aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Posts tagueados ‘livro’

cassio michalany na arte em s.p.


O artista plástico Cassio Michalany no portão de seu estúdio na R. Lourenço de Almeida, Vila Nova Conceição, início dos anos 80.
Abaixo o texto que escrevi sobre o artista, publicado na Revista Arte em São Paulo Nº 1, editada por Luis Paulo Baravelli em 1981.

C. M.
por Fernando Stickel

“Não me interessa a arte, me interessam os artistas.”
Marcel Duchamp

“A vida como toda obra de arte verdadeira é, apesar de tudo, sempre positiva.”
Barnett Newman

Bom dia!
O portão é verde.
O trinco é frouxo.
O homem é forte.
Trata-se do meu amigo Cassio Michalany. Toco a campainha. Às vezes ele encaixa bilhetes assim: “Volto daqui a 10 minutos” ou então “Estou no banho. Toque a campainha e espere um pouco”. Às vezes são as visitas que deixam recados, na maioria das vezes brancos, no portão verde capenga. Quando chove toco a campainha com extremo cuidado. Tenho medo de choque.
Cassio zela pela sua intimidade. De vez em quando ele tapa os buracos do portão com durepóxi e pinta de verde por cima. O portão é na rua. A casa é nos fundos.
O pátio cimentado tem tufos de capim e uma mancha de musgo no canto. Às vezes aparece um formigueiro. Cassio deixa as formigas em paz. Elas constroem esculturas no cimento. Às vezes a chuva leva tudo embora. Às vezes, quando necessário, vem um amigo que arranca os tufos de capim, deixando tudo limpo. Fica todo mundo suando e toma-se um banho no chuveiro pendurado na parede de reboco amarelado e solto.
Do pátio cimentado entra-se na cozinha através de um pequeno pórtico guarnecido de um prelo inútil e de um cano de água que vaza.
Quando a porta da cozinha está aberta, Cassio está em casa. Na cozinha, um fogão senil, uma Consul fiel, uma bicicleta e muitos garrafões de água mineral, tudo em cima dos ladrilhos hidráulicos. O piso é policromado de branco, preto e cinza. A bicicleta é branca, mas tem pneus cinza.
Cassio toma muita água, sempre. “É hidroterapia”, diz ele. De manhã, à tarde e à noite, várias vezes por noite. Depois fica suando no travesseiro.
Sendo necessário ver trabalhos antigos, convites de exposição ou não esquecer de pagar a conta da luz, Cassio pendura tudo nas paredes da cozinha. É o local obrigatório, sede do processo hidráulico.
Quando é de manhã bem cedo Cassio acorda sozinho e combate a vigília inútil na horizontal. Depois abre a janela, liga a FM, toma água, dá um tempo.
“Alimente-se bem, meu filho.” Com essas palavras ecoando há vários anos no seu ouvido, Cassio, o nadador, toma um café da manhã extremamente saudável. Esse é um dos seus segredos. E a água. E a postura.
Bom, está tudo pronto. É a hora do atleta. Cassio fecha a casa, toma a bicicleta e vai nadar fora d’água. São várias voltas. Seu caminho passa invariavelmente em frente a minha casa. Às vezes ele pára e conversamos. Às vezes na calçada, às vezes no sofá. Cassio toma água, meio a meio, “para não rachar o bloco…”. Às vezes tem um cafezinho.
Ele costuma dar de presente de aniversário para Tati, a minha filha, uma tela de 15 x 15 cm. Um ladrilho tecido e pintado a mão. Ela já tem quatro. Um de quando nasceu e mais três dos outros anos. Ela adora. Tio Cassio é meu compadre. Um dia Tati pediu: “Papai, vamos pendurar os quadros do tio Cassio?”. Ela determinou os locais e eu preguei. Tudo fora de nível.
