
Pois então, e não é que hoje este blog completa quatro anos de vida!!!!
Feliz aniversário aqui tem coisa!!!!!

Pois então, e não é que hoje este blog completa quatro anos de vida!!!!
Feliz aniversário aqui tem coisa!!!!!

Dentro de uma semana, dia 31 Janeiro 2007 este blog completará quatro anos de vida!
Espero que vocês meus leitores/visitantes continuem a ter tanto prazer em visitar o blog quanto eu tenho em fazê-lo.

A (quase) eterna questão do peso.
Começo de ano, hora de fazer a revisão dos 58, levo ao meu clínico geral os exames rotineiros, ele diz que está tudo normal, a menos do… peso!
Seria útil perder um pouco de peso para o colesterol e a glicose abaixar um pouco, disse ele.
Entonces, mãos à obra:
Durante 2006 perdi algo como 4kg, estou com 89kg, pretendo chegar aos 85 até o meio do ano. Não é tão difícil assim, mas sem disciplina não vai não. Basicamente é acúcar zero, álcool pouco e jantar pouco. Parece simples, né não?

Bispa Sonia vai à internet vestida de presidiária.
Leia a nota no Josias de Souza
Também saiu aqui.
Lá nos EUA o casal bandido vai puxar uma cana, mas e quando voltarem para a bundolândia?!…

A filosofia do fabricante de caminhões Mack:
“You’re not in business to own trucks. You’re in business to profit from them. If you have too much truck for the job, it’s hard to make money. If you have too little truck, it’s even harder to make money.
At Mack, we manufacture as much truck as it takes to get the job done right. Which tells you we’re not so much in the business of making trucks as we’re in the business of helping you succeed.
Or to put it another way, the business of customer satisfaction.”
Não é à toa que os E.U.A. são uma grande nação.
Imagine o comandante Rolim se revirando no caixão ao ver o que fizeram com o padrão de excelência que ele criou para a TAM.

Ayrton Vignola/Folha Imagem
O apagão das empreiteiras.
O clima de vale-tudo implantado em Brasília, com a corrupção e a impunidade correndo soltas acabou por contaminar a engenharia.
O “Consórcio Linha Amarela” responsável pela obra do metrô que desabou em São Paulo é integrado pelas empresas CBPO Engenharia (pertencente à Norberto Odebrecht), Queiroz Galvão, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.
Leia no excelente artigo de Elio Gaspari na Folha de São Paulo:
“Depois do apagão das companhias aéreas, veio o apagão das empreiteiras. As cinco maiores construtoras de obras públicas do país desmoronaram às margens do rio Pinheiros, em São Paulo. Como no caso dos aeroportos, desmoronou a capacidade das empresas de falar sério e de manter uma relação respeitosa com a população.
O consórcio da obra do metrô paulista é formado por cinco empresas de engenharia que juntas faturam anualmente US$ 3,5 bilhões. São gente grande: Odebrecht, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e OAS. Demoraram um dia inteiro para falar do desastre e, quando o fizeram, passaram a responsabilidade às chuvas do Padre Eterno.
Ofendendo a inteligência alheia, disseram também o seguinte: “O Consórcio Via Amarela lembra que, apesar da qualidade do projeto e dos cuidados na execução da obra, trata-se de atividade classificada no grau de risco 4, o mais alto na escala de risco do Ministério do Trabalho”.
Só um dos mortos no desmoronamento tinha relações trabalhistas com as empreiteiras. Os demais eram transeuntes que, de acordo com qualquer escala de perigo, deveriam correr risco zero ao andar numa rua da cidade. Se um diretor da Odebrecht (líder do consórcio) estivesse a caminho do psiquiatra na rua Capri e terminasse seus dias na cratera da Via Amarela, ele não estaria numa área de grau 4. Assim como não estava a aposentada Abigail Rossi de Azevedo, que ia ao médico.
O tom pedagógico da nota é impertinente. Poderia ser refraseado assim: “O Consórcio Via Amarela deveria ter lembrado que sua obra colocara no nível 4 de risco as pessoas que passavam por perto”. Eram cidadãos que não faziam a menor idéia do perigo que corriam. Se fizessem, tomariam outro caminho.
A primeira informação de que havia uma van nos escombros surgiu três horas depois do desabamento. A cooperativa de transportes que perdera o rastro do seu veículo informou que um sinal de rádio localizava-o naquela cratera, a 28 metros de profundidade.
Durante cerca de seis horas, tanto o consórcio como os poderes do Estado e do município fizeram acrobacias para soterrar o tamanho do desastre, como se tivessem poderes para isso. Preferiam discutir o cumprimento do prazo da obra. Do lado do consórcio, nenhum grão-empreiteiro, daqueles que jantam no Alvorada e almoçam no BNDES, botou o rosto na vitrine.
É possível que nada houvesse a fazer para salvar as vítimas. Apesar disso, muito poderia ter sido feito para amparar suas famílias. Esse descaso não teve nada a ver com a chuva ou com a geologia.
Durante todo o fim de semana, a principal assistência a essas pessoas veio da cooperativa cuja van estava perdida. Ela mandou para o local um microônibus, refeições e 20 funcionários. Havia parentes desesperados e é natural que, nessa situação, as pessoas se descontrolem. Não é natural que sejam tratados como descontrolados.
Dormiram num estacionamento próximo e em colchonetes colocados na calçada. Usaram os banheiros dos bares da vizinhança. Vagavam sem informações, mas viam a circulação de viaturas do Instituto Médico Legal. Na segunda-feira os empreiteiros voltaram a se pronunciar, informando que montaram um acampamento e colocaram uma equipe de assistentes sociais para assistir as famílias dos mortos. Fizeram pouco, tarde.”
Ficar sem notícias nas férias é de fato o melhor descanso.
Basta voltar e sou forçado a enfrentar as férias antecipadas de Lula , como bem lembrou o Neumane em sua coluna de hoje no Estadão no poema “Filosofia”, do pernambucano (portanto, conterrâneo de Lula) Ascenso Ferreira:
Hora de comer – comer!
Hora de dormir – dormir!
Hora de vadiar – vadiar!
Hora de trabalhar? Pernas pro ar, que ninguém de ferro!
Devo também enfrentar a ridícula pendenga Cicarelli/YouTube e as estatizações do cumpanhero Chávez.
Vai mal.

