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viagem

férias na grécia!!!

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Um dia como hoje em São Paulo, chuva e 16 graus de temperatura, com volta para casa de moto, me faz imediatamente ficar com vontade de voltar às minhas férias na Grécia!!!!

é isso, por fernando stickel [ 18:49 ]

monte olimpo

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Imagine uma praia como esta, ela existe e chama-se Agios Sostis, na ilha de Mykonos, Grécia.

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Imagine ainda que ao lado desta praia exista um pequeno restaurante chamado Kiki.

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Dotado apenas de uma grelha, oferecendo saladas, peixes, lulas, camarões, polvos, e vinhos, com preços, acredite se quiser, ridículos…

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Imagine ainda que, após o almoço, andando apenas alguns passos, você encontre este espaço calmo e silencioso para descansar.

Imagine ainda o Monte Olimpo, morada dos deuses da mitologia grega, eu acho que deve ser muito parecido com isto…

é isso, por fernando stickel [ 10:01 ]

pêndulo de foucault

foucault
O pêndulo de Foucault

Em 1600, Giordano Bruno foi condenado à fogueira pela Inquisição porque acreditava que a terra se movia em torno do seu eixo e em torno do sol. Trinta e três anos depois, Galileu Galilei só não teve o mesmo destino porque renunciou à sua convicção científica.

A dificuldade em confirmar a rotação da terra reside no fato de que se trata de uma rotação muito lenta (0,0007 rotações por minuto).

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Em 1851, o astrônomo francês Jean Bernard Léon Foucault (1819-1868) realizou uma bela e simples experiência capaz de demonstrar a rotação da terra. Com uma corda de 67 metros, fixa no teto do Panthéon de Paris, ele suspendeu uma esfera de 28 kg e imprimiu-lhe um movimento pendular.

A princípio, a expectativa era que o pêndulo oscilasse em um movimento retilíneo em um único plano vertical. No entanto, o que foi observado é que a oscilação do pêndulo parecia girar com o tempo, mudando sua direção em relação a esse plano considerado.

Quando o pêndulo é colocado em movimento, pelas Leis de Newton, sua oscilação depende somente da força gravitacional, da tração do fio e da resistência do ar, que faz diminuir a amplitude das oscilações com o passar do tempo. Nenhuma outra força age para explicar a mudança de direção da oscilação do pêndulo. Em Paris, a rotação é medida em cerca de 10° por hora, no sentido horário.

Mas, se não há nenhuma força atuando no pêndulo para que mude a direção da oscilação, por que o pêndulo gira? Na verdade, o pêndulo não gira. É o plano contido pela Terra que está girando! O plano de oscilação do pêndulo permanece constante. Nós, os observadores, temos a impressão de que o pêndulo gira, por que estamos “presos” à Terra.

O experimento de Foucault consiste em uma das maneiras mais simples e elegantes de se provar a rotação da Terra, que até hoje é admirada por sua simplicidade na forma de integração entre o ser humano e a natureza, sendo considerada por muitos físicos como um dos dez mais belos experimentos científicos.

Em janeiro 2010 levei meu filho Arthur para conhecer Paris, fomos ao Panthéon e, frustração! O pêndulo estava fechado para reforma!
Desta vez voltei lá e pude ver a maravilha em ação. Me surpreendeu a lentidão do movimento de oscilação, veja:

é isso, por fernando stickel [ 17:49 ]

máquinas aquáticas

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Algumas das máquinas aquáticas que encontramos nos mares da Grécia.

é isso, por fernando stickel [ 16:08 ]

aquecimento solar

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Com crise ou sem crise na Grécia, tenho certeza que os empresários que se dedicam a aquecimento solar de água vão muito bem obrigado.
Não há uma única casa que não tenha o aparelho em cima do telhado.

é isso, por fernando stickel [ 18:57 ]

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Os vândalos do século XIX eram mais zelosos da permanência de suas “intervenções”, gravavam seus nomes a cinzel!
Estes estão gravados na base de uma das colunas do templo de Poseidon, em Cape Sounion.

é isso, por fernando stickel [ 16:55 ]

corinth canal

corinth
Cavocado à base de explosivos em 1893, o Corinth Canal divide a península do Peloponeso da Grécia continental.
Tem 6km de comprimento, e é uma visão única para quem passa pela ponte.

é isso, por fernando stickel [ 19:47 ]

grécia

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“A Grécia, berço da nossa civilização é lindíssima, suas cores são fabulosas e lá a natureza e a mão do homem se superam, terra de Deuses!”

