
Será isso arte?
Na SP Arte, no prédio da Bienal de São Paulo, ontem.
Muita coisa boa, muita coisa ruim, muito calor e muitas moças bonitas circulando.
Dizem que na noite da inauguração, quarta-feira, haviam 4.000 pessoas e um calor insuportável.

Será isso arte?
Na SP Arte, no prédio da Bienal de São Paulo, ontem.
Muita coisa boa, muita coisa ruim, muito calor e muitas moças bonitas circulando.
Dizem que na noite da inauguração, quarta-feira, haviam 4.000 pessoas e um calor insuportável.

Fundação Stickel convida para a abertura da exposição
SOM, COR E FORMA
que traz ao público o resultado de projetos que tem como objetivo a inclusão pela arte de jovens e adultos com deficiência intelectual. Serão expostas 43 pinturas, sendo 20 de jovens franceses da instituição Personimages de Paris e 23 de brasileiros, desenvolvidas pelo Ateliê Forma e Movimento na associação Carpe Diem.
Abertura: quarta-feira 25 de Abril às 19:30h
Exposição: 25 de Abril a 15 Maio 2007
terça, quarta e quinta-feira das 10 às 16h
Carpe Diem
R. Pintassilgo 463 – Moema
tel 5093-1888
Fundação Stickel
Carpe Diem
Personimages
Ateliê Forma e Movimento

Por falar em Magy Imoberdorf, ela está em Basel, na Suíça, preparando uma exposição de seus trabalhos recentes e também de alguns já expostos aqui. A abertura será dia 3 de Maio na Fundação Brasilea.
Me considero um pouquinho responsável por esta exposição, pois acho que a mostra de Magy na Fundação Stickel, em Fevereiro 2006, com minha curadoria e texto no catálogo foi um passo importante na conquista deste espaço em Basel.
Eu irei para a abertura da exposição, e também para levar à Brasilea alguns projetos da Fundação Stickel, pois acho que temos chances de trabalhar juntos.
Aproveitarei para verificat junto à UBS Optimus Foundation em Zurique como anda o pedido de apoio que fizemos para o nosso projeto “Mulheres de Talento”.

“Se o coração pudesse pensar, pararia.”
Fernando Pessoa

O pato, vinha cantando alegremente…

O filme ó paí, ó de Monique Gardenberg é simplesmente o máximo.
Lindíssimo, sensual, bem humorado, roteiro perfeito, você se sente em pleno Pelourinho, só falta sentir os cheiros, porque o gingado e o batuque estão na trilha impecável.

Fiquei feliz, realizado e orgulhoso.
A exposição ROUXINOL 51 que abriu hoje no Museu de Arte Contemporânea de Campinas – MACC é o primeiro fruto de parceria da Fundação Stickel com outras instituições, para realização de evento cultural.
Montagem perfeita, o espaço é muito bom, a equipe da Fundação Stickel funcionou com eficiência exemplar, enfim, sucesso total!
Parabéns a todos que trabalharam neste projeto!
A Fundação inicia 2007 com o pé direito, no seu primeiro evento público do ano.

Encontro com o fotógrafo Juan Esteves dia 30/3/07 promovido pela Casa do Saber, em parceria com a Livraria da Vila. O tema foi o livro “Presença”, co-editado pela Fundação Stickel e Editora Terceiro Nome.
Da esquerda para a direita: Claudio Mubarac, eu, Marcio Périgo, Luis Martins e Juan Esteves.

Algo novo no cinema: 300
Quando vi o trailer, achei que seria mais uma super-produção cheia de sangue e efeitos especiais, daquelas em que a prudência e o bom senso recomendariam distância.
No entanto fui convidado para a estréia ontem, resolvi aceitar, já que a amiga que me convidou falou bem do filme, e para minha surpresa o filme é excelente.
Foi filmado inteirinho em “chroma key”, o que exije dos atores uma concentração perfeita.
A beleza é inegável, figurinos “espartanos” perfeitos, uma rainha de perder o fôlego e Rodrigo Santoro como Xerxes de quase três metros de altura completam esta coisa nova, misto de video-game, história em quadrinhos e pinturas futuristas em movimento.

Arnaldo Jabor faz uma crítica interessante ao filme “O cheiro do ralo” hoje no Caderno 2 do Estadão.
Em resumo, a desilusão que senti, ele aparentemente também sentiu, mas credita esta sensação à mensagem do filme:
O cheiro de ralo veio para ficar. Não tem volta. Não tem solução. Viva-se com ele ou…

Sandra ouviu o seguinte diálogo entre duas velhinhas no banheiro do Cine Lumière hoje à tarde, após exibição do filme “O cheiro do ralo”:
-Imagine que vergonha se levam este filme pro estrangeiro!
-É, mas eles compraram a crítica da Veja, tem quatro estrelinhas!
-É por isso que eu prefiro ir no Shopping.
-Porque? no Shopping o filme é igual…
-É, mas tem vitrine pra olhar e restaurante…
É um filme razoável, mas cá prá nós não merece todos os prêmios que recebeu.
O triste e frustrante é que todos os bons ingredientes estão lá, mas a química não acontece, não há impacto, não há reação, não há suspense e não há gozo.

Prefiro continuar nas minhas fotos da Vila Olímpia, no novo formato RAW, do que ceder à tentação de comentar a cena dantesca da vida brasileira atual.

Mais uma da Vila Olímpia, em formato RAW.

Pela primeira vez saio à rua com a Canon EOS 5D. Tudo muda, o peso, a responsabilidade, o foco, o visor, volto para casa com menos fotos, mas no caso desta aqui, plenamente satisfeito.
O processamento do formato RAW é bem mais complicado, será também um aprendizado.

Na volta para casa encontro uma das minhas queridas paredes da Vila Olímpia.