
E por falar em árvore, o meu amigo Guto Lacaz está com esta campanha:
Faça um canteiro para a árvore de sua calçada. Estamos perdendo árvores pela falta do básico!

E por falar em árvore, o meu amigo Guto Lacaz está com esta campanha:
Faça um canteiro para a árvore de sua calçada. Estamos perdendo árvores pela falta do básico!

Ontem, final da tarde, enquanto São Paulo sofria as enchentes, da minha janela esta cena idílica se apresentava.

Algo que eu nunca mais vi na cidade de São Paulo fui descobrir na Aclimação, estes deliciosos postos de gasolina dos nos cinquenta!

Em primeiro plano o galpão do Projeto Cor da Rua, um dos projetos da OAF – Organização de Auxílio Fraterno, na R. dos Estudantes, Baixada do Glicério.
Ao fundo o impressionante edifício da R. Conde de Sarzedas.

Na R. Conde de Sarzedas na Sé, a dois quarteirões do Forum João Mendes ergue-se um belo projeto, prédio novo, de arquitetura limpa, que envolve um “castelinho” vermelho e amarelo, provávelmente do final do séc. 19 ou início do 20.
(desculpe, meu trabalho de photoshop para eliminar as interferências não ficou grande coisa…)
Gostaria de saber quem é o arquiteto deste prédio.

Na R. dos Franceses na Bela Vista está encalhada há décadas esta baleia pré-histórica, a poucas dezenas de metros da casa onde nasci e minha mãe morou até 3 anos atrás. Seu autor é o escultor Domenico Calabrone.
Todos os meus filhos, quando pequenos, se interessavam pelo monstro, pincipalmente quando “fazia xixi”, pois o monstro é também, nas horas vagas, uma fonte.

Inauguração hoje de manhã, na Paróquia São José Operário, do Programa Ação Família – Viver em Comunidade na parceria da Prefeitura da Cidade de São Paulo com a Fundação Stickel.
Da esq. para a direita, Ligia Rosa Rezende Pimenta, Coordenadora do Programa Ação Família, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, Secretário Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Rubens Moraes, Coordenador da CASD Freguesia do Ó/Brasilândia, eu, Floriano Pesaro, ex-Secretário Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social e vereador eleito.

Amanhã teremos a festa de Inauguração do Programa Ação Família – Viver em Comunidade na parceria da Prefeitura da Cidade de São Paulo com a Fundação Stickel.
Será na Paróquia São José Operário, R. Hugo Ítalo Merigo 1.152, Jardim Damasceno, Vila Brasilândia, Zona Norte de São Paulo.
Os APS – Agente de Proteção Social contratados pela Fundação Stickel, e treinados em um curso da Prefeitura, já estão trabalhando na área, cadastrando e atendendo as famílias.
Estarão presentes à solenidade:
• Sr. Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, Secretário Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social
• Sr. Milton Roberto Persoli, Subprefeito da Subprefeitura da Freguesia do Ó/ Brasilândia
• Sra. Ligia Rosa Rezende Pimenta, Coordenadora do Programa Ação Família – viver em comunidade
• Sr. Fernando Stickel, Presidente da Fundação Stickel
• Sr. Rubens Moraes, Coordenador da CASD Freguesia do Ó/ Brasilândia
• Sr. Orlando Miranda Pereira, Superintendente Regional do Banco do Brasil na Zona Norte
• Sr. Valdir Martins – Gerente do Banco do Brasil – Agencia Freguesia do Ó
• Sra. Zênia Kawkeb Derneika Lisi, Gerente da Unidade
O Ação Família mobiliza pessoas, articula comunidades e redes locais, integra habilidades e saberes, promovendo o acesso das famílias à rede de serviços públicos governamentais e não-governamentais, em um cenário de cidadania ativa.

Durante anos funcionou nesta esquina da Av. Republica do Líbano, em frente ao Parque do Ibirapuera uma lanchonete de sucos, açaí na tijela, etc… permanentemente cheia de clientes.
A Prefeitura fechou-a várias vezes, e várias vezes foi reaberta, finalmente foi murada e surgiu recentemente este grafite.
Voltei à bienal do vazio hoje, fruto de um misto de masoquismo e incredulidade. Masoquismo porque sabia que ia sofrer novamente, e incredulidade porque continio a me perguntar:
Será que pode MESMO se tão ruim assim?
Mais uma vez vi uma mostra vazia e esvaziada, frouxa, fraca, medíocre, pobre, decepcionante.
Procurei o trabalho de Sophie Calle, artista que conheci pessoalmente e cujo trabalho acompanho e gosto. A maneira de mostrar o trabalho desta importante artista é errado, a Bienal não é sala de leitura nem biblioteca, é uma exposição de artes plásticas, pelamordedeus! E ainda que a leitura fosse necessária, não nestes bancos duros de compensado!
Outra artista que gosto é a gravadora Leya Myra Brander, culo trabalho está exposto em caixas de madeira compensada, na horizontal. Não gosto destas invenções, para mim exposição é na parede, na vertical, se possível com boas molduras e iluminação.

Logo cedo fui fazer várias coisas a pé.
Atravessei a Vila Nova Conceição, deixei relógios para consertar, depois cortei o cabelo na Vila Olímpia, comprei um tampão de ouvido para o meu filho na R. Clodomiro Amazonas, lá também examinei um capacete, que preciso comprar, visitei minhas oficinas preferidas, todas no mesmo quarteirão, joguei na Mega Sena acumulada, e me esforcei para fazer caminhos diferentes.

As piscinas externas do Esporte Clube Pinheiros foram construidas na gestão do meu avô Arthur Stickel na Presidência do clube, e entregues em 1933.
Até dois ou três anos atrás elas resistiram bravamente, depois iniciaram-se uma série de reformas que até agora não acabaram.