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coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

MOTHER OF ALL BOMBS

é isso, por fernando stickel [ 10:07 ]

Erico Stickel, 83 anos completados hoje, com todas as mulheres da família!

é isso, por fernando stickel [ 17:18 ]

Feliz Aniversário, Papai!
Logo cedo fiz uma pequena cirurgia no lado interno esquerdo do lábio inferior, nada grave, mas como tenho pânico de dentista estou até agora meio abalado, com um pano cheio de gelo aplicado na boca, e é assim que vou almoçar com meu pai, que completa hoje 83 anos!
Grande Erico João Siriuba Stickel!

é isso, por fernando stickel [ 11:57 ]

Cris Mie aquarelando, na minha aula de desenho de observação.

é isso, por fernando stickel [ 19:34 ]

Detalhe de um trabalho novo.

é isso, por fernando stickel [ 17:31 ]

Ilhabela, Praia do Curral, por volta de 1984. Da esquerda para a direita, Fernanda Stickel, Antonio Stickel, Maria Prata.

é isso, por fernando stickel [ 9:35 ]

No dia da mentira, estou pensando em dizer umas verdades.
No dia em que este blog completa dois meses e um dia de vida, estava eu pensando sobre minhas razões para fazer um blog.
Vocês se lembram da cena do imperdível filme “A Festa de Babette” em que o General, arrumando-se para o jantar em frente ao espelho diz, pensativamente:
“Vanity, all is vanity”
ou seja,
“Vaidade, tudo é vaidade”.
Pois é, acho que tudo começa com a vaidade.
Depois vem a liberdade, autenticidade, curiosidade, contatos, humor, excitação, mistério, obsessão, poesia, arte, culinária, política, beleza, precisão, paranóia, elegancia, saudade, tecnologia, DIVERSIDADE, inteligência, máquinas, gratificação, história, links, muitos links.

é isso, por fernando stickel [ 14:27 ]

Linda manhã de sol, com mais um poema do Paulo Mendes Campos, do livro Alhos e Bugalhos:

Coisas deleitáveis
Arrancar os sapatos depois do baile;
andar descalço em relva úmida;
sombra de árvore;
passarinho colorido quando pousa perto da gente;
mudar para apartamento maior;
flores;
dormir cansado;
banho de cachoeira antes do almoço;
achar dinheiro;
varanda de fazenda;
o sorriso de Ingrid Bergman;
janela para o mar…

é isso, por fernando stickel [ 8:50 ]

No meio da bruma São Paulo acorda, e nada melhor para começar a semana do que esta pérola:

ACORRENTADOS de Paulo Mendes Campos, do livro “O Anjo Bêbado”, Editora Sabiá – Rio de Janeiro, 1969.

Quem coleciona selos para o filho do amigo; quem acorda de madrugada e estremece no desgosto de si mesmo ao lembrar que há muitos anos feriu a quem amava; quem chora no cinema ao ver o reencontro de pai e filho; quem segura sem temor uma lagartixa e lhe faz com os dedos uma carícia; quem se detém no caminho para ver melhor a flor silvestre; quem se ri das próprias rugas; quem decide aplicar-se ao estudo de uma língua morta depois de um fracasso sentimental; quem procura na cidade os traços da cidade que passou; quem se deixa tocar pelo símbolo da porta fechada; quem costura roupa para os lázaros; quem envia bonecas às filhas dos lázaros; quem diz a uma visita pouco familiar: Meu pai só gostava desta cadeira; quem manda livros aos presidiários; quem se comove ao ver passar de cabeça branca aquele ou aquela, mestre ou mestra, que foi a fera do colégio; quem escolhe na venda verdura fresca para o canário; quem se lembra todos os dias do amigo morto; quem jamais negligencia os ritos da amizade; quem guarda, se lhe deram de presente, o isqueiro que não mais funciona; quem, não tendo o hábito de beber, liga o telefone internacional no segundo uísque a fim de conversar com amigo ou amiga; quem coleciona pedras, garrafas e galhos ressequidos; quem passa mais de dez minutos a fazer mágicas para as crianças; quem guarda as cartas do noivado com uma fita; quem sabe construir uma boa fogueira; quem entra em delicado transe diante dos velhos troncos, dos musgos e dos liquens; quem procura decifrar no desenho da madeira o hieróglifo da existência; quem não se acanha de achar o pôr-do-sol uma perfeição; quem se desata em sorriso à visão de uma cascata; quem leva a sério os transatlânticos que passam; quem visita sozinho os lugares onde já foi feliz ou infeliz; quem de repente liberta os pássaros do viveiro; quem sente pena da pessoa amada e não sabe explicar o motivo; quem julga adivinhar o pensamento do cavalo; todos eles são presidiários da ternura e andarão por toda a parte acorrentados, atados aos pequenos amores da armadilha terrestre.

é isso, por fernando stickel [ 10:46 ]

Página do catálogo do José Carlos BOI Cezar Ferreira na exposição “2 metros e 1 página”, promovida pela Cooperativa dos Artistas Plásticos de São Paulo, Abril 1980.

é isso, por fernando stickel [ 17:32 ]

Almocei com a minha lebre no quilo da esquina, a R$ 10,00 cada. Honesto. Em seguida um bom espresso acompanhado de um Partagas D4. Pronto. Meia hora no sofá e estou pronto para trabalhar.

é isso, por fernando stickel [ 17:31 ]

Coisas do estúdio.

é isso, por fernando stickel [ 1:16 ]

O mau-gosto não conhece limites.
Em plena Av. Helio Pellegrino, esquina da R. Nova Cidade na Vila Olímpia, este out-door clama para ser destruído por algum play-boy mais afoito em sua máquina.
Já enviei reclamação ao CONAR, vamos ver se adianta alguma coisa.

é isso, por fernando stickel [ 13:57 ]

Olhando este meu desenho de 1971 me pergunto se é realmente necessário muito mais do que lápis, papel, máquina fotográfica e um cérebro pensante.

é isso, por fernando stickel [ 11:13 ]

Minha amiga Cassia Gonçalves me enviou este delicioso poema de Fernando Pessoa:

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

é isso, por fernando stickel [ 19:39 ]

Esta foto foi tirada pelo meu falecido amigo e colega arquiteto Leslie Joseph Murray Gattegno, na Bienal de São Paulo,1969. Estou observando as pinturas do artista canadense Greg Curnoe, 1936 – 1992.

é isso, por fernando stickel [ 18:40 ]

Sem direção.

é isso, por fernando stickel [ 18:09 ]

Coisas no estúdio.

é isso, por fernando stickel [ 0:42 ]