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coisas, coisas, coisas...
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Arquivo: junho de 2009

portugueses…

Brasileiro faz piada com português, por não entender que os dois povos têm lógicas diferentes. O português mais literal cultiva um preciosismo de sintaxe. Vejam só:

Uma conhecida dirigia por Portugal, quando viu um carro com a porta de trás aberta. Solidária, conseguiu emparelhar e avisou:
– A porta está aberta!
A mulher que dirigia conferiu o problema e respondeu irritada:
– Não, senhora. Ela está mal fechada!

Outro brasileiro estava em Lisboa, e numa sexta-feira perguntou a um comerciante se ele fechava no sábado. O vendedor disse que não. No sábado o brasileiro voltou e deu com a cara na porta. Na segunda-feira, cobrou irritado do português:
– O senhor disse que não fechava!
O homem respondeu:
– Mas como vamos fechar se não abrimos?

Trata-se realmente de um povo admirável, que tem mais cuidado com a língua pátria do que com a lógica, das piadas.

Um amigo jornalista hospedou-se há um mês num hotel em Évora. Na hora de abrir a água da pia se atrapalhou, pois na torneira azul estava escrito “F” e na outra, preta, também “F”. Confuso, quis saber da camareira o porque dos dois “efes”.
A moça olhou-o com cara de espanto e respondeu, como quem fala com uma criança:
– Ora pois, Fria e Fervente.

Brasileiro em Lisboa, a passeio, resolveu comprar uma gravata. Entrou numa loja do Chiado (bairro de lojas finas) e, além da gravata, comprou ainda um par de meias, duas camisas sociais, uma pólo esporte, um par de luvas e um cinto. Chorou um descontinho e pediu para fechar a conta. Viu então que o vendedor pegou um lápis e papel e se pos a fazer contas, multiplicando, somando, tirando porcentagem de desconto, e ele, intrigado, perguntou:
– O senhor não tem máquina de calcular?
– Infelizmente não trabalhamos com electrônicos, mas o senhor pode encontrar na loja justamente aqui ao lado…

Outro brasileiro, que morou por um ano em Estoril, encontrou-se certo dia meio perdido na cidade, e perguntou ao português:
– Será que posso entrar nesta rua para ir ao aeroporto?
– Poder o senhor pode, mas de jeito algum vai chegar ao aeroporto…

E ainda tem aquela, famosa, do escritor Luiz Fernando Veríssimo. Chegando em Lisboa bem no final da tarde, pegou um táxi e, indo para o hotel, travou o seguinte diálogo com o motorista:
-“A que horas escurece em Lisboa?” E o motorista respondeu:
-“Em Lisboa não escurece!” E o Veríssimo, curioso:
-“Não? Porquê?” E o luso:
-“Porque ao escurecer acendemos as luzes…”

é isso, por fernando stickel [ 18:06 ]

fundação oswaldo cruz

fiocruz
Da Linha Vermelha se vê também, sobressaindo sobre as favelas, o prédio em estilo mourisco da Fundação Oswaldo Cruz, que fica às margens da Av. Brasil.

é isso, por fernando stickel [ 17:50 ]

piscinão de ramos

piscinao
No caminho para Vigario Geral pela Linha Vermelha passamos pelo Piscinão de Ramos, delimitado pela faixa de areia branca, ao fundo a igreja da Penha.

é isso, por fernando stickel [ 17:39 ]

iphone

reuna
Estou impressionado com a qualidade das fotos do iPhone, com sua lente de 2mm. de diâmetro!

é isso, por fernando stickel [ 17:34 ]

michael jackson

michael-jackson-thiller
É óbvio que estamos vivedo overdose do assunto Michael Jackson, mas uma coisa precisa ser dita, ele foi um gênio da dança e do pop.
Pena que como tantos outros gênios não soube aplicar sua genialidade na condução de sua vida.

é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]

art-deco

lum

é isso, por fernando stickel [ 9:57 ]

kierkegaard

kierk
Aventurar-se causa ansiedade, mas deixar de arriscar-se é perder a si mesmo.
E aventurar-se no sentido mais elevado é precisamente tomar consciência de si próprio.

Kierkegaard (1813-1855)

é isso, por fernando stickel [ 9:51 ]

assaltantes portugueses

Dois portugueses foram assaltar um banco. Renderam todo mundo e foram direto para a sala dos cofres. O Manuel arrombou o primeiro e disse:
– Joaquim vem cá, esse cofre não tem dinheiro não! Tá cheio de iogurte!
– Manuel, só tem iogurte mesmo… Bom, esse iogurte deve ser muito bom para ficar em cofre de banco. Vamos comer tudo!
Depois de comerem tudo, o Manuel partiu para arrombar o segundo cofre.
– Jesus!!! Iogurte de novo!!! E agora, Joaquim?!
– Não tem jeito, vamos comer tudo desse também.
Eles comeram, até dizer chega. O Manuel, que não aguentava mais iogurte foi para o terceiro cofre.
– PUTZ !!! Iogurte de novo!!!
– Joaquim, vai ver que porcaria de banco é este, que só tem iogurte!
O Joaquim foi verificar e voltou logo depois:
-PORRA, MANUEL! É BANCO DE ESPERMA!!!

