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albamar

albamar
Consegui fotografar mal e porcamente de dentro da van em movimento este simpático prédio verde em forma de torre, que fica ao lado do aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro.
O prédio abriga o restaurante Albamar, cujo salão principal no segundo andar, com janelas em quase toda a sua volta propicia uma visão daqueles antigos posters cujo título poderia ser “Os Transportes”.
Saboreando um belo arroz de polvo e olhando para fora você verá:
– Aviões e helicópteros no Santos Dumont ali do lado.
– Navios, lanchas e submarinos no Arsenal da Marinha logo em frente.
– Veleiros, circulando pela Baía da Guanabara
– Veículos motorizados de todos os tipos na Ponte Rio Niterói.
– Barcaças e Hovercrafts na travessia para Niterói.
De sobremesa, a “Coupe Camargo”, que nada mais é que abacate batido com sorvete de creme, uma delícia!

é isso, por fernando stickel [ 9:09 ]

restaurante lucas

lucas2
Nosso grupo jantou em um restaurante no qual me lembro de ter ido quando criança, o Lucas em Copacabana, Posto 6 que lá existia desde 1941!
Era um clássico da comida alemã, chopp e tira-gostos. Agora se transformou em algo chamado “Garota de Copacabana”, comida anódina, porções gigantescas e preços idem.
Tudo que é bom neste país acaba se desvirtuando ou sumindo, não entendi ainda porque.

é isso, por fernando stickel [ 9:40 ]

adega de santiago

jaci
Algumas raras vezes, como que a compensar sua progressiva ausência na sociedade brasileira, encontramos exemplos de CIVILIDADE.
Foi o caso hoje no restaurante Adega Santiago, que frequento desde que a casa abriu, com grande prazer.
Ao final do meu prato de bacalhau mastiguei algo duro que se revelou um pedaço de arame. Informei ao garçom ter encontrado o alienígena no meu prato, e dois minutos depois apareceu o maître Jaci Soares pedindo desculpas pelo acontecido e oferecendo a explicação que o arame teria se soltado de uma peneira.
Até aí tudo bem, aceitei as desculpas, pedimos sobremesa, café e a conta.
Ao trazer a conta à mesa, Jaci informou ter retirado meu prato da conta, me deu seu cartão de visita e a garantia de oferecer novo prato de bacalhau sem custo na próxima visita.

Não se trata aqui da quantidade de $$$$ envolvida na gentileza, no gesto de CIVILIDADE, pois pouco ou muito, esta quantia não trará lucro ou prejuízo para ninguém, mas com certeza com esta atitude do Jaci, todos saimos ganhando.

PS: O Jaci, além de tudo, é capaz de indicar excelentes vinhos a custos convidativos. Vá lá!

é isso, por fernando stickel [ 15:01 ]

badia di passignano

badia
Na parada da hora do almoço, os participantes do rallye Chiantigiana Classica 2009 visitaram as adegas Antinori de Badia a Passignano, onde crescem as famosas uvas Sangiovese, ingrediente principal do Chianti Classico.
Neste local, desde o Império Romano é produzido vinho, e as adegas mantém, sem qualquer climatização, 17 graus centígrados o ano inteiro.
Em seguida, Sandra Pierzchalski, minha navegadora e eu almoçamos na Osteria di Passignano.

é isso, por fernando stickel [ 17:29 ]

piscina em firenze

lindt
Os prazeres de quem almoça sem pressa.
No domingo nosso vôo de Firenze para Roma era às 19h, então ficamos longamente na piscina e lá almoçamos, com toda a calma do mundo!

é isso, por fernando stickel [ 9:01 ]

swan oyster depot

swan
Em Março de 2003 Sandra e eu fomos hóspedes de Nirlando Beirão e Marta Goes em sua casa em San Francisco, Califórnia.
Excelentes anfitriões, eles nos levaram ao Swan Oyster Depot, interessantíssimo buteco de 97 anos de idade, dedicado aos peixes e frutos do mar, onde comemos magníficamente.
Nossa estadia com Marta e Nirlando foi fantástica, eles foram super generosos em nos levar para todos os cantos!

é isso, por fernando stickel [ 15:52 ]

confeitaria colombo

colo1
A Confeitaria Colombo, no centro do Rio de Janeiro, deslumbrante com seu pé direito de sete metros e espelhos impecáveis de cinco metros de altura!