Dois monstros sagrados que também subiram no Natal, vão fazer companhia ao meu sogro e ao meu pai. Boa viagem James Brown e Braguinha!

foto ED FERREIRA/AGÊNCIA ESTADO/AE
O ministro da Defesa, Waldir Pires declarou que não ganha bem para resolver os problemas do apagão. Pode uma coisa dessas? Por que aceitou o cargo, só para se divertir às nossas custas? Minha vergonha de ser brasileiro só faz aumentar, dia após dia.
Estou de péssimo humor (acho que dá pra perceber…), me pegou uma crise de dor nas costas. Tudo bem que a última crise foi há 15 meses, fato inédito na última década, mas ainda assim é um saco!

O Brasil está precisando de gente com os pés no chão.

Existem pessoas que vivem MUITO pior que nós. Reclamamos por tão pouco e não nos lembramos que existem pessoas que vivem nas ruas, esfarrapadas, levando nas mãos sacolas de plástico com seus poucos pertences.

No Espaço Fundação Stickel a beleza também tem lugar nas vernissages, fora das telas…

Enquanto a vernissage da exposição de Luise Weiss transcorria de vento em popa, em clima de comemoração e alto astral, no aeroporto de Brasília milhares de passageiros sofrem com o imenso caos aéreo provocado única e exclusivamente pela ineficiência do governo Lula. Muitos vão dormir no chão.
É o contraste.
Brasil, um país de contrastes.
Brasil, um país com uma bosta de governo. Que tristeza, que frustração, que vergonha, que merda você ser forçado a aceitar diáriamente a convivência com escândalos de toda a natureza, que sensação de total impotência. Estou antevendo a encrenca que será meu vôo para a Bahia no dia 28/12, é óbvio que estarei correndo sérios riscos, como qualquer um que voar no Brasil de hoje.
É só esperar que amanhã virá aquela fraude chamada Waldir Pires, com a língua enrolada, falando difícil e articulando bem as palavras, dizendo óbviamente nada.
Não há o que dizer frente ao apagão da aviação civil, só lamentar.

Linda, lindíssima, vitória do Brasil hoje no vôlei, bicampeão mundial com 3 x 0 sobre a Polônia.
Copiei do Claudio Humberto:
“Conta de chegar
Certa vez em Recife, nos anos 60, o deputado estadual Alcides Teixeira se distraiu e buzinou em uma zona de silêncio e foi multado na hora, em 200 cruzeiros. Na época, a multa poderia ser paga na hora, mas o guarda não tinha troco para a nota de mil cruzeiros. A solução do deputado “deu mais quatro buzinadas para fechar a conta” imortalizou-o no Febeapá, o Festival de Besteiras que Assola o País, do inesquecível Stanislaw Ponte Preta.”

Sanduiche de Lagosta do Jamie Oliver. Guardei a receita um tempão e não fiz. Alguém quer tentar?
Esta noite, após a deliciosa festa de comemoração dos 60 anos do meu amigo Silvio Michalany, sonhei com a maior clareza com o meu falecido amigo Jay Chiat.
A conversa com ele fluia naturalmente, perguntei o que ele estava fazendo no Brasil, me respondeu que era para ver uma namorada nova, jovem…
Depois no carro passamos por algo que poderia ser a Praça da Sé, e havia uma imensa construção circular de madeira, em comemoração a alguma efeméride católica, poderia ser a Semana Santa.