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Posts tagueados ‘artes plásticas’

top of the rock

rock1
No último andar do Rockefeller Center em New York acaba de ser aberto o Top of the Rock Observation Deck, com vista similar à do Empire State Building.
Fomos à noite, muito lindo, e é muito interessante uma obra de arte interativa instalada lá em cima que te identifica e te persegue com luzes no teto e nas paredes.
Quando tem várias pessoas na sala fica uma loucura!

é isso, por fernando stickel [ 9:43 ]

arthur e andy

andy
Arthur e Andy Warhol no MoMA.

é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]

jorge guinle

guin
No Museu de Arte Moderna MAM, no Parque do Ibirapuera abriu ontem a retrospectiva de pinturas de Jorge Guinle (1947 – 1987).
Faz tempo que não recomendo algo no universo das artes pláticas nacionais, e esta exposição me estimulou. Não apenas pelas pinturas, fortes e de grandes dimensões, mas também pelos desenhos, maravilhosos e pequenos óleos sobre papel. Não perca.

é isso, por fernando stickel [ 11:31 ]

new york times

nyt
Visitei pela segunda vez o novo prédio do New York Times, na 40 St. x 8 Av., desta vez com as obras completas.? O projeto de arquitetura de Renzo Piano é fantástico, abandona os mármores, é todo em metal, usa cores fortes, muito cinza e pisos de madeira.

nyt2

O mais interessante é uma instalação no hall de entrada, feita por Mark Hansen e Ben Rubin “Moveable Type” com centenas de pequenos monitores onde permanentemente aparecem fragmentos dos arquivos eletrônicos do jornal, palavras, frases, cotações, lugares, palavras-cruzadas, etc… em uma infindável série de combinações.

é isso, por fernando stickel [ 14:59 ]

baleia fonte


Na R. dos Franceses na Bela Vista está encalhada há décadas esta baleia pré-histórica, a poucas dezenas de metros da casa onde nasci e minha mãe morou até 3 anos atrás. Seu autor é o escultor Domenico Calabrone.
Todos os meus filhos, quando pequenos, se interessavam pelo monstro, pincipalmente quando “fazia xixi”, pois o monstro é também, nas horas vagas, uma fonte.

é isso, por fernando stickel [ 17:43 ]

