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Posts tagueados ‘campos do jordão’

pico do itapeva

itapeva
O Pico do Itapeva fica a 14km de Capivari, técnicamente no município de Pindamonhangaba e com 2030m. é o quinto mais alto do Brasil.
Seria uma atração turística de primeiríssima grandeza, se o poder público não permitisse a barbaridade que lá está.
Na parte mais alta ficam inúmeras antenas, até aí nada grave, porém todo o perímetro do pico tem construções de quinta categoria, não sei qual a finalidade delas, ou seja, não há praticamente espaço para o turista circular e ver a vista.
As barracas de camelôs invadem tudo, o nível é baixíssimo, não há estacionamento, enfim, é a burrice institucionalizada.

é isso, por fernando stickel [ 10:14 ]

bmw em campos do jordão

guzzi
Minha última motocicleta “grande” foi uma Moto Guzzi 850 GT de 1973, pesava cerca de 260kg. e tinha 55hp. Vendi-a em 75 ou 76, não lembro exatamente. Daí para a frente tive uma Lambretta e depois fiquei só na bicicleta.

bmw2
Ao completar 60 anos no ano passado, ganhei de presente da minha mulher esta fantástica BMW F800GS, 200kg e 80hp.
A evolução em relação à Guzzi foi simplesmente ENORME. A Guzzi tinha freios a tambor, a BMW tem freios a disco com ABS, só para citar uma das diferenças.
Hoje experimentei-a pela primeira vez na estrada, fui com meu filho para Campos do Jordão, na foto estamos em uma área à margem da estrada, cerca de 500m. antes do Pico do Itapeva.
Dia perfeito, passeio organizado pela Officer, almoçamos em Capivari, depois volta livre. A F800GS comportou-se impecávelmente, acelera e freia muito bem, faz curvas perfeitas, é equilibrada na terra, na estrada, e ainda por luxo funciona bem na cidade!

é isso, por fernando stickel [ 17:41 ]

cobra coral

coral1
Minha mãe (82 anos) anda me surpreendendo com sua desenvoltura, depois de um longo processo para convencê-la a entrar no mundo da informática e da internet, hoje ela administra seus e-mails com perfeição, e acabou de me enviar este:

“Fer, olhe a cobra que foi achada na estrada entre a casa da Ivone e nossa… (em Campos do Jordão)    
Não é venenosa pois o rabo acaba afinando.  Beijo      Mãe”

é isso, por fernando stickel [ 14:19 ]

arthur no baú

bauzinho
Arthur meu filho na ponta da Pedra do Baú, logo atrás se vê o pico do Bauzinho.
Hoje, quase uma semana depois da escalada é que as minhas pernas se recuperaram do esforço

é isso, por fernando stickel [ 10:29 ]

pedra do baú

escada1
Esta é a escada da face Norte da Pedra do Baú. Por aqui se desce ao vale onde se encontra o Acampamento Paiol Grande e a estrada para São Bento do Sapucaí.
Até hoje me dá um frio na barriga olhar para esta saída quase invertida.
Nesta escada existem alguns trechos que são de fato ligeiramente invertidos…

é isso, por fernando stickel [ 15:03 ]

tem que participar

quadr
Mensagem aos pais quarentões (o Arthur nasceu quando eu tinha 47 anos), cinquentões, sessentões…

Não basta ser pai, TEM que participar!

E para participar neste nível, haja preparo físico!
Me considero um cara razoavelmente bem preparado, me cuido, faço check-up anualmente, caminho, nado, faço musculação, pilates, não deixo meu peso extrapolar, etc…
Arthur e eu subimos a Pedra do Baú na segunda-feira cedo, hoje ainda estou andando mal por conta de dores musculares, principalmente no quadriceps. Subir e descer escadas é um martírio!
Dá-lhe Dorflex, Cataflam e repouso. Afe!!!!

é isso, por fernando stickel [ 11:20 ]

pico agudo

agudo
Do alto do Pico Agudo, 1700m. de altitude, em Santo Antonio do Pinhal, dois shows simultâneos, o por-do-sol e a decolagem dos paragliders.

é isso, por fernando stickel [ 9:16 ]

por-do-sol

por-do-sol
Minha mãe Martha, o por-do-sol e a Pedra do Baú em Campos do Jordão.

é isso, por fernando stickel [ 12:10 ]

batalha naval

naval
À noite, a volta no tempo.
Jogar Batalha Naval, com papel e lápis, uma salva de tiros após a outra, nada mais gostoso.
É possível imprimir o jogo, clicando aqui.

é isso, por fernando stickel [ 11:53 ]

vandalismo

casa
Isto é o que sobrou da casa construida pelo meu pai e pelo meu tio, Luis Dumont Villares, no topo da Pedra do Baú.
Quando eu escalei a pedra pela primeira vez, em 1956, dormi na casa.

é isso, por fernando stickel [ 11:44 ]

base jump

base
Ao chegarmos ao topo da Pedra do Baú encontramos com uma equipe de BASE Jump (Building Antenna Span Earth)
Assistimos a quatro saltos, que duram entre dois a quatro segundos em queda livre.

é isso, por fernando stickel [ 11:27 ]

são bento do sapucaí

ana
A Pedra do Baú se localiza no município de São Bento do Sapucaí, que se vê ao fundo, do lado direito da foto.
A pedra grande, em primeiro plano é a Ana Chata, com 1760m. de altitude.

é isso, por fernando stickel [ 11:10 ]

pedra do baú

bau1
Arthur, lépido na escalada e eu, recuperando o fôlego, na volta.

