54 ]

dia de fazer a diferença

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DIA DE FAZER A DIFERENÇA

A Associção Santa Terezinha, em Carapicuiba, alberga crianças órfãs, de 0 a 18 anos.
A Fundação AlphaVille arregimentou ontem voluntários para pintar, arrumar, refazer a horta, etc… e
A Fundação Stickel tomou conta, também com voluntários, das crianças durante o dia, em outro local, enquanto as obras eram feitas.

Este foi o dia que FEZ a diferença. A alegria das crianças foi contagiante, houveram brincadeiras, piscina, pizza, refrigerante, palhaços, pinturas, oficinas, o diabo!

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Mais uma vez ficou evidente que o país só funciona graças à organização silenciosa e anônima da sociedade civil, de abnegados dirigentes de instituições como a Santa Terezinha, que recebem do governo apenas 17% de suas necessidades de caixa, o restante precisa ser batalhado dia após dia, ano após ano.

Ao final do domingo, cerca de 100 voluntários exaustos tiveram a certeza de que seu trabalho não foi em vão. Esta foi a minha sensação, e com certeza a de todos os outros voluntários.

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Um crachá nada mais é que um pedaço de plástico e papel, mas o conceito do Voluntariado é fantástico, vai muito além disso, ninguém usa este crachá para se esconder atrás de uma escrivaninha ou do paletó na cadeira.

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Na saída, dentro do ônibus que as levará de volta para “casa”, as crianças ganharam o livro “Viagem Aventurosa” de presente.
Estamos recebendo adesões para voluntários, que tal ser voluntário por um dia? Você pode se cadastrar AQUI.

é isso, por fernando stickel [ 8:27 ]

curiosidade

Sobre a Curiosidade

Oriunda do latim CUR? que significa “por quê?”.
Donde se formou, dentro do vernáculo, o adjetivo “curiosus”, o que indaga sempre o porquê. A curiosidade foi considerada pelos romanos “a alavanca do saber”, uma espécie de motor da evolução da pessoa.

Na orelha do meu livro de fotos “Vila Olímpia” coloquei o seguinte:

Diz a lenda que ao ser procurado para uma entrevista, o poeta americano Ezra Pound, próximo de seus últimos dias e após manter imenso silêncio durante anos, concordou, depois de muita insistência do entrevistador, em proferir uma única palavra, que considerasse significativa como mensagem:

CURIOSIDADE – Conselho aos jovens.

é isso, por fernando stickel [ 9:43 ]

algum sertão

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A Fundação Stickel está apoiando a etapa inicial do PROJETO ALGUM SERTÃO, que pretende realizar e publicar o livro ALGUM SERTÃO em homenagem ao centenário de nascimento do escritor Guimarães Rosa, em junho de 2008.
O conteúdo do livro será o resultado da pesquisa realizada pelos vilarejos e cidades do Sertão Mineiro que serviram de inspiração para Guimarães Rosa escrever a obra Grande Sertão: Veredas.
As cidades a serem visitadas serão: Cordisburgo, Araçaí, Curvelo, Morro da Garça, Felixlândia, Três Marias, Paredão, São Romão, Itacambira e Jequitinhonha, além de Arinos, Serra das Araras e Chapada Gaúcha, onde está inserido o Parque Nacional Grande Sertão Veredas.

Os responsáveis pelo projeto:
Cristina Maria Mira – escritora
José Osvaldo dos Santos (Brasinha) – Estudioso da obra de Guimarães Rosa
Margot Delgado – artista plástica
Germano da Silva Neto – fotógrafo

é isso, por fernando stickel [ 9:05 ]

viagem aventurosa

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Editora Brasiliense, Fundação Stickel e Livraria da Vila convidam para o lançamento do livro

UMA VIAGEM AVENTUROSA
Percorrendo o Brasil em 1850
de Julita Scarano com ilustrações de Lilia Scarano Hemsi
com a apresentação da contadora de história Simone Cristina Marra

Sábado, 25 Agosto 2007, apartir das 16h
Al. Lorena 1731, Jd. Paulista 11 3062 1063

é isso, por fernando stickel [ 22:42 ]

contos e rimas

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À tarde, na inauguração do Projeto Mulheres de Talento, contação de histórias com a equipe do nosso livro CONTOS E RIMAS PARA MENINOS E MENINAS.

é isso, por fernando stickel [ 15:45 ]