
Minha filha Fernanda nasceu em 29/10/1977 na Maternidade São Paulo, que agora fecha as portas.
Naquela época não se permitia a presença do pai na sala de parto, e também não era possível saber com 100% de certeza o sexo da criança.
Resignadamente esperei como um idiota no corredor que uma das duas luzes se acendesse: Rosa para menina e azul para menino. Eu queria menina, e foi a luz rosa que se acendeu. Imensa alegria no corredor!
Poucos minutos depois a enfermeira passou com o bebê para que eu desse uma rapidíssima olhada. Sofri muito ficando longe de todo o processo.
O bebê cresceu forte e saudável, e no mês que vem embarca para Barcelona onde fará pós graduação em jornalismo.
So it goes.















