Inacreditável!!!!!
Aonde a tecnologia chegou. Tudo é possível. (Não esqueçamos que 40 anos atrás chegamos à Lua…)
Inacreditável!!!!!
Aonde a tecnologia chegou. Tudo é possível. (Não esqueçamos que 40 anos atrás chegamos à Lua…)

Quem procura acha, aliado ao FATOR JÁ QUE dá nisso:
Já que abriu o motor, vamos desmontar tudo, verificar folgas, desgastes, etc…
O diagnóstico: O bichinho ia estourar a qualquer instante. Várias pontos fundidos, alguns graves.
Resumo da ópera: Refazer o motor da Mercedes-Benz 280 SL 1970 “Pagoda” e deixá-lo zero km.

O Zé, meu Sherlock de macacão descobriu:
Sim, foi aqui!
A marca é clara, a água entrou no cilindro e misturou-se com o óleo do motor.
Agora entra em cena o “FATOR JÁ QUE”, para quem não conhece é assim:
Já que abriu o motor, vamos revisar tudo, facear o cabeçote, verificar folgas, trocar os anéis, etc… etc… e deixar o motor da Mercedes-Benz 2080SL 1970 “Pagoda” zerinho!

O “FATOR JÁ QUE” será responsável também pela pintura do habitáculo do motor.

A bandeja da suspensão dianteira da Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda”, e o eixo traseiro “De Dion” serão limpos, pintados, etc… para serem remontados. Molas, buchas, calços, tudo novo.
O restauro continua, e o exercício de paciência idem.

Ela voltou!
Depois de meses sob a cuidadosa e cirúrgica intervenção do Osmar “Có” Koch, a Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda” agora está com o painel 100% revisado, rádio, instrumentos, luzes, ventilação e ar quente funcionando.
Além disso centenas de parafusos e arruelas foram cromados e/ou substituidos pelos originais, foram trocadas todas as borrachas de portas, capota, porta-mala, ajustados vidros, maçanetas, etc… etc…

Faltam agora ajustes finais de mecânica, algumas peças para serem trocadas, como o sensor da partida a frio, escapamento, discos de freio, amortecedores e otras cositas mas…

27 Julho, Dia do Motociclista.
A vida de motociclista me fez compreender melhor o acidente com o Felipe Massa.
Já recebi meia-dúzia de vezes no capacete impactos de coisas desprezíveis para quem anda a pé pela rua, como folhas ou sementes que caem das árvores.
Na motocicleta, a 60Km/h uma semente bate no seu capacete como se fosse uma bala de revólver.
Imagine uma mola de cerca de 1kg a 280km/h.
Acho que o Massa teve uma sorte incrível!

Esta Bugatti Type 13 Brescia de 1925 foi recuperada do fundo do Lago Maggiore no norte da Itália, o carro estava submerso desde 1937, quando seu proprietário o abandonou para escapar de altíssimos impostos.
Diversas tentativas de resgate finalmente tiveram sucesso em 12/7/09, pelo Centro Sport Subacquei Salvataggio Ascona.
O valiosíssimo carro irá a leilão em benefício da Damiano Tamagni Foundation, fundação criada para prevenção de violência na juventude.

Quando eu tinha 16 ou 17 anos meu pai Erico comprou um Riley RME 1948, com a lateral vermelha e os paralamas pretos, o bichinho não andava muito bem, sofreu uma restauração meia boca, acho que não havia ainda naquela época a consciência que existe hoje sobre carros clássicos, enfim, o carro ficou por ali um tempo, cheguei a guiá-lo um pouco (muito ruim de guiar), depois foi vendido para um amigo.
Lembro-me de acompanhar com interesse a fundição em alumínio e a usinagem de uma polia do ventilador, na oficina da Fiação Indiana, empresa que meu pai dirigia na época.


Se alguém me dissesse há um ano atrás que eu iria abandonar o carro e andar de motocicleta eu diria que este alguém estava louco.
Pois não é que desde que eu ganhei esta maravilhosa BMW F800GS da minha mulher em Dezembro 2008 já rodei cerca de 3.000 km, e uso o carro muito, muito pouco.
Já me acostumei 100% com a moto e com o trânsito, que tem suas peculiaridades, principalmente em relação aos meus piores inimigos, os motoboys kamikazes.
É uma nova vida, mais ágil, mais livre, mais disponível.

