
Começa velório de Anselmo Duarte em São Paulo
Anselmo Duarte (1920-2009) posa para a fotógrafa Jade Gadotti Stickel, em Maio 2009.
Possivelmente uma das últimas fotos do mito neste planeta.
Que faça boa viagem!

Começa velório de Anselmo Duarte em São Paulo
Anselmo Duarte (1920-2009) posa para a fotógrafa Jade Gadotti Stickel, em Maio 2009.
Possivelmente uma das últimas fotos do mito neste planeta.
Que faça boa viagem!

Em 1955 a Mercedes-Benz lançou o modelo 300 SLR Uhlenhaut Coupe, motor de oito cilindros em linha, inclinado para direita para diminuir a área frontal, 3 litros, injeção direta, comando de válvulas desmodrômico.
Dependendo da preparação do motor e do combustível, podia fornecer de 276 a 340hp, câmbio de cinco marchas acoplado ao diferencial, 1117 kg, capaz de 300km/h. Freios a tambor internos.
Pela primeira vez foi usada a famosa porta “asa de gaivota”.
Na versão Roadster deste carro o piloto Pierre Levegh sofreu o pior acidente da história do automobilismo, quando seu carro se lançou sobre a arquibancada na prova de 1955 das 24 Horas de Le Mans, matando 80 pessoas.

Diretamente inspirado em seu ancestral de 54 anos atrás, a Mercedes-Benz acaba de lançar o modelo SLS AMG, motor V8 de 6,3 litros, 563hp, velocidade máxima limitada eletrônicamente a 317km/h, peso de mais de 1700kg, 0-100km/h em 3,8s. Câmbio automático de sete marchas com dupla embreagem.

Quem é mais bonito, o ancestral ou o recém nascido?

Amarildo
Mensalão mineiro: Joaquim Barbosa recebe denúncia contra Eduardo Azeredo. Toffoli pede vista
Mais um que não sabia de nada…

Sobre segurança no trânsito – Seis anos depois.
Respondi ao comentário da minha leitora Tania neste post de 2003 assim:
Tania, pelo seu e-mail dá para entender que você trabalha na CET – RJ.
Vou me estender um pouco mais na minha resposta, acredito que possa assim contribuir para a melhoria do nosso trânsito.
Sou um daqueles “moleques” que aos 13 anos de idade já era “tarado” para guiar carro, motocicleta, carrinho de rolemâ, qualquer coisa com rodas. Aprendi a guiar com meu pai em uma Rural Wyllis câmbio “seco”.
Sempre guiei bem, tirei a carta, e nestes anos todos (estou com 61 anos) me envolvi em meia dúzia de acidentes sem gravidade, o mais grave foi um capotamento na Rio-Bahia em 1969, sem o envolvimento de outro veículo.
Havia passado o carnaval em Salvador, com um amigo, e na volta eu guiava meu Fusca 68 na Rio-Bahia sob uma garoa fina, a cerca de 80 km/h, quando vi uma mancha lisa, brilhante no asfalto, logo à minha frente.?Não teve jeito, derrapei parra direita, corrigi, sambei pro outro lado, atingi o ombro da estrada e capotamos barranco abaixo.?Eu cortei o supercílio e o meu amigo, quando saiu do carro e subia o barranco, cortou o joelho.
Deste acidente ficou gravado na minha mente o “filme”, ou seja, a sequência exata de eventos que levaram ao acidente e finalmente os barulhos e o caos resultante.
Em todos os outros acidentes, quase sempre em baixa velocidade e em área urbana, o fator preponderante foi a distração, bater no carro da frente, acertar a coluna da garagem, etc… Houve também o fator ousadia, achar que dá para passar e dar aquela “ralada”…
Revendo os “filmes”, comecei a pensar no desgaste, tanto emocional quanto prático, financeiro, que cada um destes acidentes gera, o contato com o outro motorista, troca de cartões, acionar o seguro, a oficina, ficar sem o carro, etc… etc…
Já faz muitos anos que não me envolvo em nenhum tipo de acidente, ando forte na estrada, sei fazê-lo muito bem, mas não tomo riscos desnecessários. Fiz um curso de pilotagem, participo de rallyes de carros clássicos no Brasil e no exterior, sou ciclista e motociclista. No meu blog você pode verificar relatos de todas estas atividades.
Posso garantir que meu principal recurso para não me envolver mais em acidentes é “fazer o filme”.
Estou permanentemente projetando na minha mente o desenrolar das minhas ações no trânsito, e suas possíveis consequências, o que me propele a ficar atento, tirar o pé do acelerador, etc…é o medo daquele barulho da capotagem que ficou indelevelmente gravado na minha memória.

Minha filha Fernanda, grávida de quatro meses no dia do seu aniversário de 32 anos, 29 Outubro.
Mais uns 15 dias e saberemos se meu neto é menino ou menina.

Olha só o que uma amiga descobriu e enviou para minha gata Sandra!
Ela tinha 20-22 anos e fazia campanhas para Ellus, T. Macchione, C&A, Marlboro, etc…

Uns par de anos depois, olha a gata hoje!

