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presença de juan esteves

livro-presença1
Em Novembro 2006 a Fundação Stickel promoveu no Espaço Fundação Stickel – R. Ribeirão Claro 37 – Vila Olímpia a exposição de fotos PRESENÇA do fotógrafo Juan Esteves, e lançou em parceria com a Editora Terceiro Nome o livro de mesmo nome.

O título do livro foi sugerido por Frans Krajcberg, e reflete a proposta deste trabalho: mostrar retratos de 138 artistas plásticos brasileiros, natos ou adotivos, de várias gerações, fotografados por Juan Esteves em ambientes como suas casas, ateliês ou galerias. Raramente conhecemos o artista que está por trás de uma obra de arte, e as fotos mostram seus olhares, seus gestos, sua expressão interior – sua presença. São 153 imagens, pois alguns artistas foram fotografados mais de uma vez, em anos diferentes.
Juan Esteves iniciou este trabalho há cerca de vinte anos, quando era fotógrafo na Folha de S. Paulo, e ao longo desses vinte anos retratou representantes de diferentes gerações e tendências das artes plásticas no Brasil. Mesmo com um recorte pessoal, o livro tem caráter histórico, pois abrange desde o modernismo, o concretismo, o Grupo Rex, a Escola Brasil:, a Geração 80 e o Ateliê Abstração, até artistas jovens. É, como diz o autor, “um trabalho denso, carregado, com olhares fortes, significativos, cheio de dúvidas e ansiedade, vivos, olhares de quem viveu uma vida complexa, produtiva e intensa.
O texto de Olivio Tavares de Araújo “Eles iam a Paris, nós ao Canindé” completa a obra.

Eu escrevi a apresentação do livro, a seguir:

Memórias indeléveis
Fernando Stickel

Coincidências não existem. Como explicar, então, que a imagem mais antiga deste livro – Lina Bo Bardi, em 1985 – coincide com personagens das minhas mais antigas memórias do mundo das artes?

Lembro perfeitamente bem de uma visita ao MASP da rua 7 de Abril, onde meus pais me apresentaram a um casal “muito importante”, Pietro Maria Bardi e sua esposa Lina Bo Bardi. Naqueles anos 50/60 também conheci a famosa “casa de vidro”, onde Pietro e Lina moravam no Morumbi, e visitei uma “villa” nos arredores de Florença onde o casal Bardi recebeu a família Stickel.

Memórias indeléveis, ricas em nuances, temperaturas e cheiros, única e exclusivamente minhas. Revividas nestas parcas linhas podem, talvez, suscitar curiosidade ou servir de fio condutor de alguma outra história. Gravadas na película, e em seguida no papel, as imagens de Juan Esteves são um poderoso fio terra entre as memórias e a história, prescindindo de “esforços” de memória. São a presença da história.

Ao ver a foto de Lina e do professor Bardi, imediatamente saltaram do meu “inconsciente coletivo artístico” todas as vivências e memórias daquela época. Esse é o poder da imagem. Esses rápidos instantes gravados evitam o desaparecimento da memória, e o Juan, lutando contra desencontros, dependendo da sorte, insistindo nestes últimos vinte anos, captou em imagens uma significativa parcela de artistas – e da nossa história.

Sinto-me privilegiado por poder abraçar o projeto do Juan Esteves, pois já tenho idade suficiente para testemunhar a rapidez com que as gerações de artistas se sucedem, experimentando com clareza a necessidade imperiosa de se registrar a história das artes no Brasil, país que não preza sua história e não tem sólida tradição editorial.

A Fundação Stickel tem por objetivo trabalhar com a arte contemporânea brasileira, sem deixar de homenagear as gerações de artistas do passado, incentivando as novas gerações que surgem. A parceria entre Juan Esteves, Editora Terceiro Nome e Fundação Stickel aqui está, presente.

é isso, por fernando stickel [ 12:09 ]

cassio michalany

cassio-michalany
Cassio Michalany hoje no meu escritório da Fundação Stickel na Vila Olímpia. Na parede, tela de sua autoria.

cmraquel
No momento Cassio expõe trabalhos recentes na Galeria Raquel Arnaud.

é isso, por fernando stickel [ 16:18 ]

eu hoje, aqui, agora

euhoje
Eu, Fernando Stickel, hoje, aqui, agora, em auto-retrato pelo Photo Booth McIntosh.
Daqui a pouco voltarei ao Forum João Mendes (estive lá ontem) para novo encontro com o Curador das Fundações, Dr. Airton Grazzioli.
Trataremos de pequenos acertos na montanha de modificações legais que ocorreram na Fundação Stickel no último ano e meio, após o que estaremos 100% como manda o figurino!