Quando Cassio corre muito forte na bicicleta, ele solta uns berros danados. Diz que faz bem. Enquanto pedala, observa. Vai olhando as coisas, cheirando os cheiros. Observando.
Com a cabeça feita, guarda a bicicleta na cozinha, faz um cafezinho, lê o jornal, dá um tempo. Toma banho, faz a barba e põe uma roupa discreta. Às vezes é muito discreta
Aí é hora do almoço. Pega a Brasília verde, abre os portões verdes e sai devagar, para não forçar a embreagem. Cassio nunca corre, e os carros ficam mal-acostumados.
À tarde, com as baterias carregadas quase até a boca, Cassio volta para casa. Abrem-se os portões verdes da rua. Abre-se a porta da cozinha. Abrem-se pela primeira vez os portões também verdes do estúdio. Lá dentro está quente e silencioso. Enquanto o calor sai e os ruídos entram, Cassio põe uma roupa muito discreta, inteiramente policromada e rasgada em alguns pontos. É a roupa de trabalho.
Lentamente o momento vai se aproximando. As baterias estão explodindo. Acendem-se as luzes do estúdio.
É a hora do trabalho.
Cassio monta os cavaletes para trabalho horizontal. Os móveis e as coisas do estúdio olham tudo com extrema atenção. Lá fora, o céu adquire tons cinza-róseo ou azul-esverdeado, conforme o dia.
As telas virgens estão ávidas. Cassio prepara as tintas. Os potinhos de iogurte, sorvete e chantili vão se enchendo de cores. Ele vai mexendo, testando, adicionando, alterando, até chegar no ponto. É mais ou menos como fios de ovos das cores malucas e escuras. É o néctar.
Enquanto isso os pincéis descansam olhando para o teto, como se não fosse com eles. As trinchas, em compensação, ficam meio pensas, olhando de lado. Elas sabem que o assunto é com elas.
Cassio espalha o néctar sobre a tela com uma trincha larga. As cores tomam corpo. O momento é de tensão. As camadas se sucedem. O néctar pinga no chão de cimento ultrapolicromado por anos de processo pictórico. A coisa vai solta.
As telas permanecem na horizontal. Cassio manipula a obra com extremo cuidado. Com muito carinho, resiste à curiosidade de olhar o trabalho, na vertical, até que a tinta seque. Ela não vai escorrer, mas ele é cismado.
É a hora da realização.
Enquanto espera o momento da próxima camada, Cassio respira fundo, acende um cigarro, vai até a cozinha, tira uma bandeja de gelo da Consul, põe quase todas as pedras no isopor e algumas no copo preferido, uísque por cima. Liga o som, senta na cadeira azul de diretor e vai ouvindo jazz, jazz, jazz.
As baterias estão ótimas, o astral é total. Mais umas camadas. Mais testes, mais néctar. A coisa chega ao final. Do dia. O resultado é só na manhã seguinte, com a tinta bem seca.
Cansado, o artista troca de roupa, acende um cigarro e sai para jantar. As baterias descarregam-se suavemente.
A rotina das portas e portões se repete ainda uma vez. Cassio volta para casa e guarda a Brasília verde. Respira fundo, olha o céu escuro. Sente a satisfação formigando, do peito às extremidades. Mais um pouco e está deitado. Liga a FM, dá um tempo, apaga a luz.
Boa noite, C. M.

