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arte

eu vivi com o abaporu


Participei de uma “live”com o tema “EU VIVI COM O ABAPORU”, convidado por Cristina Delanhesi, Presidente do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba – MACS, participou também o Diretor Artístico do museu, Fabio Magalhães.
Nesta “live” conto sobre a minha convivência com a icônica pintura de Tarsila do Amaral.
Desde o início da pandemia do coronavírus as reuniões presenciais à distância, via aplicativo Zoom se tornaram comuns, alguns problemas técnicos vem ocorrendo e precisam ser superados, na primeira tentativa de realizar esta live fomos invadidos por hackers digitais, que tumultuaram a reunião e nos obrigaram a encerrar.
Desta vez funcionou! Apesar de, infelizmente, nem todos os inscritos terem conseguido logar na live. Mas a gravação do evento está aí em cima!

é isso, por fernando stickel [ 8:17 ]

babinski – uma exposição


Babinski – História de uma exposição

Na inauguração do Espaço Fundação Stickel na R. Nova Cidade 193, em 23 Março 2019, Bassy Machado, Sandra Pierzchalski, Rosangela Dorazio, Sandra Lourenço e Michele Behar.

Logo depois da inauguração mostrei aquarelas e gravuras de Maciej Babinski da minha coleção para Rosangela Dorazio, que ficou agradavelmente surpresa ao reencontrar o Babinski, pois sua tia Sandra Sousa Lemos havia sido duma das primeiras pessoas a fazer uma exposição do artista em Araguari, MG em 1977, e se interessou em reatar contato com Babinski, iniciando contato com ele.

Fruto destas conversas, na sequência, o filho do artista, Daniel Babinski me contactou dizendo haver produzido um documentário em vídeo inédito sobre seu pai. Tudo isto seria de extremo interesse para a Fundação Stickel, que estava na época negociando a colaboração do curador Agnaldo Farias, desenhava-se assim o início de um trabalho conjunto, com a possibilidade de fazer uma exposição, e para tanto convidei o Agnaldo a visitar Babinski em Várzea Alegre CE, o que fizemos em Julho 2019.
Chegamos na madrugada do dia 9 Julho, após o pouso em Juazeiro do Norte fomos diligentemente conduzidos pelo Tonheiro, taxista que atende o casal Babinski, até Várzea Alegre, onde Lidia e Babinski nos esperavam, gentilíssimos, cerca de 3 horas da manhã!


Logo na manhã de 9 Julho primeira manhã na casa de Babinski, longas conversas com Agnaldo Farias.


Babinski em seu “Museu”. A tela da esquerda selecionamos para a exposição.


O estúdio do artista.


No dia 10 Julho em uma longa reunião de trabalho, Agnaldo e eu selecionamos as 66 aquarelas e 2 pinturas para a exposição.


O curador e o artista.


Ao final do dia, Lidia e Babinski embalam cuidadosamente as aquarelas que traríamos para São Paulo no vôo daquela noite.


De volta a São Paulo Agnaldo começou a escrever o texto do catálogo, e eu chamei Lucas Cruz, professor de fotografia da Fundação Stickel para fotografar as aquarelas. Na sequência foram feitas molduras na Capricho Molduras e contratamos Luciana Facchini para o design gráfico do catálogo. Uma parceria se estabeleceu com Marcelo Guarnieri para a comercialização da exposição, e eu desenvolvi o Projeto Expográfico.


Lidia, Maciej e Daniel Babinski.
Finalmente acertamos com o Daniel a projeção do seu documentário juntamente com a vernissage da exposição e conversa dos curadores com Babinski, também durante a vernissage.


A vernissage no dia 7 Setembro 2019

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]

os caminhos do senhor


Acabamos de assistir uma premiada e maravilhosa série dinamarquesa no Netflix: Ride Upon the Storm, ou Os Caminhos do Senhor. O título original é Herrens veje.

Lars Mikkelsen é Johannes, pastor em uma família de longa linhagem religiosa. Tudo gira em torno de sua mulher Elisabeth e seus dois filhos August e Christian.

A série é falada em dinamarquês, lingua incompreensivel para mim, porém identifico muitas palavras em alemão…


Na série “House of Cards” Mikkelsen protagoniza Viktor Petrov, presidente da Rússia.

