Estávamos preparados para passar o fim de ano aqui mesmo em Sampa, quando a Carla ligou no dia 30 e nos convidou para o reveillon no sítio em São Roque.
Foi o tempo de enfiar uma muda de roupa na mala, pegar os ventiladores e sair para a estrada.
Estávamos preparados para passar o fim de ano aqui mesmo em Sampa, quando a Carla ligou no dia 30 e nos convidou para o reveillon no sítio em São Roque.
Foi o tempo de enfiar uma muda de roupa na mala, pegar os ventiladores e sair para a estrada.
Fazia muito tempo que não pegava estrada em feriadão, e descobri hoje voltando de São Roque pela Castello Branco uma novidade odiosa:
Os motoboys vão às estradas com as mesmas motos 125cc com as quais infernizam o trânsito urbano, o que por si só já é um absurdo.
Em países civilizados só motocicletas de grande porte são permitidas em autoestradas.
Pior, utilizam a mesma técnica de andar pelo meio dos carros, o que na cidade é ruim na estrada fica infinitamente pior, pois de repente você tem um imbecil destes grudado em você a 100km/hora.
As motos são fracas e sem manutenção, os motociclistas em sua enorme maioria sem preparo, carregam garupa e bagagem, o que deve com certeza exceder o limite de carga da moto. O resultado é o desastre pronto para acontecer.
Depois a sociedade se admira que os motoboys morrem como moscas…

Este fim de semana participei com Porsche 911 Carrera 1975 do 59º Rallye MG Club do Brasil, em Campos do Jordão, para automóveis com mais de 30 anos de idade.
Houveram duas provas na sexta-feira, uma no sábado e a premiação e show da excelente banda Beatles Cover “Abbey Road” no sábado à noite.
Sandra Pierzchalski, meu amor e navegadora e eu como piloto estreamos nesta modalidade competitiva clássica, utilizando tecnologia mínima, ou seja, hodômetro, velocímetro e cronômetro. Os competidores mais sofisticados se servem de calculadoras científicas, lap-top, o diabo! Ficamos em 17º lugar na sexta e 13º no sábado, resultado que julgo excelente para nossa estréia. competiram cerca de 26 automóveis.
O mais divertido em um evento como esse é encontrar um bando de cinquentões e suas famílias, todos unidos em torno das suas respectivas “jóias”, trocando informações, jogando conversa fora, e competindo em um cenário paradisíaco.


Dois ícones de New York, o Empire State Building, de 1931 e o Rockefeller Center de 1937, ambos executados no auge do estilo ART-DÉCO.
Não canso de maravilhar-me com estas jóias, exemplos vivos de arquitetura e construção de excelente qualidade. Nas fotos os saguões de entrada dos prédios.

Em New York os caminhões dos bombeiros de cada companhia (Engine) fazem homenagem aos companheiros mortos em tragédias, não apenas a maior de todas, 9/11, mas outras também.

Sandra na VITRA.
O Meatpacking District de New York aparenta ser hoje o que o Soho foi há vinte anos atrás. Restaurantes, lojas e galerias sofisticadas em um cenário ainda meio decadente.
A bem da verdade o Soho tinha mais características de ativa vida artística, com inúmeros lofts sendo ocupados por artistas, que lá executavam suas obras, as galerias vieram logo em seguida, o que acho não ocorre no Meatpacking. Os preços em Manhattan são proibitivos, e os artistas estão se instalando fora da ilha, no Brooklyn.
A loja de Stella Mc Cartney é uma jóia da arquitetura, tudo é perfeito e interessante, piso, paredes, araras, iluminação, etc… Sem falar nas roupas, maravilhosas.

Arte de excelente qualidade em parques públicos bem cuidados, uma das características de um país civilizado.
Na Madison Square Park, Madison Av. com 24St. em New York o artista Roxy Paine, nova iorquino de 41 anos expõe três esculturas de aço inox.
Na exposição no Pratt Institut em New York, os gravadores brasileiros presentes, por coincidência, só mulheres:

Sheila Goloborotko e Jacqueline Aronis.

Sheila Goloborotko (no centro) é uma das gravadoras brasileiras que está expondo no Pratt Institute.
Ela mora no Brooklyn e dá aulas de gravura no Pratt.
Na foto aparecem as gigantescas matrizes de xilogravura que seus alunos fazem durante o curso. À esquerda Sandra Pierzchalski e à direita Maria Villares.

Na exposição dos gravadores brasileiros no Pratt Institute, em New York, Margot Delgado, Eduardo Besen, o organizador e Maria Villares.
A comercialização/divulgação em massa dos museus e produtos culturais é um fenômeno que veio para ficar, um pouco assustador e cansativo, para dizer o mínimo.
Ao lado do MoMA existe um gigantesco espaço vazio, um estacionamento, onde milhares de divisórias descansam, esperando para organizar dezenas de milhares de espectadores que farão filas para entrar no museu, de graça, às sextas-feiras à noite, no Target Free Friday Nights, sponsored by Target, every Friday evening, 4:00–8:00 p.m.
Escultura de Frank Stella no terraço do Metropolitan Museum, New york.

Saguão do recém inaugurado The New York Times Building, na 40 St. x 8 Av, NYC.
O projeto de arquitetura de Renzo Piano é maravilhoso. Abandona os mármores, é todo em metal, usa cores fortes, muito cinza e pisos de madeira.
Algumas áreas, como o jardim do térreo ainda não estão prontas.

Na véspera do meu aniversário, saindo para uma festa de casamento, deixo esta imagem tomada na Frateria di Padre Eligio, na cidade de Cetona, Toscana.
É a essência: Pão, azeite e luz.

Passei hoje por Taubaté, e lá encontrei este lindo prédio, originalmente a sede da Companhia Taubaté Industrial – CTI, indústria têxtil fundada por Felix Guisard, no ano de 1894.

Na inauguração da exposição do Juan Esteves no Solar do Barão, em Curitiba. Da esq. para a direita, Juan, Orlando Azevedo, Simone Landal, Olivio Tavares de Araujo, Vilma Slomp e eu.
O casal de fotógrafos Orlando e Vilma tem um site super interessante, veja aqui. A foto acima é do filho deles. A foto abaixo é do Orlando.

Foto dos fundos do teatro, visto da Rua Tibagi.
O atual Teatro Guaíra, no centro de Curitiba começa a ser construído em 1952. Assina o projeto, o arquiteto Rubens Meister, e em 1954, o primeiro auditório do complexo que ocuparia toda uma quadra no centro de Curitiba, é inaugurado pelo Presidente da República Café Filho.
É um teatro enorme, com quatro auditórios, ocupa uma quadra inteira, com arquitetura interessante, bem típica dos anos 50. Difícil de fotografar, da frente do teatro, que dá para uma praça, não se consegue ver a linda cobertura parabólica.