Esta frase cafonériima, somatória de figuras de linguagem, bem ou mal descreve o país, mas é melhor mostrar as fotos….

é isso, por fernando stickel [ 11:47 ]

grécia!!!!

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No próximo sábado Sandra e eu sairemos para merecidas férias!
Será nosso primeiro encontro com o berço da civilização, a Grécia!

é isso, por fernando stickel [ 11:51 ]

estreante e lendas vivas

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Meu filho Arthur (17anos) estreou muito bem como navegador no 1º Raid da Mantiqueira, rallye de regularidade para carros clássicos e futuros clássicos.
Na foto ele está entre duas lendas vivas do automobilismo brasileiro, Jan Balder (65 anos) e Crispim (72 anos).

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Chegamos de São Paulo com o Porsche Boxster S a tempo para o almoço em frente ao antigo cassino e este lindo lago na cidade de Lambari-MG. Na parte da tarde fizemos a segunda metade do rallye, com direito a um “Prime” de 6km, com slalom e chicanas.

é isso, por fernando stickel [ 13:06 ]

garzon & mallmann

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É nestes dias, como hoje em São Paulo, frio feio, chovendo, que dá saudade do dia passado no lugarejo de Garzon, no Uruguai, onde almoçamos deliciosamente no Garzon Hotel & Restaurante de Francis Mallmann…

é isso, por fernando stickel [ 15:45 ]

pedra do baú

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Descobri em uma antiga publicação da Villares este projeto para o Refúgio da Pedra do Baú. A cabana foi construida nos anos 40 como parte da implantação do Acampamento Paiol Grande em São Bento do Sapucaí, graças aos esforços, entre outros, do meu tio Luiz Dumont Villares, do meu pai Erico Stickel, Job Lane, Otavio Lotufo e Alfredo Velloso.
Eu ainda conheci a cabana de pé, e lá dormi na minha primeira escalada da Pedra em 1956. Logo depois ela foi vandalizada, hoje não sobra nada.

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Meu certificado de escalada do Baú foi assinado pelos meus primos Maria e Paulo Villares (com a observação “que escalou o Matterhorn…), e pelo meu pai, Erico Stickel. Eu tinha 7 anos e três meses de idade!

A HISTÓRIA DO PAIOL GRANDE
por Paulo Diederichsen Villares

Como nasceu a idéia?

Após o término da Segunda Guerra Mundial, lá pelos anos de 1946, meu pai, Luiz Dumont Villares, foi procurado por um grande amigo seu, o Dr Job Lane, que era dono do Hospital Samaritano em São Paulo. Disse ele à meu pai:

“Luiz eu conheci um americano lá nos Estados Unidos, que tem um Acampamento de Férias para jovens e perdeu seus dois filhos na Guerra. Em homenagem e lembrança de esses dois filhos, ele gostaria de tocar um acampamento de férias aqui no Brasil, semelhante ao dele, mas precisa de quem de apoio a ele. Você não gostaria de conhecê-lo? “

Assim foi que meu pai numa próxima ida sua para os Estados Unidos, convidou o Mr. Donald D. Kennedy para um jantar em Nova Iorque e o diálogo dos dois foi mais ou menos assim, segundo meu pai:

“Mr. Kennedy, o que é um acampamento de férias para jovens?“

Mr. Kennedy então explicou e explicou, contando o que ele e a mulher dele, Harriet, faziam, no chamado “Camp Kieve”, em Vermont. Era uma oportunidade para jovens meninos, entre onze e quinze anos de idade, aprenderem a desfrutar a natureza, a fazer amigos, através de muito esporte, num ambiente longe da cidade e longe das “saias das mães”.

Meu pai ficou muito impressionado e disse :

“Não temos nada parecido no Brasil”

Mr. Kennedy então respondeu:

“Porisso mesmo que eu tive a idéia de fazer algo semelhante ao que eu tenho aqui, em memória aos meus filhos que perdi na Guerra”

Meu pai voltou para o Brasil, chamou o Dr. Job Lane e ambos juntos resolveram procurar amigos que topassem a ideia de implantar o primeiro acampamento de férias do Brasil.

Não foi difícil reunir um punhado de amigos. O difícil foi realizar a tarefa no curto espaço de tempo que restava, pois o compromisso de meu pai com o Mr. Kennedy, foi o de ter um acampamento de férias pronto para funcionar no verão de 1947!!

Como foi escolhido o local?