é isso, por fernando stickel [ 9:38 ]

baravelli em brasília


Carl Gustav Jung explica:

Minha querida amiga Sylvia Ficher, colega de classe da FAUUSP, mora hoje em dia em Brasília.
Há poucos dias, a partir de um post que fiz sobre a Escola Brasil:, começamos a conversar sobre a Revista Arte em São Paulo, editada por Luis Paulo Baravelli nos anos 1980. A conversa evoluiu e ela lembrou que comprou nos anos 70, muito antes de saber que iria morar em Brasilia, uma peça do Baravelli da exposição de Baravelli, Fajardo, Nasser e Resende no MAC São Paulo e MAM Rio de Janeiro em 1970.

Ficha técnica da peça:
Título: Restos de Brasília
Data: 1967/70
Técnica: Acrílico, latão cerâmica, madeira pintada
Dimensões: 45 x 28 x 12 cm.


E eu dou o seguinte título a esta experiência de sincronicidade: Memories of the Future

A Sylvia completa a história contando que a peça chama-se “Restos de Brasília” porque o Baravelli havia mandado uma peça para uma exposição em Brasília dentro de uma caixa feita no maior capricho para protege-la. E devolveram o trabalho todo entuchado de qualquer jeito na caixa… Foi com esses restos – cacos de azulejos, placa de acrílico quebrada e mais um lajotas – que ele montou a nova peça.

O próprio Baravelli completa a história em e-mail para mim:
Super confere a história da Silvia (abraço pra ela!), mas tem mais tempero político. Este trabalho mandei para um salão de arte em Brasília (em 1969, acho) e ainda antes da exposição a turma do CCC (Comando de Caça aos Comunistas) entrou no depósito e quebrou tudo o que eles não gostavam, a minha peça inclusive. A peça original chamava “Voando pelo Brasil”, sem nenhuma contestação política nem nada.
Os organizadores não tiveram outro jeito a não ser encaixotar e devolver.
Lembro que na tal exposição (acho que se chamava algo como 1o. Salão de Brasília) também havia trabalhos do Gerchmann, do Nitsche, do Vergara e do Tozzi, que também foram destruídos.

é isso, por fernando stickel [ 9:55 ]

sonia braga setentona!


Muitos anos atrás eu almoçava com minha ex Jade no Gino em New York, quando vi em uma mesa próxima Sonia Braga almoçando sozinha. Levantei-me, fui até ela, cumprimentei-a e disse:
– Sou seu fã!
Ela ficou um pouco confusa, e perguntou: – Eu te conheço?
Eu disse: – Não, sou só um brasileiro teu fã!

Parabéns pelo teu aniversário de 70 anos no dia de hoje Sonia Braga!!! Continuo teu fã, ainda mais depois de assistir ao excelente Bacurau!

é isso, por fernando stickel [ 12:21 ]

hérnia-disco


Em 1989 fiz o projeto de cenografia para um show de rock intitulado “Os órfãos de James Dean” que se realizou no Dama Xoc, casa de espetáculos que ficava na R. Butantã em Pinheiros.


Danceteria Dama Xoc, em Sao Paulo (SP) Foto: Sergio Tomisaki/Folhapress.


Terminado o show de rock, levei para o meu estúdio na R. Ribeirão Claro o enorme disco de madeira que havia sido construído, e fiz sobre ele uma nova pintura.


Cerca de um ano depois, em Maio 1990 sofri uma cirurgia de hérnia do disco, em pleno Plano Collor, e o cirurgião me entregou como lembrança os despojos (remains) da operação em um vidrinho…


Mesmo com a imensa crise provocada pelo Plano Collor resolvi expor meu trabalho na Paulo Figueiredo Galeria de Arte, e homenageei minha intervenção chamando a exposição de HERNIA DISCO.
Apresentei 12 pinturas de grandes dimensões, o disco era a maior, com 4,4 metros… O pequeno frasco com os despojos ficava em um pedestal ao lado da pintura, e provocou muita repulsa…


A exposição na Galeria Paulo Figueiredo.


O disco em sua casa atual, uma fazenda em Tatuei, SP


Convidado a participar do juri de seleção e premiação da II Expo Nacional de Artes de Itajubá – Salão de Artes Pe. Mário Pennock em Itajubá, MG, em 1989, levei o Disco!


Maquetes em escala dos trabalhos.

