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coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

família

pedra do baú

Baú
Minha prima Jane, que mora no Estoril em Portugal, me envia esta foto da Pedra do Baú, em Campos do Jordão, com a cabana que foi construida nos anos quarenta.
O fotógrafo estava posicionado na face da pedra do lado de São Bento do Sapucaí e do Acampamento Paiol Grande.

Veja aqui o que sobrou da construção.

Maria, eu e Ervald Hering
O combinado naquela época era fazer uma fogueira no topo da pedra, que a família poderia ver do Hotel Toriba, sinalizando tudo OK. Minha prima Maria Villares, a Jane e Ervald Hering preparam a fogueira.

é isso, por fernando stickel [ 15:45 ]

bisavó!!!!

tati2
Minha filha Fernanda conta para a avó Martha que ela vai ser bisavó!!!!!

O casal já saiu, hoje à noite eles viajam para Vitória, ES para dar a boa notícia à família do Plauto.

Eu continuo a tomar champagne, é óbvio que a concentração acadêmica foi para o espaço, estou me sentindo leve, feliz e levemente desorientado…
Acho que a mágica da preservação da espécie, da genética, do amor, volta a se fazer presente de forma intensa na minha vida.

E é muito bom!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 18:21 ]

vou ser vovô!!!!!

tati
Estava eu aqui posto em concentração acadêmica, batucando o TCC no computador quando toca o telefone e a minha filha Fernanda pergunta se eu vou ficar em casa, ela e o namorado querem conversar comigo.
Digo que sim e imagino que ela venha tratar de trabalho, business, nas últimas semanas andei incentivando-a a abrir seu próprio negócio.
Resumindo:

VOU SER VOVÔ!!!!!!!!!

A Fernanda está grávida!!!!!

Fiquei emocionado, desnorteado, chocado, feliz!!!!!

Corri à geladeira e abri um champagne, brindamos (ela já disse que não pode tomar álcool…) e sentamos para conversar

O Plauto, o pai, vai cuidar bem dela, tenho certeza, já colocou a Fernanda para comer frutas, que ela nunca gostou, sempre foi um drama, já criticou a ginecologista, enfim, surge uma nova coisa maravilhosa!
Ainda estou meio atrapalhado…

é isso, por fernando stickel [ 17:58 ]

bons fluidos

bons
A foto, no meu estúdio, é de um fotógrafo da revista que não lembro o nome.

Quatro homens deixam a timidez de lado e surpreendem suas namoradas com declarações de amor.
Esta é a chamada para matéria na revista Bons Fluidos de Junho 2006, leia o meu depoimento.
Sandra e eu casamos em 2007, e estamos juntos há quase nove anos!

é isso, por fernando stickel [ 10:08 ]

hóspedes

hosp
Temos hóspedes em casa…

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A Sandra trouxe os cães de um amigo que viajou, o Tutu, Jack Russell macho e a Haida, Bull Terrier fêmea.
São completamente diferentes e surpreendentes, a Haida tem uma expressão ameaçadora, é um feixe de músculos, pesa uma tonelada, e se encantou comigo, quer logo se aboletar no colo, um doce.
O Tutu é leve como uma pena, distraído, alheio, nervoso e ciumento, coisas de baixinho…

é isso, por fernando stickel [ 9:11 ]

riley

riley
Quando eu tinha 16 ou 17 anos meu pai Erico comprou um Riley RME 1948, com a lateral vermelha e os paralamas pretos, o bichinho não andava muito bem, sofreu uma restauração meia boca, acho que não havia ainda naquela época a consciência que existe hoje sobre carros clássicos, enfim, o carro ficou por ali um tempo, cheguei a guiá-lo um pouco (muito ruim de guiar), depois foi vendido para um amigo.
Lembro-me de acompanhar com interesse a fundição em alumínio e a usinagem de uma polia do ventilador, na oficina da Fiação Indiana, empresa que meu pai dirigia na época.

é isso, por fernando stickel [ 16:19 ]

sandra nos restaurantes

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Sandra, a minha patroa, meu norte, minha razão de ser, meu Amor, nos restaurantes que mais frequentamos, Nagayama do Itaim, Ritz e Spot.

é isso, por fernando stickel [ 16:31 ]

sylvia

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Minha irmã Sylvia, cerca de 1952, dando uma forcinha para o irmão no Prêmio TOP BLOG 2009 … que já está entre os 60 blogs mais votados!

é isso, por fernando stickel [ 10:23 ]

erico stickel

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Meu pai Erico com minha irmã Sylvia e eu, cerca de 1952.

é isso, por fernando stickel [ 16:28 ]

neve

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Meu pai Erico com minha irmã Sylvia no colo e eu, 1951 ou 52.

