
Pequena crônica das desgraças paulistanas
Hoje cedo fui a pé para a minha sessão de Pilates na R. Helena, Vila Olímpia.
Caminhada de meia-hora.
A ligação entre a R. Funchal, e a Av. Helio Pellegrino, inaugurada há cerca de seis meses, já se transformou em depósito de entulho e lixo, o mato cresce nos canteiros.
É inacreditável como não existe o conceito de MANUTENÇÃO no poder público, a Prefeitura entrega a obra, e daí pra frente, dane-se!
Cheguei ontem em casa totalmente molhado, apesar do casaco pesado que uso para andar de moto e do capacete.
Saí sob chuva do Colégio Rio Branco, na Av. Higienópolis onde estava em uma reunião da APF, passei rápidamente para ver o meu neto Samuel na R. Sampaio Vidal e vim para casa, em Moema.
Se alguém fizesse este mesmo trajeto de carro, que eu levei cerca de 40 minutos de moto, teria levado no mínimo duas horas.
A cidade completamente inundada e paralisada.
São Paulo, em bom português, está uma merda para se morar.




















