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Posts tagueados ‘arquitetura’

eduardo longo na fábrica de cultura

três
Estes três cavalheiros estiveram hoje de manhã na Fábrica de Cultura da Vila Nova Cachoeirinha, para pensar em uma operação conjunta. À esquerda na foto o arquiteto Eduardo Longo, no centro eu, à direita o arquiteto e desiner gráfico Marcelo Aflalo.

Trata-se de alinhavar um novo Projeto Contrapartida para a Fundação Stickel executar com sua parceira Fábrica.

De um lado a execução do livro “Sobre bolas e outros projetos” abordando a obra do Eduardo, conhecido como o arquiteto da “Casa Bola” da R. Amauri. O livro já tem design preliminar do Marcelo / Univers Design, e projeto inscrito e aprovado na Lei Rouanet.

De outro lado a Fundação Stickel como viabilizadora inicial do projeto do livro, recebendo em contrapartida do Eduardo um curso de arquitetura/vivência de espaços a ser ministrado na Fábrica de Cultura.

livro bola
O interessante disto tudo é que o Eduardo não é um arquiteto convencional, sua trajetória para chegar à “Casa Bola” minimalista, projetada e construida por ele, e onde mora há 30 anos, envolve profunda compreensão dos usos e costumes de uma residência, revendo o conceito de moradia como espaço essencial. Esta riquíssima vivência, e todas as histórias que a acompanham, poderá ser compartilhada com os moradores da Vila Nova Cachoeirinha, assim que nosso projeto frutificar.

é isso, por fernando stickel [ 18:28 ]

nova cobertura na hípica

hip

hip2
A Sociedade Hípica Paulista tem em sua sede da R. Quintana, em São Paulo, um terraço coberto por um toldo.
Este toldo foi colocado provisoriamente há muitos anos atrás, por ocasião de uma festa, e lá ficou. Evidentemente não foi uma solução arquitetônica definitiva, e o resultado é que através dos anos o provisório resultou em uma cobertura totalmente degradada, suja, mambembe, inadequada.
Minha mulher Sandra Pierzchalski, arquiteta, foi convidada pela atual Diretoria a colaborar na solução definitiva da cobertura do terraço, e as obras estão prestes a começar.
Pretendo fazer o acompanhamento fotográfico da obra, o “antes” e o “depois”. Não é uma solução simples, pois há que contemplar telhados que chegam com águas em diversos ângulos, alturas de beirais, etc…

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A lona apodreceu, o metal enferrujou…

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A sujeira tomou conta.

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O corpo principal do terraço.

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O restaurante aberto.

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é isso, por fernando stickel [ 19:15 ]

salvador candia arquiteto

iguatemi
Comecei a trabalhar no escritório do arquiteto Salvador Candia em 1972, como estagiário, desenhando plantas de prefeitura. Eu me interessava muito por design gráfico e o Salvador foi pouco a pouco me encarregando de algumas tarefas nesta área, inclusive cuidar da papelaria do escritório, carimbos, cartão de visita, apresentação de projetos, etc…

Um dos projetos pelo qual fui responsável foi a fachada do Edifício Barão de Iguatemi, localizado quase em frente ao Shopping Iguatemi em São Paulo.

Em 1973 me formei arquiteto na FAU-USP e continuei trabalhando com o Salvador, o pouco que sei de arquitetura, aprendi com ele e seu braço direito, o arquiteto Yasuhiro Aida, japonês seríssimo, trabalhador incansável.

Acaba de ser lançado um livro sobre sua obra, pequeno e interessante, pela Escola da Cidade.

escola

candia

é isso, por fernando stickel [ 16:53 ]

loft – west 18 st. nyc

18
11 West 18 St. # 5W – New York NY 10011

Morei neste endereço durante os últimos 9 meses da minha estadia “sabática” em New York, de Setembro 1984 a Dezembro 1985.
No quinto andar sem elevador era um verdadeiro “loft”, com aprox. 7m x 20m, cerca de 140 m2 de área livre.
As únicas paredes sólidas de alvenaria eram de um banheiro bem equipado, recém construido.Todas as outras divisões eram leves, tabiques de madeira ou mesmo cortinas.
Havia um quarto grande nos fundos, banheiro que incorporava minúscula área de serviço com lavadora de roupas, cozinha aberta para a sala, duas áreas trancadas onde Bob, o proprietário do imóvel deixou todas as suas coisas pessoais, e o meu quarto menor, na frente.
Utilizei a grande área livre como estúdio, pintei, desenhei, lá também esticávamos varais para secar as roupas, e demos festas memoráveis!
Dividi este loft com uma amiga, Eliane Gamal, na época correspondente do jornal Estado de São Paulo, nos demos super bem, nunca brigamos e ninguém acreditou que tinhamos sido apenas “roomates”.
Naquela época o aluguel era de U$900/mês, dividido por dois dava U$450 para cada um, super razoável considerando a localização excelente. Hoje acho que não sairia por menos de U$5.000/mês.

