
Na Vila Olímpia.
2 de abril de 2010
é isso, por fernando stickel [ 19:18 ]
2 de abril de 2010

Fui convidado – e aceitei – ser o coordenador do Comitê Geral de organização do 5º Encontro Paulista de Fundações, promovido pela APF – Associação Paulista de Fundações, e que se realizará em Outubro 2010 aqui em São Paulo.
A foto acima mostra a reunião que realizamos no meu estúdio na quarta-feira passada das 14:00h às 17:00h, dos Comitês Geral e de Logística.
Ufa!
Pois é.
São coisas do Terceiro Setor que você e seus companheiros fazem, sempre de graça como voluntários, é claro, e mais dia menos dia você acaba por se perguntar:
-Por que?
Pois é.
Também me pergunto por que estou trabalhando de graça para a Fundação Stickel, como seu presidente, há exatos seis anos. Por que?
Estas perguntas não tem respostas simples.
A coisa começa aos poucos, e vai te pegando.
No meu caso, há exatos seis anos atrás eu não tinha idéia do que era o Terceiro Setor, e a bem da verdade tinha certa ojeriza deste negócio de “mexer com os pobres”.
Hoje, não apenas estou nele mergulhado até o pescoço como até um MBA fiz na área.
Mexer com isto tem a ver com milhares de coisas.
Tem a ver com o seu grau de conexão com o planeta (o único que temos…) e seus moradores, todos seres humanos exatamente iguais a você.
Tem a ver com o seu amadurecimento, hombridade, coragem, auto-respeito, responsabilidade, consciência, missão, destino, oportunidade, momento de vida, etc…
Tem a ver com justiça e retribuição.
E finalmente tem a ver com a sua vontade. Sem ela você não dura 24 horas no Terceiro Setor.
é isso, por fernando stickel [ 9:30 ]
1 de abril de 2010

No Museu Eduardo André Matarazzo em Bebedouro, SP, na porta do DC3, Vignoli, Hervé e eu.

Juliana, Sandra, e o painel do avião….
é isso, por fernando stickel [ 17:34 ]
1 de abril de 2010

Existe solução mesmo para os problemas mais complicados.
he…he…he…
é isso, por fernando stickel [ 17:09 ]
1 de abril de 2010
Um sujeito chega num bar e pede seis uísques duplos.
– Uau! – exclama o barman – Você deve ter tido um dia péssimo!
– Nem me fale, responde o sujeito, fiquei sabendo que meu irmão é gay.
No dia seguinte, o mesmo sujeito chega e pede mais seis uísques duplos.
O barman pergunta o que foi dessa vez. O sujeito responde:
– Acabei de saber que meu pai tambem é gay!
No terceiro dia, o sujeito volta a pedir seis uísques duplos.
– O quê? – pergunta o barman. Será que não tem ninguém que goste de mulher na sua casa?
– Tem sim. Minha mãe!!
é isso, por fernando stickel [ 13:15 ]
1 de abril de 2010

Foco, perseverança, paciência, e os resultados aparecem.
Voltei a andar com o Porsche 911 Carrera 1975 na rua, ouvi com extremo prazer a música do seu motor, senti seu torque e a vontade de acelerar mais… pouco a pouco a máquina volta ao seu “normal”.
Muitos ajustes ainda serão necessários, mas as perspectivas são excelentes!
Espero participar do primeiro rallye de 2010 do MG Club no dia 10 Abril com ele.
É interessante que com o passar dos anos e as leituras e conversas sobre este carro, a certeza de que ele é um exemplar especial só aumenta.
Por que?
Porque ele é, na essência, idêntico ao Porsche 911 2.7 Carrera RS 1973, um dos maiores clássicos de todos os tempos, apenas com cerca de 125kg a mais. Um puro sangue!
é isso, por fernando stickel [ 11:12 ]
1 de abril de 2010

Ontem não pude ver o meu neto Samuel, mas a eletrônica facilita o acompanhamento da nova família, que entra na rotina.
é isso, por fernando stickel [ 10:51 ]
1 de abril de 2010

Fui ver este imóvel ontem, na Vila Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, encostado na Serra da Cantareira.
Estamos pensando em estabelecer a Fundação Stickel lá, onde está o nosso público atendido.
A idéia é fazer um HUB SOCIAL. Madurando…
é isso, por fernando stickel [ 10:42 ]
31 de março de 2010

Uma das jóias do Museu Eduardo André Matarazzo em Bebedouro, SP é este raríssimo Cord de 1937.
Bastante bem restaurado, este carro trouxe inúmeros avanços tecnológicos, e inéditas características, como tração dianteira, o radiador, faróis e tampa de combustível embutidos, ausência de estribos e câmbio automático elétrico.

O painel é de estilo aeronáutico.