é isso, por fernando stickel [ 14:54 ]

acervo iconográfico

Em Julho 2008:

IMS incorpora Acervo Iconográfico Martha e Erico Stickel

O Instituto Moreira Salles acaba de agregar a seus conteúdos uma coleção de importância fundamental na arte e na memória brasileiras: o Acervo Iconográfico Martha e Erico Stickel, resultado de acuradas aquisições realizadas pelo casal ao longo de mais de 40 anos. Formado por cerca de 1500 peças, entre desenhos, aquarelas, mapas, gravuras, óleos e álbuns iconográficos, quase que exclusivamente no suporte papel, o material cobre um período que vai de meados do século XVI até o final do século xix.

Entre os autores das obras há nomes como Christoff Artischowsky, Jean-Baptiste Bourguignon d’Anville, Manoel Araújo Porto-Alegre, Evan Baillie Jr., Johannes Blaeu, J. Bury, Henry Chamberlain, Eugène Cicéri, Izaak Commelin, Vincenzo Maria Coronelli, Frank Edward Cox, Jean-Baptiste Debret, Iluchar Desmons, Hercule Florence, Frans Post (Gaspar Barleaus), Henrique Goldschmidt, Friedrich Hagedorn, Eduard Hildebrand, Hendrik Hondius, Petrus Kerius, Johannes van Keulen, Georg Marggraf, William Gore Ouseley, Jean Leon Pallière, Carlos Roberto de Planitz, Johann Moritz Rugendas, Leon Jean-Baptiste Sabatier, Johann Jakob Steinmann, Thomas Marie Hippolyte Taunay, Karl Wilhelm von Theremin, Victor Frond e Carl Friedrich Phillip von Martius.

As técnicas utilizadas em seus trabalhos são as mais diversas, desde o desenho a grafite ou nanquim até a gravura — tanto em metal (ponta-seca, etching ou água-forte, água-tinta ou lavis) quanto em madeira (xilogravuras) e pedra (litogravuras) —, passando por óleo, aquarela e guache, entre outras. Um dos pontos altos do conjunto é formado por 78 obras de Von Martius (grafite sobre papel, basicamente), com registros da paisagem brasileira. Juntamente com Johann Baptist Spix, ele foi o mais importante naturalista que circulou pelo país entre 1817 e 1820, autor da clássica Flora brasiliensis e tido como o iniciador da botânica brasileira em sua fase científica.

Outro destaque é um álbum de Araújo Porto-Alegre, com desenhos, poemas e textos do autor. Tecnicamente, a coleção constitui uma “brasiliana”. O termo se refere a imagens produzidas num período definido — do “Descobrimento” até o fim do século XIX, com a intenção de tornar reconhecível a gente e a paisagem brasileiras. No acervo do iMS, o material se soma a itens como o Highcliffe album, com centenas de imagens do Brasil produzidas pelo artista inglês Charles Landseer, em que se incluem trabalhos de Henry Chamberlain, Jean-Baptiste Debret e William Burchell. E, ainda, às raríssimas 24 aguadas de Paul Harro-Harring, além de peças avulsas.

Como resultado, o IMS passa a guardar e preservar o maior acervo de memória visual brasileira do gênero na esfera privada, com cerca de 2 mil peças iconográficas e mais de 20 mil fotografias que registram a natureza, as cidades e a gente brasileira no século xix. Talvez nenhuma outra entidade pública, com a provável exceção da Biblioteca Nacional, possa ostentar um repertório dessa importância e natureza. A formação desse inestimável patrimônio coloca o Instituto num novo e mais relevante patamar entre as instituições culturais do país, o que lhe abre novos horizontes também no exterior.

é isso, por fernando stickel [ 16:08 ]

artistas que admiro

Em 2003 fiz uma lista dos Artistas que admiro, com as respectivas datas de nascimento, e cujos livros estão na minha biblioteca.
Fazer arte é um enorme prazer, preenche tua alma, teu coração, e é tão excitante quanto a conquista de um grande amor com a pureza, elegância e potência de um carro de corrida.