O Bob era diretor de teatro, e alugou o loft enquanto sua companhia fazia um “tour” através do país. Eu tinha a responsabilidade de, além de pagar o aluguel, encaminhar sua correspondência. Bob me deixou uma lista de endereços e as correspondentes datas, assim como uma balança, uma pasta cheia de selos e uma tabela do correio para calcular as tarifas. Civilizado, né?

Minha foto na porta do prédio foi a Sandra que tirou em 1 Março 2006.

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Vista da sala e da cozinha.


A fachada do prédio, via Google Maps. A entrada está escondida atrás da árvore.

é isso, por fernando stickel [ 16:41 ]

oscar niemeyer

oscar
“Toda forma que cria beleza tem uma função”

“O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que no encontro sinuoso dos nossos rios, nas nuvens do céu, no corpo da mulher preferida. De curva é feito todo o universo. O universo curvo de Einstein.”

Fiz esta homenagem a Oscar Niemeyer (1907-2012) em 9 Maio 1979, no caderno que mantive com meu amigo Cassio Michalany.

Como artista, escultor, desenhista, um gênio!
Já como arquiteto, sofrível (estive DENTRO de várias obras dele, são péssimas)
Como político, lamentável.

Sobre o comunismo de butique de Niemeyer, ícone perfeito da CHEC (Comunistas Hipócritas da Esquerda Caviar) leiam o excelente artigo de Reinaldo Azevedo.

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Por outro lado, é inegável o legado plástico de Niemeyer, homenageado pelo Edifício Copan, neste meu óleo sobre tela de 1980.

é isso, por fernando stickel [ 9:16 ]

galeria leme

leme
Fui à Galeria Leme visitar a exposição da fotógrafa alemã Candida Höfer.
Não me impressionei pela decantada arquitetura de Paulo Mendes da Rocha, e nem pelas fotografias.
Explico.
Já vi exposições da Candida fora do Brasil, com fotos em formatos bem maiores, da ordem de 2x3m. Acho que para o tipo de trabalho fotográfico da alemã, grandes formatos são fundamentais.
Em relação à arquitetura, eu simplesmente não acredito no concreto aparente, ao menos não desta maneira obsessiva, que te envolve com piso, parede e teto.
Tenho fé na qualidade das paredes brancas e nos ambientes neutros para a exposição de artes visuais. O que não quer dizer que museografia específica para determinada exposição não possa propor com sucesso paredes vermelhas, pretas, transparentes, ou até de concreto.
Além disso achei o espaço principal de exposição um pouco acanhado, faltam, na minha humilde opinião, cerca de dois metros na largura.

é isso, por fernando stickel [ 15:02 ]

hospital art-deco


Sanatório Esperança S/A. Inaugurado em 1938, na R. dos Ingleses, Bela Vista, atualmente com o nome de Hospital Infantil Menino Jesus.
Admirei este prédio art-deco toda a minha infância e adolescência, pois minha casa ficava a um quarteirão de distância, na R. dos Franceses.
Hoje está desfigurado por inúmeras reformas e ampliações.

é isso, por fernando stickel [ 16:25 ]

itaim + vila olímpia

itaim
O Itaim vai se juntando com a Vila Olímpia em dezenas de prédios novos, alguns belíssimos, como é o caso do prédio na R. Leopoldo Couto de Magalhães Jr. 700, construido pela Método, de onde a foto panoramica foi tirada.
Alguém sabe quem é o arquiteto?

é isso, por fernando stickel [ 17:42 ]

ernesto bonato

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O Edifício Rian na Liberdade, centro de São Paulo, de leve inspiração “art-deco”, fica a um quarteirão do Forum João Mendes. Localizado na R. da Glória 279, sítio altamente improvável (segundo minha bússola…) para uma galeria de arte.
Fui atraido por este endereço porque lá abriu no último sábado na Galeria Mezanino a primeira exposição de pinturas de Ernesto Bonato, na minha opinião excelentes!
Conversei com o artista e descobri que ele é um dos fundadores do Atelier Piratininga, ond é professor, e que foi aluno do mestre gravurista Evandro Carlos Jardim.