bienal do vazio


O PROTESTO DAS ARTES – 07/12/2008

AONDE HOUVER UM ARTISTA, NÃO EXISTIRÁ UM VAZIO!
Texto -Ana Maria Lisbôa Mortari

A iluminada manhã de primavera brindou os paulistanos que visitaram o Parque do Ibirapuera neste primeiro sábado de dezembro.
Apesar de nossa querida São Paulo haver se transformado numa das maiores metrópoles do mundo, a beleza e extensão deste parque, que alguns de nós viu nascer durante as comemorações do quarto centenário desta cidade, nos faz pensar que aqui só existem flores e belos jardins…
Mas, nem sempre tudo são flores…
Foi o que pudemos constatar neste ano com as ocorrências que antecederam e precederam a inauguração desta malfadada “28ª Bienal do vazio!”
Sim, o titulo é com letra minúscula porque vazio é nada.
– O que será que isso quer dizer? Onde está o vazio? Que vazio é esse?
– Vazio para mim e apoiada pelo Aurélio, significa:
“Que não contém nada, ou só contem ar; desocupado; despovoado; desabitado; frívolo, fútil; pessoa vazia; falto ou destituído de inteligência; cabeça vazia; pensamentos vazios;”
Portanto nenhum destes significados pode ser encaixado como símbolo ou título de uma Bienal de Arte.
Achei tudo isso tão grotesco, que pela primeira vez não fui ao evento, pois não tenho tempo a perder para ver o nada, executado por pessoas vazias, de cabeças e pensamentos vazios.
OH! Por favor, não desejo magoar ninguém em especial porque, essas frases são do Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, da Academia Brasileira de Letras e Filologia…
Com esse espírito fui convidada por um grupo de artistas liderado por Antonio Peticov, para uma manifestação puramente intelectual em frente ‘a Bienal, hoje ás 10:00 hs, onde estava sendo organizada uma grande festa carnavalesca para o encerramento do “Circo do Vazio”, logo mais tarde.
Nós artistas plásticos estivemos lá.
A curadoria e a presidência da Bienal, embora convidadas não compareceram à nossa pacifica manifestação contra a desrespeitosa citação de “Vazio na Arte”, apoiada pela Uol, VIVASP, Blog do Mario Lopomo, Grupo São Paulo Minha Cidade, Radio Eldorado, GNT, Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, Agencia de Notícias da Internet, entre outras, mas, nós entendemos… Afinal tratava-se de uma manifestação intelectual, de intelectuais, estudiosos e profissionais da arte paulista.
Num momento em que lamentamos profundamente o fechamento de grandes e honradas galerias, a ausência de competentes marchands que desistiram ou saíram do mercado, dos grandes colecionadores e apreciadores que apoiavam os artistas em suas exposições e leilões de arte, dos clientes de arte que a crise os afastou do mercado que tanto apreciam e conhecem… É lamentável assistirmos alguém que ocupa uma posição de comando num espaço público que pertence ao povo como é o saguão da Bienal e outros do Ibirapuera, dedicar uma Bienal – outra aberração visto bienal significar dois anos – com todo aquele espaço homenageando o que carregam em suas cabeças: NADA!
Tantos artistas sem conseguirem locais para expor suas obras, ou sem capacidade financeira para custear exposição em galerias, para assistirmos a essa “Apoteose do NADA”?
É um assinante ‘a classe artística.
É um desrespeito a nós como profissionais da arte.
Alias, acredito que esse tipo de presidência e curadoria deveria ter pessoas do meio artístico, para garantir a sensibilidade e a criatividade para organizar Bienais como já existiram no passado, e não acontecer mais outra em homenagem ao NADA, onde para acontecer algo, precisaram mandar prender alguém que incomodado quis colocar algo lá dentro…
Como diria Lair Ribeiro o filósofo das massas: “O pior incompetente é aquele que não tem competência para perceber o quanto é incompetente!”
Por essas e outras que após mais de 35 anos de carreira, de lecionar, de exposições nacionais e internacionais, de inúmeras premiações e comendas, de haver pintado entre outros trabalhos um altar mor de 42 metros quadrados, uma Via Sacra em Minas Gerais, um cenário, vários painéis e inúmeros quadros, me sinto desanimada frente ‘a carreira, ao mercado atual, despojada de forças para pintar com o ímpeto e a criatividade que pulsam dentro de mim, ao ver pessoas em posições chave, nada fazerem para levarem a arte, a cultura e o conhecimento para a sociedade brasileira.
Disse, digo e não canso de repetir: “A Arte nunca foi vazia. Nem na época da guerra mundial ela deixou de existir, mas se transformou num registro das ocorrências como em todos os tempos da história mundial”.
Assim termino meu texto com o título: “AONDE HOUVER UM ARTISTA, NÃO EXISTIRÁ UM VAZIO”!

O artigo completo pode ser visto aqui.

é isso, por fernando stickel [ 11:45 ]

elisa bracher


Chapas de cobre gravadas, matrizes de gravuras gigantes (2,00 x 1,00m) da Elisa Bracher (Licó).

é isso, por fernando stickel [ 12:26 ]

maurício ianês


MAURÍCIO IANÊS na 28º Bienal de São Paulo

Leia aqui a entrevista do artista após sua performance na “bienal do vazio”.

é isso, por fernando stickel [ 9:49 ]

acaia


Ana Cristina Cintra Camargo, Beati Giorgi e Elisa Bracher (Licó) no ateliê de xilogravura do Instituto Acaia.
A Ana e a Licó tocam o trabalho fantástico que o Instituto faz na comunidade carente da Vila Leopoldina, atendendo jovens de 6 a 18 anos, proporcionando aulas de marcenaria, música, artes, vídeo, etc…

A Beati é filha de Flavio Di Giorgi, que foi meu professor no Colégio Santa Cruz, uma figura inesquecível. Ela está preparando um livro sobre o pai, que deverá abordar algo chamado “Oficina de Sentimentos”

é isso, por fernando stickel [ 11:06 ]

artes


No meu estúdio, Abril de 2003. Não vou dizer que não tenho saudades das artes. É muito gostoso!

é isso, por fernando stickel [ 15:16 ]

artes


Em 2003 não existia ainda nem sombra da minha vida dedicada ao Terceiro Setor, à Fundação Stickel e ao MBA na FIA-CEATS.
Minhas tardes eram dedicadas às artes e aulas de desenho de observação.
A vida de um artista plástico é muito diferente, não vou dizer que é mais fácil ou mais difícil, mas diferente com certeza.
Datam de 2002/2003 os meus últimos trabalhos significativos, colagens e assemblages.