é isso, por fernando stickel [ 9:13 ]

vida real

FLASHES DA VIDA REAL

No restaurante japonês, à minha direita, o psiquiatra forense de bigodes empinados e T-shirt cinza conversa animadamente de mãos dadas com uma loira de meia idade, gordinha e embevecida.
Na mesa atrás de mim, o celibatário convicto, bonitão e que mora com a mãe, paquera morena açucarada, tecendo teorias sobre a eficácia do ácido acetil-salicílico.

Veja aqui outro flash da vida real.

é isso, por fernando stickel [ 15:03 ]

nagayama

arthurnaga
O tempo passa.
Ontem fui jantar com meu filho Arthur no Nagayama, do Itaim, hábito de quase todas as quartas-feiras de quase todas as semanas de quase todos os anos.
A foto da esquerda é de 2003.

é isso, por fernando stickel [ 12:42 ]

polpetone x filé à parmigiana

jardimdenapoli_r
No jornal Metro de ontem, a jornalista Jô Hallack escreve sobre “O polpetone mágico ideal”, que é nada mais nada menos o polpetone do restaurante Jardim de Napoli, em Higienópolis.
Uma vez provado, fixa-se na nossa memória e não sai mais, todos os outros polpetones passam a ser meros lembretes da experiência gloriosa original.
Pois eu me lembrei de um concorrente, o Filé à Parmigiana da Cantina Bella Venezia em São José dos Campos, às margens da Via Dutra.
Local de parada obrigatória nas viagens a Campos de Jordão nos anos 50 e 60, a família inteira pedia invariávelmente o Filé à Parmigiana, que ocupava naquela época lugar de destaque na minha memória.

é isso, por fernando stickel [ 9:23 ]

adega santiago

pinto
Os Vinhos do Porto de Adriano Ramos Pinto dão alegria aos tristes e audácia aos tímidos, como dizia o Dithyrambo Grego.

Precisa mais??!!

Este cartaz está no banheiro masculino do restaurante Adega Santiago.
Talvez seja um recado aos indecisos e tímidos: BEBAM!!!

é isso, por fernando stickel [ 13:31 ]

ray’s pizza

ray
Ray’s Pizza na 7th Avenue x 54St. O Arthur estava louco para comer “a slice” (uma fatia) e nós pedimos de mushrooms. Muito boa.
Tem uma coisa que desta vez me chocou: O IMENSO desperdício de plástico, papel, papelão nas “take-out foods”, paixão dos americanos.
É muito lixo gerado, é muito desperdício, é zero de SUSTENTABILIDADE, a palavra da moda.

é isso, por fernando stickel [ 17:42 ]

lobster in times square

lobster
Em Times Square, a fachada do restaurante “Lobster”.

é isso, por fernando stickel [ 15:57 ]

centro

Trabalhei no escritório do arquiteto Salvador Candia de 1972 a 1974, que ficava nesta época no Edifício Vicente Filizola, à R. Xavier de Toledo 65, bem em frente à Biblioteca Municipal.
No térreo, onde hoje existe uma agência do Banco do Brasil existia uma loja das Balanças Filizola.
Neste período minha vida diária se passava nos arredores da praça, Galeria Metrópole, Galeria 7 de Abril, Largo da Memória, R. Marconi, Barão de Itapetinings, Mappin, Viaduto do Chá, etc…
No almoço normalmente um sanduiche, e quando o tempo estava bom, eu fazia a digestão e tirava uma soneca enquanto engraxava os sapatos à sombra das árvores da praça.
A cidade era mais civilizada, mais arrumada, o nível ainda se mantinha, haviam lojas boas e livrarias, como a Livraria Kosmos no sub-solo do Galeria Metrópole, projeto do Salvador Candia, um dos hotéis e restaurantes mais sofisticados da cidade, o Ca’d’Oro, ficava logo ali na R. Basilio da Gama.
Tudo o que sei de arquitetura aprendi naquela época, desde desenhar planta de prefeitura (a coisa mais chata do mundo) até participar de projetos interessantes, como a torre do Unibanco (apelidada Idi Amin por ser imensa e negra…) na esquina da Rebouças com Marginal, um pavilhão para asilo de velhos na sociedade Beneficente Alemã e a fachada em ladrilhos do edifício Barão de iguatemi em frente ao Shopping Iguatemi.