Em 1943, no final da construção do Hotel Toriba, em Campos do Jordão, que meu pai fazia com meu avô, Ernesto Diederichsen, o famoso empreiteiro Floriano Pinheiro, que construía o Hotel, apresentou a ele o humilde pedreiro, Antonio Cortez que havia acabado de subir a Pedra do Báu, até então nunca escalada. Era plena Segunda Guerra, mas meu pai ficou tão entusiasmado, aos ter sido levado pelo Antonio, para também escalar a Pedra, que resolveu comprá-la, com idéia de fazer uma escada, e mais tarde, lá em cima, um abrigo, do tipo dos que existiam no Alpes da Suíça, País onde havia estudado.

Queria que “todo o mundo” pudesse escalar a Pedra, afim de desfrutar daquela empolgante natureza.

Foi assim que, anos depois, justamente quando meu pai resolveu levar para a frente a idéia do Mr. Kennedy, que o tal abrigo, em cima da Pedra do Baú estava sendo feito. E numa ida dele, para ver como andava a construção da casinha, em que eu também estava presente; lá de cima, me lembro do seguinte diálogo de meu pai com o Antonio Cortez, que não só havia colocado as escadas e os degraus, mas estava também construindo a casinha. Disse ele:

“Antonio, presta bem atenção. Eu vou explicar para você o que é um Acampamento de Férias para Jovens”

Respondeu o Antonio :

“Pois não Doutor, pode falar ! “

e meu pai, com muita paciência, explicou e explicou, tudo o que havia apreendido do Mr. Kennedy, terminou e perguntou :

“Antonio, você entendeu o que eu falei?“

respondeu o Antonio:

“Entendi sim, doutor”

meu pai então perguntou :

“Então me diga aonde posso fazer esse Acampamento?“

“Lá em baixo“

respondeu prontamente o Antonio Cortez, apontando, lá de cima do Baú, para o vale lá em baixo, onde hoje é o Acampamento Paiol Grande.

Meu pai voltou para São Paulo, reuniu seus amigos, e compraram as terras onde hoje está o Acampamento Paiol Grande.

Porque o nome Acampamento Paiol Grande?

Porque o Acampamento está no Vale do Paiol Grande. A Pedra do Baú está no meio de dois vales. Um chama-se Vale do Baú, fica no lado de campos e Jordão, e ou outro, Vale do Paiol Grande.

E daí?

Daí, após a compra do terreno, foi uma correria incrível!! O Acampamento tinha que ficar pronto em poucos meses! Não dava tempo de contratar um arquiteto. Então, meu pai, pegou os desenhistas do departamento de projetos da Elevadores Atlas, que projetavam as cabines dos elevadores, e juntos foram projetando os primeiros chalés de madeira.

Meu pai havia acabado de comprar seu primeiro avião, um Beechcraft Bonanza,e conseguiu com o Prefeito de São Bento do Sapucaí que fizesse um campinho de aviação na cidade, para assim ele poder sair na hora do almoço do Campo de Marte, onde guardava o seu avião e dar um pulo até o Paiol, afim de ver como andavam as obras. Nos domingos ele me convidava:

“Paulo, vamos dar um pulinho até São Bento, para ver como andam as obras do Acampamento?“

Eu tinha só dez aninhos de idade, mas lá ia de “co-pila”

Como foi a primeira temporada ?

Foi uma aventura total. A piscina não tinha ficado pronta. Era uma piscina de terra, mas muito divertida. Uma lama só ! O prédio do refeitório estava pronto, felizmente, então a gente tinha onde comer, mas o Ranchão, onde a gente iria fazer os eventos fechados, não estava. Faltavam as paredes laterais.

E aí o que aconteceu?

Deu um “pé de vento” e o teto do Ranchão desabou! Ficamos sem o Ranchão no primeiro ano.

E os chalés ?

Tudo bem, mas não tinham água quente. Aliás, assim foi por muito tempo, pois apesar das primeiras temporadas serem de dois meses, era verão, então o Mr. Kennedy entendia que não precisávamos de água quente. Só mais tarde, quando começaram as temporadas das moças, em Julho, com era inverno, então os chalés ganharam água quente.

Resumo da primeira temporada, não havia meio termo, alguns Paioleiros adoraram, mas outros, entre os “grandes”, que ficaram no chalé dos Ventos, detestaram a tal ponto que até FUGIRAM do Paiol.

Qual era a programação no primeiro ano?

Muito esporte, piscina de barro, lutas de Box, longas cavalgadas, banhos de rio de descoberta de cachoeiras, campeonatos de arco e flecha e é claro, muitas subidas na Pedra do Baú. Muitas porque eram dois meses!