Senti o peso dos meus sessenta anos, pelo menos em comparação com o desempenho atlético do meu filho Arthur, de 14…
Foi assim, viajamos para Campos do Jordão com o objetivo de escalar a Pedra do Baú, altitude de 1950m., o que fizemos ontem logo cedo.
A caminhada do estacionamento até a base da escada, por uma estreita e úmida trilha no meio do mato leva cerca de meia hora, e é bastante exigente, escorregadia, com descidas e subidas acentuadas.
A escalada leva outra meia hora, suei muito, mas cheguei em cima sem nenhum problema, o Arthur mal suou…
Na descida a coisa começou a pegar, ao final minhas pernas tremiam, e colocar os pés em estreitos e úmidos degraus de pedra gerava, digamos assim, medo.
A exaustão pegou mesmo na volta pela trilha, aí faltou gás para vencer as íngremes subidas, era preciso parar, respirar várias vezes e então prosseguir.
Ainda assim completamos a volta mais ou menos no mesmo tempo da ida.
Hoje, no entanto, evidenciou-se o estrago, estou COMPLETAMENTE MOÍDO!!!!
Pernas, coxas, lombo, braços, tudo doído, e o Arthur, perfeito!

é isso, por fernando stickel [ 10:43 ]

cigarros, fumo & etc…


Com cerca de 12 anos eu fazia cigarros no meu quarto na R. dos Franceses, enrolando chá em papel sulfite, era difícil de fumar porque o sulfite queimava muito rápido, fazendo labaredas, e o chá, apesar de ser compactado dentro do cilindro de sulfite com a borracha de um lápis, escorria fácilmente para fora, o cheiro era insuportável!
Com 13, 14 anos, nas férias de Julho em Campos do Jordão a molecada saía logo cedo e fazia grandes passeios a cavalo.
Eu havia começado a fumar com 14 anos, e parava naquelas biroscas de beira de estrada, que vendiam pinga, cigarro e paçoca, e comprava um maço de QUETAL (o mais barato) e uma caixa de fósforos.
Eu me sentia o máximo fumando em cima do cavalo, o próprio HOMEM DE MARLBORO principalmente se estivesse frio e nublado! Fumava também naquela época Continental e Lincoln.
Mais pra frente consegui canais para comprar os proibidos cigarros americanos, e aí então só fumava Camel, Lucky Strike e Parliament, achava chiquetérrimo!
Houve também a fase de roubar Marlboro, de um inquilino dos meus pais no Guarujá, que deixava tudo na casa, inclusive pacotes de cigarro…
Com cerca de 18 anos tive uma gripe fortíssima e parei de fumar, quando a gripe passou, passou também a vontade de fumar.
Com 20 anos, certo dia no Cursinho Universitário vi um maço de cigarro e um isqueiro esquecidos em cima de uma carteira, me deu uma vontade e acendi um. Foi péssimo, me senti mal e sepultei definitivamente o hábito.
Por volta dos 22, 23 anos me encontrei com os baseados, que me renderam algumas boas gargalhadas e o pior porre que já tive. Não gostei da experiência.
Com cerca de 30 anos comecei a fumar charutos, que me acompanham até hoje. No início eram os bahianos, Suerdieck e Alonso Menendez, e depois, com a melhora da situa$$ão, vieram os cubanos.
Fumei-os com regularidade enquanto havia espaço disponível e pouco patrulhamento da sociedade. Hoje é um ou dois charutos ao ano, se muito!

Ah, sim! Também me encontrei pessoalmente com o fumo!

é isso, por fernando stickel [ 23:20 ]

carros

carros1.jpg
Aprendi a dirigir aos 13 ou 14 anos, com o meu pai em uma Rural Wyllis em Campos do Jordão e com a minha mãe em um Opel Rekord 1960 na praia do Guarujá.
Meu avô Arthur Stickel também deixava eu guiar seu Dodge na Praia do Guarujá e um dia, tão excitado com a aventura atolei o carro no areião…
Nesta fase adolescente meu pai permitia que eu guiasse em Campos do Jordão nas férias de Julho, dentro dos limites da fazenda da família, o que significava intermináveis idas e vindas em uma pequena estrada de terra de cerca de 2 km.
Eu dirigia tudo o que me caisse nas mãos, principalmente uma camionete Ford 1951 cinza, caindo aos pedaços, um trator vermelho Case dos anos 40, de rodinhas juntas na frente, e o carro da minha avó Lili, um Ford Tudor V8 1955 branco.
À noite, eu e meu primo Bernardo sempre encontrávamos um jeito de roubar os carros, e aí saíamos para fora da fazenda, eu guiando o Tudor e ele no Plymouth Belvedere 1959 do pai dele. Eram corridas entre Abernéssia e Capivari, sempre em alta velocidade, a mais de 100km/h. As avenidas eram desertas e geladas e eu lembro das luzes dos postes passando rápidamente contra o céu estrelado.
Só não aconteceu um acidente nestas saídas noturnas porque a divina providência houve por bem nos poupar.

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]

campos do jordão

campos3.jpg
Campos do Jordão, bem longe de Capivari…

é isso, por fernando stickel [ 13:59 ]

campos do jordão

campos2.jpg
Campos do Jordão, paz, natureza, harmonia, silêncio.

é isso, por fernando stickel [ 7:43 ]

guilherme de almeida

quem.jpg
No pórtico de entrada do Hotel Toriba, em Campos do Jordão existe, desde sempre, esta placa de madeira desenhada com o verso do poeta Guilherme de Almeida.

Quem vem lá? É de Paz! – Entra! À vontade!
Sente o que a vida às vezes significa!
Depois. Parte. ficando… que a saudade
É benção de quem parte e de quem fica.

é isso, por fernando stickel [ 12:44 ]