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Arquivo: janeiro de 2026

aqui tem coisa 23 anos

Hoje, 31 janeiro 2026 este blog completa inacreditáveis 23 anos de contínua existência!
A data será comemorada com o breve lançamento de uma nova versão do blog, mais interativa e com vários novos departamentos. Aguardem e continuem a visitar!

Divirtam-se acompanhando os aniversários anteriores AQUI

Já passei esta data de aniversário tomando bons vinhos, viajando, abstêmio, me dedicando à contenção em algumas versões do Dry January, e este ano estou novamente abstêmio e um pouco mais radical, incluí a retirada dos doces da minha dieta, meu objetivo é perder peso e baixar minha glicemia para 99, por ordens médicas, e decidi fechar a boca até atingir meu objetivo, perder 4 a 5 kg. De 92 kg para 88 kg deverá resolver.

O Fernando Bueno, lá de Montreal no Canadá a -21 graus C é quem está engenheirando as mudanças. Estou curtindo muito a expectativa de que tudo funcione e em breve possa girar em definitivo a chave e curtir a nova versão do aqui tem coisa

Veja AQUI o passar dos anos e como foi a evolução do blog.

é isso, por fernando stickel [ 2:53 ]

conta vermelha no post-it

Conta vermelha no post-it. É só isso.

é isso, por fernando stickel [ 18:16 ]

livros sobre automóveis

Fiz três livros sobre automóveis, o mais antigo “Clássicos” em 2020, depois “Sandra & Máquinas” de 2023, e finalmente o “JC’s Classics Garage” do final de 2025.

é isso, por fernando stickel [ 12:40 ]

viagem de 450 anos

“UMA VIAGEM DE 450 ANOS”

Exposição comemorativa do aniversário de 450 anos da cidade de São Paulo, com curadoria de Radha Abramo e colaboração da AICA – Associação Internacional dos Críticos de Arte, da ABCA – Associação Brasileira dos Críticos de Arte, e da APAP – Associação Profissional dos Artistas Plásticos de São Paulo.

As obras participantes da exposição foram confeccionadas a partir do mesmo suporte, malas baratas de chapa de madeira, no qual os artistas trabalharam as mais diversas técnicas. A mala representa a quantidade de migrantes que participaram na construção da cidade tal qual é hoje. As obras serão montadas em uma grande instalação e há uma trilha sonora alusiva à cidade de São Paulo.
SESC Pompéia de 20/01 a 14/03/04 Terça sábado, das 9h às 20h30/ domingo e feriado, das 9h às 19h30.


A mala fechada


A mala aberta


As ferramentas e as peças desmontadas

Terminei o trabalho da mala para o SP 450. Raríssimas vezes um trabalho meu teve começo meio e fim tão rápido, tão redondo e com resultado tão bom. Tive clareza desde o primeiro minuto do partido do trabalho, desmontar a mala e reconstruí-la. Os acidentes de percurso, que sempre acontecem, foram para o bem, e o trabalho acabou super bem. Fico contente porque é uma maneira auspiciosa de iniciar o ano.

A maioria dos artistas simplesmente abriu a mala e colocou algo lá dentro, sendo as fotos e os espelhos os recheios favoritos, ou então fechou a mala e pintou algo nela.
Sendo absolutamente imparcial, posso dizer que cerca de 10 trabalhos são interessantes, e entre eles está o meu, o único pendurado na parede.
È curiosa ainda a discrepância entre o edital, que impunha a única limitação aos trabalhos, cujo peso não deveria ser superior a 5 kg, e a realidade de dezenas de trabalhos expostos com peso flagrantemente superior ao limite. Então, fica a pergunta aos organizadores:
-Para que se dar ao trabalho de elaborar um edital que destina-se a não ser respeitado?

Entre outros, participaram da exposição os artistas:

Amélia Toledo
Antônio Peticov
Caciporé Torres
Cássio Vasconcelos
Cláudio Tozzi
Cléber Machado
Domício Machado
Fernando Durão
Fernando Stickel
Gregório Gruber
Hudinilson Jr.
Iatã Canabrava
José Roberto Aguilar
Lúcia Py
Margot Delgado
Maria Bonomi
Maria Villares
Odette Eid
Percival Tirapelli
Regina Rennó
Rodolpho Parigi
Rubens Gerchman
Sandra Tucci
Vera Sabino

é isso, por fernando stickel [ 15:46 ]

dodge e mercedes


Imagem ChatGPT

Me dei conta que sou apaixonado hoje, pela Mercedes-Benz 560 SEL 1989, como fui apaixonado pelo Dodge 1946 “Fluid-Drive”que herdei do meu avô Arthur Stickel.
Ambos são carros confortabilíssimos, o Dodge tinha bancos inteiriços, praticamente eram camas, ou sofás… e não tinha ar-condicionado.
A “baleia” apelido da Mercedes incorpora inúmeras modernidades, por ser 43 anos mais jovem, mas mantém a mesma pose de carro grande e confortável do Dodge.
Ambos deliciosos de guiar!

é isso, por fernando stickel [ 16:49 ]