
Do obscurantismo à civilização em meia hora.
A Fundação Stickel vendeu um carro e precisei na qualidade de presidente assinar o documento e reconhecer a firma “por autenticidade”.
Primeira parada da maratona foi o 4º Tabelião de Notas – Osvaldo Canheo, na R. Estados Unidos, feio, sujo, mal organizado.
Entreguei a documentação e informei que sou idoso. A moça me pediu o estatuto da Fundação, tive que voltar ao escritório, buscar, apresentei novamente, esperei 5 ou 10 minutos e me pediram para entrar e conversar com o responsável, que, gordo, folgado e sentado, me deixou de pé na frente dele enquanto acabava a conversa com alguém no guichê.
Calmamente esperei a conversa terminar, ele então se dirigiu a mim e disse que não poderia reconhecer a firma por entender que o estatuto não permite, etc… etc…
Argumentei (ainda de pé) que já havia sido feito assim anteriormente, que o veículo é um bem móvel, não necessita de autorização do conselho, etc…
Não houve jeito, o gordo folgado e mal educado não arredou o pé.
Saí e fui direto ao 14º Tabelionato de Notas de São Paulo – Vampré na R. Antonio Bicudo, onde também tenho firma.
Limpo, organizado, bem iluminado e sinalizado, com um simpático balcão de café.
Lá já havia a fila em separado para atendimento preferencial, a moça perguntou se eu era o representante da Fundação, disse que sim, não mostrei nada além do meu RG, ela preencheu imediatamente o livro, eu assinei, ela me perguntou se eu aceitava café ou chocolate, me deu o ticket, mal tive tempo de terminar meu chocolate e já estava sendo chamado ao guichê para pagar.
O Vampré está no Século 21, e o seu Canheo que me perdoe, mas o seu cartório é uma bosta!
Atualização de 31/7: Por desencargo de consciência fizemos uma consulta à Curadoria das Fundações, e está tudo certo.
Errou o 4º Tabelião de Notas – Osvaldo Canheo e seu gordo e incompetente funcionário, que de quebra desrespeitou um idoso…