Estou impressionado com a qualidade das fotos do iPhone, com sua lente de 2mm. de diâmetro!

Os capos (ou seria capot, ou capô) da frente e do motor do Porsche 911 Carrera 1975 já foram pintados de “Grand Prix White”, faltam alguns retoques na pintura do porta-malas e o carro voltará à oficina do Gigante para montar motor, câmbio, suspensão e freios.
Estamos completando 11 meses de reforma.

Osmar “Có” Koch em ação na Mercedes-Benz 280 SL 1970 “Pagoda”.
90% do painel está remontado, o rádio, ventilação, ar quente funcionam, os instrumentos foram revisados e limpos, toda a máquina do limpador de parabrisa é nova.
Borrachas, parafusos, detalhes de madeira, tudo refeito conforme o original.

Porsche wins “Best New Engine 2009 Award”
É impressionante. Décadas a fio de evolução tecnológica.

No Museu Asas de um Sonho, da TAM.

O sonho estacionou na minha estante.

Como foi feito o rallye de regularidade Chiantigiana Classica 2009?
Com um Roadbook e uma planilha (que esqueci de fotografar) com instruções surpresa, entregue na hora da largada.
Aí você sai na hora marcada, com o odômetro e o relógio zerados, e o teu navegador vai seguindo as instruções do Roadbook, às vezes acerta, às vezes erra, e às vezes o Roadbook também erra (ninguém é perfeito, mesmo na Suíça…)
Competidores sofisticados lançam mão de equipamentos de última geração, computadores que dão a média a cada segundo, se necessário, odômetros calibrados quase que nos centímetros.
No nosso caso dispunhamos de relógios de pulso, e o odômetro descalibrado original do carro, aí os erros vão se somando com o passar dos quilômetros, e em certos momentos vale mais o chutômetro e a intuição…
A história completa da participação no rallye você encontra apertando aqui.
The full story of my participation in the rallye you will find by pressing here.

No domingo 10 Maio arrumamos as malas, e ficamos um bom tempo largados na piscina sem fazer absolutamente nada, pela primeira vez na viagem. Almoçamos tranquilamente, fumei meu charuto com calma e às 16h tomamos o taxi para o aeroporto.
Nestes cinco dias de céu azul, poucas nuvens e temperaturas amenas dirigi o Jaguar por cerca de 700km de estradas lindas, a Sandra foi uma navegadora perfeita, nós dizíamos aos colegas que a inevitável briga entre piloto e navegador durava cerca de 1 minuto a cada hora… e desta vez ela não dormiu…
Nos relacionamos bem com os alemães e suíços que representavam 90% dos participantes, gastei meu inglês, alemão e italiano, comemos bem no geral (era sempre um grupo de 70 pessoas…) e magníficamente no “Buca Lapi”.
Enfim, só temos a agradecer ao Credit Suisse pela rara oportunidade de participar de um evento como essa Chiantigiana Classica 2009, que transcorreu na mais absoluta perfeição!

Faltou mostrar Sandra Pierzchalski, minha navegadora em ação, no rallye Chiantigiana Classica 2009. Em primeiro plano o Jaguar E-type.
Na saída do rallye a cada manhã, a organização te entrega uma planilha que deve ser preenchida com três categorias de quesitos:
Carimbos – De tempos em tempos em um pequeno poste com símbolo do rallye fica à beira da estrada, nele fica preso um carimbo, que deve ser aplicado na planilha.
Números – Escondidos no meio do mato, do lado direito da pista, normalmente pregados em árvores ficam placas de cerca de 20 x 20cm com um número, que você deve escrever na planilha.
Perguntas – Constam do Roadbook, por ex: Qual o número da casa ao lado da igreja? ou Qual o animal da escultura no topo do portão? ou Qual a altitude na placa “X”
O não atendimento aos quesitos significa pontos perdidos. Só no final do rallye começamos a ficar bons em prestar atenção…