é isso, por fernando stickel [ 8:27 ]
30 de março de 2010

A Fundação Stickel iniciou o ano assumindo a responsabilidade de fazer 4.000 destes bonequinhos, em um grupo de geração de renda na Vila Brasilândia.
A encomenda foi entregue ontem.
Em breve divulgarei quem foi o cliente e o porque da encomenda, é muito interessante…
Quem precisar de “coisas” semelhantes pode nos procurar!
é isso, por fernando stickel [ 14:43 ]
30 de março de 2010

Meu neto Samuel mama de 3 em 3 horas, dorme, reclama pouco, e completa sua primeira semana de vida!
é isso, por fernando stickel [ 14:23 ]
29 de março de 2010

Nas áreas externas do museu, vários aviões, DC3, Convair, Scandia, DC7, Viscount, B17, etc…
Neste, o toque ecológico, em plena luz do dia duas corujas tomam uma sombra…
A tragédia do Brasil é a falta de apoio a iniciativas como a deste museu. Quase todos os aviões estão em péssimo estado de conservação, se deteriorando ao tempo. O poder público poderia incentivar a iniciativa privada a restaurar estas peças únicas, mas não há interesse, por sua vez o cidadão comum não valoriza a história, não se interessa, não se mobiliza pela preservação, e o ciclo vicioso se perpetua.
é isso, por fernando stickel [ 18:26 ]
29 de março de 2010

Na fazenda de Patricia Matarazzo, a 8km. do centro de Bebedouro, existem vários galpões com carros aguardando restauro, entre eles encontrei um idêntico ao que foi do meu avô Arthur Stickel, (o dele era preto) que eu herdei quando ele faleceu em 1967, um Dodge 1946 “Fluid Drive”.
Eu o usei alguns anos, namorei muito no banco inteiriço gigantesco, meus colegas do Colégio Santa Cruz tiravam um sarro de mim dizendo que eu andava de taxi…
De fato, naquela época haviam muitos Dodges taxi, era um carro grande, confortável, de quatro portas, viajei muito com ele para o Guarujá, andava bem com seu motor de seis cilindros em linha.
Veja as especificações técnicas aqui.
é isso, por fernando stickel [ 18:07 ]
29 de março de 2010

Um dos galpões do Museu Eduardo André Matarazzo em Bebedouro.
é isso, por fernando stickel [ 17:23 ]
29 de março de 2010

Ne estação ferroviária desativada de Bebedouro, da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.
Atualmente é um centro cultural, mas ontem, domingo, estava tudo fechado.
É inacreditável a burrice de um país que não previlegia o transporte ferroviário.
é isso, por fernando stickel [ 14:37 ]
29 de março de 2010
Vida de pai está cada vez mais difícil.
Uma simples conversa com o filho pequeno pode gerar perplexidade. O diálogo de um pai com seu filho, de 10 anos, pode servir como prova desse fosso entre as gerações.
– Que você vai ser quando crescer, filho?
– Presidente da República, pai.
– Puxa, filho, que legal. Mas por quê?
– Pra não precisar estudar.
– Não, filho, não é bem assim. Precisa estudar muito.
– Então quero ser vice-presidente.
– Vice, filho? Por quê?
– Pra não precisar estudar. O José de Alencar também só foi até a quinta série primária. Já posso parar.
– Não é assim, filho. Ele trabalhou muito e aprendeu.
– Pai, todo mundo que se dá bem não estudou: o presidente, o vice, a Xuxa, o Kaká, o Zeca Pagodinho…
– É que eles têm um talento…
– Ah, entendi, estudar é para quem não tem talento?
– Não, filho, pelo amor de Deus. Artista é diferente.
– O presidente e o vice não são artistas.
– Não, quer dizer, o presidente, de certo modo, até é.
– Se eu estudar, vou ganhar mais do que o Kaká?
– Menos.
– Ah, é? Então quero ir já para a escolinha.
– Você já está numa boa escola, filho.
– Quero ir pra escolinha de futebol.
– Não, filho, você precisa estudar muito. A escola abre caminhos para as pessoas. Pode-se viver dignamente. Filho, você precisa ter bons valores. Pense numa profissão, numa coisa honesta e que seja respeitada. Não quer ser médico, dentista ou, sei lá, engenheiro?
– Não. De jeito nenhum. To fora, pai!
– Mas por que, filho?
– Eles nunca vão ao Faustão.
– Isso não tem importância, filho. Que tal bombeiro?
– Vou querer ser astronauta ou jornalista.
– Hummm… Jornalista? Por que mesmo, filho?
– Não precisa mais ter diploma pra ser jornalista. Mas… Pensando melhor, acho que vou querer ser corrupto.
– Meu Deus, filho, não diga isso nem de brincadeira!
– Na TV disseram que ninguém se dá mal por causa da corrupção e que tudo sempre termina em pizza. Adoro pizza. Quando for corrupto, pedirei só de quatro queijos.
– Ser corrupto é muito feio, meu filho.
– Ué, pai, se é feio assim, por que Brasília está cheia deles e quase todos conseguem ser reeleitos?
– É complicado de explicar, filho. Mas isso vai mudar.
– Quero ser corrupto e praticar nepotismo.
– Cale a boca, filho, de onde tira essas barbaridades?
– É só olhar a televisão, pai. O Sarney pratica nepotismo e é presidente do Senado. Ninguém pode mexer com ele.
– Mas você sabe o que é nepotismo, filho?
– Sei. É empregar os parentes da gente.
– E você quer fazer isso?
– Claro. Assim ia acabar com os vagabundos da família. Se eu te arrumar um emprego você deixa?