Henri Matisse 1869
Marcel Duchamp 1897
Alexander Calder 1898
Joseph Cornell 1903
Joseph Beuys 1921
HC Westermann 1922
Cy Twombly 1928
Wesley Duke Lee 1931
Nam June Paik 1932
Javacheff Christo 1935
Ed Ruscha 1937
Panamarenko 1940
Jonathan Borofsky 1943
Waltercio Caldas 1946
Fernando Stickel 1948
Sophie Calle 1953

é isso, por fernando stickel [ 8:31 ]

ilustração para playboy


Nos anos 80 fiz algumas ilustrações para a revista Playboy, esta foi para um texto de Bob Woodward, o repórter que ficou famoso ao denunciar o caso Watergate, sobre a CIA, Ronald Reagan e Muamar Kadafi.

é isso, por fernando stickel [ 17:46 ]

doação ao ieb


Preservar a memória de um país, de uma cidade, de um profissional, contar as histórias das pessoas, dos artistas, dos momentos importantes e apenas rotineiros, eu sempre tive isso em mente, e fui separando através da vida os registros e documentos que pudessem um dia contar essa história.
Reuni nestes dias de quarentena um amplo material de referência da minha carreira, que venho guardando há muitos anos, abordando design gráfico, ilustração, poesia, artes plásticas e fotografia. Pretendo doar estes arquivos ao Instituto de Estudos Brasileiros da USP – IEB. Meus pais já fizeram o mesmo em 2002, doando cerca de 4.000 livros.
No meu caso o acervo é de livros, anotações, desenhos originais, fotos, cadernos, blocos de desenho e portfolios.
Uma comissão interna do IEB analisará a oferta, caso aprovada a doação é concretizada.

é isso, por fernando stickel [ 18:04 ]

prêmio remington 1977


O primeiro estímulo que tive para publicar minhas poesias ocorreu em 1977.

Foi o anúncio em uma revista do Prêmio Remington de Prosa e Poesia, com premiação em dinheiro. A Comissão Julgadora: Flávio Moreira da Costa, Affonso Romano de Sant’Anna, Hélio Pólvora, Dirce Côrtes Riedel, Silviano Santiago e José J. Vieira.

Arregacei as mangas e fui à luta. Submeti minha obra “Prosa ou Poesia, conforme o caso” sob o pseudônimo de M. Pseudonym. Meu amigo Cassio Michalany me ajudou a fazer as capas, com um gabarito.

22 anos depois, em 1999 surgiu o meu livro de poesias “aqui tem coisa”, publicado pela DBA.

é isso, por fernando stickel [ 10:29 ]

gouache 1966


Nas arrumações que ando fazendo por conta da quarentena encontrein este gouache de 1966, 22 x 30 cm, que achei muito bom! Eu tinha 18 anos!

é isso, por fernando stickel [ 15:22 ]

j’accuse


Roman Polanski nos presenteia com um filme magistral! Em português O Oficial e o Espião.
Em 1894, o capitão francês Alfred Dreyfus é injustamente condenado por traição e sentenciado à prisão perpétua na ilha do Diabo.


Emile Zola escreveu a famosa carta aberta J’Accuse…! em 13 Janeiro 1898

é isso, por fernando stickel [ 8:57 ]

desenhos dos anos 70

Meus desenhos a nankin em um micro caderninho de artista de 7 x 10 cm, dos anos 70.

é isso, por fernando stickel [ 11:54 ]

indiana e argos


Logotipos da Argos Industrial S.A. e da Fiação para Malharia indiana S.A. projetos dos anos 60-70 do designer gráfico Alexandre Wollner (1928-2018), considerado o pai do design moderno no Brasil. Wollner participou da fundação da primeira escola de design do país em 1962, a Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro – ESDI.

Sobre as empresas, no texto de 1959 “Os precursores do progresso do Brasil” de Eddie Augusto da Silva-Rubens Veras-Julio Ewigkeit, Editora Sociedade Brasileira de Expansão Comercial Ltda:

São múltiplos e notáveis os empreendimentos pessoais de ERNESTO DIEDERICHSEN. Em 1914 em sociedade com Luiz Trevisioli e Aleardo Borin, fundou uma fábrica de tecidos em Jundiai. Essa fábrica transformou-se no que é hoje a “Argos Industrial S/A” uma das mais pujantes organizações industriais do ramo. Acompanhado por alguns amigos ERNESTO DIEDERICHSEN fundou ainda a “S/A Fiação para Malharia Indiana”, o “Lanifício Argos S/A”, e adquiriu e ampliou a “S/A Cotonificio Adelina”.


Algumas marcas/logotipos projetados por Alexandre Wollner.