é isso, por fernando stickel [ 23:39 ]

a saga de miriam leitão

Fui entrevistado para o livro da Miriam Leitão “Saga Brasileira – A longa luta de um povo por sua moeda” da Editora Record, contei as minhas experiências com o Plano Collor.

O livro foi lançado no ano passado, não pude comparecer, mas minha secretária Miriam foi à noite de autógrafos e recebeu em meu nome a simpática dedicatória.


Por alguma razão o livro foi envolvido naquela época nas coisas da Fundação Stickel e não cheguei a vê-lo, só fui redescobri-lo agora, na mudança do escritório.
Já folheei, descobri o trecho da minha entrevista, gostei do livro e vou com certeza ler!
O “publicitário americano” mencionado é o meu falecido amigo Jay Chiat.

é isso, por fernando stickel [ 19:12 ]

claudio edinger

edinger1
Meu amigo fotógrafo Claudio Edinger lança seu novo livro, De Bom Jesus a Milagres.

Museu da Imagem e do Som
Av. Europa 158
Amanhã, 5ª feira 3 Maio 2012 19:00h

é isso, por fernando stickel [ 18:13 ]

sonhei que a neve fervia

fal
Conheço a Fal Azevedo originalmente através de seu blog “Drops da Fal”. Com o passar do tempo li seus livros e me tornei um fã. É nessa condição de fã que recomendo seu novo livro, que ainda não li, mas com certeza será tão bom quanto os anteriores.

Sonhei que a neve fervia
Livraria da Vila – R. Fradique Coutinho 915
Amanhã, 5ª feira 3 Maio às 18:30h

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]

faleceu millôr fernandes

millor1
No meu livro ‘aqui tem coisa”, que publiquei em 1999, incluí uma homenagem ao Millôr Fernandes (1924-2012), utilizando uma de suas frases geniais:

“Discutem os sábios sem certeza, os imbecis atacam de surpresa”

Que perda!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 13:04 ]

keith and the bomb

Depois de muito tempo sem utilizar a Amazon, comprei o livro que acabo de começar a ler, “The making of the atomic bomb” escrito pelo ganhador do Pulitzer, Richard Rhodes.

Em seguida encontrei na feira de arte virtual “VIP 2.0 International Contemporary Art Fair” a ilustração perfeita para o livro, a obra de
Keith Tyson
Cloud Choreography: “We have a black and white tv” and “We have a color tv”, 2009
Painting: mixed media on aluminum
1,95 x 3,88m.

keith

é isso, por fernando stickel [ 11:49 ]

marlene milan acayaba


Minha colega arquiteta Marlene Milan Acayaba lança seu livro:
Residências em São Paulo: 1947-1975
Museu da Casa Brasileira
10 Novembro 19:30h

é isso, por fernando stickel [ 11:55 ]

steve jobs

apple
Eu não o conheci pessoalmente, mas de alguma forma a vida de Steve Jobs e suas geniais criações esteve entralaçada com a minha, principalmente por duas vertentes:

1. O computador pessoal
Quando morei em New York, no período 1984-85, necessitei escrever meu currículo, e acabei por descolar um freelancer que escrevia em um PC primitivo com sistema DOS, tela preta e letras verdes; eu sentava ao lado dele em um apartamento da Sétima Avenida e ia corrigindo o que ele digitava, ao final da sessão imprimia-se o resultado em uma impressora matricial.
Fiz desta maneira várias versões, e na volta ao Brasil necessitei continuar o trabalho.
Por uma fantástica coincidência, conheci em Campos do Jordão o Bruno Mortara, amigo da minha ex-mulher Jade, e vi em cima da mesa na casa dele uma revista com o título “Desktop Publishing”, perguntei o que era aquilo, ele me explicou que com o computador Macintosh era possível criar uma publicação no estúdio, em cima de sua mesa de trabalho.
Achei o máximo, e comecei a trabalhar com o Bruno e seu computador Apple, fizemos inúmeros trabalhos desta maneira, anos mais tarde em 1997, orientado pelo Bruno, comprei meu primeiro Macintosh, me tornando um fiel usuário desde então. Entre 1997 e 99 produzi integralmente o meu livro “aqui tem coisa” em um Power Mac G3. Desnecessário dizer que o meu celular é um iPhone 4.