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Ao entrar no prédio, a sensação de um bunker militar russo da Guerra Fria…

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A exposição.

é isso, por fernando stickel [ 13:41 ]

rua graúna


Na Rua Graúna, em Moema, a poucos metros da Pizzaria Braz.
Este predinho resiste, com sua arquitetura simples e correta dos anos 50 e 60…

é isso, por fernando stickel [ 9:49 ]

hospital infantil sabará

carlota
Após delicioso e tranquilo almoço no Carlota, com a Sandra, minha mulher, visitamos o Hospital Infantil Sabará, a convite de José Luiz Setubal, criador da Fundação Hospital Infantil Sabará, proprietária do hospital.
Conversamos bastante, e o anfitrião nos levou a conhecer o hospital, dá gosto de ver algo bem feito, bem estruturado, bem projetado. Não apenas na construção física, mas também na estruturação do negócio e da fundação.
O hospital inaugurado em 2010 é bonito, bem feito, acolhedor, cheio de atrativos para as crianças, painéis coloridos que contam histórias, displays interativos, iluminação sofisticada, sinalização impecável, até o aparelho de tomografia é “disfarçado” como uma cápsula espacial, para ser mais acolhedor para as crianças.

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José Luiz e Sandra, no playground do hospital.

é isso, por fernando stickel [ 19:04 ]

jk iguatemi

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Hoje à tarde, em um agradável passeio a pé, Sandra, Jimmy Hendrix e eu fomos conhecer o novo Shopping JK Iguatemi na Vila Olímpia.
Muito bonito, projeto arquitetônico primoroso, amplo, arejado, bem iluminado. Até aí tudo bem.
Ocorre que o trânsito na região virou um inferno, e como sempre o poder público falhou, porque não assumiu para valer sua responsabilidade, que a estas alturas, no caos em que São Paulo se transformou, deveria ser:

– Sem transporte público adequado, NÃO abre.

Não adianta dizer que haverão zilhões de vagas de estacionamento, valet-parking, o escambau, pois o modelo em vigor de privilegiar o transporte individual, em detrimento do coletivo está ERRADO!!!!

A outra coisa surpreendente é o tamanho das lojas, todas as grifes estrangeiras mais importantes e mais caras lá estão, em mega-lojas.
A Chanel, que ainda não abriu, ocupa a área de um quarteirão!!

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Em um raio de ceca de 1.500m encontram-se três shoppings sofisticados, o próprio JK, o Iguatemi, e Cidade Jardim, além do Shopping Vila Olímpia, destinado a público de menor poder aquisitivo.
Haverá mercado para tudo isso? Aos preços exorbitantes que hoje se praticam em São Paulo, transformada em uma das cidades mais caras do mundo??!

Sei não…

Penso sempre nas metrópoles que conheço, como New York, onde morei, Londres e Paris, todas muito bem providas de transporte público, nas quais os sistemas de metrô datam do século XIX e onde os shoppings não tem estacionamento, por exemplo Bloomingdales na 59, Harrods em Knighstbridge e Le Bon Marché em Saint Germain.
São Paulo está atrasada quase um século…Para comparar, o Metrô de São Paulo começou a funcionar em 1974, e tem hoje cerca de 74km de linhas, o Metrô da Cidade do México começou a funcionar em 1969 e tem hoje cerca de 202 km de linhas…

é isso, por fernando stickel [ 20:30 ]

sandra pierzchalski arquiteta

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Os escritórios da Fundação Stickel estão de mudança para a R. Nova Cidade 193 na Vila Olímpia.
Cheguei ao escritório hoje e a minha mesa já foi, meus arquivos, papéis, objetos, tudo já foi, sobrou uma mesa com o computador, algumas caixas de papelão, enfim, aquele saudável caos da mudança…


Em época de contenção de despesas o que era o meu estúdio se transformou, pelas mãos da arquiteta Sandra Pierzchalski, com a consultoria do nosso parceiro Sergio Athie da Athie/Wohnrath, nos novos escritórios da Fundação. A Sandra preparou o projeto, tocou a obra e está cuidando de todos os detalhes da mudança.?Iluminação e ar-condicionado já estavam prontos, e foram integralmente aproveitados, a reforma constituiu-se básicamente em criar duas salas fechadas, e reutilizar e racionalizar os móveis disponíveis, oriundos inclusive da desativação do nosso escritório na Paróquia São José Operário, por conta da conclusão da incubação dos grupos de geração de renda Brasilianas e Doces Talentos.

