Domingo cedo saí com meu amigo Miguel para uma volta com a Pagoda pela Estrada dos Romeiros.
Dia gostoso, fresco, com sol e bom asfalto, o cenário perfeito para uma máquina maravilhosa!
Em seguida uma turma de amantes dos carros antigos (e modernos…) se reuniu no bar da Praça Pereira Coutinho na Vila Nova Conceição, e não cansamos de admirar dois ícones, ambos construidos em 1970, o Jaguar EType e a Mercedes-Benz 280 SL, que voltou a funcionar perfeitamente!
Reparem as placas das Mercedes-Benz SLS AMG… sincronicidade na cabeça!!!
Com a simpática concordância dos organizadores da prova pudemos utilizar o Volvo XC 60 (veículo não histórico…) da patroa e participamos, meu filho Arthur navegador, e eu, piloto, do Rallye Café com Leite, quarta e última etapa do IV Campeonato Brasileiro de Regularidade para Veículos Históricos (CBR) que se realizou a partir do Hotel Serra Verde em Pouso Alto, MG, no sábado dia 3 de Novembro.
A organização desta etapa do campeonato ficou ao cargo do Alfa Romeo Clube e da Federação Brasileira de Veículos Antigos-FBVA, com a valiosa colaboração de várias pessoas, entre elas o meu amigo José Rodrigo Octavio.
A prova começou em Pouso Alto. De lá os participantes passaram por várias cidades mineiras e paulistas, entre elas Itamonte, Itanhandu, Passa Quatro, Rio Verde, Cruzeiro, Piquete e Itajubá. Nesta última foi servido o almoço, no restaurante do Clube Itajubense.
A volta se deu por Maria da Fé, onde os competidores visitaram o Centro Cultural da cidade. Dali, os antigomobilistas passaram por Cristina, Carmo de Minas e São Lourenço antes de retornarem à praça de Pouso Alto, onde os moradores puderam admirar os veículos.
Arthur e eu ficamos com o oitavo lugar na classificação geral, resultado excelente considerando que esta é a segunda vez que o Arthur participa de uma prova como navegador!
Zeramos 10 PC (posto de controle) em 51, quase 20% da prova 100% correta, fantástico!!
Na noite de sábado, 3/11, realizaram-se as premiações da prova local e do Campeonato.
Ganhei uma medalha por ter me inscrito no IV Campeonato Brasileiro de Regularidade para Veículos Históricos (CBR) 2012, promovido pela Federação Brasileira de Veículos Antigos-FBVA.
A lógica é que ao me inscrever, e ter participado de duas das quatro provas anuais, prestigiei o evento, é, faz sentido!
Em Maio 2007 fui à Suíça.
Na cidade de Basel o compromisso foi a inauguração da exposição de Magy Imoberdorf na Fundação Brasilea, e conversas sobre projetos conjuntos com Onorio Mansutti, diretor da Fundação.
Em Zurique uma reunião na UBS Optimus Foundation, para avaliar possibilidades de apoio ao trabalho da Fundação Stickel.
Aproveitei para visitar a famosa galeria Bruno Bischofberger
Inauguração da exposição de Magy na Fundação Brasilea, da esq. para a direita, Magy, eu e Erica Banwart.
Um dia como hoje em São Paulo, chuva e 16 graus de temperatura, com volta para casa de moto, me faz imediatamente ficar com vontade de voltar às minhas férias na Grécia!!!!
Em 1600, Giordano Bruno foi condenado à fogueira pela Inquisição porque acreditava que a terra se movia em torno do seu eixo e em torno do sol. Trinta e três anos depois, Galileu Galilei só não teve o mesmo destino porque renunciou à sua convicção científica.
A dificuldade em confirmar a rotação da terra reside no fato de que se trata de uma rotação muito lenta (0,0007 rotações por minuto).
Em 1851, o astrônomo francês Jean Bernard Léon Foucault (1819-1868) realizou uma bela e simples experiência capaz de demonstrar a rotação da terra. Com uma corda de 67 metros, fixa no teto do Panthéon de Paris, ele suspendeu uma esfera de 28 kg e imprimiu-lhe um movimento pendular.
A princípio, a expectativa era que o pêndulo oscilasse em um movimento retilíneo em um único plano vertical. No entanto, o que foi observado é que a oscilação do pêndulo parecia girar com o tempo, mudando sua direção em relação a esse plano considerado.
Quando o pêndulo é colocado em movimento, pelas Leis de Newton, sua oscilação depende somente da força gravitacional, da tração do fio e da resistência do ar, que faz diminuir a amplitude das oscilações com o passar do tempo. Nenhuma outra força age para explicar a mudança de direção da oscilação do pêndulo. Em Paris, a rotação é medida em cerca de 10° por hora, no sentido horário.
Mas, se não há nenhuma força atuando no pêndulo para que mude a direção da oscilação, por que o pêndulo gira? Na verdade, o pêndulo não gira. É o plano contido pela Terra que está girando! O plano de oscilação do pêndulo permanece constante. Nós, os observadores, temos a impressão de que o pêndulo gira, por que estamos “presos” à Terra.
O experimento de Foucault consiste em uma das maneiras mais simples e elegantes de se provar a rotação da Terra, que até hoje é admirada por sua simplicidade na forma de integração entre o ser humano e a natureza, sendo considerada por muitos físicos como um dos dez mais belos experimentos científicos.
Em janeiro 2010 levei meu filho Arthur para conhecer Paris, fomos ao Panthéon e, frustração! O pêndulo estava fechado para reforma!
Desta vez voltei lá e pude ver a maravilha em ação. Me surpreendeu a lentidão do movimento de oscilação, veja:
Com crise ou sem crise na Grécia, tenho certeza que os empresários que se dedicam a aquecimento solar de água vão muito bem obrigado.
Não há uma única casa que não tenha o aparelho em cima do telhado.
Os vândalos do século XIX eram mais zelosos da permanência de suas “intervenções”, gravavam seus nomes a cinzel!
Estes estão gravados na base de uma das colunas do templo de Poseidon, em Cape Sounion.
Cavocado à base de explosivos em 1893, o Corinth Canal divide a península do Peloponeso da Grécia continental.
Tem 6km de comprimento, e é uma visão única para quem passa pela ponte.