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coisas, coisas, coisas...
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Arquivo: junho de 2007

il pozzo

monteriggioni

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Piazza Roma 2, Monteriggioni SI. Ristorante Il Pozzo. Gravaram?
É a melhor comida italiana que provei em em muitas e muitas décadas. O garçom, simpaticìssimo, o dono (camisa listrada) idem, o vinho fabuloso!
A cidade é pouco mais que uma grande praça cercada de muros, cabe inteirinha dentro do estádio do Pacaembu.
Saimos do restaurante com a lua cheia, em meia hora estávamos de volta ao hotel em San Gimignano.
Um prêmio para nós dois.
Grazie Mille!!!!

é isso, por fernando stickel [ 18:18 ]

toscana

Cinco horas infernais de espera no aeroporto em Guarulhos, uma hora de espera em Paris, por possível ameaça de bomba, dois dias em Roma hóspedes dos amigos Mema e Jay com direito a tratamento super-vip, alugamos o carro e cá estamos no meio do mato, em plena Toscana, no lugar mais silencioso em que jamais estive, o hotel chama-se Castello de Vicarello.

A Toscana é árida, linda e quente, estamos com temperaturas sempre acima dos 30 graus, lua crescente, noites lindas.

Sandra e eu percebemos que na verdade esta é a segunda metade da nossa lua de mel, sete meses depois do casamento!
Té já!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 15:46 ]

ernesto diederichsen

Sandra e eu vamos dar um pulinho ali na esquina, té já!
Fiquem com meu avô Ernesto Diederichsen, nascido a 19/9/1877 e falecido a 20/10/1949. Na foto de 1902 ele está com 25 anos de idade. Lindinho, né?
Por incrível que pareça, tenho lembrança dele se inclinando para mim, provávelmente eu estava no berço, com um ano de idade!

Minha mãe anda se dedicando a arrumar as fotos da família, e está desenterrando umas maravilhas, aos poucos irei mostrando.

é isso, por fernando stickel [ 11:26 ]

mulheres de talento

horta.jpg
Depois de uma longa negociação convencemos nosso vizinho a ceder seu quintal sem uso para que o “Projeto Mulheres de Talento” o utilize para fazer uma horta comunitária.
A inauguração do “complexo” está prevista para Agosto, e a nossa fantástica equipe continua a mil por hora.
Da esquerda para a direita, Ananias, motorista e faz-tudo, Iris responsável pela Identidade Visual da Fundação Stickel e sinalização, Super Sandra Pierzchalski arquiteta e tocadora de obra e João, empreiteiro.

Alguns aspectos da obra:

horta2.jpg

é isso, por fernando stickel [ 12:21 ]

no alasca

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Muito cansado da agitação da vida urbana, Tom larga o emprego, compra um grande pedaço de terra no Alasca e se muda para lá.
Ele vê o carteiro uma vez por semana e vai à mercearia uma vez por mês. No mais, paz e tranqüilidade… Depois de seis meses, já em dezembro, alguém bate na porta. Tom abre e vê um homem barbudo, enorme, que diz:
-Meu nome é Lars, seu vizinho, 40 milhas adiante. Festa de Natal lá em casa, sexta-feira. Começa às cinco.
Tom se entusiasma:
-Ótimo, depois de seis meses por aqui, acho que estou pronto para conhecer umas pessoas. Muito obrigado, vou sim !
Lars começa a ir embora, pára e diz:
-Seguinte: vai ter bebida.
-Sem problema. Eu gosto de beber.
Novamente Lars ameaça ir embora, pára e diz:
-Olha só, também pode ter briga.
-Tudo bem eu me dou bem com as pessoas, mais uma vez obrigado.
Lars continua:
-E pode ter sexo meio selvagem…
-Também não é problema. Eu estou aqui faz seis meses. Mais um motivo para eu ir. E me diz uma coisa: qual é o traje?
E Lars:
-Você que sabe. É só nós dois.

é isso, por fernando stickel [ 10:28 ]

vila olímpia

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Na Vila Olímpia.

é isso, por fernando stickel [ 14:03 ]

brigitte bardot

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Brigitte Bardot pergunta:

“Você tem que ter uma razão para amar?”

é isso, por fernando stickel [ 15:15 ]

brotinho indócil

Brotinho Indócil – Vinicius de Moraes (1966)

