O Marcelo Tas captou com extrema precisão essa bobagem do Cristo Redentor carioca se tornar uma das “sete maravilhas do mundo”.
Quem nos relata as maravilhas do nosso Borba Gato paulista é o impagável Paulo Cezar Pereio.
O Marcelo Tas captou com extrema precisão essa bobagem do Cristo Redentor carioca se tornar uma das “sete maravilhas do mundo”.
Quem nos relata as maravilhas do nosso Borba Gato paulista é o impagável Paulo Cezar Pereio.
Vou recolocar este post, pois algo parece estranho… me parece que tem coisa manipulada aí. Reproduzo abaixo o comentário do meu leitor Roberto:
“Concordo com sua impressão, acho que tem coisa esquisita nesse lista do MuBE. Penso que os registros das assinaturas estão sendo armazenados em banco de dados, pois, o link de acesso está em php. Se há a existência de um banco de dados os registros teriam que estar sendo atualizados automaticamente a todo momento como a exemplo do link petitiononline.
Se for isso, fica patente a manipulação, se não for continua a dúvida. Em um alculo rápido: das 14:58hrs do dia 17/05 as 22:58hrs do mesmo dia, ou seja num período de 8 horas o abaixo assinado da MuBE teve um crescimento de 412 votos a mais que a prefeitura ou seja, um média de 51,5 votos por hora quase uma por minuto. Ai tem!!!”
MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Público ou Privado?
Eu acho que patrimônio público utilizado como quintal de madame não dá certo, e o resultado está aos olhos de todos, o MuBE não é nada, não faz nada significativo, não contribui com nada, seu logotipo é medonho de feio, sua “dona”, Marilisa Rathsam parece saída de um filme policial tipo “B”, os eventos que ocorrem no museu são de quinta, etc…
Assinei o Abaixo-assinado apoiando a Prefeitura do Município de São Paulo em favor da retomada do MuBE pelo poder público. Minha assinatura foi a de número 1270.
Veja aqui o texto explicando o assunto, e se quiser, assine aqui a petição.
No site do MuBE existe um abaixo-assinado para manter as coisas do jeito (ruim) em que estão.
Gostaria de saber o que pensa sobre isso o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, autor do projeto do museu.
Entre os bairros de Freguesia do Ó e Vila Nova Cachoeirinha, dentro de uma loja de tintas e na rua, a religiosidade do povo.
Na loja de tintas havia também uma bíblia aberta em pleno balcão do caixa.
A Mãe Natureza deve pensar assim:
Lá embaixo estão se esforçando tanto para criar e manter o caos, vamos dar uma ajudinha…
… e lá vem chuva (e vento) de novo!
Existe algo de bom acontecendo na cidade de São Paulo, a “Lei Cidade Limpa” contra a poluição visual claramente “pegou”.
Uma lufada civilizada de ar fresco circula a cada outdoor retirado, os guindastes e caminhões trabalham sem parar nas madrugadas retirando monstrengos de metal.
Ufa!
Quando todo este lixo for retirado, poderemos ver a cidade como ela realmente é, com suas belezas e feiuras, e então talvez o sentimento de CIDADANIA possa se fortalecer, e VOCÊ, cidadão, possa se sentir realmente como tal.
As tentativas da Central de Outdoors de preservar esta mídia ultrapassada não passam de estertores finais de quem não aceita a modernidade da limpeza.
Um pouco de calma e contemplação, no Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera.
Poucas coisas podem ser mais paulistanas que um polpettone no Jardim de Napoli.
Carlos o garçom, ao trocar de paletó deve ter um certo trabalho…
Fui com os dois filhos homens, Antonio e Arthur.
Artista de rua na calçada do Parque da Luz.
Sábado, andando da Pinacoteca até a Estação Pinacoteca você inevitávelmente encontra farrapos humanos jogados nas calçadas, travestis e prostitutas na Praça da Luz, e um cheiro de mijo que permeia tudo.
Na Raposo Tavares a caminho do estúdio do Baravelli.
A aranha habita a oficina do artista.
Na volta, um mega congestionamento, fruto de um desastre exatamente em frente ao posto da Polícia Rodoviária, com direito até a poste de luz derrubado. Cada vez mais tenho a sensação de estar vivendo uma “realidade kafkiana”.
Na Pacha, a beleza das pessoas soltas na noite…
BALADA!!!
O programa começou encontrando nossos amigos Roberta e Ricardo para jantar no sempre excelente Due Cuochi.
André, o filho da Sandra também apareceu para pegar um convite, ele sabe tudo e conhece todos na balada, em seguida andamos menos de 100 metros e fomos “aquecer” no Vaca Véia.
Por volta da meia noite e meia saimos em comboio em direção à Pacha, na Vila Leopoldina, passamos pela rotina de colocar várias pulseirinhas, cada uma dá acesso a uma zona VIP, passeamos pela IMENSA casa, com um visual extremamente bonito e sofisticado, com o som estas alturas ainda (relativamente) baixo.
Por volta da uma da manhã o som começa a aumentar, e a quantidade de gente bonita idem, é a maior coleção de popozudas, cochudas e rapazes sarados que jamais vi!
Duas da manhã abrem-se os portões, a pista de dança lota, o som vai a volumes insuportáveis. Alguns chamam isso de música, para mim é apenas som feito a marteladas.
Animados a dançar, descemos à pista, onde o volume é tão alto que o desgaste físico de simplesmente ficar exposto às vibrações acaba com você em meia hora.
Duas e quarenta e cinco, três mil pessoas na casa, troca de DJ, a única diferença sensível é que o novo DJ calca ainda mais forte no botão do volume. Três da manhã, tchau para todo mundo, alívio do silêncio!
Valeu a experiência, a Roberta e o Ricardo foram o máximo em nos convidar, nos apresentaram vários amigos, todo o visual é lindo, cheio de energia, se você estiver na trip de paquerar me parece um programa perfeito.