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...desde janeiro de 2003

viagem

procurava dormideiras

Em todos os passeios pelo meio do mato o Arthur procurava as “dormideiras”, plantas nas quais você encosta e as folhas se fecham.

é isso, por fernando stickel [ 9:57 ]

wetega

O recém inaugurado Wetega Hotel onde ficamos hospedados foi construído pelo Sr. João, fazendeiro japonês lá do Paraná. Tem coisas interessantíssimas, como os trabalhos artesanais em metal e madeira, tal como um Gaudi do sertão de Mato Grosso.

é isso, por fernando stickel [ 14:27 ]

no meio do caminho

Na parada do ônibus no meio do caminho, entre Campo Grande e Bonito já me emocionei com a paisagem.
O posto de beira de estrada oferece muitas coisas…
Na manhã seguinte, já em Bonito, ao lado do hotel.
E o ponto alto, segundo Arthur: O passeio de quadriciclo.

é isso, por fernando stickel [ 1:16 ]

início da viagem

O início da viagem para Bonito no Aeroporto de Congonhas, SP.

é isso, por fernando stickel [ 0:51 ]

bonito é bonito

Acabei de chegar de Bonito, MS, uma MARAVILHA!
É o Brasilzão bão em ação, tudo funciona, tudo é bem feito, as agências de viagem são profissionais, os guias informados e educados, o povo cordial, enfim, dá gosto.
Meu filho de 8 anos se esbaldou, mergulhou, viu dourados do tamanho dele nadando a poucos centímetros de distância, mergulhou nas cachoeiras, caminhou por trilhas lindas, viu araras, tucanos, sucuri, lobo guará, o diabo! As fotos vem em seguida. Té já.

é isso, por fernando stickel [ 22:21 ]

sol de inverno

Sol de inverno no Camburi.

é isso, por fernando stickel [ 0:13 ]

fotos da viajem

Outras fotos interessantes da viajem no site do Luciano Huck, clique em DIVERSÃO e depois VIAGEM)
CHILE: PISCO NA CABECA
Por Carol Ramos
O casamento de amigos – ele brasileiro e ela chilena -, em Santiago, foi um belo motivo para a produtora Fernanda Stickel, 25, botar a mochila nas costas e se jogar numa viagem de carro ate o Chile, com mais três amigos. E Fe adorou a experiência de viajar só com homens: “Eles são mais tranqüilos e contemplativos, não tem aquela euforia de não parar de falar. Mas são enrolados e demoram horas para tomar uma decisão!”.
Eles saíram de São Paulo em janeiro desse ano, passando por Ibiraquera (SC), Rosário do Sul (RS) e Uruguaiana (fronteira Brasil/ Argentina), ate chegar em Buenos Aires. O pit stop na capital Argentina era obrigatório: Pablo, um dos viajantes, tem família lá e o carro estava com problemas técnicos. Ansiosos para chegarem em Santiago pelo menos um dia antes do casório, passaram só uma noite em Buenos Aires e seguiram para Mercedes, outra paragem Argentina. “Gostaria de conhecer melhor alguns lugares que não desbravamos. Ibiraquera e uma praia linda e tem ate um rio. Ouvir dizer que Mendonça produz vinhos maravilhosos e Bueno Aires também merecia mais dias. Mas queríamos atravessar logo a Cordilheira”, lembra Fe.
Em Santiago, ficaram na casa de Macarena, a noiva. O imóvel, que ia ser vendido, estava vazio e foi dominado por colchões e sacos de dormir de vários convidados da festa, inclusive amigos que moravam na Europa. Pablo, Guido e Diogo, que viajavam com a Fê, ficaram no “subterrâneo rojo”, um estúdio de musica que tinha até uma bateria, no subsolo da casa. E claro que os meninos, que tinham levado alguns instrumentos, fizeram muito barulho.
O casamento aconteceu num lugar maravilhoso- tinha até lago – e rolou a luz do dia: no verão chileno a noite só começa a cair depois das nove. A festa então, estragação total, graças ao pisco, bebida tradicional chilena de alto teor alcoólico. Por ser muito suave, parece inofensivo, mas é tão forte que os chilenos aconselham, para não ficar com ressaca no dia seguinte, tomar MUITA água e duas aspirinas antes de dormir. No caso da nossa querida Fê, nem isso adiantou.
Em uma semana na capital chilena, fizeram os principais passeios, como os Cerros (San Cristoban e Santa Luzia), montanhas onde da para ver a cidade, o centro histórico, o mercado municipal e as praias de Vina Del Mar e Valparaiso, onde dá para passar um dia e voltar para a capital. E as baladas, Fe? “Fizemos também algumas baladas no Bar Central, na Providencia, e uma feijoada para os chilenos!”
De Santiago, seguiram em direção ao deserto do Atacama, pelo litoral, e conheceram três praias. “A primeira, Maintencillo, e uma praia de surfistas e parece com as praias do Sul do Brasil, bem bonita”, conta Fe. Depois de duas noites por lá, numa casinha alugada, seguiram para a Bahia Inglesa, uma praia com águas tranqüilas e muito geladas, como em todo o Pacifico. Mais familiar, a Bahia Inglesa e cheia de campings e foi lá que eles dormiram antes de seguir viagem. “Essa praia, no meio do deserto, é impressionante”, conta Fe. Em Antofagasta, uma praia maior e com mais estrutura de restaurantes e pousadas, fizeram uma descoberta antropológica: o centro da cidade e lotado de putas.
Depois de uma semana pelo litoral chegaram em San Pedro, que, além de linda, charmosa e cheia de jovens do mundo inteiro, e a cidade portal do deserto. De lá, a galera pode ir para vários lugares, como as Cejas (lagoas de águas salgadas, onde se pode boiar como no Mar Morto), os Geisers (montanhas de quase 5 mil metros de altitude de onde sai água quente do solo), as Lagunas (que ficam perto da Bolivia ), as ruínas (o por do sol lá e espetacular), o Salar (paisagem branca devido ao solo formado de sal, cheia de flamingos) e os vales da Morte e da Lua (passeios de bike). Para fazer os passeios, ou você tem um carro (de preferência uma 4 x 4) ou você paga por eles. “No verão é tão quente que ninguém sai para os passeios antes das quatro da tarde. Por isso, há muitas coisas para se fazer a noite, como ir para um vale com uma galera e levar pisco e vinho” , conta Fe, que voltou para São Paulo de ônibus e gastou US$ 500 em um mês no Chile.