2. Jay Chiat
Conheci o Jay, fabulosa figura humana em 1983 em New York, e tive o privilégio de me tornar seu amigo. Em 1984 sua agência de publicidade, Chiat/Day, foi responsável por uma das mais famosas campanhas jamais feitas, o lançamento em rede nacional no Superbowl do filme “1984” que apresentou ao mundo o Macintosh da Apple.
Neste mesmo ano cheguei a New York, onde morei até Dezembro de 1985.
O contato com o Jay, ouvir suas histórias do mundo da publicidade, suas campanhas para a Apple, Porsche e Energyzer, frequentar sua casa na 34th Street, e conviver com seus amigos foi para mim uma experiência única, insubstituível. Através dele conheci o estúdio do arquiteto Frank O. Gehry, jantei com o ator Dennis Hopper, manuseei várias caixas do artista Joseph Cornell e guiei seu Porsche um dia inteiro em Los Angeles, além de passar duas temporadas seguidas na Côte D’Azur. Com ele aprendi também sobre o lado positivo do “American Way Of Life”, o empreendedorismo e a objetividade, a valorização do trabalho e de fazer as coisas direito, da criatividade e da inteligência.

As mortes de Jay Chiat em 2002 aos 70 anos de idade, vítima de câncer da próstata, e de Steve Jobs, aos 56, vítima de câncer do pâncreas, marcam para mim o fim de um ciclo, dois homens geniais que souberam como ninguém falar de modernidade, eficiência, beleza e inteligência, com muito humor e generosidade. O Jay eu conheci de perto, o Steve e seu legado fazem parte da minha vida…

é isso, por fernando stickel [ 15:43 ]

duas coisas bonitas de se ver

Duas coisas bonitas de se ver:


Meu neto Samuel, feliz na casa da bisavó.


Meu amigo José Carlos BOI Cezar Ferreira, na noite de autógrafos de seu livro “Um Boi Abstrato”, editado pela J.J. Carol em parceria com a Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 11:08 ]

um boi abstrato

Editora J.J. Carol e Fundação Stickel convidam para o lançamento do livro:

José Carlos BOI Cezar Ferreira, um Boi Abstrato
Texto de Gabriel Borba, apresentação de Fernando Stickel

19 de abril 2011, 19h:00

Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – Jardim Paulista São Paulo – tel 3062-1063
Apoio: Fundação Stickel e Galeria Nara Roesler

Gabi Borba comenta:
Escrevi com muito prazer este Um Boi Abstrato. Acompanho o pintor há muitos anos e foi um gosto refletir sobre o modo com que ele aproximou-se da abstração. Anos a fio de belíssimas anotações do pintor, em cadernos, empolgam quem quer que os veja, com informações, teorias, ironias e devaneio que apoiaram sua pintura. Cadernos que me ajudaram a refletir sobre a trajetória de sua arte e a apoiar outras reflexões sobre os caminhos dos artistas.
Páginas dos cadernos ilustram o livro, além de boa quantidade de seu trabalho, alguns mais antigos, outros, a maioria, mais recentes.
Conto com que você esteja lá e possa apreciar estas coisas.
Gabriel Borba

é isso, por fernando stickel [ 19:55 ]

noite de autógrafos

Ontem na noite de autógrafos do meu livro “Vila Olímpia” na Bienal do Livro recebi as visitas da Julia Campos e seu filho Fernando, do Ronaldo e Angela, da Celia, marido e filha, e do meu primo Marcelo.
Todos alegraram minha noite, colocamos o papo em dia, e apesar do frio foi muito bom!
Além disso fiquei conversando com a Carolina, que trabalha na Editora Terceiro Nome e corre de motocicleta!

é isso, por fernando stickel [ 10:12 ]

bienal do livro


21ª Bienal do Livro de São Paulo

Fernando Stickel estará no estande da Editora Terceiro Nome (K 22) conversando com os amigos e autografando seu livro Vila Olímpia.

Terça-feira, 17 de agosto, às 19h
no Pavilhão do Anhembi: Av. Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo

Esperamos sua visita!