O painel da Tomie Ohtake na lateral do Ed. Santa Monica, de 1984 veio muitos anos mais tarde, é uma das poucas obras de arte na escala urbana bem resolvidas.

é isso, por fernando stickel [ 16:36 ]

galinha caipira

O caminhoneiro para no restaurante de beira de estrada “A Galinha Caipira” e consulta o menu. Só dava galinha, de tudo que era jeito!
Chama o garçom:
– Quero galinha caipira ensopada mas, antes, quero ver a galinha.
O garçom vai até o balaio, pega uma galinha e traz até à mesa.
O motorista enfia o dedo no cu da galinha, esfrega um dedo noutro, cheira, e diz:
– Negativo. Esta não é galinha caipira. Esta é da Granja Três Irmãs em Uberaba.
O garçom traz outra galinha. O motorista faz a mesma coisa, cheira os dedos e diz:
– Negativo. Esta também não é galinha caipira. É do sítio Estrela Azul, em Ponte Nova.
O garçom traz outra galinha . O motorista repete o procedimento, cheira os dedos e diz:
– Essa, sim, é galinha caipira! Pode fazer.
Ao lado, um gaúcho, que a tudo assistia e estava ali há três dias enchendo a cara, se levanta, vai até a mesa do motorista, se vira de costas para ele, abaixa as calças e diz:
– Bah tchê, eu tomei todas e esqueci onde moro… Dá para ver meu endereço?

é isso, por fernando stickel [ 17:34 ]

tricolor

tricolor.jpg
Na ilha de Fernando de Noronha um dos restaurantes mais interessantes é o Tricolor, na Vila dos Três Paus. Na porta o meu filho Arthur.
Cozinha caseira, frutos do mar, peixe, camarão. Arroz, feijão, farofa, salada, tudo delicioso e em porções gigantescas.
O casal proprietário divide as funções, a mulher na cozinha, o marido no atendimento, com a TV permanentemente ligada, de preferência no futebol.
O cenário se completa com cerveja gelada e doces caseiros maravilhosos.

é isso, por fernando stickel [ 9:27 ]

garrafa


Desenho de 2005, feito na mesa do Restaurante America.

é isso, por fernando stickel [ 17:00 ]

rua henrique martins

Ao lado do Hotel Unique, no Nº 631 da Rua Henrique Martins fica a casa onde nasci.

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Em 1954 meus pais criaram a Fundação Stickel e esta casa entrou para a dotação inicial da Fundação. Desde então ela vem sendo alugada e gera renda para a Fundação.
O último inquilino foi o Restaurante Roanne, muito famoso em São Paulo durante largo período de tempo, até o dia em que os sócios, Emmanuel Bassoleil e Vania Ferreira Fontana brigaram, daí pra frente foi só ladeira abaixo, e todo mundo saiu perdendo.
O restaurante caiu de nível, os aluguéis foram escasseando, pararam de pagar o IPTU, contas de água, luz, etc… etc…
A casa foi finalmente abandonada pelos inquilinos, a Fundação iniciou os competentes processos judiciais e ontem finalmente pudemos fazer a vistoria do imóvel acompanhados dos advogados de ambas as partes e dos peritos judiciais.

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Dá vontade de chorar, a casa encontra-se totalmente destruida.
É inacreditável como pessoas de “nível” se permitam deixar algo assim acontecer.
A Vania sumiu, parece que fugiu para o exterior, e o Emmanuel atualmente é o chefe de cozinha do Restaurante Skye, no Hotel Unique. Deve olhar todo o santo dia para a encrenca que ajudou a criar.
Tentei inúmeras vezes, sem sucesso, um contato com o Emmanuel, afim de chegarmos a um acordo, pois sou fiel adepto da máxima:

“Melhor um mau acordo que uma boa briga”

Enquanto isso, nossa lenta justiça vai trabalhando, as responsabilidades serão apuradas, os danos dimensionados, e, em futuro incerto teremos uma sentença transitada em julgado. Estamos entrando no quarto ano do processo.

é isso, por fernando stickel [ 10:57 ]