
Correção: O Neco Stickel, meu irmão avuado, aí na foto com o meu filho Antonio, não tem apenas uma página na internet, mas um site inteiro, cheio de coisas interessantes.

Correção: O Neco Stickel, meu irmão avuado, aí na foto com o meu filho Antonio, não tem apenas uma página na internet, mas um site inteiro, cheio de coisas interessantes.

Minha delícia de Arthur, cansado e feliz, depois de um dia de praia: CapitãoCueca!

Minha filha Fernanda nasceu em 29/10/1977 na Maternidade São Paulo, que agora fecha as portas.
Naquela época não se permitia a presença do pai na sala de parto, e também não era possível saber com 100% de certeza o sexo da criança.
Resignadamente esperei como um idiota no corredor que uma das duas luzes se acendesse: Rosa para menina e azul para menino. Eu queria menina, e foi a luz rosa que se acendeu. Imensa alegria no corredor!
Poucos minutos depois a enfermeira passou com o bebê para que eu desse uma rapidíssima olhada. Sofri muito ficando longe de todo o processo.
O bebê cresceu forte e saudável, e no mês que vem embarca para Barcelona onde fará pós graduação em jornalismo.
So it goes.

Fim de semana cheio de crianças!

Sandra = Minha Namorada = Meu Amor

Antonio e Karina, filho e nora, namorados, casados, sócios, queridos.
( e ainda talentosissimos videomakers, especializados em festas de casamento! )

Hora do lanche na padaria da esquina da Nova Cidade com Casa do Ator, Antonio, Arthur e Karina com a boca cheia de pão de queijo.

Família é assim mesmo, e o meu irmão Roberto (Neco) Stickel é completamente avuado.
Tive que descobrir via Dudi que ele tem um site.

Arthur, meu filho me pediu para ajudá-lo a enviar e-mail para os amigos, desejando boas festas juninas, com um desenho dele.

Em 1956, quando escalei a Pedra do Baú pela primeira vez, com 7 anos, lembro-me perfeitamente da casa que existia lá em cima, construída pelo meu tio, Luis Dumont Villares, com a ajuda do meu pai.
A casa era completa, com portas, janelas, vários triliches de lona, lareira, mesa, cadeiras, um livro onde os visitantes deixavam suas impressões, enfim, algo extremamente bem feito e civilizado, o telhado era inteiro de cobre, um enorme para-raio, havia inclusive captação de água da chuva.
A noite foi fria e emocionante. Sair para mijar no vento gelado exigia altas doses de técnica, que eu evidentemente não tinha.
Na manhã seguinte descemos pela face Norte e seguimos vale abaixo até o Acampamento Paiol Grande, idealizado em 1946 por Luis Dumont Villares, Job Lane, Erico Stickel, Alfredo Velloso e Otavio Lotufo.
Poucos anos depois já estava tudo vandalizado, a casa foi inteiramente destruida.

Desde o dia em que decidi não perder mais tempo, estou numa arrumação danada.
Através dos anos foram tantas idas e vindas, tantas mudanças, tanta coisarada acumulada que agora é a hora de arrumar de vez.
Aí encontro algumas preciosidades, como eu abraçado ao meu pai, num raríssimo e reconfortante momento, na praia de São Vicente, por volta de 1950.

Excursão ao Arquipélago dos Alcatrazes, Julho 1936.
Pelo bilhete, que deve ser de autoria da minha avó, Erna Stickel, meu pai Erico deve estar ai neste barco, com 16 anos.
PAPA
ERICH
Dr. VICTOR LUIZ
Sr. BERVELLEIRE
Sr. GALLO
Cap. BERTINI

Meu avô Arthur Stickel em pescaria no Rio Tietê, cerca de 1935.

Almoço de dia das mães.
As primas Joana Chamma e Fernanda Stickel.

Este é um dos desenhos mais antigos que me lembro ter feito, devia ter 16 ou 17 anos.
Dei de presente para os meus pais nas bodas de prata, em 1976.

Existe coisa mais gostosa do que isso? Eu e o Arthur na banheira!!!

Quarta-feira é o rotineiro e esperado dia de jantar com meu filho Arthur no restaurante japonês, quase sempre no Nagayama.
Depois ele vê um pouco de TV e dorme como um anjo. Delícia total.
Logo cedo levo ele para a escola.

Arthur e André, a mil por hora logo cedo.