Devo dizer, para que justiça seja feita, que o Dr. Grazzioli é um dos raros servidores públicos que encontrei vida afora totalmente dedicado ao seu ofício.
Na função de velamento das 270 fundações do Estado de São Paulo é extremamente atento, atencioso, competente e equilibrado, verdadeiro aliado de quem como eu se dedica ao difícil “negócio” do Terceiro Setor.

é isso, por fernando stickel [ 13:45 ]

rua das fiandeiras

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Voltei a andar pelas ruas da Vila Olímpia. Evidentemente voltei também a fotografar, esta foto tirei hoje cedo na R. das Fiandeiras.

é isso, por fernando stickel [ 11:58 ]

tanques na marginal

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Mais uma vez fotografei este conjunto de tanques, do viaduto que une a marginal do Tietê à marginal do Pinheiros. Eles me fascinam, nos diversos horários e diferentes iluminações.

é isso, por fernando stickel [ 10:55 ]

visita a santos

monte-serrat
Monte Serrat, região do porto de Santos.

valongo
No Valongo, centro de Santos.

é isso, por fernando stickel [ 9:44 ]

korb

korb
Pesquisas para a série de fotografias “FARE MONDI”

é isso, por fernando stickel [ 17:08 ]

freund

freund

Pesquisas para a nova série de fotografias “FARE MONDI”

é isso, por fernando stickel [ 23:33 ]

pappalardo & stickel


Minha irmã Ana Maria Stickel descobriu este recorte de revista não sei aonde…
Lá nos anos 90 fui convidado pelo meu amigo e fotógrafo Arnaldo Pappalardo a fazer uma foto, se bem me lembro para uma propaganda da American Express em alguma revista, o cenário seria a casa do meu irmão Roberto Stickel(Neco).
Perguntei que roupa eu deveria usar, e ele respondeu:
– De você mesmo…
Então me vesti como eu mesmo, a menina, “mini-atriz” posou como minha filha, em frente à parede onde parte da coleção de brinquedos do meu irmão está exposta, no mesmo apartamento da Rua Tucumã onde já morei, em frente ao Clube Pinheiros, de 1974 a 1980.
I

é isso, por fernando stickel [ 12:08 ]

banho

banho2

Pesquisas para a série de fotografias “FARE MONDI”

é isso, por fernando stickel [ 22:59 ]

noir

noir

Pesquisas para a série de fotografias “FARE MONDI”

é isso, por fernando stickel [ 18:36 ]

luz

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Pesquisas para a série de fotografias “FARE MONDI”

é isso, por fernando stickel [ 17:24 ]

profile

profile1

Pesquisas para a série de fotografias “FARE MONDI”

é isso, por fernando stickel [ 22:11 ]

acabada

acabada

Pesquisas para a série de fotografias “FARE MONDI”

é isso, por fernando stickel [ 19:18 ]

faleceu millôr fernandes

millor1
No meu livro ‘aqui tem coisa”, que publiquei em 1999, incluí uma homenagem ao Millôr Fernandes (1924-2012), utilizando uma de suas frases geniais:

“Discutem os sábios sem certeza, os imbecis atacam de surpresa”

Que perda!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 13:04 ]

arte transforma no varal

varal3
Meu desenho “Arte Transforma” no Cabeçalho Rotativo do blog “Varal de Ideias”
Obrigado, Eduardo!

é isso, por fernando stickel [ 12:53 ]

caderno de anotações

Os alunos do curso Aproximações com a Arte realizado pela Fundação Stickel em parceira com o IMPAES, CENPEC e a Subprefeitura Freguesia do Ó/Brasilândia terão que elaborar, durante o curso, um diário de suas experiências, observações, etc…
A Fundação forneceu a cada aluno um caderno em branco para este propósito.
Eu mesmo aprendi, lá nos idos dos anos 70, na Escola Brasil: o benefício, para o fazer artístico, deste tipo de registro. Tenho, daquela época, cerca de 20 cadernos, de todos os formatos e tamanhos, cheios de desenhos, colagens e textos.

é isso, por fernando stickel [ 12:10 ]

aniversário de casamento

é-nóis
Foto Instagram by Arthur Stickel

Sandra & Fernando
É nóis! É hoje!
Eu guento ela e ela guenta eu
Eu amo ela e ela ama eu
E assim nós vamos andando
5 anos de casados e 11 anos juntos!

é isso, por fernando stickel [ 17:32 ]