é isso, por fernando stickel [ 12:27 ]

cabo frio

cabo

Cabo Frio

É tarde e eu já estou exausto de não fazer nada.
Felizes são aqueles que não fazem nada em paz.
E aqueles que não se cansam de não fazer nada.
E aqueles que dormem bem sem estarem cansados de não
fazer nada além de mergulhar nas águas frias do
Cabo Frio de Janeiro apesar do Janeiro encalorado
e as águas são d’Álcalis como se fossem veículo
de peixes e mergulhadores encalorados por não
além de nada trabalhar na madrugada encalorada
pela água dos canos plásticos em exposição ao sol
ardente oriundo do calor da madrugada que o banho
em canos quentes não deu cabo.

(do meu livro “aqui tem coisa”)

é isso, por fernando stickel [ 9:11 ]

ócio

ocio
Foi ontem o lançamento do livro ÓCIO da minha amiga Helena Carvalhosa.
Muito interessnte a relação de suas esculturas efêmeras com as poesias de Manoel de Barros.

é isso, por fernando stickel [ 15:19 ]

alemão

bücher
Fiz uma visita à Livraria Bücherstube Brooklin, a pedido da minha professora de alemão Claudia Thomé Witte, para comprar um livro didático.
Encontrei um pedacinho da Alemanha, e acabei por comprar também um pocket-book (Taschenbuch) do Robert Ludlum em alemão, porque sem leitura a coisa avança mais lentamente.
Recebi ontem o primeiro número da assinatura da revista Deutsch perfekt, que também usarei para as aulas.

Equipado para aprender esta difícil língua eu estou, agora é dedicar um pouco mais de tempo aos estudos, além de uma aula/semana com hora e meia de duração.

Por outro lado, não podemos esquecer que, como bem lembrou Tamine Maklouf, a partir de seus „estudos filológicos”, Mark Twain concluiu o seguinte: um estudante “bem dotado” leva 30 horas para aprender inglês, 30 dias para francês e 30 anos para o alemão…

é isso, por fernando stickel [ 13:02 ]

livro da fundação stickel

dba
Ontem à tarde o início de um livro sobre a Fundação Stickel.
No escritório da DBA Dórea Books and Art, da esq. para a direita, a jornalista Cintia Marcucci, a Superintendente da Fundação, Monica Picavêa, e Alexandre Dórea Ribeiro da DBA.

é isso, por fernando stickel [ 14:38 ]

josé mindlin

mindlin
Em Maio de 2006, José Mindlin esteve na exposição das minhas fotografias “Vila Olímpia” na Pinacoteca.

Morre em São Paulo o empresário e bibliófilo José Mindlin

Hoje, José Mindlin, confortavelmente sentado em uma poltrona de espumas brancas estica sua mão e pega um livro na estante branca.
A cena se passa no céu, para onde ele viajou. Com certeza fez boa viagem, levou consigo bagagem imensa, porém de reduzido volume, todos os livros que leu, toda a contribuição que fez para a humanidade com sua vida digna, inteligente e culta, vivida sempre com alegria.
Durante toda uma vida escutei meu pai, Erico Stickel, louvar este que ele, também bibliófilo, considerava o “Rei” dos bibliófilos.

minldin0
Fabiane Leite, de O Estado de S. Paulo

Foi assim que Mindlin viveu grande parte de sua vida, no meio dos livros.

é isso, por fernando stickel [ 9:03 ]

calvin tomkins

129_2849-Arco
Escultura de Richard Serra “Tilted Arc” instalada no Jacob K. Javits Federal Building em New York, que foi alvo de ação pública e retirada em 1989.

Estou lendo “As Vidas dos Artistas” de Calvin Tomkins, que conta, entre outras, as histórias de Damien Hirst, Julian Schnabel, Richard Serra, James Turrell, Jasper Johns e Jeff Koons.
É reconfortante ler e ao mesmo tempo saber extamente de que obra ou exposição o autor trata, pois conheço muito bem as obras destes artistas, e o texto do livro adiciona “molho” ao meu conhecimento.
Não é todo o dia que isso acontece.

é isso, por fernando stickel [ 9:05 ]