Nas cavalgadas, sempre acampávamos em barracas e nunca sabíamos direito para onde estávamos indo, pois não haviam trilhas. Era só mato. À noite, é claro, sempre ouvíamos miados de onças. Não sabíamos que onça não mia e só “esturra” !!!

FOI UMA EXPERIÊNCIA INESQUECIVEL

São Paulo, 27 de Abril de 2012

é isso, por fernando stickel [ 14:49 ]

volcan toco

toco
Deu saudades…

Em 31 Março de 2005 Sandra e eu subimos a 5.600 m. de altitude, cume do Volcan Toco!
A vista sobre o deserto do Atacama é de centenas de km para todos os lados, com milhares de nuances de cores, picos nevados, o ar é límpido, fresco, por vezes bem frio.
Fiquei com um pouco de dor de cabeça, a respiração fica bem alterada, e eu tive um pouco de embaralhamento da visão. Cada pessoa apresenta sintomas diferentes com a altura.
Nao foi fácil, os guias ficavam me incentivando, já que pra variar eu estava no fim da fila…, mas quando cheguei ao cume a sensação foi fantástica!!

é isso, por fernando stickel [ 12:24 ]

10 anos sem jay chiat


Fui morar em New York em Setembro de 1984, e lá fiquei até Dezembro de 1985.
Logo que cheguei procurei o meu amigo Jay Chiat,(1931-2002) publicitário, que havia conhecido em Junho de 1983, e fomos almoçar, se bem me lembro na 5ª Avenida, bem lá embaixo perto da Washington Square.

Na saída do almoço, andando pela calçada perguntei onde poderia comprar um paletó, um “blazer”. Ele simplesmete entrou em uma loja grande, cujo nome não me lembro, e foi pedindo o blazer, disse para eu experimentar, fui ao provador, tudo perfeito, na hora de pagar tirei o meu cartão de crédito e o Jay não me deixou pagar, foi um presente!

Tudo simples, sem muita conversa, rápido e objetivo. Eu estava apenas começando a conhecer melhor um cara do qual tenho muita saudade hoje, um verdadeiro amigo, um ser muito especial, infelizmente falecido há dez anos, em Abril de 2002.

O blog JAY/DAY publica histórias do Jay, sua agência Chiat/Day, seus amigos e colaboradores.

é isso, por fernando stickel [ 9:04 ]

charuto e civilização

par
Almocei hoje, como de costume, no Arabia da R. Haddock Lobo. Após o almoço e já no escritório, acendo meu charuto devidamente isolado do restante do imóvel, pois minha sala fica na edícula.
Me lembrei de uma experiência altamente civilizada, cada dia mais rara no mundo politicamente correto onde fumar tornou-se um crime:

Festejei os meus 47 anos em 1995 almoçando no restaurante de Joel Robuchon na Rue de Longchamp em Paris, e após o delicioso e tranquilo evento, onde tudo correu sobre carretéis, perguntei se poderia fumar meu charuto.
O garçom me olhou como se eu fosse louco, ou imbecil, ou ambos e respondeu:
-Bien sûr, mensieur!!
Acendi o charuto, ninguém prestou atenção, as volutas de fumaça subiam na vertical em direção ao teto do restaurante, ar condicionado eficientíssimo! Perfeição! Prazer! Civilização!
Não sei como é hoje em dia em Paris, mas com certeza a civilização políticamente correta vem matando esta delícia!

é isso, por fernando stickel [ 14:16 ]

domingo de páscoa


Lindo passeio de domingo de Páscoa a bordo do Porsche Boxster S (987) com meu filho Arthur: São Paulo, Cabreuva, Itu, Indaiatuba, Viracopos, São Paulo.
Chegando em casa, fui esticar as pernas e levei o Jimmy Hendrix a passear até a Praça Pereira Coutinho, onde ele poude encontrar vários cães amigos e parentes, e eu encontrei um lindo Jaguar EType S2, e tomei merecido Chopp na Pracinha.

é isso, por fernando stickel [ 13:33 ]

ibitipoca

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Reserva do Ibitipoca

é isso, por fernando stickel [ 18:51 ]

reserva do ibitipoca

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A foto é uma minúscula amostra do que foi nosso fim de semana na maravilhosa “Reserva do Ibitipoca”, em Minas Gerais.
Aos amigos, Sophia e Marcelo, que nos convidaram para este programa único, nossos mega-agradecimentos!

é isso, por fernando stickel [ 9:37 ]