
Se você é alemão, comunista, já ficou em coma, viveu como adulto de 1988 em diante, é filho da sua mãe, tem um pai sumido e gosta de mentir? Então provávelmente você vai se identificar no filme Adeus, Lenin! Não percam!

Se você é alemão, comunista, já ficou em coma, viveu como adulto de 1988 em diante, é filho da sua mãe, tem um pai sumido e gosta de mentir? Então provávelmente você vai se identificar no filme Adeus, Lenin! Não percam!

They say 21 grams is the weight we lose when we die. The weight of five nickels, of a hummingbird, of a chocolate bar – and perhaps also of a human soul.
Hoje perdi 21 gramas do meu peso, e não morri. Ainda. O que serão estes 21 gramas? Sentei no banco do jardim, fiquei pensando e olhando o céu azul, as nuvens passando, as crianças correndo e brincando, os velhos se arrastando, as gostosas se achando, os humildes se humilhando, os normais neutralizando, as bolas pulando, os passarinhos voando, e no final acho que de fato estes 21 gramas são simplesmente a vida.
Não percam o filme!

“A condessa de Hong Kong” – Pouco linda a dupla, hein??!!

Neste fim de semana me dediquei a entender um pouco mais da minha câmera, li o manual, e acabei aprendendo a fazer fotos no modo manual, com longas exposições.
Enquanto tentava me organizar com um mini-tripé, fiz esta foto do céu de Camburi, e o traço nada mais é que a passagem de um avião!

Terminei hoje o trabalho da mala para o SP 450
Raríssimas vezes um trabalho meu teve começo meio e fim tão rápido, tão redondo e com resultado tão bom.
Os acidentes de percurso, que sempre acontecem, foram para o bem, e o trabalho acabou super bem. Fico contente porque é uma maneira auspiciosa de iniciar o ano. A foto é de um detalhe, quem quiser ver o todo depois eu dou as dicas de dia e hora da exposição…

São Paulo muda, tudo muda, e a minha mala já mudou.

Esta é a mala que 450 artistas receberam do SESC Pompéia para fazer um trabalho a ser exposto na exposição “Uma viagem de 450 anos” de 20/1 a 29/2/2004. A única exigência é que o trabalho final não ultrapasse 5 kg. Minhas ferramentas estão a postos, me aguardem…

O calor, africano, o trânsito caótico, a festa entupida de gente, o ar condicionado insuficiente, e no meio de tudo isso o meu amigo Gladstone Campos nos fotografou e enviou a foto por e-mail.

Na exposiçao de Carlito Carvalhosa, na Galeria Raquel Arnaud, Renata Tassinari e Cassio Michalany, em foto do Glamurama.
Lancei meu livro aqui tem coisa em Dezembro de 1999, e desde então o envio, vez por outra, de presente para alguém.
São pessoas que conheci em eventos artísticos ou festas, ou em raríssimos casos para desconhecidos que eu gostaria que conhecessem um pouco do meu trabalho.
Existem também casos de pessoas que viram meu livro na casa de alguém, e aí me encontram e comentam: -Puxa, que legal teu livro, onde encontro? E aí, naturalmente, eu dou de presente.
Após enviar, fico aguardando a reação do presenteado. Algumas são extremamente gratificantes, como a da Fal, ou do Edemar Cid Ferreira, da Brasil Connects que, educadíssimo, me agradeceu enviando um maravilhoso livro do Instituto Cultural Banco Santos. Outros me brindam com um sonoro silêncio
Tudo isso para comentar que dia desses (já houveram outros eventos como esse), encontrei em uma exposição conhecidíssima figura do mundo das artes, a quem havia enviado meu livro.
Perguntei o que havia achado do presente, e a figura, visívelmente embaraçada, disse que sim, havia recebido… e só. Nem obrigado falou. E aí fico me perguntando porque será que determinadas pessoas tão destacadas são tão desprovidas de educação assim. E como é difícil viver nesta eterna fogueira das vaidades do mundinho das artes plásticas.
A Fal e eu fizemos um escambo (ou troca-troca), o meu livro aqui tem coisa pelo livro dela.
O correio se encarregou de entregá-los, nós só nos conhecemos até agora através do universo blogueiro, não tivemos ainda o prazer do contato pessoal.
Agora, com o livro dela na mão, conheço um pouco melhor a autora de “Crônicas de Quase Amor”, de Fabia Vitiello, Editora Iglu, 1999.
…olho para trás e vejo os maiores patos que alguém poderia imaginar. Enormes. Cara de malvados. Grasnavam ameaçadoramente para mim. Mas eu, pessoa normal que sou, sentei na manta e esperei os patos queriam saber o que aquelas duas bicho-grilo-poncho-e-conga faziam em sua casa…
…e assim vai, histórias deliciosas! Obrigado, Fal, adorei!

O estúdio, hoje cedo, com um trabalho novo.

O Mercado Mundo Mix rendeu uma boa safra de fotos.

Invasões Bárbaras de Denys Arcand, um filme imperdível.

Na esquina das avenidas Nova Faria Lima x Juscelino Kubitschek, três bancos e três diferentes visões da arte em locais públicos.
De longe a melhor solução é a do Banco Itaú. Na calçada uma escultura do artista japonês Susumu Shingu, devem ter pago bem caro por ela, e o resultado é uma obra do primeiro mundo, de execução impecável, que se movimenta deliciosamente ao vento. Dentro da agência, podendo ser vista também da rua uma maravilhosa tela de Adriana Varejão.
O Bank Boston instalou em seu jardim uma bela pedra fatiada, sem referência de autor, e mesmo que não seja uma obra assinada, é correta e adequada. Vou tentar descobrir quem é o autor.
Já o Bradesco… Esta versão tridimensional da marca do banco certamente foi sugerida por algum publicitário, e o resultado de um mau gosto lamentável. Grande, feio, cafona, não respeita o prédio, não respeita nada, não se harmoniza. Mesmo com banho de design, Bradescão precisa ainda se libertar de suas raízes…
Dentro da agência, um pouco perdida, enorme tela de Eduardo Sued.