Alegria das imagens via Skype!
família
19 de agosto de 2010
uma história de amor
Seu Paulo e Dona Frola (Fräulein) eram duas figuras ímpares. Ambos solteiros, sem família, um nascido no Japão, outra na Alemanha.
Seus nomes eram Hiroshi Okumura e Lina Johanna Dietze, trabalharam como jardineiro e governanta na casa dos meus pais na R. dos Franceses durante décadas.
Ambos dividiam a guarda do Lumpi, basset que meus pais não gostavam de ver pela casa, e que portanto vivia ou no jardim ou na cozinha.
Dona Frola, já aposentada, morava em uma bela casa na R. Brunilda, e vivia das rendas de outras duas casa que comprou ao longo da vida com a ajuda dos meus pais.
Certo dia, por volta de 1987, cerca de 10:00h eu recebo um telefonema mais ou menos assim:
-Sr. Fernando, eu sou a vizinha da Dona Frola, e estamos preocupados pois ela não abriu a janela hoje.
-Vizinha de muro?
-É, nós conhecemos bem os hábitos dela, acho que aconteceu alguma coisa com ela…
-Estou indo para aí.
Cheguei lá, tudo trancado, batemos na porta, chamamos, gritamos e nada. Liguei para os bombeiros que chegaram e entraram pelo telhado, logo depois abriu-se a porta e me chamaram.
Ela estava deitada na cama, semi-inconsciente, diagnóstico dos bombeiros desidratação grave, levaram-na para o pronto-socorro.
Dei uma olhada na casa, tudo em ordem, era muito limpo e organizado, porém uma coisa me chamou a atenção, na geladeira havia inúmeros potes de margarina, e mais nada.
Daí para a frente um longo processo se seguiu para convencê-la de que não poderia mais morar sozinha, se bem me lembro havia um diagnóstico de Parkinson e/ou Alzheimer. Meu pai negociou com a Sociedade Beneficente Alemã recebê-la, o que aconteceu em 1988, e como ela não tinha herdeiros, acabou por doar seus imóveis à Sociedade, que em contrapartida acolheu-a até seu falecimento.
Agora é que vem a parte interessante da história. Na época em que Dona Frola foi internada, o Seu Paulo, também aposentado, morava em um apartamento na R. Jacarei, a poucos passos da Assembléia Municipal.
Quando ele soube da internação, passou a visitar Dona Frola regularmente, e finalmente acabou por se tornar seu guardião, cuidando dela e vivendo com ela no Asilo, até sua morte.
Alguns anos depois ele também faleceu no Asilo, lembro-me de sua fisionomia na capela, já no caixão. Parecia um Buda. Iluminado e tranquilo.
O escritor Rubem Alves conta esta história de amor bem melhor do que eu, aqui.
é isso, por fernando stickel [ 9:54 ]
18 de agosto de 2010
seu paulo
Meu irmão descolou não sei onde esta foto do “Seu Paulo” nome adotado por Hiroshi Okumura, japonês que trabalhou como jardineiro na casa dos meus pais na R. dos Franceses durante décadas.
Ele falava muito mal o português, em compensação conhecia bem a escrita japonesa, algo de que meu pai, bibliófilo, se valia sempre que necessário.
Ele morava em um quarto em cima da garagem, e lá mantinha como hobby um laboratório fotográfico, e dividia com a Fräulein, ou “Dona Frola” os cuidados do basset Lumpi, no colo dele.
é isso, por fernando stickel [ 15:21 ]
10 de agosto de 2010
dia do avô…
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Dia dos pais, ou melhor, dia do avô…
é isso, por fernando stickel [ 15:57 ]
26 de julho de 2010
ana clara e samuel
Ana Clara de 4 anos visita o meio-irmão Samuel, meu neto.
é isso, por fernando stickel [ 15:23 ]
23 de julho de 2010
joana
Minha sobrinha, Joana Stickel Chamma, escultora de mão cheia, tem um site onde divulga seus trabalhos.
Veja aqui.
é isso, por fernando stickel [ 17:00 ]
21 de julho de 2010
brownies
Meu filho Antonio Stickel e sua mulher Maria Capai fizeram juntos uma videoreceita, que ensina a fazer deliciosos brownies!
Muito bom!!!!
é isso, por fernando stickel [ 15:46 ]
20 de julho de 2010
samuel
Vocês podem até achar que estou sofrendo de um certo cabotinismo, de tanto que mostro o meu neto Samuel…
é isso, por fernando stickel [ 23:46 ]
19 de julho de 2010
fim de semana
Meu fim de semana foi ligeiramente exaustivo.
No sábado cedo houve reunião da 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social para tratar do livro que planejamos fazer reunindo os TCC da turma, em seguida levei minha família e meus colegas a visitar na Vila Brasilândia os locais onde a Fundação Stickel está atuando.
Houve um brunch preparado pelo Grupo Geração de Renda Padaria, que se auto denominou “Doces Talentos”
No domingo fui buscar meu filho Arthur que chegou dos E.U.A. Às 7:30h da manhã os acessos para Embarque/Desembarque do nosso glorioso aeroporto em Guarulhos estavam congestionados.
Ele adorou as três semanas do “Exploration Program” na Yale University.
é isso, por fernando stickel [ 12:22 ]
16 de julho de 2010
arthur em yale
Depois de quase três semanas sem notícias, a não ser um rápido e-mail, consegui encontrar meu filho Arthur no site do Exploration Program da Yale University, no curso “Basics of sound recording”.
Neste domingo ele volta, estou curiosíssimo para ouvir suas experiências!
é isso, por fernando stickel [ 16:07 ]
15 de julho de 2010
samuel
Enquanto isso, visito meu neto samuel via Skype. Reparem o avô babão no canto da imagem…
é isso, por fernando stickel [ 10:53 ]
9 de julho de 2010
mamãe em campos
Minha mãe Martha, na santa paz de Campos do Jordão.
é isso, por fernando stickel [ 9:47 ]
8 de julho de 2010
samuel e porsche
Sim, ontem me permiti brincar em um dia normal de semana.
Brincar com duas coisas deliciosas, meu neto Samuel que eu não via há quarenta dias…
… e o Porsche 911 Carrera 1975 que mais uma vez renasce de suas próprias cinzas.
A mãe Fernanda, Samuel e a bisavó Martha, em um dia glorioso de sol e céu azul, em uma viagem perfeita para Campos do Jordão.
é isso, por fernando stickel [ 10:32 ]
5 de julho de 2010
samuel
Enquanto isso, meu neto Samuel observa o por-do-sol.
é isso, por fernando stickel [ 10:19 ]
30 de junho de 2010
samuel
Eu sei, eu sei…
Pai coruja, avô coruja, e eu não dou folga para vocês…
Mas olha só o sorriso do meu neto Samuel, dá pra aguentar??!!
é isso, por fernando stickel [ 11:56 ]
29 de junho de 2010
cisv/yale
Em Julho 2007 meu filho Arthur foi com o CISV para um “Summer Camp” na Suécia.
O grupo de quatro crianças foi acompanhado pela monitora Lélia. Ele tinha 12 anos.
Ainda não enviou notícias da chegada ao Exploration Program na Yale University, porém NO NEWS, GOOD NEWS… Acabo de descobrir esta foto no site do Programa.