São Paulo, quinta-feira, 5 Novembro 2009, 10:51h, TCC (Trabalho de Conclusão do Curso) na 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social, encerrado, missão cumprida!
O que deu para fazer deu, o que não deu não deu.
Juro que me esforcei, não aguento mais olhar este arquivo Word que se iniciou com uma página em 22 Agosto 2008, e termina agora com 54 páginas.
Ufa!
Vou pra piscina…
Eis o sumário do meu trabalho:
Sumário
Introdução
1. Estudos de Caso
1.1 Fundação Leonor de Barros Camargo
1.2 Fundação Prada
1.3 Fundação Stickel
1.4 Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal
1.5 Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
1.6 Fundação Mercedes de Andrade Martins
1.7 Fundação Ação Criança
1.8 Fundação Oftalmológica Dr. Rubem Cunha
2. Quadros Comparativos
2.1 Informações Gerais
2.2 Conselho
2.3 Profissionalização
2.4 Orçamento e Fundo Patrimonial
2.5 Evolução da missão
2.6 Transparência
3. Análises e Conclusões
3.1 Observações Gerais
3.2 Elemento preponderante e motivação
3.2.1 Continuidade de um projeto existente
3.2.2 Oportunidade de uma nova ação
3.2.3 Impulso emocional
3.2.4 Resumo das motivações
3.3 Missão
3.3.1 Inalterada
3.3.2 Alterada
3.4 Conselho
3.5 Gestão e Profissionalização
3.5.1 Profissionalizada
3.5.2 Apoio de terceiros
3.5.3 Informal
3.6 Fundo Patrimonial
3.7 Transparência e Accountability
3.8 Recomendações
3.8.1 História
3.8.2 Transparência
3.8.3 Fortalecimento dos Conselhos
3.8.4 Fundo Patrimonial
3.8.5 Extinguibilidade
Bibliografia
Anexo: A íntegra das pesquisas
1. Fundação Leonor de Barros Camargo
2. Fundação Prada
3. Fundação Stickel
4. Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal
5. Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
6. Fundação Mercedes de Andrade Martins
7. Fundação Ação Criança
8. Fundação Oftalmológica Dr. Rubem Cunha
9. Questionário

Parece um Porsche 911, é uma evolução ou reinterpretação deste que é um dos maiores clássicos dos anos setenta, com tudo de mais moderno e 425hp. Que tal? Saiba mais aqui: Singer Porsche 911 ou aqui.
Qual a diferença entre justo e correto?
Dois juízes encontram-se no estacionamento de um motel e reparam que cada um estava com a mulher do outro.
Após alguns instantes de “saia justa”, em tom solene e respeitoso, um diz ao outro:
– Nobre colega, creio eu que o CORRETO seria que a minha mulher venha comigo,no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu.
Ao que o outro respondeu:
– Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o CORRETO. No entanto, não seria JUSTO, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos entrando…

Para refrescar as idéias, Viveiro Manequinho Lopes, no Parque do Ibirapuera.
O Padre no jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia discursa:
– A primeira impressão que tive da paróquia, foi com a primeira confissão que ouvi. A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã.
Fiquei assustadíssimo!
Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé, e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio!
Nisto chega o prefeito para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre. Ele pede desculpas pelo atraso e começa o discurso:
– Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar…
Silêncio total…
MORAL DA HISTÓRIA: Nunca se atrase!!!

A minha capacidade mental parece estar diretamente proporcional ao tempo que me resta para entregar o TCC.
Começo logo cedo a batucar as teclas do Macintosh, e o trabalho evolui bem, cerca de hora, hora e meia depois começa a se instalar uma neblina mental, levanto, dou uma volta, escrevo umas bobagens no blog, e consigo dissipar a neblina por mais hora ou hora e meia, aí tranca de vez.
À tarde só funciona se for algo sem muita aplicação de pensamento, senão só na manhã seguinte, e só faltam duas, amanhã e quinta-feira…

As paineiras do meu prédio.
Domingo de sol tranquilo em SP, e assim como em várias manhãs recentes, fico aqui em exílio voluntário na minha mesa de trabalho com lápis, papel, Word e pensamento.
Já são 51 páginas relativamente prontas do meu TCC (Trabalho de Conclusão do Curso) na 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social, que avança lenta e firmemente até a data final de entrega para o revisor na próxima quinta-feira.
Após revisão, formatação e impressão, a entrega final na FIA será no dia 16 Novembro.
Não é fácil, mas a cada etapa vencida fica mais prazeiroso, pois o conjunto começa a fazer sentido. Hoje por exemplo terminei de escrever a introdução, aprendi que se escreve este item ao final do trabalho… Coisas do mundo acadêmico.

Prefeitura decide não interditar shopping incendiado em SP; uma pessoa morreu
O Shopping Vila Olímpia, o mais novo monstro da cidade, faz uma vítima fatal.
Já foram vitimados anteriormente o bom senso, o bom gosto, o urbanismo e a história da (boa) Arquitetura brasileira.
É óbvio que a Prefeitura e os órgãos que deveriam se interessar e zelar pela qualidade do espaço urbano não estão nem aí para a inauguração deste troço, a Prefeitura mira apenas na montanha de IPTU que vai recolher, e algumas dezenas de aspones de alto escalão engordaram mais um pouco os seus cofrinhos.

O bordado de Sonia de Almeida Mendes, diarista, casada com um motoboy, três filhos, moradora do Capão Redondo, periferia de São Paulo, está exposto na Casa das Rosas até 6 Dezembro.
Assista no Jornal Antena Paulista como bordadeiras paulistas trocam experiências com bordadeiras francesas em um encontro que faz parte do Ano da França no Brasil.
Com agulha e linha, elas contam a história de toda uma vida no projeto Tecendo Histórias Traçando Pontes, apoiado pela Fundação Stickel.
Para Sonia, as velas acesas simbolizam seus sonhos realizados, filhos e casamento, as velas apagadas sonhos ainda por realizar, e as velas “voando” lá em cima, os sonhos impossíveis…
Desta experiência sobra uma certeza: Sonhar. Sonhar sempre!

Subir. Sempre subir.