é isso, por fernando stickel [ 15:00 ]

tomie ohtake na fea

Estive ontem na FEAUSP, na Cidade Universitária para palestra do Prof. James Austin, da Harvard Business School, “A CRISE E SEUS IMPACTOS SOCIAIS?”. A palestra foi muito interessante, e o Prof. é uma figura simpaticíssima e singular, to say the least…

Do lado de fora, reencontrei a MONSTRUOSA escultura da Tomie Ohtake ainda lá no jardim, agora sem o plástico preto cobrindo-a, revelando o horror em todos os seus detalhes.

Este desastre da engenharia PERC me faz pensar o seguinte: Existe ainda uma parcela grande de pessoas de “nível” neste país que não acredita em projeto. Não basta o artista pegar um pedaço de papelão torcido e dizer que é uma escultura. É preciso ir à prancheta e detalhar, dimensões, materiais, estrutura, etc…, conversar com o fornecedor, aparar arestas, chegar ao processo construtivo ideal, algo que óbviamente não aconteceu neste caso.
Algumas faixas meio caídas avisam:

“Devido a falhas em seu processo construtivo, a empresa de engenharia PERC reconstruirá a escultura de Tomie Ohtake, sem custos adicionais para a FEA.”
Grande merda.

é isso, por fernando stickel [ 18:25 ]

bienal do vazio

Voltei à bienal do vazio hoje, fruto de um misto de masoquismo e incredulidade. Masoquismo porque sabia que ia sofrer novamente, e incredulidade porque continio a me perguntar:
Será que pode MESMO se tão ruim assim?
Mais uma vez vi uma mostra vazia e esvaziada, frouxa, fraca, medíocre, pobre, decepcionante.

Procurei o trabalho de Sophie Calle, artista que conheci pessoalmente e cujo trabalho acompanho e gosto. A maneira de mostrar o trabalho desta importante artista é errado, a Bienal não é sala de leitura nem biblioteca, é uma exposição de artes plásticas, pelamordedeus! E ainda que a leitura fosse necessária, não nestes bancos duros de compensado!

Outra artista que gosto é a gravadora Leya Myra Brander, culo trabalho está exposto em caixas de madeira compensada, na horizontal. Não gosto destas invenções, para mim exposição é na parede, na vertical, se possível com boas molduras e iluminação.

é isso, por fernando stickel [ 20:01 ]

tomie na usp


Em frente ao prédio da FEAUSP na Cidade Universitária existe uma escultura da Tomie Ohtake de 2008 coberta por um pano negro. Ao lado, duas placas em aço escovado, uma de homenagem a centenas de doadores que viabilizaram a execução da obra e outra informando o patrocínio da Osram e Credit Suisse, aparentemente através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
A escultura está muito mal executada, talvez seja essa a razão do pano preto, vou tentar me informar.
O que mais me impressiona é a elevação de determinados artistas à condição de gênio e unanimidade nacional, sem o respectivo e necessário lastro na qualidade real do trabalho. É o caso da Tomie Ohtake e do Oscar Niemeyer, só para citar dois nomes.
Não estou com isto desqualificando TODA a produção destes artistas, tanto a Tomie quanto Niemeyer tem trabalhos excelentes, a grande maioria executados décadas atrás…

é isso, por fernando stickel [ 15:56 ]

desenho de aula


Desenho feito ontem cedo, na aula do Prof. Sergio Nery na 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social.

é isso, por fernando stickel [ 12:56 ]

cassia goncalves


Detalhe de um dos trabalhos de Cassia Goncalves, da série “Marcas da Minha Existência – Registros Gráficos”
Esta exposição é requisito parcial para a obtenção de Grau de Mestre em Artes Visuais, a defesa da dissertação será feita na FASM – Faculdade Santa Marcelina, campus Perdizes na 5ª feira 18 Setembro 2008 às 14:30h ?R. Dr. Emilio Ribas 89 sala 207  05006-020 São Paulo  SP  

A banca examinadora será composta pelos Professores Doutores Evandro Carlos Jardim, Luise Weiss e Ricardo Hage de Matos.

é isso, por fernando stickel [ 16:15 ]

pai no hospital

pai-72-pix.jpg
Minha amiga Magy Imoberdorf me envia por e-mail:

“Estou na Suiça , meu pai faleceu na semana passada e estou aqui fazem 2 meses.
Bjs e aqui um desenho que fiz de meu pai enquanto estava no hospital.
Magy
90×135 cm lápis e acrilica sobre tela.”

Eu também fiz alguns desenhos do meu pai no hospital, mas nenhum tão elaborado como este da Magy.

é isso, por fernando stickel [ 10:47 ]

babinski minas

babinskiminas.jpg
Aquarela do Babinski, da série feita em Minas Gerais. Uma preciosidade.

é isso, por fernando stickel [ 12:31 ]