Um dos meus primeiros trabalhos gráficos foi criar os nomes para fibras especiais ALVIL e TEFIL, e as respectivas etiquetas.


Anúncio de revista.

é isso, por fernando stickel [ 14:12 ]

vozes do ofício


Em 14 Dezembro 1999 lancei meu primeiro livro de poesias e desenhos “aqui tem coisa” pela Editora DBA, na A Estufa do Leo Laniado, na R. Wizard 53 na Vila Madalena.

Foi um evento alto astral, veja aqui.

Menos de um ano depois em 27 de junho (terça-feira), às 20hs na Livraria Spiro na Al. Lorena 1979, quatro poetas com livros recém lançados se organizaram em torno da Livraria Spiro da Lili Guimarães para fazer uma noite de leitura de poemas.

Eliane Accioly Fonseca – Trapeiro de Sonho
Fernando Stickel – aqui tem coisa
Luciana Wis – Vida
Rita Moreira – Perscrutando o Papaia

Criamos o grupo “Vozes do Ofício”, se bem me lembro fui eu que propus este nome, e convidamos o saxofonista Lloyd Bonnemaison para acompanhar a leitura. Jade Gadotti fez uma linda foto, imprimimos um convite e conquistamos alguns patrocinadores.


Lloyd e eu.


Meus pais Martha, Erico e eu.


Luciana Wis e Rita Moreira.


Eu com Eliane Fonseca.


Giovanna Pennacchi e Lili Guimarães, a anfitriã.


Naji e Roberta Ayoub com Anisio Campos


A audiência.

Quatro profissionais liberais, um arquiteto, duas psicanalistas e uma videomaker se juntaram para declamar poemas e conversar sobre seus livros. A idéia é formar rede, partilhar, trocar e inspirar!

O arquiteto e artista plástico Fernando Stickel conta com a arte do saxofonista Lloyd Bonnemaison para acompanhar trechos de seu requintado volume aqui tem coisa (DBA), caprichosamente ilustrado pelo artista.

A psicanalista Luciana Wis apresentará trechos do seu livro vIDa (Massao Ohno Editor), revelando o seu fascínio pela mente humana e seus mistérios através de poemas sobre a existência, o amor e a existência do amor…

A também psicanalista e mineira Eliane Accioly Fonseca apresentará poemas incluídos em Trapeiro de Sonho (Coleção Almanach de Minas), poesia no encontro da subjetividade amorosa, criadora e produtiva.

A premiada videomaker Rita Moreira dará uma mostra do seu Perscrutando o Papaia (Brasiliense). Com pontuação de sino zen, os atores Aury Porto e Luah Guimarães dirão alguns dos bem-humorados e misteriosos poemas e koans de Rita.

é isso, por fernando stickel [ 11:22 ]

fotos no modular delta


O Condomínio Modular Delta na Av. Lavandisca em São Paulo terminou a reforma das fachadas, pintura de muros e áreas comuns.


Eu faço parte do Conselho Consultivo de apoio ao trabalho da síndica Juliana e do sub-síndico Giuliano.
Sandra e eu ajudamos na reforma, ela com o projeto de decoração dos halls de entrada e eu coloquei agora a cereja no bolo, doando 4 fotos minhas para os dois halls sociais, duas no Prédio Azul, e duas no Prédio Verde.

é isso, por fernando stickel [ 15:24 ]

mira schendel?

O universo digital apresenta, por vezes, algumas distorções. Como as “fake-news” muito em moda recentemente…
É o caso dos leilões on-line. Há centenas deles, vendendo tudo que é possível imaginar, incluindo arte.
Por conta da crise do coronavírus explorei um pouco os leilões de arte à distancia, e encontrei à venda duas obras de Mira Schendel muito curiosas, digamos assim, vejam:


Quem conhece a obra da artista sabe que ela dificilmente trilharia os caminhos que levam a estas duas obras, pois são caminhos conflitantes, na obra vertical, por exemplo, o caminho seria o dos “toquinhos”, executados em papel com aplicação de Letraset, que Mira no entanto jamais executou em pintura com areia.


O trabalho horizontal, por outro lado, junta vários simbologias, nenhuma delas usual na obra de Mira
Cada uma destas obras tem o lance mínimo de R$6.000,00

é isso, por fernando stickel [ 19:52 ]