é isso, por fernando stickel [ 9:38 ]

und

und3
Tropecei neste contato que repousa em algum caderno de anotações antigo. É a minha mesa no estúdio de comunicação visual (naquela época as pessoas nem sabiam o que era design gráfico) que criei com o Lelé Chamma em 1977 na R. Felipe de Alcaçova, Vila Madalena.
O nome do escritório era (e é) und.

é isso, por fernando stickel [ 9:25 ]

samovar

samovar
Este samovar esteve durante décadas na sala de jantar da casa dos meus pais na R. dos Franceses.
Agora repousa no meu estúdio.

é isso, por fernando stickel [ 9:11 ]

madoff

madoff
Atrás das grades.
Como a minha amiga Barbara Gancia já escreveu com perfeição, me permito copiar integralmente seu post:

“Saiu a sentença de Bernard Madoff. O financista norte-americano foi condenado a 150 anos atrás das grades.
Pá e pum.
Seis meses depois de ser preso, ele já está julgado e condenado. E depois o pessoal adora dizer que, hoje em dia, no mundo inteiro a bandalheira é igual.
Adora comparar, por exemplo, a corrupção praticada por políticos ingleses ao que acontece aqui.
Não há termo de comparação. Nos países ditos civilizados, quando descoberta a corrupção sempre é punida.
Não tem choro nem vela…”

Imagina só se a moda pega por aqui…

é isso, por fernando stickel [ 20:57 ]

tapete

tapete1
Precisa explicar?

é isso, por fernando stickel [ 20:43 ]

ibirapuera

ibi21
Hoje cedo no Parque do Ibirapuera, este para o meu gosto é um dos locais mais bonitos da cidade.

é isso, por fernando stickel [ 12:19 ]

sede nova afroreggae

navio
Tal qual um navio, a nova sede do AfroReggae se sobressai no entorno.
Com 1.400m2 de área construida, demorou dez anos para se tornar realidade e vai abrigar salas de ensaio, área administrativa, lan-house 24 horas, etc…

é isso, por fernando stickel [ 10:24 ]

afroreggae

vigario
Nossa visita ao AfroReggae na comunidade de Vigario Geral se iniciou novamente com recomendações expressas de não fotografarmos até estarmos dentro da comunidade.
Nossa visita é combinada com os chefões do tráfico, que em uma concessão civilizada somem com as armas durante a chegada do grupo, seus soldados ficam por ali, discretamente encostados nas esquinas.
Assim que viramos a esquina eles voltam a portar os fuzis automáticos e guardam a entrada, cujo acesso se dá pela passarela por cima da linha do trem.
Qualquer pessoa estranha à comunidade que se aventurar a entrar será abordada pelos traficantes e submetida a um interrogatório, se for um fornecedor ou cliente de algum morador, precisa combinar antes e avisar da chegada.
Estamos em um outro país.
Logo na chegada somos recepcionados por quatro diferentes grupos de percussão, Afro Lata, Afro Mangue, Afro Samba e Bloco AfroReggae, todos com uma energia incrível, contagiante!

é isso, por fernando stickel [ 9:57 ]

restaurante lucas

lucas2
Nosso grupo jantou em um restaurante no qual me lembro de ter ido quando criança, o Lucas em Copacabana, Posto 6 que lá existia desde 1941!
Era um clássico da comida alemã, chopp e tira-gostos. Agora se transformou em algo chamado “Garota de Copacabana”, comida anódina, porções gigantescas e preços idem.
Tudo que é bom neste país acaba se desvirtuando ou sumindo, não entendi ainda porque.

é isso, por fernando stickel [ 9:40 ]

é campeão!!!!

lucio
Grande Lucio!
É gostoso e emocionante ver o Brasil ganhar jogando bem.
Parabéns pra Seleção Brasileira!!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 17:44 ]

coopa roca

rocinha
Entrar em uma favela como a Rocinha é uma experiência que todo o brasileiro que mora “bem” deveria ter.
É óbvio que o conceito de “morar bem” é flexível, mas qualquer morador das grandes metrópoles que possa chegar e entrar em casa livremente, com um mínimo de privacidade e higiene já estará incluido nesta categoria.
A nossa visita à COOPA-ROCA, Cooperativa de Trabalho Artesanal e de Costura da Rocinha Ltda. foi precedida de alertas proibindo o uso das máquinas fotográficas, deveríamos andar em fila indiana, sem parar, até chegar às instalações da cooperativa.
As vans que nos transportaram estacionaram em uma pequena área livre, descemos, atravessamos a rua e entramos em uma daquelas vielas que só se vê nos filmes ou reportagens da TV.
Não tive medo, longe disso, mas você sabe que é um estranho no ninho. Duas senhoras comentaram ao passarmos:
-O que esse monte de turistas está fazendo aqui na favela?!
A vista da sede da cooperativa é de tirar o fôlego, principalmente pelo tamanho da Rocinha.

tete
Maria Teresa Leal, a Tetê, criadora do Coopa Roca em 1981 explica ao nosso grupo como funciona a cooperativa.
Os trabalhos de bordado e crochê executados pelas cooperadas são lindíssimos, a Coopa Roca mantém parcerias com grifes conhecidas como Osklen e Carlos Miele, desenvolvendo e produzindo peças sofisticadas.

é isso, por fernando stickel [ 11:24 ]