é isso, por fernando stickel [ 15:43 ]

sandra pierzchalski arquiteta

O que foi o meu estúdio na R. Nova Cidade, Vila Olímpia, transforma-se agora sob a batuta da arquiteta Sandra Pierzchalski nos novos escritórios da Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 15:32 ]

marlene milan acayaba


Minha colega arquiteta Marlene Milan Acayaba lança seu livro:
Residências em São Paulo: 1947-1975
Museu da Casa Brasileira
10 Novembro 19:30h

é isso, por fernando stickel [ 11:55 ]

steve jobs

apple
Eu não o conheci pessoalmente, mas de alguma forma a vida de Steve Jobs e suas geniais criações esteve entralaçada com a minha, principalmente por duas vertentes:

1. O computador pessoal
Quando morei em New York, no período 1984-85, necessitei escrever meu currículo, e acabei por descolar um freelancer que escrevia em um PC primitivo com sistema DOS, tela preta e letras verdes; eu sentava ao lado dele em um apartamento da Sétima Avenida e ia corrigindo o que ele digitava, ao final da sessão imprimia-se o resultado em uma impressora matricial.
Fiz desta maneira várias versões, e na volta ao Brasil necessitei continuar o trabalho.
Por uma fantástica coincidência, conheci em Campos do Jordão o Bruno Mortara, amigo da minha ex-mulher Jade, e vi em cima da mesa na casa dele uma revista com o título “Desktop Publishing”, perguntei o que era aquilo, ele me explicou que com o computador Macintosh era possível criar uma publicação no estúdio, em cima de sua mesa de trabalho.
Achei o máximo, e comecei a trabalhar com o Bruno e seu computador Apple, fizemos inúmeros trabalhos desta maneira, anos mais tarde em 1997, orientado pelo Bruno, comprei meu primeiro Macintosh, me tornando um fiel usuário desde então. Entre 1997 e 99 produzi integralmente o meu livro “aqui tem coisa” em um Power Mac G3. Desnecessário dizer que o meu celular é um iPhone 4.

2. Jay Chiat
Conheci o Jay, fabulosa figura humana em 1983 em New York, e tive o privilégio de me tornar seu amigo. Em 1984 sua agência de publicidade, Chiat/Day, foi responsável por uma das mais famosas campanhas jamais feitas, o lançamento em rede nacional no Superbowl do filme “1984” que apresentou ao mundo o Macintosh da Apple.
Neste mesmo ano cheguei a New York, onde morei até Dezembro de 1985.
O contato com o Jay, ouvir suas histórias do mundo da publicidade, suas campanhas para a Apple, Porsche e Energyzer, frequentar sua casa na 34th Street, e conviver com seus amigos foi para mim uma experiência única, insubstituível. Através dele conheci o estúdio do arquiteto Frank O. Gehry, jantei com o ator Dennis Hopper, manuseei várias caixas do artista Joseph Cornell e guiei seu Porsche um dia inteiro em Los Angeles, além de passar duas temporadas seguidas na Côte D’Azur. Com ele aprendi também sobre o lado positivo do “American Way Of Life”, o empreendedorismo e a objetividade, a valorização do trabalho e de fazer as coisas direito, da criatividade e da inteligência.

As mortes de Jay Chiat em 2002 aos 70 anos de idade, vítima de câncer da próstata, e de Steve Jobs, aos 56, vítima de câncer do pâncreas, marcam para mim o fim de um ciclo, dois homens geniais que souberam como ninguém falar de modernidade, eficiência, beleza e inteligência, com muito humor e generosidade. O Jay eu conheci de perto, o Steve e seu legado fazem parte da minha vida…

é isso, por fernando stickel [ 15:43 ]

comunidade shalom

As obras da nova sede da Comunidade Shalom na R. Ribeirão Claro, Vila Olímpia estão aceleradas.
Para meu prazer, verifico que todas as árvores de que cuidei durante 20 anos estão lá, incorporadas ao projeto.
Vejam aqui a evolução deste imóvel.

é isso, por fernando stickel [ 10:21 ]

raquel arnaud na vila


A nova Galeria Raquel Arnaud na Vila Madalena, com projeto de arquitetura de Felipe Crescenti inaugurou com a exposição “A Série Negra” de Waltercio Caldas.

é isso, por fernando stickel [ 10:28 ]