A insistência daqueles chamados já estava me enchendo a paciência (isto foi há alguns anos). Toda a vez era a mesma voz infantil e a mesma teimosia:
— Mas eu nunca vou à cidade, minha filha. Porque é que você não toma juízo e não esquece essa bobagem…
A resposta vinha clara, prática, persuasiva:
— Olha que eu sou um broto muito bonitinho… E depois, não é nada do que você pensa não, seu bobo. Eu quero só que você autografe para mim a sua “Antologia Poética”, morou?
Morar eu morava. É danadamente difícil ser indelicado com uma mulher, sobretudo quando já se facilitou um bocadinho. Aventei a hipótese:
— Mas. . . e se você for um bagulho horrível? Não é chato para nós ambos? A risada veio límpida como a própria verdade enunciada:
— Sou uma gracinha.
Mnhum – mnhum. Comecei a sentir-me nojento, uma espécie de Nabokov “avant-la-lettre”, com aquela Lolita de araque a querer arrastar-me para o seu mundo de ninfete. Não, resistiria.
— Adeus. Vê se não telefona mais, por favor. . .
— Adeus. Espero você às 4, diante da ABI. Quando você vir um brotinho lindo você sabe que sou eu. Você, eu conheço. Tenho até retratos seus. . .
Não fui, é claro. Mas o telefone no dia seguinte tocou.
— Ingrato . . .
— Onde é que você mora, hein?
— Na Tijuca. Por quê?
— Por nada. Você não desiste, não é?
— Nem morta.
— Está bem. São 3 da tarde; às 4 estarei na porta da ABI. Se quiser dar o bolo, pode dar. Tenho de toda maneira que ir à cidade.
— Malcriado. . . Você vai cair duro quando me vir.
Desta vez fui. E qual não é minha surpresa quando, às 4 em ponto, vejo aproximar-se de mim a coisinha mais linda do mundo: um pouco mais de um metro e meio de mulherzinha em uniforme colegial, saltos baixos e rabinho de cavalo, rosto lavado, olhos enormes: uma graça completa. Teria, no máximo, 13 anos. Apresentou-me sorridente o livro :
— Põe uma coisa bem bonitinha para mim, por favor?…
E como eu lhe respondesse ao sorriso:
— Então, está desapontado?
Escrevi a dedicatória sem dar-lhe trela. Ela leu atentamente, teve um muxoxo:
— Ih, que sério . . .
Embora morto de vontade de rir, contive-me para retorquir-lhe:
— É, sou um homem sério. E daí?
O “e daí” é que foi a minha perdição. Seus olhos brilharam e ela disse rápido:
— Daí que os homens sérios podem muito bem levar brotinhos ao cinema…
Olhei-a com um falso ar severo:
— Você está vendo aquele Café ali? Se você não desaparecer daqui imediatamente eu vou àquele Café, ligo para sua mãe ou seu pai e digo para virem buscar você aqui de chinelo, você está ouvindo? De chinelo!
Ela me ouviu, parada, um arzinho meio triste como o de uma menina a quem não se fez a vontade. Depois disse, devagar, olhando-me bem nos olhos:

— Você não sabe o que está perdendo. . .

E saiu em frente, desenvolvendo, para o lado da Avenida.

é isso, por fernando stickel [ 1:12 ]

vila olímpia, hoje

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Vila Olímpia, hoje.

é isso, por fernando stickel [ 16:13 ]

mac detran

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Niemeyer projeta novo MAC para mudar o Ibirapuera.

Simplesmente assustador!
Para fazer essa reforma medonha é melhor deixar o DETRAN lá mesmo, como está.
Oscar Niemeyer que me perdoe, mas o colega arquiteto poderia aposentar o lápis e dedicar-se à praia de Copacabana, aos netos ou às orquídeas.
Insistir na arquitetura está depondo contra ele e sua obra.
( Não custa esclarecer: Sou totalmente a favor de uma sede própria para o MAC-USP, com condições de exposição permanente de seu fantástico acervo.)

é isso, por fernando stickel [ 15:51 ]

ananias

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Ananias é um motorista de taxi gordo, desleixado, fumante e folgado. Seu filho nerd de 12 anos só pensa em videogame e chama-se Felizbento.
Arthur, meu filho fez o Ananias e eu fiz o Felizbento, numa rapidíssima peça de teatro hoje na Escola Viva, como parte das apresentações do final de semestre.

é isso, por fernando stickel [ 13:25 ]

beto manzini

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Fiz ontem o curso de pilotagem do Beto Manzini em Interlagos. Demorei cerca de quarenta anos para assumir o meu tesão pelo automobilismo, e agora estou fazendo tudo direitinho, inclusive com este curso, que é excelente.
Os carros são Renault Clio e Megane, 1.6 16 válvulas, com preparação mínima e todos os requisitos de segurança.
O banco, por exemplo é uma concha, e com o cinto de segurança de quatro pontos bem apertado você passa a fazer parte do carro.
O forte do Manzini são os cursos de direção defensiva, para frotistas e seguradoras.


A minha prova.

é isso, por fernando stickel [ 11:18 ]

algo novo

Algo realmente novo e fascinante, AQUI.

é isso, por fernando stickel [ 23:52 ]

ferrari

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Ferrari é o que não falta na Vila Olímpia, vermelhas e amarelas de monte, as pretas são mais difíceis de aparecer por aqui.
Na Av. Helio Pellegrino ou Av. Nova Faria Lima elas circulam sempre em primeira e segunda marcha, pru modi fazê bastante barulho…

Esta é homenagem para o meu amigo JRO.

é isso, por fernando stickel [ 16:43 ]

jeanne moreau

jeanne.jpg
Disse Jeanne Moreau:
“A idade não te protege do amor. Mas o amor, de certo modo, te protege da idade.”

Dedicado ao meu Xará: Arquiteto; mineiro; artista plástico; músico e pai.

é isso, por fernando stickel [ 16:09 ]

donald judd tropicalizado

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Encontrei também um Donald Judd tropicalizado…

é isso, por fernando stickel [ 15:15 ]

frank stella na vila olímpia

preto2.jpg

Encontrei aqui na Vila Olímpia um fragmento da pintura de Frank Stella (da fase boa, 1959…)

é isso, por fernando stickel [ 14:59 ]

vila olímpia, hoje de manhã

oli393.jpg

Vila Olímpia, hoje de manhã.

é isso, por fernando stickel [ 13:05 ]