é isso, por fernando stickel [ 10:40 ]

praia do guarujá

tombo
Saudades da minha infância e adolescência na Praia do Guarujá.
A seta 1 mostra nossa casa, de frente para a areia, antes da construção da avenida e vizinha de muro a casa do meu avô Arthur Stickel – 2, em seguida a casa da família Fretin – 3
Mais à frente, a seta 4 marca o Bar do Amigo Amadeu, onde comprávamos balas e paçoca, debaixo de um dos mais lindos chapéus de sol de que tenho memória. A foto me foi enviada pelo Edu Prado, e foi provavelmente tirada do Edifício Sobre-as-Ondas.
Bem lembrado pelo meu amigo Abbondio, a Maria Louca, (ou Mulher Rendeira) morava numa caverna que ficava dentro desta pedra enorme que se vê na foto, no morro atrás do Sobre as Ondas.

é isso, por fernando stickel [ 9:02 ]

escalei a pedra do baú

Em 1956, quando escalei a Pedra do Baú pela primeira vez, com 7 anos, lembro-me perfeitamente da casa que existia lá em cima, construída pelo meu tio, Luis Dumont Villares, com a ajuda do meu pai.
A casa era completa, com portas, janelas, vários triliches de lona, lareira, mesa, cadeiras, um livro onde os visitantes deixavam suas impressões, enfim, algo extremamente bem feito e civilizado, o telhado era inteiro de cobre, um enorme para-raio, havia inclusive captação de água da chuva.
A noite foi fria e emocionante. Sair para mijar no vento gelado exigia altas doses de técnica, que eu evidentemente não tinha.
Na manhã seguinte descemos pela face Norte e seguimos vale abaixo até o Acampamento Paiol Grande, idealizado em 1946 por Luis Dumont Villares, Job Lane, Erico Stickel, Alfredo Velloso e Otavio Lotufo.

Poucos anos depois já estava tudo vandalizado, a casa foi inteiramente destruida.

é isso, por fernando stickel [ 20:26 ]

páscoa em campos do jordão

Passei hoje a tarde toda com o Rodrigo, expert em Mac, que ajustou o meu G4 novo e finalmente, depois de inúmeras frustrações, tudo funciona. Que alívio!
Agora posso mostrar as fotos dos lindos dias de Páscoa em Campos do Jordão.

é isso, por fernando stickel [ 0:41 ]

san francisco, CA

Olhando para Alcatraz em San Francisco, CA

é isso, por fernando stickel [ 22:22 ]

nyc 1985

New York, 1985, chá de cogumelos.
O último da direita é o David, meu vizinho no loft da 18 St., hoje em dia ele é ator da Globo, fazendo sempre papéis de gringo.

é isso, por fernando stickel [ 12:44 ]

nyc 1970


Em New York no Wellington Hotel na Sétima Avenida em 1970, da esq. para a direita, eu (embaixo na foto) Dudi Maia Rosa, Frederico Nasser, Augusto Livio Malzoni, Baby Maia Rosa.

é isso, por fernando stickel [ 20:10 ]