
Em todos os passeios pelo meio do mato o Arthur procurava as “dormideiras”, plantas nas quais você encosta e as folhas se fecham.

Em todos os passeios pelo meio do mato o Arthur procurava as “dormideiras”, plantas nas quais você encosta e as folhas se fecham.
Meu amigo Carlos Fajardo disse:
Angústia é quando você toma uma indecisão.

Segunda-feira, 6:15, da minha janela a vida paulistana recomeça após uma semana de férias .

O recém inaugurado Wetega Hotel onde ficamos hospedados foi construído pelo Sr. João, fazendeiro japonês lá do Paraná. Tem coisas interessantíssimas, como os trabalhos artesanais em metal e madeira, tal como um Gaudi do sertão de Mato Grosso.

Na parada do ônibus no meio do caminho, entre Campo Grande e Bonito já me emocionei com a paisagem.
O posto de beira de estrada oferece muitas coisas…
Na manhã seguinte, já em Bonito, ao lado do hotel.
E o ponto alto, segundo Arthur: O passeio de quadriciclo.

O início da viagem para Bonito no Aeroporto de Congonhas, SP.
Acabei de chegar de Bonito, MS, uma MARAVILHA!
É o Brasilzão bão em ação, tudo funciona, tudo é bem feito, as agências de viagem são profissionais, os guias informados e educados, o povo cordial, enfim, dá gosto.
Meu filho de 8 anos se esbaldou, mergulhou, viu dourados do tamanho dele nadando a poucos centímetros de distância, mergulhou nas cachoeiras, caminhou por trilhas lindas, viu araras, tucanos, sucuri, lobo guará, o diabo! As fotos vem em seguida. Té já.
Bom dia! Estou de saída para uma semaninha de férias com o meu filhote Arthur em Bonito, MS. Té já!

Óleo sobre tela, de minha autoria, 20 x 30 cm., por volta de 1980. Coleção Iris Di Ciommo.
Jane Austen had it right when she wrote: “One half of the world cannot understand the pleasures of the other.”
Em relação a essa brincadeira dos ricos-mesmo e novos-ricos, li estes dias um texto do Peter Mayle, autor do livro “A Year in Provence” abordando as raízes do prazer.
O artigo, “The pleasure principle”, que achei muito interessante, acaba tratando exatamente do que está por trás de tudo isso, o TEMPO!

Ainda as fotos antigas. Meu eterno amigo e compadre Cassio Michalany e eu em 1979, na exposição do Baravelli, e ontem. Conversamos muito e ele me falou “umas verdades” sobre meu trabalho, foi bom.

Mudei de óculos ontem, armação e lente. Estou ainda um pouco zureta, acho que as alterações de grau foram significativas. Já na esfera da estética todos foram unânimes: Remocei 10 anos. Bom, né? Compensa a novidade do oculista, que minha catarata já começou…
Peguei na Cora:
“Uma escola católica na Austrália, a Maranatha Christian College, proibiu os livros de Harry Potter em sua biblioteca porque mostram a bruxaria como se fosse uma coisa normal.”
De fato, bruxaria não é normal; mas cretinice, pelo visto é. Tsk, tsk, tsk.
Férias, dor nas costas, falta de vontade de andar e fazer exercícios, sem se preocupar com horários, alunos, buscar/trazer filho da escola, clube, etc…
Tem coisa mais gostosa que fuçar em fotos antigas?

Dou um doce para quem me disser quem é esta moça, que hoje deve ter por volta de 45 anos de idade, mora em São Paulo e é jornalista.

Rico-mesmo tem preconceito de novo-rico, que adora lembrar a todos, e a todos os instantes, suas origens humildes.

Cartão de Natal 1961/62 do fotógrafo Otto Stupakoff.
Rico-mesmo: Chega cedo no escritório, cumprimenta o guarda, a recepcionista, a secretária. Na parede, admira Henri Matisse.
Novo-rico: Chega cedo no escritório, não cumprimenta ninguém e começa a dar bronca logo cedo. Na parede, nem percebe o Romero Britto que o decorador comprou por uma fortuna, dizendo que é bárrrbaro, tá superrrr na moda!