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a day in the life

A DAY IN THE LIFE
Acreditem se quiser, passeei à tarde na Capitar com meu amigo Amarar, ele de terno impecável, eu de artista costumeiro e contumaz.
Deu-se assim:
Após o almoço levei meu filho ao Clube Pinheiros, 50 minutos depois, num trânsito infernal cheguei ao Lustres Yamamura que se transformou numa enorme e eficiente empresa, com estacionamento e todos os confortos, muito bem atendido pelo Valter lá comprei luminárias para completar a reforma de um apartamento.
Em seguida tomei a Av. Paulista e peguei Amarar na esquina do MASP. Fomos ao Cafés Especiais Suplicy tomar um café e conversar sobre ARTE, e como a conversa sugeria detalhes, levei-o à Galeria Luisa Strina, onde completamos nossa conversa com a ajuda da Luisa. Na volta para casa, chuva e mais trânsito infernal.

é isso, por fernando stickel [ 19:57 ]

teatro

Fomos ao teatro ver “Vestir o pai”, com Karin Rodrigues dirigida por Paulo Autran. Hilário, excelente!
Saindo, fomos jantar no La Tartine, vizinho do Mestiço e muito gostoso, sempre com lugar, ao contrário do Mestiço, sempre lotado.
Nas mesas ao lado desenrolam-se conversas que nos chamam a atenção.
Ele alto, forte, 45 anos, grisalho nas têmporas, cara de serial killer, prolixo, voz alta e pausada, ela, mignon, gostosinha, parda, sorriso semi-cretino nos lábios, excelente ouvinte.
Atrás de nós outro casal curioso, ele jovem gatão gringo de mãos bonitas e costas largas, na segunda caipirinha tripla, ela mulata esguia, cabelos anelados, insinuosa e sorridente, no segundo balde de dry-martini.
Depois conto mais, anotamos tudo…Estas histórias poderão se chamar “Amor aos pedaços” ou “O tarado de Itanhaém”…

é isso, por fernando stickel [ 2:53 ]

domingo real

Domingo real.

Não me recordo de um dia tão delicioso em São Paulo como hoje, céu azul de brigadeiro, sol, temperatura amena, leve brisa.
Acordar na casa do meu Amor, tomar café da manhã com ovo quente, ler o jornal, caminhar até a rua Augusta, tomar o elétrico, descer na Paulista, andar até o MASP, fuçar na feirinha de antiguidades até dar fome, almoçar no bandejão do MASP (meio derrubado), ver algumas coisas interessantes como a doação do Calder ao museu, visitar a incompreensivelmente vazia e derrubada lojinha do museu, voltar à feirinha, comprar uns objetos de vidro que adoro, tomar um picolé La Basque, voltar para casa de taxi, tomar banho, subir na cobertura para fotografar o pôr do sol, dormir um pouco debaixo das cobertas, ir até a Forneria San Paolo, jantar cedo e frugalmente, antes do tumulto começar, voltar para casa e blogar esta história de hoje, tudo com o meu Amor.

Domingo real!

é isso, por fernando stickel [ 6:02 ]