é isso, por fernando stickel [ 16:20 ]

martha stickel

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Minha mãe, Martha Diederichsen Stickel, nos anos cinquenta, Suíça ou Áustria.
A máquina fotográfica que ela está segurando é provávelmente uma Contax, que eu ainda cheguei a usar nos anos setenta, depois sumiu.

é isso, por fernando stickel [ 16:09 ]

crise com meu pai

Em uma década tudo pode mudar. (em vinte minutos também…)

Por volta de 1980-81, tive claramente uma visão e um desejo:

Quero ser artista plástico profissional.

Logo em seguida, colocando o desejo em prática, mudei toda a minha vida. Separei da Iris, com quem estava casado, mudei de casa e saí da sociedade que tinha com Lelé Chamma na und, tudo no mesmo ano.

fsol
O período que se seguiu até 1989 foi brilhante, exigente, cheio de desafios e novidades, fiz quatro exposições individuais, participei de uma dezena de coletivas, ganhei prêmios e morei em New York.
Na volta da viagem a NYC montei curso de desenho de observação no meu estúdio na Vila Olímpia, que acabou por ser extremamente bem sucedido, em 1989 cheguei a ter 60 alunos, meu sustento não oferecia maiores problemas.
Em Março 1990 o baque do Plano Collor fez com que eu recomeçasse as aulas com apenas dois alunos, o ano foi terrível, as artes em geral sofreram mais que a média, e o início de 1991 não trazia boas perspectivas.

Foi quando minhas irmãs vieram conversar comigo dizendo que minha mãe estava muito preocupada, pois o meu pai Erico estava manifestando a ela preocupações com os negócios, coisa que ele, homem da velha guarda, nunca havia feito antes. De fato, o Plano Collor havia virado de cabeça para baixo coisas “imutáveis”, acabou quebrando equilíbrios de décadas, e foi isto que tirou o sono do meu pai.

Novamente casado eu precisava de um salário, e meu pai de ajuda, acertamos um pro-labore para que eu trabalhasse na organização dos negócios da família, básicamente a solução de encrencas com imóveis, desde inquilinos inadimplentes, multas diversas, muros caídos, calçadas destruidas a imóveis deteriorados e desocupados, brigas com a Prefeitura por conta de IPTU, etc…

pilha
A relação de trabalho com meu pai não foi fácil, mesmo porque a minha entrada foi mais por pressão da família do que por decisão dele, engoli muitos sapos, batemos boca, mas uma das piores crises veio quando eu, tomado de furor organizatório, aproveitei um período em que meu pai estava fora do escritório, viajando, e fiz um levantamento de todas as suas pendências, anotações que ele tinha o hábito de fazer em cadernos em branco, fichários, folhas soltas, etc… e a pilha destes papéis dava quase um metro de altura!

é isso, por fernando stickel [ 11:58 ]

sandra pierzchalski arquiteta

chal
A minha patroa, Sandra Pierzchalski, arquiteta de mão cheia, posa na cozinha de sua mais recente obra, quase pronta.
Estou encantado com as fotos do meu iPhone!!!

é isso, por fernando stickel [ 16:33 ]

não há nada

fumaca
Não há nada tão bonito, tão gostoso
tão puro
tão bonito, tão simpático, tão gostoso
tão querido
como o desenho que sua filha escolhe na gaveta
e te dá de presente.
Colorido.
O sol, a casa, a menina, a nuvem, o jardim.
A fumaça.
O amor

4/2/1983

é isso, por fernando stickel [ 17:29 ]

samovar

samovar
Este samovar esteve durante décadas na sala de jantar da casa dos meus pais na R. dos Franceses.
Agora repousa no meu estúdio.

é isso, por fernando stickel [ 9:11 ]

domingueira

domingo
Meus filhos Fernanda, Arthur e Antonio e a minha nora Maria.

Depois de meses de espera finalmente a Vivo houve por bem me entregar meu novo IPhone, com o qual estou me acostumando. As fotos são excelentes, com uma lente não maior que uma cabeça de fósforo!

é isso, por fernando stickel [ 15:04 ]

outono paulistano

passeio1
Tarde paulistana de outono, depois do almoço passear com o Arthur e sua labradora Sofia Loren, e minha mãe.

cima
Olhar para cima…

esquina
Na esquina a reforma de uma casa com uma arquitetura, digamos assim, esquisita. Não vou dizer quem é o arquiteto, depois vão dizer que é perseguição…
Mas é necessário deixar claro, mínimamente, que um caixilho convencional ortogonal, coberto por uma curva de alvenaria é uma solução de quinta. O autor, evidentemente desconhece a história, e provávelmente Rudolf Steiner e o Goetheanum.

portao4
Um portão.

tarde13
Final da tarde, a lua cheia é amanhã.

é isso, por fernando stickel [ 17:54 ]

rua dos franceses

quintal
Eu e meu pai, no quintal da Rua dos Franceses, cerca de 1951/52.

é isso, por fernando stickel [ 16:26 ]